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7 tipos de aparelhos ortodônticos

Quando se trata de aparelho ortodôntico, muitas pessoas acreditam que a sua única função é deixar os dentes alinhados para um sorriso perfeito. Mas, nem sempre a questão é estética e cada caso é analisado pelos dentistas. Por isso, existem diversos tipos de aparelhos ortodônticos, cada um com sua finalidade. Cada vez mais modernos, os aparelhos dentários estão entre os recursos que mais evoluíram na área da saúde bucal. Confira os modelos mais comuns. Breve história dos aparelhos dentários Os primeiros aparelhos ortodônticos surgiram no século 18, quando o francês Pierre Fauchard criou o bandeau, feito com metal pesado e em formato de ferradura. Já o arco extraoral, utilizado por fora da boca para frear o crescimento da mandíbula, surgiu em 1866. Incômodo e extravagante, o acessório seguiu firme até a década de 90. Os famosos braquetes só chegaram em 1928, pelas mãos de Edward Angle. Não foi um processo rápido, mas em 1997 a tecnologia finalmente aposentou o sorriso metálico. Hoje, os alinhadores ortodônticos são móveis, transparentes e personalizados. Tipos de aparelhos ortodônticos Aparelho fixo metálico Muito conhecido, este tipo de aparelho metalizado tem como objetivo movimentar os dentes, gradualmente, em direção à posição alinhada e correta. Ele é composto por fios, bandas, braquetes e borrachinhas, que podem ser coloridas ou transparentes. Aparelho fixo estético Composto por braquetes transparentes, este modelo é mais discreto, quase imperceptível. Pode ser feito de policarbonato, porcelana e safira. Aparelho autoligado O aparelho autoligado também é feito de metal, porém, não precisa das borrachinhas. Nesse modelo, o fio ortodôntico é preso diretamente no bráquete, ficando mais confortável e discreto para o paciente. Aparelho lingual É igual ao modelo fixo convencional, confeccionado com material metálico, braquetes, fios e borrachinhas. A diferença é que ele é colocado do lado interno dos dentes, possibilitando que o paciente faça todo o tratamento sem mostrar que usa aparelho. Alinhadores transparentes É o tipo de aparelho mais moderno, confeccionado sob medida e de acordo com a arcada dentária de cada pacientes, se encaixando com perfeição na boca. Funciona como o aparelho móvel, ou seja, é removível e precisa ser tirado na hora das refeições. É recomendado para casos mais simples de desalinhamento dentário. Aparelho móvel O aparelho móvel é bastante usado quando o paciente está terminando o tratamento dentário. Depois de muitos meses utilizando o modelo fixo, usa-se o aparelho móvel para manter e garantir os resultados alcançados. Expansor palatino É um modelo pouco conhecido e usado para aumentar o tamanho do palato (céu da boca) e corrigir a mordida do paciente. Esse modelo é mais indicado para crianças. É mais barato com plano odontológico Ter um plano de saúde com cobertura odontológica traz mais tranquilidade e favorece o tratamento ortodôntico, além de ter custos menores e mais previsíveis para esse cuidado. E é por isso que a Nocta também oferece opções de planos odontológicos.

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Bruxismo: o que é e como tratar

Desânimo, insônia, dores e bruxismo podem ser desencadeados por situações de estresse. A vida agitada das grandes metrópoles, o uso excessivo das redes sociais e as incertezas com relação ao futuro têm afetado diretamente a saúde mental das pessoas no mundo todo. E isso se manifesta no corpo de diversas formas. Os casos de bruxismo, por exemplo, estão mais comuns nos últimos anos no Brasil, tanto em crianças, jovens e adultos. Neste artigo, vamos entender o que é bruxismo, sintomas e como tratar, com informações do site do Dr. Drazio Varella. Confira! O que é bruxismo? Bruxismo é definido como uma desordem funcional que se caracteriza pelo ranger ou apertar dos dentes durante o sono, que pode trazer diversas consequências – como lesões orofaciais, desgastes dentários, lesão periodontal, distúrbios da articulação temporomandibular (DTM) e dor muscular. Quando o ranger de dentes se manifesta de dia, recebe o nome de briquismo. Quais os fatores para ocorrer o bruxismo? O bruxismo pode estar ligado a fatores genéticos, a situações de estresse, tensão, ansiedade ou a problemas físicos de oclusão ou fechamento inadequado da boca, por exemplo. Estudos mostram que essa disfunção acomete 15% das crianças e afeta tanto homens como mulheres. Quais são os sinais do bruxismo? Desgaste e amolecimento dos dentes Dor de cabeça Dor e zumbido no ouvido Dor no pescoço, na mandíbula e nos músculos da face Estalos ao abrir e fechar a boca Alterações do sono A intensidade e a frequência das crises podem variar de uma noite para outra. Diagnóstico É importante procurar assistência médica ou odontológica para fazer avaliação clínica. A polissonografia é um exame para identificar o grau do distúrbio e orientar o tratamento. Tratamento Não se conhece, ainda, um tratamento eficaz para curar o bruxismo. Atualmente, os recursos mais indicados são as placas interoclusais flexíveis de silicone ou as placas rígidas de acrílico, moldadas segundo o formato da arcada dentária do paciente. Elas ajudam a restringir os movimentos dos músculos mastigatórios e a reduzir o atrito que provoca o desgaste e o abalo dos dentes. Recomendações Consulte o dentista com regularidade. Um plano odontológico ajuda bastante a criar hábitos de prevenção. Evite apertar os dentes, quando estiver empenhado em uma tarefa ou situação mais complicada. Evite chicletes ou mordiscar sistematicamente objetos duros, como pontas de lápis e canetas, por exemplo. Faça exercícios. A prática regular de atividade física ajuda a controlar o estresse e as crises de ansiedade que podem favorecer o apertar dos dentes. Não se esqueça de colocar a placa interoclusal antes de dormir. Se o problema se manifestar também de dia, use-a sempre que possível. Fonte: site Dr. Drauzio VarellaImagens: freepik

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Como refrigerar alimentos corretamente

Você sabia que a má conservação de alimentos é uma das principais causas de intoxicação alimentar? De acordo com o portal Dr Drauzio Varella, a ingestão de comida mal cozida e o manuseio e conservação impróprios dos alimentos provocam cerca de 670 surtos no País, totalizando 13 mil doentes todos os anos. Neste post, você vai tirar suas dúvidas sobre intoxicação alimentar e aprender como refrigerar corretamente os alimentos. Confira! Quais os sintomas de intoxicação alimentar? Os efeitos são náuseas, vômitos, diarreia, febre, dor abdominal, cólicas e mal-estar. Nos quadros mais graves, podem ocorrer desidratação, perda de peso e queda da pressão arterial. Além desses sintomas, a intoxicação pode causar ruídos hidroaéreos, ou seja, sons de ronco emitidos pelo aparelho gastrintestinal. O problema ocorre quando a água e/ou alimentos estão contaminados por bactérias, vírus e microrganismos capazes de viver e  multiplicar-se no interior do intestino.  Quanto tempo leva para alimentos começarem a estragar A temperatura influencia diretamente na velocidade da multiplicação dos microrganismos causadores de intoxicação alimentar.  Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os microrganismos ficam ativos e começam a  reproduzir-se nos alimentos, quando estão armazenados em uma temperatura acima de quatro graus. A multiplicação tende a ser mais rápida, quando a temperatura passa de dez graus. Com refrigeração a até 10ºC, os alimentos frios podem levar quatro horas antes de começar a estragar. Acima dessa temperatura, o tempo máximo é de duas horas.  Já os alimentos quentes, depois de preparados, só podem ficar até três horas em temperatura menor que 60ºC. Mais que isso, apenas se estiverem a 65ºC, condição em que duram até 12 horas. Como refrigerar alimentos Dados do Ministério da Saúde mostram que mais de 45% dos casos de doenças provocadas por alimentos contaminados ocorrem nas residências. Conservar corretamente os alimentos é fundamental para retardar a deterioração e evitar a proliferação dos microrganismos causadores de intoxicação alimentar.  Congelar alimentos perecíveis Se você comprou alimentos que não irá consumir em tempo, como verduras e legumes ou refeições, congele. A baixa temperatura reduz a velocidade de reações químicas e bioquímicas que também deterioram os alimentos.  Geladeira organizada A Anvisa recomenda armazenar os alimentos em recipientes fechados e dentro da geladeira, organizados de maneira que permita a circulação de ar no interior do equipamento. Não devem ser colocados panos ou plásticos revestindo as prateleiras da geladeira e nem sobre os recipientes, pois esses materiais podem dificultar a refrigeração dos alimentos. Parte superior da geladeira Na parte superior da geladeira, coloque os frios, manteiga, requeijão, arroz, feijão e carnes já cozidas, pois é o espaço melhor refrigerado. Parte intermediária da geladeira Já na parte intermediária, coloque os alimentos semi-prontos, como pizzas e massas pré-cozidas. Parte inferior da geladeira  Embaixo e na gaveta, coloque carnes cruas, vegetais, frutas e legumes, tomando cuidado para deixar as carnes separadas do restante, a fim de prevenir a contaminação cruzada. Dicas para evitar intoxicação alimentar Não consuma alimentos que pareçam deteriorados, com aroma, cor ou sabor alterados, mesmo que estejam dentro do prazo de validade; Não consuma carne crua; Consuma apenas leite pasteurizado ou fervido; Evite alimentos que foram fritos em óleo usado durante muito tempo; Não consuma alimentos que estejam com a embalagem violada; Não consuma alimentos que estejam fora do prazo de validade estabelecido pelo fabricante, mesmo que sua aparência seja normal; Não misture alimentos de origens diferentes, como carnes e verduras, em cima da pia; Tome todos os cuidados de higiene ao manusear alimentos. Use roupas limpas, cabelo preso e lave bem as mãos com água e sabão; Lave bem frutas, verduras e legumes com água potável e sabão. Guarde os alimentos já preparados dentro da geladeira; Não consuma alimentos de procedência desconhecida; Lave latinhas de refrigerantes e outras bebidas com água e sabão antes de guardá-las na geladeira. Fonte: portal Dr Drauzio Varella Imagem: Freepik LEIA TAMBÉM O jeito certo de lavar as mãos Como higienizar alimentos e embalagens

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O que são probióticos?

Probióticos são alimentos (ou produtos) que contêm micro-organismos vivos que proporcionam benefícios para a saúde e são essenciais para o equilíbrio da microbiota ou flora intestinal.  A boa saúde do intestino, mantida por bactérias benéficas que compõem a microbiota, está relacionada à manutenção da saúde de todo o organismo. Alguns alimentos probióticos: – Queijos, iogurtes e leites fermentados. – Vegetais fermentados, como chucrute, beterraba,  kimchee, pepino em conserva, entre outros. – Gengibre em conserva. – Kombucha. – Kefir. – Alimentos fermentados à base de soja (missoshiro ou miso, tempeh e natto). Benefícios dos probióticos 1- Reduzir problemas intestinais Distúrbios do intestino como constipação e diarreia estão diretamente associados ao desequilíbrio da flora, ou seja, a ação das bactérias ruins compromete todo o funcionamento do órgão. Os probióticos ajudam a virar esse jogo e manter o fluxo intestinal dentro da normalidade. 2- Controlar o estresse Alguns estudos têm demonstrado a relevância do intestino para além de suas funções básicas. O órgão já foi apelidado de segundo cérebro, inclusive. Quer ver um exemplo dessa conexão entre intestino e cérebro? Alguns probióticos contribuem para a produção de neurotransmissores associados à felicidade e controle de ansiedade. Com isso, eles ajudam no controle do estresse. 3- Prevenir o aparecimento de câncer Quando as bactérias ruins tomam conta do intestino, existe maior risco de inflamações, que podem evoluir para tumores com o passar do tempo.  Os probióticos são indicados até mesmo como um reforço no tratamento de cânceres já existentes. Eles ajudam a minimizar o impacto de reações adversas causadas pela quimioterapia e radioterapia. 4- Diminuir a predisposição à obesidade Inúmeros estudos já demonstraram que a obesidade é muito mais do que uma questão estética. Para manter o corpo em forma e evitar toda a carga do sobrepeso excessivo, uma das dicas é ingerir probióticos. Algumas das bactérias boas reduzem o ganho de massa corporal, o que ajuda a manter o peso em níveis adequados. 5- Elevar a imunidade do organismo Os probióticos potencializam a imunidade do organismo e deixam as células de defesa bem afiadas para combater invasores. Alguns probióticos ainda ajudam essas células protetoras a viver mais tempo, o que mantém nosso exército de defesa. Fonte: Laboratório Cella

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Como escolher sua escova de dente

Se você se pergunta que tipo de escova dental deve usar, está no post certo! Selecionamos várias dicas para você escolher o modelo certo. Confira! Que tipo de escova devo usar? Com tantas opções disponíveis no mercado, fica difícil escolher a escova de dente, não é mesmo? São diversos tipos, formas e tamanhos que nem sempre indicam a melhor finalidade.  Os dentistas são unânimes em recomendar as escovas macias, porque além de serem mais eficientes para remover a placa bacteriana e os resíduos de alimentos, não prejudicam a gengiva. As escovas com cabeça grande podem dificultar a limpeza em todas as áreas da boca, como os dentes posteriores, dependendo da sua anatomia. Por isso, você deve preferir a escova que se encaixa melhor e permite limpar todos os dentes. Não há nenhuma restrição ou recomendação com relação ao tipo de cabo (longo, curto, flexível ou não), formato da cabeça da escova (retangular, cônica, entre outros) e estilo de cerdas (pontas planas, arredondadas, em diferentes níveis, entre outros). Você deve optar por aquela que for mais confortável na escovação. Se você não conseguiu encontrar uma escova que facilite a escovação, procure o seu dentista e solicite uma orientação sobre a melhor opção para o seu caso. Quando trocar de escova dental? A cada três meses ou, antes desse período, quando as cerdas estiverem desgastadas. Vale lembrar que em caso de infecções virais, como gripes ou resfriados, é importante trocar de escova para diminuir o risco de uma nova infecção. Tipos de escova Conheça os principais tipos de escovas disponíveis. Escova interdental Os tufos são distribuídos em formato de cone para alcançar regiões inacessíveis. É o tipo de escova que facilita a limpeza para quem usa aparelho ou tem dentes separados. Escova infantil É importante escolher a escova de acordo com a idade, pois o material é diferenciado para não agredir os dentes de leite nem as gengivas.  Escova elétrica É uma boa alternativa para quem tem alguma dificuldade na escovação.    Você sabia? Ter um plano de saúde com cobertura odontológica traz mais tranquilidade e favorece a adoção de hábitos de prevenção, além de ter custos mais previsíveis para esse cuidado. E é por isso que a Nocta também oferece opções de planos odontológicos. Conte com a gente para conhecer todas as possibilidades de cuidar da sua saúde! Imagem: wayhomestudio / freepik

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O que é o TDAH, causas e sintomas

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola. Quer saber mais sobre o tema? Confira o material publicado pela Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA). O que é TDAH? O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD. O TDAH é comum? Ele é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes encaminhados para serviços especializados. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. Em mais da metade dos casos, o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos. Quais são os sintomas de TDAH? O TDAH se caracteriza por uma combinação de dois tipos de sintomas: 1) Desatenção 2) Hiperatividade-impulsividade Em geral, o TDAH na infância se associa a dificuldades na escola e no relacionamento com demais crianças, pais e professores. As crianças são tidas como “avoadas”, “vivendo no mundo da lua” e geralmente “estabanadas” e com “bicho carpinteiro” ou “ligados por um motor” (isto é, não param quietas por muito tempo). Os meninos tendem a ter mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que as meninas, mas todos são desatentos. Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar mais problemas de comportamento, como, por exemplo, dificuldades com regras e limites. Em adultos ocorrem problemas de desatenção para coisas do cotidiano e do trabalho, bem como com a memória (são muito esquecidos). São inquietos (parece que só relaxam dormindo), vivem mudando de uma coisa para outra e também são impulsivos (“colocam os carros na frente dos bois”). Eles têm dificuldade em avaliar seu próprio comportamento e quanto isto afeta os demais à sua volta. Quais são as causas do TDAH? Já existem inúmeros estudos em todo o mundo – inclusive no Brasil – demonstrando que a prevalência do TDAH é semelhante em diferentes regiões, o que indica que o transtorno não é secundário a fatores culturais (as práticas de determinada sociedade, etc.), o modo como os pais educam os filhos ou resultado de conflitos psicológicos. Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento. O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios). Existem causas que foram investigadas para estas alterações nos neurotransmissores da região frontal e suas conexões. Hereditariedade: Os genes parecem ser responsáveis não pelo transtorno em si, mas por uma predisposição ao TDAH. A participação de genes foi suspeitada, inicialmente, a partir de observações de que nas famílias de portadores de TDAH a presença de parentes também afetados com TDAH era mais frequente do que nas famílias que não tinham crianças com TDAH. A prevalência da doença entre os parentes das crianças afetadas é cerca de 2 a 10 vezes mais do que na população em geral. Porém, como em qualquer transtorno do comportamento, a maior ocorrência dentro da família pode ser devido a influências ambientais, como se a criança aprendesse a se comportar de um modo “desatento” ou “hiperativo” simplesmente por ver seus pais se comportando desta maneira, o que excluiria o papel de genes. Foi preciso, então, comprovar que a recorrência familiar era de fato devida a uma predisposição genética, e não somente ao ambiente. Outros tipos de estudos genéticos foram fundamentais para se ter certeza da participação de genes: os estudos com gêmeos e com adotados. Nos estudos com adotados comparam-se pais biológicos e pais adotivos de crianças afetadas, verificando se há diferença na presença do TDAH entre os dois grupos de pais. Eles mostraram que os pais biológicos têm 3 vezes mais TDAH que os pais adotivos. É importante salientar que no TDAH, como na maioria dos transtornos do comportamento, em geral multifatoriais, nunca devemos falar em determinação genética, mas sim em predisposição ou influência genética. O que acontece nestes transtornos é que a predisposição genética envolve vários genes, e não um único gene (como é a regra para várias de nossas características físicas, também). Provavelmente não existe, ou não se acredita que exista, um único “gene do TDAH”. Além disso, genes podem ter diferentes níveis de atividade, alguns podem estar agindo em alguns pacientes de um modo diferente que em outros; eles interagem entre si, somando-se ainda as influências ambientais. Fonte: Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA)

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Será que sou uma fraude? Saiba tudo sobre a síndrome do impostor

Você conhece alguém que vive se autossabotando? Alguém que não se acha merecedor de suas conquistas ou cria mecanismos para fugir de certas experiências em que não se sente seguro para desempenhar um bom papel? Essas são algumas características de um fenômeno conhecido como síndrome do impostor. O que é síndrome do impostor? A síndrome do impostor é um sentimento interior de que você não é bom o suficiente – com insegurança em relação às próprias capacidades, medo de se candidatar a promoções, sensação de que suas conquistas são fruto de sorte. Uma certeza de que você é uma fraude. É vivenciado, principalmente, no ambiente de trabalho, mas pode se manifestar também em outros contextos, como, por exemplo, no convívio social. Algumas características Quem tem a síndrome tenta não se destacar com medo de ser “descoberto como fraude”. Outra característica é ser workaholic, ou seja, trabalha demais para compensar o que vê como incompetência, ou costuma procrastinar com medo de ser julgado.  Como a síndrome do impostor normalmente surge?  Uma nova promoção no trabalho ou uma nova função de liderança pode ser um gatilho para a síndrome. Quando novas experiências, eventos e papéis exigem mais responsabilidade e visibilidade.  Como superar a síndrome do impostor? Falar sobre o assunto com amigos e/ou profissionais da saúde (psicólogos, por exemplo), expor o que está sentindo e reconhecer os seus sucessos. Aceitar também que há grande probabilidade de fracassar em algum momento e parar de se comparar com os outros.  Aprender a desafiar os pensamentos negativos que são desencadeados por gatilhos. Saber a diferença entre “a apresentação foi horrível” e “eu cometi um único erro e isso acontece, sou humano”, é uma forma muito mais saudável de se autocriticar. Imagem: yanalya / freepik Leia também O que é qualidade de vida? Entenda esse conceito

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Vacina para rinite? Sim, ela existe!

Nariz entupido, espirros, coceira e coriza são alguns dos desconfortos mais comuns enfrentados por quem sofre de rinite. De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), mais de 40 milhões de brasileiros sofrem com os efeitos dessa reação alérgica. O que nem todo mundo sabe é que existe uma “vacina” para rinite. Como funciona A imunoterapia contra rinite busca modificar aos poucos o sistema imunológico para que se torne mais resistente aos agentes que causam alergia. O medicamento deve ser aplicado durante meses ou mesmo anos. Em geral, os tratamentos podem durar de 1 a 5 anos e não curam a rinite, mas sim atenuam a sensibilidade do paciente ao agente causador da alergia. Quem pode tomar a vacina para rinite? A vacina é indicada para pessoas com sintomas persistentes e com mais de uma doença alérgica ao mesmo tempo. As situações mais indicadas para realizar este tipo de tratamento: Quando remédios ou medidas preventivas não são suficientes para controlar a exposição; Quando a pessoa não quer tomar medicamentos de longo prazo; Intolerância aos efeitos colaterais do tratamento com medicamentos; Além da rinite, a pessoa também sofre de asma. O tratamento com a vacina não é recomendado para pessoas com doença coronariana, que usem determinado grupo de anti-hipertensivo ou que sofram de outras doenças do sistema imunológico, como imunodeficiências e doenças autoimunes. Plano de saúde cobre vacina? Todos os procedimentos, exames e tratamentos, que são de cobertura obrigatória pelos planos de saúde integram o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da Agência Nacional de Saúde Somplementar (ANS). A vacinação não faz parte dessa lista. Desta forma, os planos de saúde não são obrigados a cobrir vacinas, mas existem operadoras no mercado que oferecem esse benefício. Para saber se o seu plano cobre vacinas, você deve verificar no contrato de adesão ou, se for cliente Nocta, entrar em contato com nossos consultores. Ainda não é nosso cliente? Fale com a Nocta e esclareça suas dúvidas antes de contratar um plano de saúde para você, sua família e/ou sua empresa. Imagem: Freepik

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Existe hora certa para comer?

Certamente, você já ouviu falar que o café da manhã é a refeição mais importante do dia. Mas, será que é mesmo?  Existem alguns estudos que indicam que o horário das refeições influenciam no metabolismo e melhor aproveitamento dos nutrientes pelo corpo.  Neste post, você vai tirar todas as suas dúvidas sobre a hora certa para comer.  Precisa comer sempre nos mesmos horários? É importante estabelecer horários regulares para as refeições. Sincronizar as refeições de acordo com o relógio interno contribui para manter o peso e saúde, pois influencia diretamente na digestão e absorção de carboidratos e de gorduras.  Resumindo, o corpo precisa ser acostumado a receber alimentação em horários regulares para estabelecer o ritmo do relógio biológico. Quando há rotina alimentar, o fígado e o sistema digestivo, por exemplo, conseguem reagir de forma adequada. Corpo sonolento, desconforto, problemas digestivos e mal-estar podem estar associados à falta de regularidade nos horários das refeições. Por que o café da manhã é importante? Consumir a maior parte da quantidade diária de proteínas no café da manhã, em vez de fazer isso no jantar, pode resultar em maior massa muscular. Não à toa os praticantes do fisiculturismo aplicam essa rotina matinal. Isso acontece porque, pela manhã, o metabolismo de proteínas é mais eficiente, contribuindo para o aumento do volume muscular. Além disso, a digestão e absorção de carboidratos e gorduras também variam com o relógio interno. O horário das refeições influencia no peso? Sim. Os horários das refeições têm grande influência no ganho e perda de peso e no risco do desenvolvimento de condições como diabetes e doenças cardiovasculares. O corpo processa as calorias de forma mais eficiente durante o dia, o que contribui para a perda de peso. Nesse período, a sensibilidade à insulina (hormônio que permite a entrada da glicose nas células) é maior e o metabolismo mais acelerado. Afinal, qual hora certa para comer? Existem duas regras básicas para você pensar na divisão das refeições: Das 08 às 20h Manter a ingestão de alimentos nesse período. De preferência, fazer as refeições em horários regulares. Das 08h às 15h Ingerir 75% das calorias diárias nesse intervalo. A seguir, listamos as sugestões de horários para cada refeição.  Entre 08h e 10h: a primeira refeição do dia deve ser farta e completa, com carboidratos, proteína, gordura e fibra para fornecer energia, favorecer ganho muscular e melhor aproveitamento do açúcar no sangue. Entre 12h e 14h: o organismo deve ganhar o último grande aporte de nutrientes. É importante consumir alimentos que ajudam na saciedade – como produtos integrais, carnes e vegetais – para manter a fome sob controle. Entre 15h e 17h: momento em que o organismo precisa ganhar energia para aliviar o cansaço do dia. Vitaminas, sucos energéticos e oleaginosas são boas opções. Entre 18h e 20h: o jantar precisa ser a refeição mais leve do dia. Carboidratos devem ser evitados, pois o corpo tem mais dificuldade em processá-los. O metabolismo também fica mais lento, o que diminui a queima de gordura. Gostou dessas dicas? Não deixe de ler os posts do blog Nocta!

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Proposta amplia a cobertura dos planos de saúde para quimioterapia de uso oral

O Projeto de Lei 6330/19 visa ampliar o acesso dos usuários de planos de saúde aos tratamentos antineoplásicos de uso oral. O texto altera a Lei dos Planos de Saúde. Os antineoplásicos são medicamentos utilizados para destruir neoplasmas (massa anormal de tecido) ou células malignas, como câncer, a fim de evitar ou inibir o crescimento e a disseminação de tumores. Pelo texto, bastará que os tratamentos estejam registrados junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com uso terapêutico aprovado, para que a cobertura seja obrigatória pelos planos de saúde. Será necessária a prescrição médica. O tratamento deverá ser oferecido por meio de rede própria, credenciada, contratada ou referenciada, diretamente ao paciente ou representante legal, podendo ser realizado de maneira fracionada por ciclo. TRAMITAÇÃO O projeto foi vetado integralmente pelo presidente Jair Bolsonaro. Na Câmara, o projeto recebeu 398 votos a favor e 10 contra. Já no Senado, a aprovação foi unânime. O veto ainda será analisado pelo Congresso Nacional. Para derrubar um veto presidencial são necessários, no mínimo, 257 votos na Câmara dos Deputados e 41 no Senado. Acesse o Projeto de Lei 6330/19 para acompanhar os próximos passos. Fonte: Redação Nocta com informações da Agência Câmara de Notícias Imagem: jcomp / Freepik

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