Resultados da pesquisa

Os benefícios da atividade física para o desenvolvimento no trabalho

As atividades físicas favorecem muito a vida de quem pratica, auxiliando também no alívio do estresse causado, muitas vezes, pelas cobranças de produtividades e alcance de metas.   Muitas pesquisas indicam que os exercícios físicos previnem doenças, ajudam a aumentar o condicionamento físico e a turbinar o cérebro, especialmente para melhorar a memória. Dessa forma, é recomendável que tiramos no mínimo 30 minutos de nosso dia dedicados às atividades físicas moderadas. Entre eles o mais usado atualmente pelas pessoas é a caminhada, que apresenta-se de forma acessível a qualquer pessoas que optar pela atividade. Os benefícios da caminhada envolvem melhora na circulação sanguínea, previne doenças cardíacas, evita o cansaço e ajuda no controle da ansiedade, pois garante mais concentração e motivação para atividades diárias. Sendo assim, separar uns minutos do seu dia para algum tipo de atividade que envolva movimentação do corpo, auxilia na oxigenação do cérebro e combate os esforços e decisões precipitadas causados pelas preocupações antecipadas.   O aumento da proatividade através dos exercícios físicos Os exercícios físicos favorecem muito a vida de quem pratica, auxiliando também no alívio do estresse causado, muitas vezes, pela cobranças de produtividades e alcance de metas. À vista disso, os exercícios que envolvem concentração também servem para estimular as atividades cognitivas do cérebro, isso ocorre através da região que ocorre as sinapses que são ligações interligadas através de neurotransmissores. 13 esportes radicais que ajudam a desenvolver competências para sua carreira Esse tipo de ligação funciona como uma mensagem que libera substâncias que trazem benefícios para você trabalhar melhor. Uma dessas substâncias que agregam é a testosterona, que é o hormônio da confiança que é necessária para tomar decisões e funções que envolvem produtividade. Outra substância liberada através das atividades físicas é a serotonina, o hormônio da felicidade. Sendo esta capaz de ajudar a melhorar a autoestima, motivando o colaborador a buscar atingir suas metas e conseguir uma satisfação consigo mesmo. Cuidados antes de praticar atividades físicas mais intensas No entanto, antes de qualquer prática de atividades físicas alguns cuidados devem ser tomados para não ocorrer acidentes e prejudicar a sua saúde. Entre esses cuidados são principalmente o alongamento e manter a postura, ir ao médico regularmente, escolher roupas e sapatos confortáveis e sempre pedir orientação de um profissional da área de educação física. Além disso, o tempo e o preparo para realizar a atividade deve ser planejado, assim como, o local escolhido deve ser confortável e acessível. Atividades físicas acessíveis para fazer no intervalo do trabalho Para finalizar, é interessante conhecer alguns exercícios que você pode fazer no intervalo do seu trabalho, com a ajuda de itens comuns que você pode carregar na bolsa. Invista no bem-estar de seus funcionários com estratégias de Employee Value Proposition. Pular corda: ajuda a se concentrar e a fortalecer os músculos. Para esse exercício separe uns 15 minutos e invista em um tênis, por exemplo, o mizuno prophecy 8 resistente à impactos. Agachamento e abdominal: São ideais para locais pequenos como escritórios e não exigem nenhum equipamento específico para realizar. A sugestão é fazer três séries de 20 repetições com duração de dois minutos cada. Subir e descer lances de escada: Essa é bem comum e fácil de realizar, por isso, certifique-se de um monitoramento do tempo e de sua respiração. As vantagens da prática de atividades físicas não envolvem somente os benefícios para a o colaborador, mas sim, garante resultados para a empresa como redução de faltas e afastamentos por doenças, evitando a baixa produtividade e rendimento do próprio profissional e equipe. Fonte: Mundo RH

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Ansiedade e Burnout: quando transtornos impactam o gestor

  A posição de liderança demanda bastante do gestor e este, se não estiver preparado para lidar com as demandas e conflitos do grupo, tende a se desequilibrar, o que pode ser um dos impulsionadores da ansiedade. *Artigo Elaine Di Sarno, Psicóloga Segundo pesquisa da empresa de recrutamento Robert Half, os profissionais brasileiros são os mais estressados do mundo. A empresa entrevistou quase 1.800 gestores de RH em 13 países e constatou que o profissional brasileiro é o que mais sofre com a pressão e o excesso de trabalho. De acordo com a pesquisa, 52% dos entrevistados reclamaram da alta carga de trabalho, e 44% sentem falta do reconhecimento de seus esforços. Não é à toa que muitos profissionais acabam desenvolvendo transtornos de ansiedade. Os mais comuns são: transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático, fobia social e fobias específicas. A posição de liderança demanda bastante do gestor e este, se não estiver preparado para lidar com as demandas e conflitos do grupo, tende a se desequilibrar, o que pode ser um dos impulsionadores da ansiedade. No entanto, aspectos emocionais, especialmente a capacidade de lidar com a inteligência emocional, impactam bastante. O gestor deve saber captar, absorver e conduzir a ansiedade e a expectativa do grupo, orientando-os e intervindo quando julgar necessário. Na realidade, todos esperam que um gestor tenha maturidade emocional (ou “quociente emocional”) e consiga gerenciar e controlar sua própria ansiedade, além de lidar com a ansiedade do grupo que ele lidera. Ele é a referência desse grupo, e uma de suas funções é administrar essa teia de situações potencialmente ansiógenas que permeiam a dinâmica da equipe. O líder precisa ser capaz de ter autocontrole, autoconhecimento e experiência para transmitir tranquilidade e direção ao grupo, em todo tipo de situação. Muitas vezes, só um trabalho psicoterápico permite que ele se conheça mais a fundo e se desenvolva emocionalmente, de modo a saber lidar com suas próprias ansiedades e as da equipe. Se o transtorno de ansiedade não for tratado, gestor e a sua equipe podem caminhar para um “naufrágio”. Neste sentido, ele “afunda” sua carreira, pois não terá condições de gerenciar adequadamente as situações de tensão que certamente ocorrem no ambiente corporativo. Daí, além da ansiedade, virá o sentimento de frustração, decorrente de uma expectativa não realizada, de uma sensação de incapacidade ou de percepção de que “não sou tão competente quanto imaginava”. Para tornar o cenário ainda mais complexo, vale lembrar que a imagem de um profissional não permite tantos “deslizes” como no âmbito social/pessoal. O mercado é competitivo, principalmente quando vivemos agora, e qualquer erro ou demonstração de instabilidade pode acarretar sua substituição por outro profissional que tenha mais equilíbrio emocional. Síndrome de Burnout – o mal do século XXI A síndrome de Burnout vem aparecendo cada vez mais em diversas profissões, sendo consequência do excesso ou sobrecarga de trabalho. Como o próprio nome diz, a pessoa se sente literalmente exausta, esgotada física e psicologicamente, seja por causa do número de horas trabalhadas, seja pelo estresse provocado pelas condições de trabalho. O uso crescente de recursos tecnológicos e da informática mudou o modo de trabalhar; a aceleração da velocidade de comunicação e a integração global trouxe a demanda por muitas horas de trabalho em geral sob forte pressão de desempenho. Nestas condições surge novamente a exaustão, caracterizada pelo desânimo, dificuldade de raciocínio, ansiedade, preocupação, irritabilidade, sensação de incapacidade ou inferioridade, diminuição da motivação e da criatividade, aparecimento de transtornos mentais e doenças físicas. Já a privação do sono gera a síndrome de Burnout por vários fatores: quando o profissional não dorme o suficiente para ser produtivo; quando ele faz hora extra até tarde da noite, prejudicando a rotina do sono; quando viaja muito a trabalho para diferentes Países, desregulando seu relógio biológico; ou até mesmo quando muda repentinamente de cargo, e precisa alterar o turno da tarde para o turno da noite, por exemplo. Isso resulta em uma extrema exaustão, pois o organismo, que já está habituado com um determinado padrão de sono, sofre um forte impacto, precisando de tempo e resistência para se readequar à nova rotina do profissional. Ajude a cuidar da saúde mental de seus colaboradores com esta campanha de saúde mental: sono de qualidade. Faça o download gratuito. Uma consequência frequente é o uso de drogas (álcool, tabaco, além das drogas ilícitas) como forma de alívio. É importante estar alerta a esta situação que agravará ainda mais a condição física e mental do indivíduo. O mesmo pode ser dito da automedicação. Além das condições adversas e estressantes de trabalho, algumas características da personalidade são consideradas importantes para o aparecimento da síndrome de exaustão. Pessoas muito competitivas, ambiciosas, com dificuldade para delegar, absorvendo tudo para si, fazendo do trabalho sua única atividade tem maior chance de desenvolver exaustão. Por outro lado, pessoas inseguras, necessitadas de reconhecimento pelos outros, com dificuldade de colocar limites e abrindo mão de suas próprias necessidades também estão mais vulneráveis ao Burnout. E o que fazer para prevenir a síndrome de exaustão? A primeira e óbvia recomendação é descanso físico e mental. O equilíbrio entre o trabalho e as atividades físicas, de lazer, o encontro com os amigos e outras é o primeiro passo. Mudanças de atitudes, de expectativas, de hábitos de vida podem também auxiliar na prevenção. Nos casos em que a síndrome de Burnout já está instalada, recomenda-se buscar auxílio médico especializado para avaliação do quadro e orientação quanto ao tratamento. Especialmente no caso das pessoas cujas características de personalidade as tornam mais propensas ao Burnout, a psicoterapia é um complemento importante, pois o problema está muitas vezes dentro da pessoa, e não tanto em suas condições de trabalho. Caso aconteça alguma situação que tenha saído do controle do gestor, será necessário um esforço grande e de longo prazo para que ele tenha nova oportunidade para mostrar que reviu suas posições e aprendeu a lidar com suas próprias ansiedades. Como já dito, às vezes esse amadurecimento emocional só é

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Ajude a cuidar da saúde mental de seus colaboradores com esta campanha

Campanha de Saúde Mental – Sono de Qualidade   A saúde mental ganha destaque em setembro com alerta para doenças como a depressão. Falamos aqui no blog sobre a Burnout, uma síndrome ligada diretamente ao esgotamento do profissional em decorrência do trabalho. Hoje, vamos falar sobre como a qualidade do sono interfere na saúde mental e pode ser um dos sintomas da depressão.   Depressão   Quando uma pessoa está com depressão, perde a capacidade de trabalho, se sente insegura, perde as forças, a vontade. Fica sem concentração por causa das alterações do sono. Como uma pessoa, que está passando por essas situações, chega ao local de trabalho para ficar oito horas após noites de insônia? A depressão já é vista como o mal do século, pois é responsável por retirar do mercado de trabalho milhares de profissionais todos os anos. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que, até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo.   Dormir mal pode acarretar outras doenças   Dormir menos de cinco horas por noite aumenta em cinco vezes o risco de ter pressão alta, um dos principais fatores de risco para o infarto. Além do estresse, os vasos sanguíneos de quem não consegue se desligar por tempo suficiente ficam mais rígidos.   Insônia ou noites mal dormidas?   A insônia é a dificuldade extrema para começar a dormir, o sono é interrompido sem motivo aparente ao longo da noite, não é reparador (ou seja, a pessoa já acorda cansada), a pessoa sente cansaço e falta de concentração ao longo do dia. Não é relacionada à quantidade de horas dormidas, mas sim à má qualidade do sono e às suas consequências.   Como se cura a insônia? Se a insônia for relacionada a alguma doença ou condição física, será curada com o tratamento de sua origem, como no caso da depressão. Caso seja espontânea e detectada logo, a adoção de hábitos comportamentais e de alimentação podem resolver.   Dicas para ter sono de qualidade   Seja um RH promotor da saúde! Ajude a cuidar da saúde mental de seus colaboradores com informações e campanhas. Faça o download da Campanha abaixo, envie por e-mail, WhatsApp, rede social corporativa, intranet e jornal mural.   – Não ver TV nem usar aparelhos eletrônicos, especialmente o celular, pelo menos uma hora antes de ir para a cama – a luz emitida por eles interfere na produção dos hormônios responsáveis pelo sono; – Fazer uma refeição leve no máximo duas horas antes de ir dormir – é importante evitar comidas pesadas porque elas fazem o organismo atuar com vigor na digestão, o que impede o relaxamento necessário para dormir; – Dormir em um quarto escuro, sem abajur ou qualquer luz indireta acesa – essas fontes de luminosidade também atrapalham a ação dos hormônios responsáveis pelo sono; – Usar roupas confortáveis para dormir – tecidos leves e frescos no calor, tecidos de trama fechada e suaves no frio; – Não ingerir bebidas com cafeína (café, chá preto, chimarrão) em um período de pelo menos 4 horas antes de se recolher para dormir – a cafeína é um dos estimulantes mais poderosos dos alimentos, deixa o organismo em estado de alerta e atrasa a sonolência; – Não ingerir bebidas alcoólicas até duas horas antes de ir para a cama – elas até ajudam a dormir, mas atrapalham os ciclos do sono e levam a um sono não restaurador; – Evitar sonecas durante o dia – esse mínimo de descanso pode causar dificuldades para dormir à noite; – Tomar um banho morno meia hora antes de dormir – é relaxante e prepara o corpo para o sono; – Ir dormir e acordar sempre no mesmo horário, inclusive aos sábados e domingos – a rotina é importante para o organismo se acostumar a dormir; – Não tomar medicamentos sem orientação médica – tanto medicamentos para dormir, que devem ser receitados caso a caso, quanto para outras doenças, pois eles podem ter como efeito colateral a interferência no sono.   Fontes: Redação blog Nocta; Revista Saúde Imagens: Freepik  

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Vacinação é essencial para evitar a volta de doenças erradicadas

Matéria da Proteste traz esclarecimentos sobre diversos mitos que cercam a vacinação. Confira abaixo. As baixas coberturas vacinais, principalmente em crianças menores de 5 anos, reacenderam uma luz vermelha no país: doenças graves, antes erradicadas, como a poliomielite e o sarampo, estão reaparecendo. A poliomielite, ou “paralisia infantil”, é uma doença infectocontagiosa viral, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, que começa subitamente, atingindo os membros inferiores de forma assimétrica. A transmissão ocorre por contato direto pessoa a pessoa, pela via fecal-oral (mais frequentemente), por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores. Também pode ser transmitida por via oral-oral, quando a pessoa infectada fala, tosse ou espirra gotículas de secreção contaminada perto de outra pessoa saudável. Já o sarampo é uma doença causada por um vírus que provoca febre alta, tosse, coriza e manchas avermelhadas pelo corpo. É transmitida entre as pessoas por tosse, espirro ou fala, especialmente em ambientes fechados. Facilita o surgimento de doenças como pneumonia e diarreias e pode levar à morte, principalmente em crianças pequenas. Mitos só ajudam a disseminar as doenças   A falta de vacinação ocorre, em muitos casos, porque os pais não vêm mais algumas doenças como um risco, como a poliomielite, ou porque acreditam no mito de que a vacinação apresenta malefícios à saúde. Muitas notícias falsas, propagadas por grupos contrários à vacinação, vêm se espalhando pela Internet e nas redes sociais, afirmando que a as vacinas causariam autismo, esclerose múltipla e até morte súbita, por exemplo. No entanto, a vacinação é o único meio realmente eficaz de se prevenir e erradicar doenças graves.   Veja abaixo os principais esclarecimentos sobre alguns mitos:   Vacinas podem causar efeitos colaterais. VERDADE – Toda vacina pode provocar reações indesejáveis leves, como febre, manchas e coceira na pele, dor ou inflamação no local da aplicação. Em casos raríssimos, pode haver uma reação alérgica caracterizada por inchaço nos lábios e nas pálpebras e dificuldade para respirar.  Diante de qualquer sintoma anormal, procure um médico.   Para doenças que nem sempre são severas, como catapora, a vacinação não é necessária. MITO – Todas as doenças infecciosas preveníveis por vacinação são potencialmente graves, com registro de hospitalizações, sequelas ou óbitos, mesmo a catapora. Vacinar contra essas doenças é fundamental!   Gestantes, bebês e pessoas imunodeprimidas (pacientes com aids, que passaram por transplante, ou em tratamento oncológico, entre outros) nunca devem ser vacinados. MITO – Algumas imunizações, sobretudo aquelas feitas com vírus vivos atenuados, como a vacina contra a varicela, o sarampo e a febre amarela, podem ser contraindicadas para essas pessoas. No entanto, existem outras vacinas, como a da gripe, da pneumonia e do tétano –  produzidas por vírus ou bactérias inativados –, que são indicadas e seguras mesmo para pessoas com o sistema imunológico debilitado. Se você estiver nessas condições, consulte um médico e veja quais vacinas tomar.   O mercúrio contido nas vacinas faz mal à saúde. MITO – O mercúrio é usado como conservante, sempre em pequenas quantidades, nos frascos que contêm várias doses de vacinas. O objetivo é evitar a contaminação por fungos, bactérias e outros micro-organismos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a utilização desse conservante por considerar o mercúrio seguro e não cumulativo, já que o organismo o elimina rapidamente após a aplicação da vacina.   Quanto mais fortes forem as reações da vacina, mais protegida a pessoa estará. MITO – A eficácia das vacinas não está relacionada à intensidade de seus efeitos colaterais. No geral, as vacinas provocam cada vez menos efeitos colaterais.   Tomar a mesma vacina duas vezes não faz mal. VERDADE – Se você não lembra se foi imunizado contra alguma doença e perdeu sua carteirinha de vacinação, recomenda-se procurar um centro de imunizações. Profissionais habilitados irão orientá-lo sobre quais vacinas devem ser tomadas e seus possíveis efeitos colaterais.   Vacina causa autismo. MITO – Nos últimos anos, mais de 20 estudos mostraram que, de fato, a associação da vacina ao autismo não tem fundamento. E os pesquisadores não encontraram evidências de que a exposição ao timerosal (tipo de conservante de vacinas à base de mercúrio, um dos principais suspeitos de causar reações adversas) aumenta o risco de a criança desenvolver o distúrbio. Outro dado importante é de um estudo feito na Dinamarca e na Suécia em 2003: desde 1992, o timerosal foi eliminado das vacinas desses países e, nem por isso, o número de crianças com autismo deixou de aumentar.   As vacinas têm vários efeitos colaterais prejudiciais e de longo prazo que ainda são desconhecidos. A vacinação pode ser até fatal. MITO – A maioria das reações são, geralmente, pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre ligeira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados. É muito mais provável que uma pessoa adoeça gravemente por uma enfermidade evitável pela vacina do que pela própria vacina. Embora qualquer lesão grave ou morte causada por vacinas seja relevante, os benefícios da imunização superam muito o risco, considerando que muitas outras lesões e mortes ocorreriam sem ela.   As doenças evitáveis por vacinas estão quase erradicadas em meu país, por isso não há razão para me vacinar. MITO – Embora as doenças evitáveis por vacinação tenham se tornado raras em muitos países, os agentes infecciosos que as causam continuam a circular em algumas partes do mundo. Em um mundo altamente interligado, esses agentes podem atravessar fronteiras geográficas e infectar qualquer pessoa que não esteja protegida. Programas de vacinação bem-sucedidos, assim como as sociedades bem-sucedidas, dependem da cooperação de cada indivíduo para assegurar o bem de todos.   É melhor ser imunizado por meio da doença do que por meio de vacinas. MITO – As vacinas interagem com o sistema imunológico para produzir uma resposta imunológica semelhante àquela produzida pela infecção natural, mas não causam a doença ou colocam a pessoa imunizada em risco de possíveis complicações.   As vacinas são benéficas não somente para as crianças, mas para a população como um todo, por isso os

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Como ajudar uma pessoa que está pensando em suicídio

Setembro Amarelo é o mês para falar sobre suicídio.   Trazendo este tema para o ambiente corporativo, levantamos a questão “como os profissionais de Recursos Humanos podem ajudar o colaborador que indica cometer suicídio“? Para responder essa pergunta, encontramos 10 recomendações de psiquiatras entrevistados pelo Dr. Drauzio Varella.   Gestor de pessoas: por que é importante falar no assunto   A maioria das pessoas passam mais tempo de sua vida no trabalho. Embora não se tenha estudos no Brasil sobre suicídios em ambientes de trabalho, dados mostram como o cotidiano corporativo afeta a saúde do trabalhador na sua vida pessoal. As doenças mentais e emocionais estão crescendo a cada ano. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão será a doença mental mais incapacitante do mundo até 2020. O Brasil é campeão de casos de depressão na América Latina. Quase 6% da população, um total de 11,5 milhões de pessoas, sofrem com a doença, segundo dados da OMS.   Fatores de risco   A cartilha “Suicídio: informando para prevenir”, produzida pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), destaca dois fatores de risco principais para o suicídio: Tentativa prévia: Pessoas que já tentaram tirar a própria vida têm de cinco a seis vezes mais risco de tentar outra vez. Estima-se que 50% daqueles que se suicidaram já tinham tentado antes. Doença mental: Quase todos os indivíduos que se mataram tinham algum transtorno mental, em muitos casos não diagnosticado, não tratado ou não tratado de forma adequada. Os mais comuns são: depressão, transtorno bipolar, alcoolismo, esquizofrenia e abuso de drogas.   Síndrome de burnout (esgotamento profissional)   A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como: Ausências no trabalho Agressividade Isolamento Mudanças bruscas de humor Irritabilidade Dificuldade de concentração Lapsos de memória Ansiedade Depressão Pessimismo Baixa autoestima Sentimentos de fracasso e insegurança   10 recomendações para ajudar uma pessoa que está pensando em suicídio   Converse sem julgar. Tenha uma abordagem acolhedora e sem nenhum tipo de preconceito. Demonstre interesse pleno em ajudar. Mostre-se disponível sempre quando alguém quer conversar sobre suas emoções. Estabeleça o diálogo em locais fechados, de preferência em um ambiente confortável. Não adie ou arrume desculpas para evitar o assunto. Evite usar expressões que diminuem o que a pessoa sente, como “isso não é nada”, “tem gente em situação muito pior” ou que a façam se sentir ainda mais culpada, como “não avisei que isso ia acontecer?” ou “foi você que procurou isso”. Faça perguntas que vão dimensionar em que fase do processo está. Estimule a busca por atendimento médico e psicológico, mas não force ou obrigue. Tenha empatia e se ofereça para marcar uma consulta, acompanhar no dia e se mostrar disponível, mas sem pressionar.   Nem sempre é fácil a decisão de buscar ajuda. As pessoas não compartilham seus sentimentos por vergonha e na solidão acabam tomando decisões para acabar com a dor. Por isso, todo apoio é importante.   Fontes: Redação blog Nocta; Dr.Drauzio Varella; Estadão    

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vacinação sarampo

Vacinação contra sarampo continua

Nesta última semana de agosto, doses extras da vacina tríplice viral foram enviadas a todos os estados para garantir a imunização em todas as crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. Só para os 13 estados que estão em situação de surto ativo de sarampo, vão ser destinadas, 960.907 mil doses. São Paulo concentra 99% dos casos e que acaba de registrar o 1º óbito pela doença neste ano. A vítima foi um homem de 42 anos, que não tinha recebido nenhuma dose da vacina ao longo da vida, e tinha histórico de comorbidade. Nesta faixa etária, a pessoa deve ter pelo menos uma dose da vacina. De acordo com o novo boletim epidemiológico da doença, o Brasil registrou nos últimos 90 dias 2.331 casos confirmados de sarampo, em 13 estados: São Paulo (2.299), Rio de Janeiro (12), Pernambuco (5), Santa Catarina (4), Distrito Federal (3), Bahia (1), Paraná (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Espírito Santo (1), Sergipe (1), Goiás (1) e Piauí (1). Nesses dois últimos, os casos foram registrados em outros estados. O coeficiente de incidência da doença foi de 5% por 100.000 habitantes. Na rotina do Sistema Único de Saúde (SUS) a tríplice viral está disponível em todos os mais de 36 mil postos de vacinação em todo o Brasil. A vacina previne também contra rubéola e caxumba. É importante esclarecer que a chamada “dose zero” não substitui e não será considerada válida para fins do calendário nacional de vacinação da criança. Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral + varicela, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as doses. A vacinação de rotina das crianças deve ser mantida independentemente de a criança ter tomada a “dose zero” da vacina. Todo bebê de 6 meses a 1 ano agora deve tomar a vacina do sarampo Por causa do surto atual, o governo ampliou para todo Brasil a vacinação contra sarampo para essa faixa etária, que é mais suscetível a complicações e mortes. 7 dúvidas comuns sobre o sarampo e a vacina, respondidas por uma médica 1.Quem não sabe se já tomou a vacina deve se imunizar? Se não há comprovação de vacinação prévia, é importante tomar todas as doses recomendadas, sim. Elas estão disponíveis na rede pública – mais abaixo, você verá o protocolo adequado para cada idade. 2. Caso a pessoa tome uma dose adicional, há risco para a saúde? Não. As reações alérgicas, raríssimas, tendem a aparecer na primeira dose. 3. A vacina do sarampo protege contra outras doenças? Sim. A versão tríplice viral estimula a produção de anticorpos contra sarampo, rubéola e caxumba. Já a tetra viral também afasta o risco de catapora (varicela). 4. Há algum componente na vacina do sarampo capaz de desencadear reação alérgica? Embora seja raro, componentes do imunizante podem causar reações alérgicas em indivíduos predispostos. O produto contém as seguintes substâncias potencialmente alergênicas: albumina humana, sulfato de neomicina (antibiótico), gelatina e traços de proteína do ovo de galinha. No Brasil, uma das vacinas empregadas na rede pública carrega traços de lactoalbumina (uma proteína do leite de vaca). 5. Quais os cuidados que os pacientes alérgicos devem ter? Foi demonstrado, em muitos estudos, que mesmo pessoas com alergia grave ao ovo possuem um risco baixíssimo de reações anafiláticas após tomarem suas doses contra o sarampo. No entanto, é indicado que esses indivíduos, por precaução, sejam vacinados em locais que ofereçam condições de atendimento de anafilaxia. Crianças com alergia grave ao leite de vaca (reações imediatas como anafilaxia) não devem receber a vacina tríplice viral, que contém lactoalbumina. Pelo sim, pelo não, os alérgicos a algum componente do imunizante podem conversar com seu médico antes de irem para o posto. 6. Quantas doses da vacina eu preciso tomar e quando? Deve-se seguir o calendário orientado pelo Ministério da Saúde. O esquema vacinal contra o sarampo para crianças é de uma dose aos 12 meses (tríplice viral) e outra aos 15 meses (a tetra viral) de idade. Para a turma de até 49 anos que não cumpriu esse esquema, o Ministério preconiza: • Até os 29 anos: duas doses, da tríplice ou tetra viral • Dos 30 aos 49 anos: dose única, da tríplice ou tetra viral Quem já tomou duas dessas injeções durante a vida não precisa mais se preocupar. Mas em caso de surtos – ou mesmo durante campanhas de reforço da vacinação –, não custa tomar uma picada adicional. Nessas situações, siga as instruções das autoridades. As duas doses padrão garantem uma proteção de mais ou menos 90% contra o sarampo. E uma terceira poderia turbinar ainda mais nossas barreiras imunológicas. 7. Quais os sintomas do sarampo? O sarampo apresenta os seguintes sintomas: febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e mal-estar intenso. Logo depois, as manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, costumam dar as caras. Não há tratamento específico para o sarampo. O próprio corpo lida com o vírus, embora os médicos possam lidar com os sintomas e consequências dele. Fontes: Redação blog Nocta; Ministério da Saúde; Revista Saúde

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Dicas para fazer detox das redes sociais

Detox das redes sociais   Você sabia que nós, brasileiros, ocupamos o segundo lugar no ranking mundial de navegação na internet? Cada usuário gasta, em média, 9 horas e 29 minutos por dia na rede. Quando a internet “cai” o seu mundo acaba? Você não sabe mais o que fazer? Então, faça um detox! A verdade é que o mundo conectado e instantâneo, onde tudo acontece em “tempo real”, está causando um aumento de ansiedade nas pessoas. Além da saúde mental, ficar horas no celular pode causar problemas de postura, visão, sono, ansiedade e inflamação nas mãos e punhos. Preste atenção nestes sinais que mostram quando é hora de dar um tempo na internet e nas redes sociais:   1. Você dorme com o celular embaixo do travesseiro ou na cabeceira da cama e acorda para responder às mensagens. 2. Fica ansioso e angustiado quando percebe que a bateria está acabando e não está com o carregador. 3. Escuta o alerta de notificação e fica aflito para ler e responder às mensagens rapidamente. 4. Se pega pensando em qual momento poderá mexer no celular novamente. 5. Negligencia atividades importantes para usar o smartphone e, no fim do dia, percebe que foi improdutivo. 6. Tenta reduzir as informações que consome na internet, mas não consegue. 7. Ignora momentos com familiares e amigos e põe em risco o emprego por não se desconectar das redes. 8. Busca informações quando não precisa, muda de tela continuamente e se sente frustrado por não encontrar nada interessante. 9. Fica se comparando: acha que a vida dos outros é mais interessante e mais bem aproveitada que a sua   SEM CONEXÃO Dicas para se desintoxicar do mundo digital   AVALIE O TEMPO QUE GASTA NA INTERNET Consulte o consumo de dados de seu celular para saber quais apps mais acessa. Reduza o tempo gasto nos que estiverem no topo da lista e estabeleça metas diária de uso.   REVEJA SUA ROTINA Escolha atividades que gostara de incluir no dia a dia – e antes não tinha tempo – e organize para que a prioridade de sua agenda seja você.   FAÇA O QUE LHE DÁ PRAZER Coloque em sua rotina momentos prazerosos, como música, esporte, culinária, leitura e passeios. Descubra o que lhe dá prazer e garanta que não seja incomodado nesse período.   OFF-LINE E SEM CULPA Quando estiver em seu momento pessoal, liberte-se de responder mensagens imediatamente. Desligue o celular, deixe-o em “modo avião” ou silencie as notificações, preservando apenas grupos e contatos prioritários – como o da família.   TENHA UM DIA (OU VÁRIOS) LONGE DA INTERNET Experimente ficar fora das redes sociais nas folgas, nos fins de semana e nas férias. Use o tempo livre para ler, ver amigos, viajar e trabalhar em projetos pessoais que não exijam acesso à web.   CURTA O MOMENTO Experiências devem ser aproveitadas na hora que acontecem, com quem está ao seu lado. Por isso, desligue o celular enquanto almoça com a família ou conversa com amigos.   SEJA UM LÍDER DANDO O EXEMPLO Evite incomodar sua equipe com assuntos profissionais fora do expediente.     Gostou das dicas? Acompanhe nossas dicas para uma vida mais saudável: Entenda por que sua empresa deve ficar atenta ao uso do celular pelos funcionários Hipertensão? Nem pensar! – Material para campanha Má alimentação pode causar mais mortes do que cigarro   Fonte: Redação blog Nocta; Você S/A

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Metrô, CPTM, EMTU e estradas têm vacinação contra sarampo

O que: Campanha de Vacinação contra o Sarampo Onde: São Paulo, Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. Quando: de 17 de julho até 16 de agosto. O cronograma será divulgado semanalmente no site da Secretaria de Estado da Saúde do Governo do Estado de SP. Clique aqui para baixar o cronograma da vacinação (17 a 20/07)    Confira, abaixo, a publicação oficial da Secretaria de Estado da Saúde do Governo do Estado de SP. As Secretarias de Estado da Saúde e dos Transportes Metropolitanos se uniram para ampliar o alcance da campanha de vacinação contra sarampo, que está em andamento na capital, Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. A ação conta com apoio das Secretarias Municipais de Saúde e do Metrô, CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo), ViaQuatro, ViaMobilidade e Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo). A partir desta quarta-feira (17), estações do Metrô, CPTM, EMTU, ViaQuatro e ViaMobilidade vão receber postos volantes de vacinação (confira abaixo a programação desta semana). A oferta de doses em pontos de transporte coletivo será realizada até 16 de agosto, data prevista para encerramento da campanha. O cronograma será divulgado semanalmente. A Artesp também está auxiliando na conscientização sobre a importância de vacinação, por meio de projeções em painéis eletrônicos de rodovias localizadas na Região Metropolitana de São Paulo, como Bandeirantes, Imigrantes, Anchieta, Rodoanel, entre outras. A imunização é destinada a jovens entre 15 e 29 anos, considerados mais vulneráveis a infecções devido a menor procura pela segunda dose da vacina. Por isso, a imunização deve ser feita de forma indiscriminada nesse público, ou seja, sem obrigatoriedade de apresentação da carteira vacinal. No sábado (20), haverá um Dia D em todas as cidades com campanha em curso. Os municípios de Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul, iniciaram suas campanhas na última quinta-feira (11). Nesses locais, a meta é vacinar mais de 900 mil jovens e adultos nessa faixa etária. As doses estão disponíveis em postos de saúde. Na capital, a campanha começou em 10 de junho, visando vacinar 2,9 milhões jovens paulistanos; até o momento, foram vacinados cerca de 75 mil pessoas. A Secretaria segue firmando parcerias para ampliar o engajamento da população. Organizações públicas e privadas estão sendo mobilizadas pela pasta, no sentido de ajudarem as prefeituras a alcançar com mais facilidade a população, com ações de vacinação extramuros em parques, residências, hospitais, bem como escolas e universidades no período de volta às aulas, por exemplo. A Secretaria de Estado da Educação também é apoiadora da campanha. “A Secretaria da Saúde faz monitoramento ininterrupto no Estado quanto à circulação de todas as doenças. Com esta campanha, queremos vacinar o público-alvo e interromper a transmissão do sarampo nesses locais. Agradecemos a colaboração de todos os órgãos envolvidos e contamos com apoio da população para comparecer aos postos”, afirma o Secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann Ferreira. “Os transportes metropolitanos recebem diariamente aproximadamente 10 milhões de passageiros na Região Metropolitana de São Paulo. Portanto, nossos terminais e estações têm um grande potencial para auxiliar na intensificação de campanhas de saúde como essa. Temos o compromisso de oferecer não apenas transporte de qualidade, mas também outros serviços importantes para a população”, destaca o Secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy. Casos da doença Em 2019, até 15 de julho, foram confirmados 384 casos de sarampo em São Paulo. Mais de 70% desse total se concentra na capital, com 272 casos. Embora representem aproximadamente 20% da população paulista, os jovens respondem por metade dos casos registrados no Estado. A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba, e está inclusa na rotina dos postos para crianças. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) prevê administração da tríplice viral aos 12 meses, e um reforço aos 15 meses com a tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Os profissionais de saúde das redes pública e privada também devem estar imunizados, considerando a possibilidade de contato com pessoas infectadas. Há contraindicação para gestantes e imunodeprimidos, como pessoas submetidas a tratamento de leucemia e pacientes oncológicos. Treinamentos No decorrer do mês, estão previstos treinamentos online e presenciais para profissionais de saúde, visando o aperfeiçoamento das ações de vigilância, com foco em: hipótese diagnóstica oportuna, manejo clínico adequado, coleta e envio de amostras biológicas, notificação para ações de bloqueio e varredura em tempo hábil (até 72h). O Centro de Vigilância Epidemiológica estadual mantém o monitoramento em todo o território e, se constatada a necessidade, poderá mobilizar campanhas em outros municípios. Todas as Prefeituras devem fazer bloqueios diante de notificações de casos suspeitos, conforme diretriz do Ministério da Saúde. Em fevereiro, uma estratégia similar foi iniciada na cidade de Santos, outro ponto estratégico de entradas e saídas do país devido ao Porto, o maior da América Latina. A vacinação foi planejada devido à notificação de casos no navio de cruzeiro Seaview, da MSC, na costa brasileira. A campanha em curso na Baixada Santista visa à imunização de 91 mil jovens e adultos de 15 a 29 anos. Desse total, cerca de 65 mil pessoas foram vacinadas, até o momento. Confira as estações, datas e horários de vacinação: Data Horário Estação ou terminal Linha ou corredor 17/jul 13h – 18h Paulista 4-Amarela 17/jul 10h – 17h Ana Rosa 1-Azul e 2-Verde 17/jul 13h – 17h Artur Alvim 3-Vermelha 17/jul 10h – 16h30 Tatuapé 3-Vermelha, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade 17/jul 16h – 20h Presidente Altino 8-Diamante e 9-Esmeralda 17/jul 10h – 17h Terminal Metropolitano São Bernardo Corredor ABD 18/jul 13h – 18h Paulista 4-Amarela 18/jul 09h – 12h Artur Alvim 3-Vermelha 18/jul 10h – 16h30 Brás 3-Vermelha, 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira, 13-Jade 18/jul 16h – 20h Comandante Sampaio 8-Diamante 19/jul 13h – 18h Paulista 4-Amarela 19/jul 10h – 19h Barra Funda 3-Vermelha, 7-Rubi, 8-Diamante 19/jul 10h – 17h Paraíso 1-Azul e 2-Verde 19/jul 10h – 16h30 Tatuapé 3-Vermelha, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade 19/jul

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Checkup: prevenção sem excesso de exames

Você já fez o seu checkup este ano? Com certeza, você já ouviu essa pergunta.   O checkup nada mais é do que uma avaliação médica de rotina associada a exames específicos.   A principal finalidade desses exames é a prevenção. Existe uma lista básica de exames e alguns outros que são acrescentados de acordo com a idade, sexo e histórico pessoal e familiar.     Conheça oito exames que são importantes para um checkup e entenda melhor qual é a finalidade de cada um deles, de acordo com matéria da revista Saúde.   Pressão arterial O que é? O médico usa um aparelho para conferir a pressão do paciente. Quando fazer? O exame costuma ser feito a partir dos 18 anos – mas deveria ser requisitado ainda na infância. Precisa ser repetido, no mínimo, uma vez por ano. Por quê? Detecta alterações na pressão arterial e diagnostica a hipertensão, fator de risco para infartos e derrames.   Hemograma O que é? É o exame de sangue clássico, que registra o estoque de células vermelhas e brancas. Quando fazer? É solicitado desde a infância. A menos que haja algum motivo, pode ser refeito anualmente. Por quê? Sinaliza o estado do sangue e do sistema imunológico, acusando problemas como infecções.   Colesterol e glicemia O que são? Testes sanguíneos que avaliam a concentração de gorduras e de açúcar na circulação. Quando fazer? Podem ser receitados desde a infância, mas depois dos 18 anos a indicação ganha ainda mais consistência. O prazo para repeti-los varia. Depois dos 40, vale uma picada anual. Por quê? Flagram altos níveis de colesterol e triglicérides, que favorecem as placas capazes de obstruir os vasos. Já a medida da glicose acusa a propensão ao diabete. Recursos Humanos: incentive o checkup dentro do programa de promoção à saúde. Baixe o arquivo e compartilhe com os seus colaboradores nos canais de comunicação da sua empresa (e-mail, mural, intranet etc). Clique na imagem: Eletrocardiograma e teste ergométrico O que são? Ambos se valem de eletrodos sobre o peito para apurar o risco cardiovascular. O primeiro é feito com o paciente deitado e o segundo, em movimento. Quando fazer? Podem ser solicitados ainda na casa dos 20 anos e se tornam obrigatórios após os 40 – a partir dessa idade, o repeteco deve ser anual. Por quê? Ambos inferem a presença de entupimentos nas artérias, fenômeno que precede ataques cardíacos.   Ecocardiograma O que é? É o ultrassom do coração. Quando fazer? Pode ser receitado na casa dos 20 anos, mas também se torna crucial a partir dos 40. A partir de então, costuma ser refeito anualmente. Por quê? O método permite avaliar a capacidade de contração do músculo cardíaco, bem como as válvulas desse órgão, alertando para possíveis disfunções.   Papanicolau O que é? O médico raspa células do tecido que reveste o colo do útero. Esse material é analisado no microscópio. Quando fazer? No começo da vida sexual da mulher. Deve ser feito anualmente. Por quê? Identifica alterações no colo do útero, bem como lesões pelo vírus HPV, que podem abrir caminho para o câncer.   Mamografia O que é? A mulher é submetida a uma máquina que fornece imagens das glândulas mamárias, o que permite averiguar alterações na região. Quando fazer? O exame deve ser feito anualmente a partir dos 40 anos. Se houver casos de câncer na família, a investigação começa mais cedo, por volta dos 30. Por quê? O exame é essencial para a detecção precoce do câncer de mama, um dos mais comuns no sexo feminino.   Dosagem dos hormônios da tireoide O que é? Exame de sangue que calcula hormônios como o TSH e o T4. Quando fazer? É solicitado sobretudo às mulheres, que sofrem mais de distúrbios na glândula. Pode ser prescrito desde a juventude, com periodicidade variável. Por quê? Denuncia disfunções como o hipo e o hipertireoidismo, que repercutem no corpo inteiro.   Prevenção sim, excesso de exames não   O vídeo abaixo pode parecer polêmico, mas traz verdades sobre a “epidemia de exames”.   “A medicina não pode ser feita apenas com exames. Não podemos pedir exames aleatoriamente, na tentativa de encontrar alguma doença. Não é assim que se faz medicina” – Dr. Drauzio Varella   O Doutor mais famoso da TV fala como o excesso de exames onera o SUS e os planos de saúde. Link original no YouTube   Fontes: Redação blog Nocta; revista Saúde. Imagens: Freepik    

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Principais causas de afastamentos de funcionários

  Os afastamentos de funcionários por motivos de saúde tendem a aumentar sem uma política interna de promoção da saúde.   Além de garantir ao colaborador um plano de saúde como benefício, é necessário fazer um trabalho de gestão de saúde para prevenção. Hoje, existem no mercado consultorias especializadas, como a Nocta, com propostas inovadoras para a promoção de saúde.   Abaixo, destacamos uma lista publicada na revista Cobertura com as principais causas de afastamentos de funcionários do trabalho, assim como dicas para prevenção. Confira:   Acidentes de trabalho Os acidentes são as maiores causas de afastamento: de acordo com o Anuário do Dieese, ocorrências deste tipo afetaram 337,7 mil pessoas em 2015, o que equivale a 3,9% casos a mais do que há dez anos. “Fraturas, cortes e lesões são alguns dos exemplos mais comuns, e a falta de instrução ao funcionário combinada a não utilização dos equipamentos de proteção individual (EPIs), imprudência, maquinários e ferramentas em condições inadequadas são algumas das causas”, alerta Yuri Fernandes, Analista em Segurança do Trabalho da Bioqualynet.   Depressão De natureza psicológica, a depressão é uma enfermidade pouco compreendida com cada vez mais casos diagnosticados. Estima-se que, nos dias atuais, 17 milhões de brasileiros sofram com este problema, e no que diz respeito ao ambiente de trabalho, somente no ano de 2016, 37,8% de todas as licenças foram ocasionadas por quadros depressivos. Para os próximos anos, a expectativa não é otimista: segundo a Organização Mundial da Saúde, é possível que, até 2020, esta se torne a principal doença incapacitante em todo o mundo.   Dor nas costas Carregamento de peso excessivo, horas em frente ao computador, sentar em posição inadequada e estresse são alguns dos fatores que estimulam o aparecimento deste problema. “Antes do aparecimento das primeiras dores, é comum que o profissional não se atente a este risco e repita maus hábitos dia após dia. Embora a fisioterapia e a ginástica laboral sejam bons aliados para combater esta dor, a melhor recomendação é observar a postura e os movimentos para preveni-la”, explica Yuri.   Lesões nos joelhos A grande maioria dos maus hábitos que afetam as costas acometem também os joelhos, afinal, por enfrentar movimentos repetitivos diariamente, esta é uma das regiões que mais sofrem com sobrepeso – por obesidade ou levantamento de altas cargas, e sedentarismo. Além disso, impacto ou execução de exercícios sem orientação profissional se somam às condutas de risco.   Problemas cardiovasculares O coração é um dos principais alvos do estresse e das cobranças diárias, que são itens frequentes em grande parte dos dias de trabalho, e segundo pesquisa realizada pelo European Heart Journal, extensas jornadas também são vilãs do bom funcionamento cardíaco. “Fatores como estes, quando combinados a má alimentação, predisposições genéticas e falta de acompanhamento médico podem transformar o sistema cardiovascular em uma bomba-relógio” enfatiza Yuri.   Diante dos riscos aos quais os trabalhadores brasileiros estão expostos, e visando driblar os prejuízos decorrentes do absenteísmo nos locais de trabalho, a Bioqualynet apresenta algumas dicas simples, que, quando praticadas, regularmente, podem ajudar a transformar a saúde ocupacional:   Empresa Invista em cursos, palestras, workshops e materiais de comunicação voltados à conscientização sobre o uso de EPIs. Aposte em atividades simples e leves que transformam o dia a dia dos funcionários: ginásticas laborais e pausas intercaladas com o expediente ajudam a evitar estresse e lesões de repetição e aumentam a produtividade dos colaboradores. Tenha uma equipe de atendimento médico treinada a postos para ajudar a reverter as consequências de eventuais acidentes de trabalho. Atente-se aos funcionários e ofereça-lhes um canal para suporte em caso de problemas físicos ou emocionais que possam estar ligados ao ofício.   Trabalhador Atenção ao uso de EPIs e aos treinamentos oferecidos pelas empresas. Embora simples, tais procedimentos podem ser a chave para afastar riscos que, por vezes, resultam em situações de saúde irreversíveis; Tenha uma vida ativa: reserve um momento diário ou semanal para se exercitar. Encontrar uma atividade compatível com a personalidade é o melhor caminho para fortalecer o corpo de maneira prazerosa. Busque uma alimentação balanceada: é comum que a correria do dia a dia leve os trabalhadores a optarem por rapidez em vez de qualidade na hora da alimentação, porém, esta postura põe a saúde em xeque por dar lugar ao excesso de gorduras e ingredientes artificiais. Durma bem. Além de ser fundamental para melhorar a eficiência durante execução das tarefas diárias, o sono é de suma importância para a saúde. “Dormir proporciona uma recuperação essencial a todos os órgãos do corpo e atua sobre funções vitais do organismo, como conservação de energia, metabolismo, amadurecimento do sistema nervoso central, consolidação da memória, produção de secreção hormonal e outras”, pondera Yuri. Faça check-ups periódicos: muitas vezes o corpo emite sinais de exaustão que passam despercebidos, e por essa razão, exames frequentes são fundamentais para identificar males de saúde e cortá-los pela raiz.   Fonte: Redação blog Nocta; Revista Cobertura  

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