Resultados da pesquisa

A falta de vitamina D pode causar depressão?

A falta da vitamina D pode causar depressão?   A relação entre saúde mental e nutrição tem ganhado cada vez mais atenção da ciência. Entre os nutrientes estudados, a vitamina D se destaca como um dos mais relevantes quando o assunto é transtornos de humor, especialmente a depressão. Mas afinal, a deficiência de vitamina D pode realmente causar depressão? A resposta é complexa e envolve múltiplos mecanismos cerebrais que a ciência está apenas começando a desvendar. O que a ciência já descobriu Pesquisas científicas têm encontrado uma associação significativa entre baixos níveis devitamina D e sintomas depressivos. Um estudo realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) revelou dados alarmantes: idosos com deficiência de vitamina D apresentaram risco 2,27 vezes maior de desenvolver sintomas depressivos quando comparados àqueles com níveis normais. Ainda mais impressionante, esse risco aumentou para 2,9 vezes quando avaliado a longo prazo, entre 2 e 5 anos após a medição. Outra pesquisa de 2018 reuniu quase 4.000 pessoas acima dos 50 anos e identificou que indivíduos com deficiência de vitamina D tinham uma probabilidade 75% maior de desenvolver depressão. Estudos recentes também relatam que a deficiência de vitamina D pode estar associada a um aumento nas taxas de depressão de 8 a 14%. A literatura científica ainda aponta que a suplementação com vitamina D reduz os sintomas depressivos de pacientes diagnosticados com depressão que apresentavam deficiência dessa vitamina. Meta-análises recentes relatam uma redução estatisticamente significativa nos sintomas depressivos após a suplementação de vitamina D. Como a vitamina D atua no cérebro Para compreender essa conexão, é fundamental entender que a vitamina D não é apenas uma vitamina comum, mas um hormônio esteroide lipossolúvel que desempenha funções complexas no organismo. O cérebro possui receptores de vitamina D (VDR) amplamente distribuídos em diversas regiões, incluindo o hipocampo, córtex, substância negra, amígdala e tálamo. A presença desses receptores significa que a vitamina D afeta diretamente as células cerebrais, influenciando sua expressão genética e comportamento. Quando estimulados, os receptores VDR geram sinais químicos que modificam a transcrição de genes dentro da célula. Neurotransmissores e hormônios do Bem-Estar Um dos mecanismos mais importantes envolve a produção de neurotransmissores essenciais para o equilíbrio emocional. A vitamina D promove o aumento da expressão da enzima triptofanohidroxilase 2 (TPH2), responsável pela síntese de serotonina no sistema nervoso central. A serotonina, conhecida como “hormônio do bem-estar”, está frequentemente em níveis reduzidos em pacientes com depressão. Além disso, a vitamina D influencia a produção de receptores de dopamina, outro neurotransmissor crucial para a motivação e o prazer. A deficiência de vitamina D pode causar um atraso na diferenciação das células dopaminérgicas, levando a déficits comportamentais. A falta de dopamina pode resultar em apatia e perda de interesse em atividades antes prazerosas. A vitamina D também afeta a produção de melatonina, hormônio relacionado à qualidade do sono, relaxamento e bem-estar. Com um sono melhor, os mecanismos de reparo cerebral funcionam adequadamente. Neuroproteção e controle da inflamação A vitamina D exerce efeitos neuroprotetores importantes. Estudos mostram que ela atua na sobrevivência dos neurônios e na proteção contra inflamação exagerada no cérebro. As espécies reativas de oxigênio aumentam a produção de proteínas inflamatórias, e a forma ativada da vitamina D (1,25(OH)2D3) inibe esse processo. A vitamina D também aumenta o fator de regulação Nrf2, que contribui para o aumento da expressão de enzimas antioxidantes, combatendo o estresse oxidativo. Esse estresse oxidativo e a inflamação são considerados possíveis mecanismos nas causas de transtornos de humor como depressão e ansiedade. Os fatores neurotróficos, como o fator de crescimento neurotrófico (NGF) e o fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF), são produtos gênicos regulados pela vitamina D. O NGF aumenta a neuro transmissão e está envolvido na memória e funcionamento executivo, enquanto o BDNF afeta a sobrevivência e diferenciação das células dopaminérgicas. Causa ou associação? É fundamental esclarecer que a relação entre vitamina D e depressão não é necessariamente de causa e efeito direto. A pesquisadora Júlia Dubois, da UFSC, adverte que não se trata de causa-consequência, mas existe uma relação entre os fatores. O médico Omar Jaluul, do Hospital das Clínicas da USP, reforça essa cautela: muitos dos estudos são observacionais, ou seja, indicam uma relação, mas não necessariamente estabelecem causalidade. Por exemplo, idosos já com quadro depressivo podem sair menos de casa e, portanto, tomar menos sol, o que resulta em níveis mais baixos de vitamina D. Apesar disso, a própria pesquisadora Júlia Dubois reconhece que ainda não podemos afirmar categoricamente que a vitamina D pode ser usada como prevenção ou tratamento. Uma revisão sistemática brasileira encontrou que 63,64% dos estudos concluíram que pacientes tratados com vitamina D não apresentaram melhoras significativas nos sintomas da depressão após a suplementação, enquanto 36,36% relataram melhoras significativas. Níveis ideais e deficiência A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) estabelece valores de referência importantes: Maior que 20 ng/mL: desejável para população geral saudável Entre 30 e 60 ng/mL: recomendado para grupos de risco como idosos, gestantes, pacientes com osteoporose, doenças inflamatórias e autoimunes Entre 10 e 20 ng/mL: considerado baixo, com risco de problemas ósseos Menor que 10 ng/mL: muito baixo, com risco de osteomalácia e raquitismo O diagnóstico da deficiência é feito através do exame de 25-hidroxivitamina D (25(OH)D), também chamado de calcidiol, que é a principal forma circulante de vitamina D no sangue. Sintomas da deficiência de vitamina D A deficiência de vitamina D pode manifestar diversos sintomas que afetam tanto a saúde física quanto mental: Fadiga e cansaço constante Fraqueza muscular e dores musculares Dores ósseas e articulares Alterações de humor, incluindo depressão e ansiedade Sonolência excessiva Baixa imunidade e maior suscetibilidade a infecções Queda de cabelo Dificuldade na cicatrização de feridas Grupos de Risco Certas populações apresentam maior probabilidade de desenvolver deficiência de vitamina D: Pessoas com pele mais escura: A maior quantidade de melanina serve como proteção extra contra os raios ultravioleta, prejudicando a síntese de vitamina D. Pessoas negras precisam de 3 a 5 vezes mais exposição solar que pessoas de pele clara para absorver as mesmas quantidades.Idosos:

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A Importância de Cuidar da Saúde Mental e Como o Plano de Saúde Certo Pode Ajudar

A saúde mental é um dos pilares fundamentais para uma vida equilibrada e feliz. No entanto, ela ainda enfrenta preconceitos e barreiras que dificultam o acesso a cuidados adequados. Com a crescente conscientização sobre o tema, mais pessoas têm buscado formas de cuidar do bem-estar emocional e psicológico, reconhecendo sua importância tanto quanto a saúde física. Por que a Saúde Mental é Essencial? A saúde mental influencia diretamente em diversos aspectos da nossa vida, desde o desempenho profissional até os relacionamentos pessoais. Negligenciar o bem-estar emocional pode levar ao desenvolvimento de transtornos como ansiedade, depressão e síndrome de burnout, além de impactar negativamente a saúde física. Principais benefícios de cuidar da saúde mental: Sinais de Que Está na Hora de Buscar Ajuda Muitas vezes, é difícil reconhecer quando precisamos de suporte para a saúde mental. Alguns sinais importantes incluem: Reconhecer esses sinais é o primeiro passo para buscar ajuda e começar a cuidar de si mesmo. Como o Plano de Saúde Certo Pode Ajudar? Um plano de saúde adequado pode ser um grande aliado no cuidado com a saúde mental. Ele oferece acesso a uma ampla rede de profissionais especializados, como psicólogos, psiquiatras e terapeutas, além de cobrir terapias e tratamentos essenciais. Benefícios de ter um plano de saúde voltado à saúde mental: Dicas para Escolher o Melhor Plano de Saúde Escolher o plano certo pode fazer toda a diferença no cuidado com a saúde mental. Aqui estão algumas dicas para tomar a decisão ideal: Apoie Seu Bem-Estar com a Ajuda Certa Cuidar da saúde mental é um ato de amor-próprio e de responsabilidade. Além de buscar apoio profissional, adotar hábitos saudáveis, como prática regular de exercícios, uma alimentação equilibrada e momentos de desconexão digital, também contribui para o equilíbrio emocional. Se você está em busca de um plano de saúde que realmente atenda às suas necessidades, conte com a nossa ajuda. Na Nocta, trabalhamos para oferecer as melhores soluções em saúde, garantindo o suporte necessário para o seu bem-estar.

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Tudo Sobre a Esclerose Múltipla

A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica crônica que afeta o sistema nervoso central, incluindo o cérebro e a medula espinhal. Essa condição é autoimune, o que significa que o sistema imunológico do corpo ataca erroneamente o próprio tecido saudável, especificamente a mielina, uma substância que reveste e protege as fibras nervosas. O dano à mielina resulta em problemas na comunicação entre o cérebro e o restante do corpo, causando uma ampla variedade de sintomas que podem variar em intensidade e duração. Causas e Fatores de RiscoEmbora as causas exatas da Esclerose Múltipla ainda não sejam completamente compreendidas, acredita-se que a doença seja o resultado de uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Alguns dos principais fatores de risco incluem: Sintomas da Esclerose Múltipla Os sintomas da Esclerose Múltipla são variados e podem afetar diferentes partes do corpo. Alguns dos sintomas mais comuns incluem: Tipos de Esclerose MúltiplaA Esclerose Múltipla pode se manifestar de diferentes maneiras, sendo classificada em quatro principais tipos: Diagnóstico e TratamentoO diagnóstico de Esclerose Múltipla geralmente envolve uma combinação de exames neurológicos, ressonância magnética e testes de função nervosa. Como não há cura para a EM, o tratamento se concentra em gerenciar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. As opções de tratamento incluem: Viver com Esclerose MúltiplaViver com Esclerose Múltipla pode ser desafiador, mas muitos pacientes levam vidas plenas e ativas com o apoio adequado. Estratégias para gerenciar a doença incluem manter uma rotina de exercícios, alimentação equilibrada, técnicas de relaxamento e mindfulness, além de manter uma rede de apoio composta por familiares, amigos e profissionais de saúde. ConclusãoA Esclerose Múltipla é uma doença complexa e multifacetada que exige um cuidado contínuo e personalizado. Embora a ciência ainda esteja buscando respostas definitivas sobre suas causas e cura, avanços significativos no tratamento têm permitido aos pacientes viverem com maior qualidade de vida. Se você ou alguém que você conhece está lidando com a EM, é crucial buscar informações e apoio de fontes confiáveis e profissionais de saúde especializados.

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Sedentarismo e câncer: qual a relação?

Especialista explica que exercícios físicos são recomendados para a prevenção de diversos tipos de câncer. Uma a cada seis pessoas morrem acometidas por câncer, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A doença está ligada a diversos fatores, entre eles, os hábitos de vida – como a alimentação, o ambiente e a condição física. Infelizmente não é possível evitar o surgimento do câncer, mas, em alguns casos, é possível tomar medidas redutoras de risco. Há um consenso de que ter um estilo de vida mais saudável é fundamental para isso. Antes de falar sobre a relação do câncer com o sedentarismo, vamos explicar o papel do histórico familiar como um dos fatores da doença. Câncer é hereditário? O câncer é uma doença que gera muitas dúvidas, uma delas é sobre a relação com o histórico familiar. Afinal, câncer é uma doença hereditária? Segundo o Hospital A.C.Camargo Câncer Center, a ocorrência de vários casos de câncer em uma única família pode estar relacionada a alterações (mutações) que aumentam o risco de desenvolvimento da doença. Mas nem todo tipo de câncer é hereditário. Em determinadas síndromes de câncer – como o de mama, ovário, cólon, próstata e pele (melanoma), as alterações genéticas são passadas através das gerações: cerca de 5 a 10% dos tumores são de origem hereditária. Algumas doenças genéticas: Síndrome de Li-FraumeniSíndrome de Câncer de Mama e Ovário HereditárioSíndrome de Linch (câncer colorretal hereditário não polipose)Polipose Adenomatosa FamiliarMelanoma FamilialNeoplasia Endócrina Múltipla tipo 2Doença de Von Hippel-LindauSíndrome de CowdenSíndrome de Peutz-Jeghers Como o estilo de vida pode ajudar na prevenção do câncer Evitar o sedentarismo, com prática esportiva associada a outros hábitos saudáveis, é fundamental na prevenção e diminuição das chances de se desenvolver diversos tipos de câncer. Para a professora da Escola de Educação Física e Esporte da USP, Patrícia Chakur Brum, são indicados entre 150 a 300 minutos de atividades por semana, alternando exercícios que combinem atividades de deslocamento e atividades de resistência. “As atividades físicas têm se mostrado muito eficientes. Então, é importante que elas sejam incorporadas como um hábito na rotina das pessoas”, disse a professora em entrevista ao Jornal USP. Ela também salienta que a combinação a demais fatores, como diminuição do tabagismo e do consumo de álcool, alimentação equilibrada, redução do estresse e da ansiedade são fortes aliados às práticas esportivas na prevenção do câncer. 9 dicas que podem ajudar a prevenir o câncer Confira abaixo uma seleção de dicas do Hospital A.C.Camargo Câncer Center que podem ajudar a evitar a doença! 1 – Elimine o cigarro da sua vida O tabagismo é diretamente responsável por 80% das mortes por câncer de pulmão e 30% das mortes por outros tipos de tumores, como boca, faringe, laringe, pâncreas, estômago, bexiga, intestino, entre outros. O tabaco está ligado a cerca de 50 outros diferentes tipos de doenças. 2 – Cuidado com o excesso de bebidas alcoólicas Bebidas alcoólicas aumentam a probabilidade de desenvolvimento de tumores. E não só para os bebedores pesados (mulheres e homens que consomem mais de 7 ou 14 doses de álcool por semana, respectivamente): qualquer quantidade ingerida pode contribuir para o aumento do risco de desenvolver câncer de boca, garganta, esôfago, fígado, intestino e mama. 3 – Mantenha o peso corporal adequado Existem alguns tumores que apresentam um risco relativo maior de surgirem em pacientes obesos quando comparados com pacientes com índice de massa corporal (IMC) normal. Os principais são os tumores de mama nas mulheres e os colorretais nos homens, mas também temos tumores de endométrio, vesícula biliar, rim, fígado, esôfago, ovário, pâncreas e próstata. 4 – Pratique atividade física O nível recomendado é de, pelo menos, 150 minutos semanais de atividade física de intensidade leve ou moderada ou de, pelo menos, 75 minutos semanais de intensidade vigorosa. Segundo estudo do IKCC (Coalizão Internacional do Câncer de Rim, em tradução livre), a atividade física moderada pode reduzir o risco de contrair câncer de rim em até 22% e pode diminuir o avanço da doença em 15%. 5 – Adote uma alimentação balanceada No caminho da prevenção do câncer está a adoção de uma dieta equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes e cereais integrais. As carnes processadas, por exemplo, categoria que inclui alimentos como bacon, salame e salsicha, também estão associadas a um risco mais elevado para o câncer, especialmente tumores de cólon e de estômago. Neste caso, a palavra-chave é moderação. De maneira geral, deve-se evitar o consumo de carne vermelha ou processada mais de duas a três vezes por semana. 6 – Proteja-se contra os raios solares Evite o sol das 10h às 16h e use sempre filtro solar, mesmo em dias nublados. Chapéu e óculos escuros também são ótimos para proteger a área delicada em torno dos olhos. 7 – Sexo seguro O papilomavírus humano (HPV) é um vírus que pode ser transmitido por relações sexuais desprotegidas e infectar pele ou mucosas, causando câncer na boca, faringe, vulva, vagina, colo do útero, pênis e canal anal. Por isso, é importante utilizar preservativo, inclusive durante a prática de sexo oral. 8 – Vacinas salvam vidas! Vacine-se contra o vírus da hepatite, responsável por tumores no fígado, e contra o HPV, que causa câncer de colo uterino, nos genitais masculino e feminino, ânus, boca e faringe. 9 – Faça seus exames de rotina Ao detectar um tumor precocemente, as chances de cura aumentam muito. Por isso, é importante fazer os exames que podem ser indicados pelo médico, de acordo com a análise do histórico familiar e as queixas de cada paciente.

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Mitos e verdades: sono

Nada melhor do que uma boa noite de sono, aquele que nos faz acordar descansados e bem dispostos. Dormir um sono de má qualidade ou em número de horas inferior à necessidade gera privação de sono, que afeta o desempenho intelectual, o humor, a memória, o controle do peso corporal, reduz a imunidade e aumenta o risco de doenças, como a diabetes, hipertensão arterial, obesidade e depressão. Neste artigo, desvendamos alguns mitos sobre o sono. Confira! As horas de sono variam com a idade Verdade! De acordo com Associação Brasileira do Sono (ABS), as mudanças do padrão de sono relacionadas à idade são previsíveis. Quando somos recém-nascidos, temos ciclos de sono mais curtos (aproximadamente 50 minutos). Durante o primeiro ano de vida, com o amadurecimento do sistema nervoso central, os estágios de sono ficam mais coerentes. As chamadas “ondas lentas” de sono não estão presentes no nascimento, mas surgem nos primeiros dois anos de vida e começam a declinar lentamente conforme avança a idade. Número de horas de sono conforme a idade 4 a 12 meses de vida: de 12 a 15 horas por noite1 a 2 anos: de 11 a 14 horas3 a 5 anos: 10 a 13 horas6 a 12 anos: 9 a 11 horas13 a 18 anos: 8 a 10 horas18 a 25 anos: 7 a 9 horas26 a 64 anos: 7 a 9 horasacima de 65 anos: 7 a 8 horas Fonte: Academia Americana do Sono O ideal é dormir 8 horas por noite? Verdade, com ressalvas. Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), em média, os adultos necessitam de 8 horas de sono por noite, porém, a necessidade de horas é muito variável de pessoa para pessoa. Algumas pessoas sentem-se muito bem com 6 horas de sono, enquanto outras necessitam de 10 horas. É importante respeitar as preferências individuais com os horários de dormir e acordar, bem como as horas de sono. Saúde mental não tem relação com o sono Mito! Estudos revelam que estresse e sintomas de ansiedade ou depressão podem interferir na qualidade e quantidade de sono. Isso significa que uma boa noite de sono é também resultado da estabilidade emocional. Sobrecarga de atividades, conflitos interpessoais, insatisfação com a atividade ou organização do trabalho, complicações com a saúde pessoal ou de familiares, problemas financeiros, entre outros, podem sobrecarregar o sistema emocional e promover estresse, deflagrando alterações fisiológicas e comportamentais que, por sua vez, podem dificultar a conciliação de um padrão de sono satisfatório. A luz do celular não interfere no sono Mito! O uso de telas (celular, televisão, computador etc) funciona como um emissor de luz, o que acaba inibindo a produção de melatonina, o neuro-hormônio que regula o sono e que está ligado à exposição à luz.  Dica extra: 10 Hábitos saudáveis para uma boa noite de sono 1 – Ir para a cama com sono.2 – Manter uma rotina regular no horário de deitar e levantar.3 – Evite luz branca ou azul, caso haja necessidade de levantar durante a noite.4 – Manter a temperatura do quarto confortável para iniciar e manter o sono.5 – Evitar o uso de medicações para o sono sem prescrição médica.6 – Evitar fazer atividades na cama, como assistir TV, usar celular, ler e-mails, entre outros.7 – Evitar bebidas alcoólicas e/ou alimentos com cafeína próximo ao horário de dormir.8 – Praticar exercícios regularmente, mas evitar próximo ao horário de deitar.9 – Evitar tabagismo.10 – Manter ambiente calmo e silencioso para iniciar o sono.

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Alerta para novo surto de dengue

A dengue pode se assemelhar a uma gripe forte, mas há quadros que podem levar a óbito. A preocupação é real: houve um aumento de 139% nos casos de dengue até maio de 2022, se comparado a igual período do ano passado. De acordo com Ministério da Saúde, Goiás, São Paulo e Paraná lideram com casos graves. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença tem um padrão sazonal: a maioria dos casos no hemisfério sul ocorre na primeira parte do ano e a maioria dos casos no hemisfério norte ocorre na segunda metade. O que é dengue? É uma doença causada por um vírus transmitido por mosquitos fêmea da espécie Aedes aegypti, que também transmite chikungunya e zika. Existem quatro tipos diferentes desse vírus: os sorotipos 1, 2, 3 e 4. Todos podem causar as diferentes formas da doença. Sintomas da dengue Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a infecção pode ser assintomática ou pode apresentar sintomas que variam de febre baixa a febre alta incapacitante, com forte dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e nas articulações e erupções cutâneas. A doença pode progredir para dengue grave, caracterizada por choque, falta de ar, sangramento intenso e/ou complicações graves nos órgãos. O sintoma inicial em adultos e crianças costuma ser a febre alta acompanhada de apatia, sonolência, recusa da alimentação, vômitos e diarreia. Principais sintomas Febre acima de 38,5° C Dores intensas: cabeça, articulações e muscular Mal-estar Falta de apetite Enjoo e vômitos Manchas vermelhas no corpo Coceira Sinais da doença grave Extremidades frias Alteração da consciência Pressão baixa Taquicardia Prevenção Evitar acúmulo de água parada em casa (quintal, calhas, piscina, plantas etc) Usar repelentes e inseticidas Não deixar resíduos ou entulhos a céu aberto Tratamento da dengue Segundo o Dr. Drazio Varella, não existe tratamento específico contra o vírus da dengue. Tomar muito líquido para evitar desidratação e utilizar medicamentos para baixar a febre e analgésicos são as medidas de rotina para aliviar os sintomas.

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Como lidar com a rinite e sinusite?

A brusca queda da temperatura aumenta as incidências de doenças respiratórias. Como lidar com as famosas “ites” – rinite e sinusite? Confira dicas! O que é sinusite? A sinusite é uma inflamação das mucosas que ocorre ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos. É caracterizada pela dor forte nessa região e um fluxo de secreção persistente (nariz entupido e catarro) que pode ser resultado de resfriados e gripes. Os processos infecciosos ou alérgicos provocam inflamação das mucosas e facilitam a entrada de germes. As sinusites são divididas em agudas e crônicas Sintomas da sinusite aguda: dor de cabeça na área do seio da face ou sensação de pressão ou peso na cabeça. Obstrução nasal com secreção amarela ou esverdeada. Febre, cansaço, coriza, tosse, dores musculares e perda de apetite são sintomas que costumam aparecer. Sintomas da sinusite crônica: geralmente são os mesmos sintomas da sinusite aguda, mas podem variar de intensidade ou estar ausentes. A tosse costuma ser o sintoma mais frequente. Dicas para lidar com a sinusite – Beba bastante líquido e lave as narinas com soro pelo menos duas vezes ao dia.  – Inalações com solução salina, soro fisiológico ou vapor de água quente ajudam a eliminar as secreções. – Evite ambientes com ar condicionado. Procure um médico se os sintomas persistirem. O tratamento inadequado da sinusite pode fazer com que a doença se torne crônica. O que é rinite? Rinite é uma doença inflamatória das mucosas do nariz. Pode ser alérgica ou não alérgica. Em ambos os casos, os sintomas são parecidos.  Ácaros existentes na poeira doméstica, pelos de animais, fungos, descamação de pele, mofo, pólen, perfume, alguns alimentos, medicamentos, bactérias, vírus e mudanças bruscas de temperatura podem desencadear a rinite. Sintomas da rinite: obstrução nasal, coriza, espirros em salva, coceira no nariz, na garganta, no céu-da-boca e nos olhos. A rinite alérgica pode estar associada, ainda, a comorbidades, como asma, otites médias, sinusite e roncos. Dicas para lidar com a rinite A rinite alérgica não tem cura, mas existe vacina que ajuda a controlar os sintomas. É importante seguir alguns cuidados com a higiene para prevenir as manifestações da doença.  – O ambiente onde a pessoa alérgica vive deve ser bem ventilado, ensolarado e limpo. – Cuidado com produtos de limpeza, inseticidas, tintas com cheiro forte, perfumes, fumaça de cigarro e poluentes, pois são substâncias que podem funcionar como alérgenos e devem ser mantidas longe das pessoas com predisposição a desenvolver rinite alérgica. – Escolha um estilo de decoração que dispense o uso de cortinas, carpetes, tapetes, almofadas ou de outros objetos que possam acumular poeira difícil de remover. – Lave as roupas de cama pelo menos uma vez por semana e as roupas guardadas há algum tempo antes de usá-las novamente. Redação Nocta com informações do site Dr. Drauzio Varella.

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Oleaginosas: o que são e quais os benefícios

Tudo que você queria saber sobre as oleaginosas, esse grupo alimentar que faz parte da nossa cultura há centenas de anos. Entre os seus benefícios, destacam-se substâncias que podem prevenir o envelhecimento precoce e doenças do coração. Confira o post completo! O que são as oleaginosas? As oleaginosas são sementes comestíveis com alto teor de ácidos graxos insaturados, também conhecidos como gorduras do bem, e são consumidas na forma natural (in natura), sem a necessidade de qualquer preparo. Quais alimentos são os oleaginosos? Entre as principais oleaginosas consumidas no Brasil, destacam-se: –  Amêndoas: é possível encontrar antioxidantes como os fenóis, flavonoides e os ácidos fenólicos. Um alimento com alto valor nutritivo e fibras, e baixo índice glicêmico. – Nozes: com mais presença de “gordura do bem”, tem cerca de 40 a 60% de ácidos graxos insaturados. É um alimento rico em ômega 3, fundamental para o funcionamento adequado do cérebro. Também possui alto teor de vitamina E, importante na prevenção de inflamações e para a saúde cardiovascular. – Castanha do Pará: possui alto teor de selênio e magnésio, além de ômega 3 e antioxidantes. Pode ajudar a equilibrar a tireoide. – Castanha de Caju: contém zinco, fundamental para prevenir anemia. É também protetor do sistema cardiovascular, pois é rica em arginina, substância que ajuda a aumentar o fluxo sanguíneo. – Macadâmia: é pobre em carboidratos e rica em cobre, fósforo, vitamina B1 e magnésio. Também contribui para a saúde dos ossos e dentes, além de acelerar o metabolismo e controlar a queima de gordura. – Avelã: com alto teor de vitamina E, é uma oleaginosa aliada da saúde da pele, unhas e cabelos. O cálcio, magnésio e potássio, por sua vez, atuam na regulação da pressão arterial. – Pistache: rico em antioxidantes, vitamina E e do complexo B, carotenos, ácidos graxos e fibras. Ajuda a prevenir o envelhecimento precoce, doenças cardíacas e vasculares, regulação do colesterol e controle da diabetes. Quais as oleaginosas mais saudáveis? Em geral, as oleaginosas são calóricas, por isso é preciso moderar no consumo. O ideal é ingerir, no máximo, uma colher de sopa por dia para obter os benefícios desse grupo alimentar. Dicas para consumir as oleaginosas – Prefira as versões in natura, sem sal e condimentos. – Atenção à conservação. Guarde em um recipiente seco e limpo para não oxidar os nutrientes. – Consuma entre as refeições, para prolongar a sensação de saciedade. – Varie os tipos de oleaginosas e cuidado com o consumo diário, pois é um alimento calórico. 10 benefícios das oleaginosas 1. Melhoram a digestão 2. Prolongam a saciedade  3. Ajudam a retardar o envelhecimento físico e mental 4. Previne o câncer 5. Excelente fonte de proteínas 6. Reduz o estresse e melhora o humor 7. Reduz o colesterol ruim 8. Protege dos radicais livres 9. Anti-inflamatório natural 10. Ajudam na perda de peso Amendoim é uma oleaginosa? Não, o amendoim não é uma oleaginosa. O amendoim é uma leguminosa, assim como os feijões, lentilhas e grão de bico, por ser um grão contido em vagens. 

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Cromoterapia: o efeito das cores nas emoções

Entenda como as cores podem ajudar na sua saúde. Você já parou para pensar nas sensações que as cores transmitem? Elas influenciam diretamente nas nossas emoções. Conhecida como terapia das cores, a cromoterapia é uma terapia alternativa que pode ser usada para complementar os tratamentos de saúde tradicionais.  Saiba mais neste post! O que é cromoterapia? A cromoterapia é o uso das cores para o tratamento alternativo e complementar de doenças e/ou condições físicas e emocionais. No dicionário, temos como definição também o “tratamento terapêutico que utiliza substâncias corantes”. Como funciona a cromoterapia Na cromoterapia, cada cor tem uma função terapêutica diferente que estimula uma reação curativa, seja por meio de luzes, roupas ou ambientes. As cores emitem ondas eletromagnéticas com comprimento e movimentos específicos, como uma energia que interage com nossas glândulas e células. Dessa forma, quando são trabalhadas, essas cores estimulam as áreas e atuam para restabelecer a energia bloqueada ou restaurando algum desequilíbrio no organismo.    O significado das cores na cromoterapia Verde: ajuda a promover o equilíbrio e a diminuir o estresse. Promove sensação refrescante e calmante, ajudando no bem-estar físico e mental. Também pode ajudar a estimular a imunidade, sendo indicada para combater doenças infecciosas. Azul: possui propriedades calmantes e tranquilizantes, que atuam no sistema nervoso e em todo o sistema muscular. Por isso, é usada para o tratamento de problemas de sono e insônia ou relacionados ao estresse, ajudando a trazer calma e harmonia ao organismo. Vermelho: aumenta a energia, a vitalidade e a adrenalina. O vermelho é usado para restabelecer a vitalidade, melhorar o funcionamento do coração e ativar a circulação sanguínea. Amarelo: estimula o intelecto e o sistema nervoso central, contribuindo para elevar a criatividade e melhorar o humor. Além disso, pode ser usada por pessoas quietas e introvertidas que queiram ter um bom relacionamento interpessoal. Laranja: é muito utilizada na cromoterapia pelo seu poder energético, por aumentar a autoestima, dar disposição e incentivar o intelecto. Por ser uma mistura do vermelho com o amarelo, é também uma cor quente e estimulante, muito utilizada para tratamento de depressão.

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acupuntura

Acupuntura: o que é e para que serve?

De origem chinesa, a acupuntura consiste em uma técnica que utiliza agulhas bem finas em pontos específicos do corpo para melhorar no tratamento de doenças. Com mais de 4 mil anos de existência, esse método da medicina chinesa foi reconhecido pela Unesco como patrimônio cultural intangível da humanidade. Como funciona a acupuntura? A medicina tradicional chinesa explica a acupuntura como um método de equilíbrio energético, sustentando que a energia vital do corpo (conhecida como chi ou qi) flui através de canais, chamados meridianos, ligados aos órgãos e ao sistema nervoso do corpo humano. Esses meridianos e fluxos de energia seriam acessíveis por meio de 350 pontos de acupuntura no corpo. Os praticantes acreditam que a técnica de acupuntura é capaz de equilibrar o seu fluxo de força vital. O profissional especializado em acupuntura usa finas agulhas em pontos específicos do corpo e em várias profundidades para tratar dores diversas, mas tem sido cada vez mais indicada para promover o bem-estar geral, incluindo o controle do estresse e da ansiedade. O número de tratamentos necessários depende do indivíduo. Para que serve? A acupuntura ajuda a controlar uma variedade de condições, como dores crônicas, e auxilia até mesmo no controle da acne, entre outros benefícios. A técnica é comprovadamente eficaz para tratar: AlergiasAnsiedade e depressãoOsteoartriteDores crônicas (pescoço, costas, joelhos e dores de cabeça)HipertensãoInsôniaCólicas menstruaisEnjoo matinalEntorsesArtrite reumatoide Auxilia no tratamento de: AcneDor abdominalObesidadeInfertilidadeDiabetesEsquizofreniaTorcicoloAlcoolismoPressão alta ou baixaNáuseas e vômitos induzidos por quimioterapiaAlgumas condições gástricas, incluindo úlcera pépticaRinite alérgicaDor ciáticaDor de denteFibromialgiaNeuralgiaSíndrome de Tourette Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a acupuntura pode ajudar a tratar uma série de infecções, incluindo algumas infecções do trato urinário e febre hemorrágica epidêmica. No entanto, aponta que “apenas as autoridades nacionais de saúde podem determinar as doenças, sintomas e condições para as quais o tratamento com acupuntura pode ser recomendado”. *Redação Nocta com informações do site ecycle.

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