Resultados da pesquisa

5 motivos para não deixar de tomar água

Fraqueza, tontura, dor de cabeça e fadiga podem ser sintomas de desidratação. Você sabia disso? Esses sintomas podem ainda ser mais comuns no inverno, pois, nos dias frios, a tendência é beber menos água. Outro ponto é que, geralmente, espera-se ter sede para beber água. E não devemos fazer isso. Por que tomar água todos os dias? A sede é sinal de alerta para a necessidade do corpo por água, mas ela aparece quando a quantidade de líquidos no organismo já se encontra abaixo do nível desejado. Pessoas desidratadas apresentam menor volume de sangue que o normal, o que acaba atrapalhando o funcionamento do coração. E isso pode levar aos sintomas de fadiga, tontura, dor de cabeça e fraqueza. Em casos mais graves, a morte. Quantos litros de água é ideal beber por dia? De acordo com o Dr. Drauzio Varella, a quantidade de água que precisamos ingerir diariamente pode variar. Mas, em média, para suprir todas as necessidades do organismo é preciso tomar 2 litros todo dia. Ao longo de 24 horas, nós perdemos aproximadamente essa quantidade de água por meio da transpiração, urina, respiração e outras atividades que mantêm as funções vitais. Como o nosso corpo não possui reservas ou condições para armazenamento de água, é essencial fazer reposição diária para manter a saúde e as funções básicas do organismo. Tem limite de água por dia? Assim como existe uma quantidade ideal de água, existe um limite. Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, seriam necessários 15 litros de líquido ao dia para sobrecarregar um rim saudável. No entanto, existem situações em que esse limite é mais baixo e, portanto, mais fácil de ser alcançado, tornando-se perigoso para a saúde. É o caso de pessoas que praticam esportes de resistência, como maratonistas e corredores de longa distância. Quais os benefícios de beber água? Confira 5 motivos para não deixar de tomar água: Regula a temperatura corporal: durante os exercícios físicos ou quando o clima está muito quente, a água do organismo é liberada pela transpiração para regular a temperatura e evitar que nosso organismo esquente demais ou sofra alterações térmicas bruscas; Desintoxica o corpo: ela auxilia na prevenção e no tratamento de infecção urinária, pois o líquido estimula as idas ao banheiro, o que ajuda a “limpar” o trato urinário. Em parceria com a ação das fibras alimentares, a água ajuda a formar e hidratar o bolo fecal, evitando que ele fique ressecado e, como consequência, cause constipação intestinal. Também auxilia na respiração, pois dilui o muco, o que facilita a expectoração de resíduos pulmonares; Absorção e transporte de nutrientes: a água auxilia na absorção de nutrientes e glicose. Além disso, o líquido ajuda no transporte dessas substâncias pela corrente sanguínea e na distribuição para as diversas partes do organismo; Emagrecimento: além de reduzir a retenção de líquidos, pois coloca os rins para trabalhar, a água também traz sensação de saciedade. Assim, ingerir 2 ou 3 copos antes da refeição ajuda a controlar o apetite. Sem contar que não tem calorias!; Pele bonita: promove a revitalização das células e mucosas. Na pele, isso resulta em uma hidratação de dentro para fora. Portanto, ela constitui o método mais barato e eficaz para evitar o ressecamento e a descamação. Fonte: redação Nocta com informações do site Dr. Drauzio Varella. Imagens: freepik

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Alimentos que ajudam a aquecer o corpo no inverno

Você sabia que existem alimentos que ajudam a aquecer o corpo? Eles são perfeitos para os dias mais frios! Confira a lista de alimentos que, além de saborosos e cheios de benefícios para a saúde, são ótimos para consumir nesta época de temperaturas mais baixas! Canela Essa especiaria aumenta o gasto energético e, consequentemente, a temperatura do corpo. Além disso, possui ação anti-inflamatória. Quer uma dica? Polvilhe canela em pó em uma banana cortada em rodelas e sirva como um lanche da tarde. Esse preparo também vai muito bem com mingau de aveia. Se você gosta de chá, experimente colocar rama de canela junto com a erva de sua preferência. Pimenta Rica em capsaicina, uma substância que, além de provocar aquela sensação de calor na boca, aumenta a atividade metabólica e a circulação. Por ser um termogênico, a pimenta pode acelerar em até 10% o gasto calórico de uma pessoa. O alimento é rico em vitamina A,B e C, além de minerais como Magnésio e Ferro. Oleaginosas As oleaginosas – como castanhas, amendoim, nozes, entre outras – possuem a substância arginina, que aumenta a vasodilatação e provoca a sensação de calor. Elas possuem Zinco, Magnésio, Arginina e ajudam na formação de músculos, além de serem fontes de antioxidantes, que ajudam a combater os radicais livres e evitam o envelhecimento precoce. Gengibre A raiz está ligada ao aumento da termogênese, acelerando o metabolismo. Ela também proporciona benefícios para a saúde com a substância gingerol. É antioxidante, antifúngica, anti-inflamatória e inibe a agregação das plaquetas, evitando o aparecimento de trombos. Quer uma dica?Tomar um chá quentinho é reconfortante, não é? Os chás e infusões são ótimas opções para aquecer o corpo no inverno e dão a sensação de bem-estar. As infusões a partir de outras folhas, flores e frutas imersas em água quente como hortelã, camomila, abacaxi, gengibre, entre outros, combinam com dias frios. E além do conforto térmico, essas bebidas podem ajudar a diminuir as taxas de colesterol, melhorar o sistema imunológico, proteger a pele contra os efeitos nocivos do sol e prevenir doenças. Imagens: freepik

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Trabalho em excesso eleva risco de derrame e doenças cardíacas

De 2000 a 2016, estimativa conjunta entre Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) avaliou pela primeira vez a relação entre doenças sistêmicas do coração com a duração de jornadas de trabalho em todo o globo. Os dados mostram que jornadas de trabalho iguais ou superiores a 55 horas semanais, quando comparadas a jornadas de 35 a 40 horas semanais, aumentam em 35% o risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC), conhecido popularmente como derrame, e em 17% o risco de desenvolvimento de doença isquêmica do coração, doenças que levam à perda da vida e da capacidade no trabalho. Em 2016, 745.194 mortes/ano foram atribuídas a essa condição de trabalho excessiva, que abrange 8,9% da população mundial (488 milhões de pessoas), um aumento de 29% em relação há 16 anos. Segundo a professora Frida Marina Fischer, da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, que foi membro do grupo técnico consultivo do estudo, com a atual pandemia há uma tendência ao aumento da duração da jornada de trabalho e à precarização das condições de trabalho, cenário ainda mais preocupante nos próximos anos. O estudo avaliou a exposição a longas horas de trabalho em 194 países e as taxas de doenças cardíacas e neurovasculares em 183, relacionada a dados de 2.324 pesquisas transversais e 1.742 conjuntos de dados por revisões sistemáticas e metanálises. Os dados foram organizados em idade, sexo, região e em grupos de duração de jornada (até 48 horas; de 49 a 54 horas; e igual ou superior a 55 horas), entre os anos de 2000, 2010 e 2016. Em 2016, 398 mil pessoas tiveram mortes relacionadas ao AVC e 347 mil a doenças cardíacas, aumento de 19% e 42%, respectivamente. O fator de risco compartilhado por essas pessoas era a exposição a jornadas de trabalho iguais ou superiores a 55 horas por semana, 11 horas por dia, sem contar os finais de semana. Esses e outros resultados foram publicados em 17 de maio deste ano, na revista científica Environment International. Qual o futuro do trabalho? O artigo nos leva a questionar o futuro do trabalho. Para a pesquisadora, o presente se mostra triste e preocupante e o futuro, incerto. De acordo com ela, países que estavam seguindo as recomendações da OMS de diminuição das jornadas de trabalho voltaram a apresentar seu aumento. As populações mais atingidas pela carga de trabalho elevada são as situadas principalmente no Pacífico Ocidental e Sudeste Asiático, onde 11,7% das pessoas trabalham mais de 55 horas de trabalho por semana. A região com menor número foi a Europa, com 3,5%. “Em geral, quanto menos regulamentado o trabalho, maior o risco oferecido à população”, completa. Para os cientistas, outra preocupação, além das mortes e desenvolvimento de doenças incapacitantes, está nos chamados “agentes mediadores”, que são ligados a pesquisas anteriores que sugerem o estresse psicossocial associado à maior mortalidade dessas doenças. Eles estão associados às respostas biológicas, tais como a liberação excessiva de hormônios ligados ao estresse e a disfunção do sistema cardiovascular e comportamentos em função do estresse (por exemplo, o excesso na ingestão de álcool, o consumo de tabaco, sedentarismo, nutrição inadequada, a perturbação de sono, entre outros). “Esses mediadores vão agravar uma situação degradada de saúde potencialmente iniciada pelas longas jornadas de trabalho”, completa. Segundo a pesquisadora, esse aumento acompanha o crescimento do trabalho informal e orientado pelas plataformas digitais, dinâmica chamada de uberização do trabalho. No Brasil, o futuro do trabalho na pandemia covid-19 reflete o cenário de desemprego de 14,7%, onde o mercado de trabalho é mais exigente, competitivo e mal remunera os empregados. Está inserido nos serviços mediados por aplicativos e abalado pela pandemia do covid-19, o que configura, para a pesquisadora, uma condição prejudicial ao País e à população. Porém, ela destaca que até mesmo condições de trabalho consideradas melhores, com maior garantia de direitos e autonomia, estão sujeitas à exposição do trabalhador a riscos de saúde. “Exemplos que podemos citar são os profissionais da saúde e professores, inclusive os universitários, que trabalham excessivo número de horas por semana.” Os homens, entre 30-49 anos representam a população mais exposta às longas jornadas; e entre 60 a 74 anos, os que têm maior número e taxas de mortes por 100.000 habitantes por doença isquêmica do coração e acidente vascular cerebral. Entretanto, Frida Fischer destaca a dupla jornada de trabalho vivida por muitas mulheres que, além das atividades profissionais, são responsáveis pelos cuidados domiciliares, como cozinhar, limpar a casa e cuidar de crianças. Com a ampliação do teletrabalho, ou home office, devido à pandemia, tanto para homens quanto para mulheres, teme-se que as horas de trabalho aumentam em decorrência da dificuldade de conciliar tarefas domésticas e profissionais “Eu vejo nesse artigo um importante alerta, que chama atenção e diz: trabalhar muitas horas por semana faz mal à saúde”, afirma a pesquisadora. Das cerca de 745 mil mortes atribuídas ao trabalho em excesso, em 2016, 3,7% eram por doença isquêmica do coração e 6,9% por Acidente Vascular Cerebral. Quando se fala em anos de vida perdidos por incapacidade física e mental no trabalho, 5,3% são decorrentes de doença isquêmica do coração e 9,3% de derrame, aproximadamente 23,3 milhões em anos perdidos. Esses dados foram obtidos por análises de 37 estudos sobre doenças cardíacas isquêmicas, com 768 mil participantes, 22 sobre AVC (839 mil participantes). “Qual o custo disso em vidas? Qual o custo para um país em termos de recursos humanos e Previdência social?”, questiona Frida. Fonte: Jornal da USP | Guilherme Gama

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O que é qualidade de vida? Entenda esse conceito

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), qualidade de vida é a percepção do indivíduo sobre sua posição na vida, no contexto da cultura e sistemas de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações. O termo engloba o bem-estar físico, mental, psicológico e emocional, além de relacionamentos sociais, como família e amigos, e também a saúde, educação, poder de compra e outras circunstâncias da vida. Quando alguém diz que está em busca de qualidade de vida para si e sua família, há uma compreensão de que se trata de melhorias ou um alto padrão de bem-estar, que pode estar relacionado à saúde, à moradia, ao lazer, aos hábitos de atividade física e alimentação, por exemplo. Qual nota você daria para a sua qualidade de vida? Você já pensou em avaliar quais pontos considera essenciais para ter qualidade de vida e como eles estão atualmente? Qual nota você daria? Uma pesquisa realizada pela Rede Nossa São Paulo e o Ibope Inteligência busca indicar o nível de satisfação do paulistano em relação à sua qualidade de vida. De acordo com o levantamento, que considerou percepções objetivas de qualidade de vida, no âmbito da satisfação das necessidades mais elementares da vida na cidade – como alimentação, acesso à água potável, habitação, trabalho, saúde, transporte e lazer, os moradores da maior metrópole do Brasil deram nota 6,3 para a qualidade de vida, em uma escala de 0 a 10. Confira algumas conclusões da pesquisa “Viver em São Paulo – Qualidade de Vida”: 1 – Sentimentos e características positivas da cidade não são suficientes para impactar a percepção da qualidade de vida, nem barrar a possibilidade de evasão de São Paulo. É maior a sensação de pertencimento ao bairro/ comunidade onde moram hoje do que há uma década. A cidade é motivo de orgulho e esperança. Continua sendo sinônimo de oportunidades, mercado de trabalho, lazer, mas também da violência e criminalidade. Assim como nos últimos anos, o nível de satisfação com a própria qualidade de vida na cidade não é elevado e segue majoritária a percepção de não ter sofrido mudanças. Embora a imagem da cidade seja positiva, não há alterações na proporção de paulistanos que deixariam a cidade, se pudessem. 2- A melhora da qualidade de vida dos paulistanos perpassa sobretudo pelo Poder Público Municipal, mas outras instituições também são importantes nessa temática. A avaliação negativa da atuação da Administração Municipal, das Subprefeituras e Câmara dos Vereadores é superior à positiva. No entanto, esta última se intensifica conforme aumenta o grau de satisfação com a qualidade de vida na cidade e com a percepção de melhora no último ano. Além disso, a igreja, as empresas privadas e as ONGs são declaradamente as instituições que mais contribuem para a qualidade de vida do paulistano e figuram não apenas no ranking geral, mas também no dos variados segmentos sociodemográficos analisados na pesquisa. 3- A participação da vida política é secundária, sem grande envolvimento em medidas que podem contribuir para a qualidade de vida na cidade, como Conselhos Participativos e as Audiências Públicas. A despeito do baixo índice de participação política, a assinatura de petições e abaixo-assinados são as principais formas de participação. Segue pouco expressivo o número de paulistanos que participam de eventos na Câmara dos Vereadores. Estão de fora da participação da vida política, principalmente os paulistanos menos favorecidos economicamente e os com menor grau de escolaridade. Acesse a pesquisa completa. Imagens: Freepik

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Cuidados com a pele no inverno

Com a temperatura mais baixa, há uma diminuição na produção de sebo pela pele, fazendo com que ela perca água e resseque. A redução do suor também tem papel na desidratação da pele, já que ele também desempenha ação hidratante. Confira abaixo algumas dicas para resolver problemas bem comuns de pele que surgem no inverno. Coceira A pele acaba ficando mais sensível no inverno. A falta de hidratação pode trazer um sintoma muito comum: a coceira. Isto acontece porque com a pele mais seca, ocorre um estado leve de inflamação microscópica, que a torna irritável, aumentando o prurido. E coçar só piora o seu estado: se não hidratar a pele, ela coça; e se coçar, a pele desidrata ainda mais. Para tratar e evitar esse problema, a recomendação é apostar na hidratação superficial da região – com cremes que contenham em sua fórmula substâncias como glicerina, vaselina, lanolina, entre outros, pois são mais oleosos e ajudam a reforçar a camada de proteção da pele, assim como ingerir muito líquido ao longo do dia. Alergias A barreira de gorduras da pele é responsável por protegê-la de uma série de agentes externos. Com o ressecamento, ficamos sem essa proteção natural. Por isso, no inverno, acontecem casos de alergias localizadas, com coceira, vermelhidão e queimação apenas em algumas regiões do corpo. Manter a pele hidratada (cremes e beber água) ajuda a evitar esses sintomas. Outro motivo são os ambientes pouco arejados, já que as janelas ficam mais fechadas para aquecer a casa. É aí que se criam locais ideais para fungos e bactérias, que atacam diversas áreas do corpo, como aparelho respiratório, olhos e pele. Ao coçar a pele, ela libera substâncias histamínicas, que fazem com que a coceira alérgica aumente ainda mais. Por isso, quando o quadro alérgico é intenso, é aconselhável procurar orientações médicas. Micose nos pés No frio, é comum ficarmos sempre com meias nos pés. Esse ambiente, quente e úmido, é propício para o aparecimento de micoses em unhas e entre os dedos dos pés. Para evitar esse tipo de problema, é importante que os pés estejam bem secos antes de colocar as meias (lembre-se de enxugá-los bem após o banho). Além disso, deve-se dar preferência a meias de algodão, no lugar das feitas com material sintético, trocá-las sempre e arejar bem os sapatos após o uso. Evite banhos muito quentes Banhos quentes e demorados acabam retirando a camada protetora de gordura natural da pele. Além disso, o uso de sabonete contribui com o ressecamento por causa de sua ação detergente, que aumenta a perda da camada de gordura da pele, chamada de manto lipídico. Para lidar com esse ressecamento, primeiramente, é preciso prestar atenção no banho e maneirar na água muito quente. Tentar diminuir um pouco a temperatura e até mesmo o tempo de banho pode atenuar os danos à pele. Usar sabonete com ação hidratante também ajuda bastante. Ao sair do banho, aproveite o ambiente ainda vaporizado pela água e use cremes hidratantes na pele para melhor absorção. Se preferir, os óleos vegetais – como o de coco – são ótimos umectantes. Fonte: portal Minha VidaImagens: freepik

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Saúde mental: como reduzir o estresse no home office

O home office, ou trabalho remoto, se tornou parte do dia a dia de muitas pessoas. E essa nova rotina tem impactado a saúde mental – afetando o equilíbrio emocional em plena pandemia.  Ter um ambiente adequado para o trabalho em casa, organizar a rotina, descansar na hora de descansar, tudo isso colabora para reduzir o estresse mental. Tenha um espaço confortável de home office Um ambiente de trabalho adequado melhora o bem-estar emocional, e isso impacta positivamente na produtividade. Espaço Prefira ambientes mais silenciosos, com iluminação natural e boa circulação de ar. Ter um espaço dedicado ao trabalho remoto é fundamental para um bom rendimento. Transformar um cômodo da casa ou mesmo a varanda do apartamento em um local só de trabalho pode ser importante para manter a concentração. Como nem sempre isso é possível, o jeito é separar um cantinho da casa onde você consiga trabalhar tranquilamente.  Você pode usar prateleiras, quadros ou até mesmo pintar a parede onde vai funcionar o seu espaço de trabalho. Delimitar visualmente traz conforto e ajuda a todos os moradores a compreender o objetivo daquele espaço. A mesa na altura adequada, uma cadeira confortável e uma iluminação que não force sua vista são fundamentais para você continuar rendendo tanto quanto dentro do escritório. Cadeira A cadeira precisa ser confortável e oferecer algum apoio para a coluna lombar e, de preferência, para os braços. Quando estiver sentado nela, quadris e joelhos devem ficar em um ângulo de 90 graus. Se os pés não encostarem no chão, vale colocar um apoio para eles. Posição do computador O certo é deixar a tela do computador na altura dos olhos, para evitar que a cabeça fique curvada para baixo, o que tensiona o pescoço. Existem suportes para notebook capazes de ajudar nesse ajuste. Invista também em teclado e mouse que fiquem na mesa, na altura do cotovelo dobrado. Mesmo que já tenha essa estrutura, não é recomendado passar o dia sentado. Ou seja, levante a cada hora para dar uma caminhada pela casa e esticar as pernas.  Plantas Uma plantinha em cima da mesa de trabalho não é só um item de decoração. Ela ajuda a relaxar, promovendo bem-estar. Saiba mais: Ter plantas em casa traz benefícios para a saúde Crie uma rotina de trabalho Organizar a rotina é fundamental: trabalhe na hora de trabalhar, descanse na hora de descansar. Monte uma rotina diária e se esforce para segui-la. Estabeleça prioridades e evite fazer mais de uma tarefa ao mesmo tempo, pois isso cansa o cérebro mais rapidamente. Pronto para o trabalho? Mesmo em casa, é importante tirar o pijama e se arrumar como se fosse para o escritório. Claro, não precisa colocar terno e gravata ou jeans e tênis, mas é bom estar arrumado para o dia e para uma eventual videoconferência. A prática também ajuda a manter a confiança e evita a preguiça. Trabalhe quando é mais produtivo Outro ponto é reconhecer o seu pico de produtividade e a melhor dinâmica de trabalho. Algumas pessoas são mais produtivas de manhã e quando interagem com colegas. Outros preferem a tarde, ouvindo música e sem falar com ninguém. A flexibilidade do home office permite que você entenda como é seu momento ideal de trabalho. Mantenha contato É importante manter contato com colegas de trabalho, mesmo com a dinâmica do home office. Aproveite as reuniões virtuais para ver o rosto e ouvir a voz de seus colegas. Isto minimiza o peso do distanciamento social e traz sensação maior de proximidade. Faça alongamento Alongar o corpo pode fazer muita diferença! Estique o seu corpo antes, durante e após o seu período de trabalho: Deitado de barriga para cima, traga os joelhos em direção ao peito e os abrace. Respire por alguns segundos. Saia da posição e volte para uma segunda série. Sentado de costas para uma parede, projete as mãos na direção da ponta dos pés, com as pernas unidas e joelhos estendidos. Na mesma posição, afaste as pernas estendidas e vá com as duas mãos em direção a um dos pés. Depois, repita o movimento para o outro lado. Deite-se de barriga para cima, coloque o joelho em noventa graus e cruze as pernas como se estivesse sentado. Puxe a perna que não está dobrada em direção ao tronco.   Gostou destas dicas? Compartilhe com seu gestor e colegas de trabalho! Leia também: Problemas de concentração: aprenda a ser mais produtivo no trabalho Como minimizar a fadiga por videochamadas no home office Imagem: Freepik

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Trabalhador com síndrome de burnout tem direito a licença médica

Uma reportagem do portal G1 ouviu advogados sobre os direitos dos funcionários quando diagnosticados com a síndrome de burnout. De acordo com os especialistas, os trabalhadores têm direito ao afastamento por licença médica, estabilidade e, em casos mais graves, à aposentadoria por invalidez. Confira detalhes! O que é síndrome de burnout (esgotamento profissional)? A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. Foi descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. De acordo com o site do Dr. Drauzio Varella, os profissionais da área de Recursos Humanos, assim como da educação, saúde, assistência social, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno. Como identificar o burnout O esgotamento físico e emocional são sintomas da síndrome e causam um efeito negativo no comportamento, como: Ausências no trabalho; Agressividade; Isolamento; Mudanças bruscas de humor; Irritabilidade; Dificuldade de concentração; Lapsos de memória; Ansiedade; Depressão; Pessimismo; Baixa autoestima. Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome. Saiba mais: Teste: será que você está com a síndrome de burnout? Quais são os direitos dos funcionários diagnosticados com burnout? De acordo com especialistas em Direito do Trabalho ouvidos pelo G1, a síndrome de burnout é um transtorno relacionado exclusivamente com o trabalho e, por isso, é equiparada a acidente de trabalho. Como toda doença ocupacional incapacitante, após o diagnóstico, o empregado deve ser afastado da atividade profissional. Os especialistas orientam os trabalhadores a procurarem por atendimento médico. Após identificada a síndrome, a apresentação de atestado ao empregador dá direito a uma licença médica por um período mínimo de 15 dias, tempo no qual a remuneração é mantida pela empresa. Caso a licença se estenda por tempo maior, o trabalhador passa a contar com o benefício de auxílio-doença do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O burnout ocupa a 436ª posição entre as doenças com pagamentos de auxílio-doença nos três primeiros meses de 2021, com 148 concessões, de um total de 486.219. Já em 2020, foram 610 concessões de um total de 2.341.029, e o burnout ficou na 508ª posição entre as doenças com pedidos de auxílio por incapacidade temporária. Fonte: Portal G1 Imagem: freepik

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Desperdício zero: como aproveitar as cascas de alimentos

Quer saber como aproveitar as cascas de alimentos?  Quase tudo que é descartado no preparo das refeições pode ser aproveitado nas receitas, além de serem muitas vezes ingredientes repletos de nutrientes. Quem diz isso é o nutricionista Saulo Gonçalves, neste artigo publicado no portal Minha Vida. As cascas e sementes, por exemplo, geralmente são grandes fontes de fibra e costumam conter os mesmos nutrientes que o alimento em si. As fibras têm um papel fundamental para o funcionamento do trato gastrointestinal, que são os órgãos que compõem o sistema digestivo. É por isso que sempre ouvimos a recomendação de tomarmos suco sem coar ou comer a fruta in natura. Além disso, essa mudança de hábito ainda faz bem para o planeta, pois reduz o lixo produzido diariamente e otimiza o consumo dos alimentos. A conclusão final de tudo isso é que todo mundo sai ganhando! Confira os benefícios das cascas de alimentos: Abacaxi: tem fibras, vitamina C e bromelina, uma enzima que protege o estômago e ajuda na digestão das proteínas. O suco deve ser consumido logo após o preparo para não oxidar e perder as propriedades. Abóbora, cenoura, manga, damasco: têm betacaroteno, antioxidante que diminui o risco de câncer e doenças cardiovasculares. É o betacaroteno que dá cor alaranjada a estes alimentos. Não é necessário tirar a casca nos preparos. Banana: tem fibra e luteína, antioxidante que protege os olhos contra a exposição ultravioleta e combate a catarata. Uma das formas de preparo da casca é refogada com cebola, sal e temperos. Berinjela: tem um antioxidante cerebral chamado antocianina, além de potássio, magnésio e fibras. Não é necessário tirar a casca nos preparos. Batata inglesa: tem fibra, potássio, ferro, fósforo, zinco e vitamina C. Não é necessário tirar a casca nos preparos. Frutas cítricas (laranja, tangerina, limão): a casca tem 20% mais antioxidante que a polpa, além de fibras. Diminui o colesterol. A casca pode ser ralada e consumida em salada e diversas receitas. Kiwi: tem três vezes mais antioxidante que a polpa. Pode ser consumida no suco da própria fruta. A casca do kiwi “gold” é mais doce e tem menos “cabelos”. Pera, maçã, ameixa, pêssego, cereja: têm fibras insolúveis que melhoram o funcionamento do intestino. Pode ser consumida in natura. Tomate: tem licopeno (na casca e dentro), antioxidante que diminui o risco de câncer, especialmente de próstata. O licopeno também está presente na melancia e na goiaba. Não é necessário tirar a casca nos preparos.  

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Vacina contra gripe tem algum efeito para a COVID-19? Entenda

Neste artigo publicado no portal Minha Vida, você vai saber: Qual a diferença entre a Influenza e COVID-19? Existe relação entre a vacina contra gripe e a vacina contra a COVID-19? As vacinas contra gripe e COVID-19 podem ser tomadas no mesmo dia? Quais vacinas contra a COVID-19 estão sendo aplicadas no Brasil?   A gripe (influenza) é um tipo de infecção viral altamente contagiosa que afeta o sistema respiratório. Durante o início da pandemia do novo coronavírus, os sintomas entre essas duas condições passaram a ser comparados frequentemente. Apesar das complicações causadas pela COVID-19 ainda serem objeto de pesquisa para muitos cientistas, já foi esclarecido que, enquanto a influenza pode ser identificada dois dias após o seu surgimento, a SARS-CoV2 possui um quadro mais arrastado. Entre os sintomas que as duas doenças compartilham em comum estão a febre alta, dor muscular e tosse seca. Com isso, muitas pessoas passaram a se perguntar se a vacina contra a gripe pode provocar algum efeito benéfico em quadros de infecção pelo novo coronavírus. Vacina da gripe x COVID-19 “Se pensarmos em cada uma das vacinas, é importante considerar que a vacina contra a gripe induz proteção ou imunidade contra o vírus causador da gripe, enquanto a vacina contra a COVID-19 induz proteção ou imunidade contra o vírus causador da COVID-19. Assim, nenhuma delas induz proteção ou anticorpos contra o vírus da outra“, diz Jefferson Russo Victor, imunologista e professor do curso de Medicina da Universidade Santo Amaro (UNISA). De acordo com o especialista, ao considerar o efeito de cada vacina, não há a possibilidade de que haja um efeito positivo “cruzado”, já que as imunizações induzem a produção de anticorpos para um vírus diferente. Porém, ainda é possível que a vacina contra a gripe possua algum impacto positivo em pacientes diagnosticados com o coronavírus. Jefferson explica que, uma vez que a COVID-19 é uma doença pulmonar que causa dano no mesmo tecido que o vírus da gripe, caso uma pessoa com coronavírus contraia, ao mesmo tempo, uma infecção pela influenza, as chances de complicações graves e agravamento do quadro de saúde são altas. “Assim, se a pessoa tiver tomado a vacina contra a gripe, ela tem uma proteção decorrente da vacina que vai diminuir a possibilidade de ter as duas doenças no pulmão ao mesmo tempo. Logo, tomar a vacina contra a gripe faz com que a pessoa tenha mais resistência e menor gravidade caso contraia a COVID-19”, diz o imunologista. As vacinas podem ser aplicadas no mesmo dia? No Brasil, duas vacinas contra o coronavírus já receberam a aprovação da Anvisa para o registro definitivo de uso – BioNTech, da Pfizer, e Oxford AstraZeneca, distribuída pela Fiocruz. Além dessas, as vacinas Janssen, da Johnson & Johnson, e Coronavac, do Butantan, foram aprovadas para o uso emergencial. Até o momento, apenas a Coronavac e a Oxford AstraZeneca já começaram a ser aplicadas na população. De acordo com Jefferson, ainda não há estudos que falem sobre administrar tais vacinas contra o coronavírus e a contra a gripe ao mesmo tempo. “Muitas das coisas que nós vemos, como limitações ou recomendações da vacinação contra a COVID-19, devem-se ao fato de que se tratam de vacinas utilizadas há pouco tempo, então é importante deixar claro que, no futuro, isso pode mudar”, ressalta o imunologista. Logo, como esses dados ainda não estão disponíveis, a recomendação feita por especialistas segue uma cautela: não administrar as duas vacinas (influenza e coronavírus) em um intervalo menor do que 14 dias. “Nesse aspecto, ainda é importante ressaltar o seguinte: a Coronavac e a Oxford AstraZeneca têm esquemas de vacinação diferentes. No caso da Coronavac, você toma a primeira dose e espera entre 14 e 28 dias para tomar a segunda, e só depois de 14 dias da segunda dose você deve tomar a vacina contra a gripe, para que não haja a possibilidade cruzamento entre a primeira e a segunda dose da coronavac com a dose única da vacina da gripe”, explica Jefferson. Já no caso da vacina da Oxford, AstraZeneca, o professor conta que há um intervalo de três meses entre a primeira e a segunda dose. Portanto, a pessoa pode tomar a primeira dose e esperar pelo menos 14 dias para tomar a vacina da gripe. “O próprio esquema de administração da AstraZeneca já provê esse intervalo de segurança, então dá para tomar a vacina da gripe entre as doses, desde que se espere no mínimo 14 dias entre a primeira dose da Oxford AstraZeneca e a aplicação da vacina contra a gripe”, finaliza o especialista. Fonte: portal Minha Vida

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Insônia: 10 dicas para dormir melhor

Neste Dia Mundial do Sono, trouxemos dicas de especialista para ajudar a higienizar o sono e evitar a insônia. De acordo com a Associação Brasileira do Sono, de cada três brasileiros, pelo menos um tem insônia — distúrbio que se caracteriza pela dificuldade de começar a dormir, manter-se dormindo ou acordar antes do horário desejado. A principal causa da insônia são os fatores psicofisiológicos, como expectativas, preocupações e estresse. “Todo mundo já teve ou terá insônia alguma vez na vida”, observa Dr. Maurício da Cunha Bagnato, pneumologista no Hospital Sírio-Libanês e especialista em Medicina do Sono. Outras causas frequentes da insônia são dores (em qualquer parte do corpo), uso de alguns medicamentos, doenças respiratórias e reumáticas. A boa notícia, no entanto, é que existem diversos meios de prevenção e tratamento da insônia. “A primeira coisa a ser feita é cuidar da higiene do sono, ou seja, limpar tudo aquilo que nos atrapalha para pegar no sono”, comenta Dr. Bagnato. Veja a seguir dez dicas que podem te ajudar a higienizar o sono e evitar a insônia: 1) Adotar horários regulares de sono Procure deitar e levantar habitualmente nos mesmos horários, mesmo nos fins de semana. 2) Evitar dormir muito durante o dia Cochilos, quando possíveis, podem ajudar na disposição, mas acima de 30 minutos (em qualquer momento do dia) tendem a prejudicar o sono noturno. 3) Fazer atividade física pela manhã ou à tarde A prática de atividade física é essencial para a boa saúde e ajuda a dormir melhor, mas pode causar agitação. Por isso é melhor exercitar-se até seis horas antes de dormir. 4) Evitar bebidas com cafeína à noite Café, chá-preto, chá-mate, refrigerante e energético contêm substâncias estimulantes, como a cafeína. Por isso devem ser evitados até cinco horas antes de dormir. 5) Comer alimentos leves no jantar Alimentos pesados e ricos em proteína, quando consumidos em excesso à noite, podem atrapalhar o sono. Pratos leves com carboidrato, como um lanche natural, são mais indicados para induzir o sono. 6) Evitar o consumo de bebidas alcoólicas Apesar de o primeiro efeito do álcool ser sedativo, depois de um tempo ele pode provocar agitação. Recomenda-se então evitar o consumo de álcool até seis horas antes de dormir e como indutor do sono. 7) Diminuir a exposição à luz durante à noite Ao escurecer, começamos a produzir melatonina — hormônio que ajuda nosso organismo a se preparar para dormir. Lâmpadas fortes, telas de computador, tablets e celulares podem atrapalhar a produção de melatonina, e devem ser reguladas ou evitadas durante à noite. 8) Criar um local aconchegante para dormir Iluminações do despertador, da rede sem fio (wireless) e do aparelho de TV a cabo podem prejudicar o sono, assim como barulhos da rua, ronco do parceiro ou da parceira e movimentações de animais domésticos. Devemos regular as luzes emitidas pelas telas de celular e tablets, durante à noite, para emitirem menos luz, e criar um ambiente totalmente escuro e silencioso para dormir. 9) Fazer atividades relaxantes à noite Um banho morno cerca de duas horas antes de dormir abaixa a temperatura corporal e relaxa, ajudando na indução do sono. Atividades como ler, pintar, bordar, escutar música calma e meditar também podem contribuir para isso. 10) Tentar não “brigar” com a insônia Ir para a cama sem sono não ajuda. O ideal é fazer alguma atividade com pouca luz e que não provoque agitação, como ler ou assistir a um programa de TV enfadonho. Se despertar, o ideal é retomar essas atividades até sentir sono novamente. As insônias que persistem por mais de duas semanas são consideradas subagudas e exigem ajuda médica, pois podem se tornar um problema crônico. O Hospital Sírio-Libanês conta em seu corpo clínico com diversos profissionais especializados em medicina do sono. Eles estão habilitados para fazer o diagnóstico e o tratamento da insônia a partir das necessidades de cada paciente. Fonte: Hospital Sírio-Libanês

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