Resultados da pesquisa

5 Técnicas de respiração para controlar a ansiedade

A ansiedade pode se manifestar de diversas maneiras, como: agitação, pensamentos obsessivos, dificuldade para dormir, baixa concentração e fadiga mental. Quando você estiver se sentindo ansioso, é possível amenizar esse sentimento com exercícios de respiração. Você pode fazer no conforto de casa. Para melhorar a respiração como um todo, tire alguns minutos do dia para se concentrar nela. Prestar atenção aos movimentos. E não precisa de muito, de três a sete minutos para começar já são suficientes. 1. Alongamento da caixa toráxica e do abdômen Comece por aqui. Sente em posição ereta. Pode ser no chão ou em uma cadeira. Tire um momento para respirar lentamente: puxe o ar pelo nariz, de forma lenta e profunda, e solte pela boca. Experimente deixar a saída do ar durar um tempo maior do que a entrada. 2. Respire pelo diafragma Treinar esse tipo de respiração é importante e ajuda a regular o organismo e o sistema nervoso. Mas não adianta ficar expandindo e contraindo o abdômen enquanto respira, e sim respirar lenta e profundamente e observar o próprio movimento. A forma de fazer isso facilmente é unir os dedões do pé em frente ao corpo, exatamente na linha que representa o centro do nosso corpo, e manter os calcanhares afastados. Coloque as mãos sobre o abdomên para sentir o movimento. 3. Respiração abdominal deitada Antes de dormir, coloque as mãos sobre o abdômen, respire devagar, aumentando a barriga, contando mentalmente até cinco. Dê uma pausa, segure o ar, contanto até cinco. Depois, exale lentamente, contando até seis. Pratique esse padrão de 10 a 20 minutos por dia. 4. Pratique a respiração quadrada Esse tipo de respiração inclui mais do que apenas inspirar e expirar, é feita uma pausa antes de cada uma dessas ações. É chamada quadrada, pois todos os passos são feitos com a mesma duração de tempo. Deixe o ar entrar em seu corpo, enquanto você conta, lentamente, até três. Segure o ar nos pulmões, contando até três novamente. Depois, solte o ar lentamente, no mesmo tempo. Após a expiração, mantenha-se sem ar, contando lentamente até três também. Você pode variar esse tempo também, aumentando-o, mas sempre mantendo o mesmo. 5. Pratique a expiração alongada No dia a dia, você pode tentar sempre expirar no dobro do tempo que você inspira quando estiver em alguma situação de ansiedade, precisa relaxar e se concentrar. A respiração prolongada ajuda neste sentido. Imagens: Freepik

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Hipertensão: fazer exercícios físicos ajuda ou atrapalha?

A Hipertensão (pressão alta) é a doença de maior prevalência na população brasileira e é a principal causa de morte.  Em resposta à pergunta que entitula este post, trouxemos uma pesquisa que desmistifica a ideia de que exercícios físicos fazem mal a pessoas hipertensas. Confira! Um artigo da Revista Brasileira de Educação Física e Esporte traz um estudo que compara queixas de insônia, humor e qualidade de vida de pacientes com hipertensão arterial que praticam exercícios físicos ou não. O objetivo foi identificar, nos dois grupos, a relação positiva entre qualidade de vida e nível de atividade física e como a falta desta última pode interferir no agravamento dos transtornos de saúde. Os resultados mostraram que os pacientes com hipertensão arterial, praticantes de exercícios físicos, adquirem mais e melhores benefícios de saúde em geral, como redução da insônia e ansiedade, apresentando maior vitalidade e bom humor, consequentemente melhorando a qualidade de vida. Uma das terapias propostas pela VII Diretrizes Brasileiras de Hipertensão, como tratamentos complementares aos medicamentos, é a prática regular de exercícios físicos, que melhora a função imunológica e reduz a pressão arterial. “A insônia é o distúrbio do sono mais comum em todo o mundo”, afirmam os autores, completando que essa alteração do sono atinge cerca de um terço da população mundial.   Quando a insônia é crônica, os prejuízos na qualidade de vida são muitos: cansaço, dificuldades de memória e concentração, sonolência durante o trabalho, causando sérios problemas, tais como doenças cardiovasculares e fator de risco para hipertensão arterial. Alguns estudiosos definem a insônia como “a nova doença cardiovascular” e outros pesquisadores observaram a relação entre a insônia e a incidência de doenças cardiovasculares, “incluindo hipertensão arterial, doença coronariana e insuficiência cardíaca”. A atividade física atua como ansiolítico e antidepressivo, pois quando se controla a ansiedade, a insônia e a depressão diminuem consideravelmente. A investigação mostra que “quanto mais graves foram as queixas de insônia, piores estavam os índices de depressão e tensão e ansiedade dos participantes”, além de a falta de sono estar relacionada com os níveis de “raiva, hostilidade, fadiga, confusão mental e distúrbio total de humor”. Há estudos comprovando os benefícios dos exercícios aeróbicos, por exemplo, no sistema cardiovascular, reduzindo a pressão arterial. Leia também: Hipertensão? Nem pensar! – Material para campanha Sobre o estudo O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Goiás e contou com 71 participantes (55 mulheres e 16 homens) selecionados nas Unidades de Saúde e Programas de Atendimento aos pacientes com hipertensão arterial, da cidade de Jataí, em Goiás. Para comprovar seu objetivo, a pesquisa se valeu de alguns procedimentos de medição, tais como: Índice de Massa Corporal – IMC; Medida da Pressão Arterial (PA); Índice de Gravidade de Insônia – IGI; O Perfil de Humor; Pesquisa em Saúde; Nível de Atividade Física Habitual e Análise de dados.   As averiguações demonstraram que, quanto à qualidade de vida, os grupos fisicamente ativos obtiveram mais resultados positivos, como melhor qualidade de vida, do que os grupos fisicamente não ativos. Dessa forma, o artigo destaca a relação benéfica entre o nível de atividade física e a qualidade de vida, com a melhora significativa do sono, do humor e da pressão arterial. No entanto, os pesquisadores ressaltam que, pela investigação aqui relatada, não se pode deduzir que “o exercício físico foi responsável pelos benefícios descritos neste estudo, somente podemos assumir que os fisicamente ativos diferenciaram-se dos inativos”, e também não houve intenção de controlar e interferir nos medicamentos indicados para a pressão arterial. Fonte: Margareth Artur (release Universidade Federal de Goiás) Imagem: Freepik

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Entenda como o colchão influencia a qualidade do sono

A escolha do colchão, assim como a correta manutenção, influencia na qualidade do sono. Uma noite tranquila de descanso ajuda a reduzir o estresse, a estimular a memória e o raciocínio, a melhorar o humor e até a pele. O que muitas vezes não damos tanta importância é que o colchão é parte fundamental para garantir esse bem-estar. Afinal, é sobre ele que passamos até um terço de nossas vidas e, idealmente, até oito horas por noite. Uma série de fatores deve ser levada em consideração na busca pelo colchão ideal. Apesar da crença popular, um colchão muito firme não é necessariamente o melhor, pois pode gerar proeminência óssea, além de desconforto. No entanto, os macios demais podem sobrecarregar a estrutura corporal. Ambos os tipos podem gerar desconforto para os perfis que não são os corretos para cada modelo. O ideal é um ortopédico certificado pelo Inmetro que se adapte às características anatômicas de cada pessoa. Tipos de colchões Espuma É constituído por uma esponja de densidade variável identificada por um valor numérico. É mais indicado para pessoas mais leves ou que dormem sozinhas. Molas É mais macio do que os de espuma e foi feito para suportar até 150 quilos, dependendo da categoria e das camadas de tecido usadas na fabricação. Látex É maleável e se adapta aos contornos do corpo, sendo o colchão mais utilizado para fins ortopédicos. Impede a proliferação de fungos, ácaros e bactérias, por isso também é indicado para pessoas com alergias. Viscoelástico Conhecida como a espuma da Nasa, não exerce pressão contrária ao corpo do usuário, Quando a a pessoa se levanta, o material mantém o formato. Como cuidar do colchão 1.Certifique-se de que a base que o suporta está adequada Estrados irregulares, com espaços entre as ripas superiores a 5 cm, com farpas e pregos podem causar danos irreversíveis ao seu colchão. É importante que a base seja regular, livre de pontos de atrito e que auxilie na ventilação constante do colchão. 2. Lave as roupas de cama regularmente A maioria dos especialistas recomenda que a troca de lençóis não ultrapasse duas semanas. O ideal é realizar a troca de lençóis uma vez por semana e manter a cama sempre limpa e cheirosa. 3. Permita que o colchão respire livremente Ao trocar as roupas de cama, retire os lençóis pela manhã, deixando o colchão sem roupa de cama durante o dia, e promova a ventilação do quarto, mantendo janelas e portas abertas. 4. Controle a umidade É importante manter o quarto livre da umidade, que pode provocar fungos e comprometer definitivamente seu colchão ou box com o bolor. Mantenha seu colchão e box afastados da parede e inspecione-os com frequência para verificar possíveis pontos de bolor e agir imediatamente, evitando a proliferação. As causas da umidade são, principalmente, pouca ou nenhuma ventilação, pouca ou nenhuma incidência de sol, incidência de vapor durante o banho e paredes com infiltração. Uma dica é a utilização de um desumidificador de ar. 5. Aspire Aspirar é uma boa forma de limpeza direta, eficiente e segura. Aproveite a troca de lençóis para realizar a aspiração do colchão, do box, da cabeceira e do quarto. Utilize um aspirador limpo e com pontas macias. 6. Gire e vire É natural que o colchão apresente acomodação, que é a perda de espessura nas áreas de maior pressão exercida pelo corpo. Para minimizar esse efeito, é ideal realizar o giro a cada 15 dias, nos seis primeiros meses de uso, e depois repetir o procedimento a cada 30 dias. Se o colchão, ou pillow top, é utilizado dos dois lados vire-o também, intercalando com os giros. Fontes: site Clicrbs;/ Redação Blog Nocta Imagem: Freepik

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5 dicas para melhorar de vez sua memória

Quantas vezes você já se perguntou “onde coloquei as chaves” – ou qualquer outro objeto? Pois é, às vezes, nossa memória falha! Mas não precisa entrar em pânico. Você pode treinar a sua memória para que isso não aconteça mais (ou pelo menos com uma frequência menor). Embora o avanço da idade e a genética sejam fatores imutáveis que podem prejudicar a memória, é possível manter o cérebro saudável por mais tempo, além de recuperar a agilidade mental a habilidade da memória, com a adoção de certos hábitos. Mas, como isso é possível? O cérebro é plástico, ou seja, pode mudar e se moldar para melhorar suas funções. O importante é estimular a mente para retardar ao máximo o declínio cognitivo, que inevitavelmente acontecerá na velhice. A seguir, você confere alguns truques e hábitos para lembrar-se melhor das coisas e manter a mente saudável. 1 – Associar o que se quer lembrar a uma imagem Sabe aqueles joguinhos de memorizar cartas, números, personagens e palavras muito comum entre a criançada? Pois existe uma técnica que ajuda a memorizar tudo isso. Para conseguir recordar das coisas com mais facilidade, basta associar a informação a uma imagem. E isso vale para tudo: para lembrar do nome do ônibus ou de uma pessoa, por exemplo, até mesmo com números e endereços. Isso acontece porque o nosso cérebro lida melhor com imagens do que com informação abstrata. Outra dica é criar histórias com as imagens para fixar a informação. Quanto mais marcantes forem essas representações, melhor para chamar a atenção do cérebro. 2 – Guardar as informações em diferentes “lugares” no cérebro Mas o que fazer com tantas representações “soltas” em nossa mente? Não adianta associar imagens a coisas, se, na hora de buscar a informação, não souber onde ela está guardada. A nossa cabeça funciona como um computador: é necessário separar bem os arquivos em pastas organizadas, para evitar confusões e a perda de dados. É aí que entra mais um exercício de criatividade. As imagens criadas devem ser “acomodadas” em algum espaço que a pessoa frequente ou já tenha frequentado, por exemplo, a casa onde vive, a sala onde trabalha, um parque ou, simplesmente, o ambiente em que está neste exato momento. Essa noção espacial é importante para compartimentar as informações na mente e torná-las mais acessíveis, quando se fizerem necessárias. Para lembrar as coisas, é preciso que suas representações sejam projetadas em pontos específicos do ambiente, como uma janela, o fundo da sala ou a porta, que serão o “palco” onde a cena imaginária deve acontecer. Assim, as memórias desejadas poderão ser resgatas no caminho percorrido em pensamento. 3 – Fazer exercícios mentais Seja memorizando a ordem de um baralho, seja fazendo palavras-cruzadas, seja aprendendo um novo idioma, o exercício mental é essencial para manter uma mente saudável. As atividades mnemônicas são usadas desde a Grécia antiga e até hoje mostram resultado positivo no desenvolvimento cognitivo das pessoas. Estudos têm revelado a importância da atividade intelectual para a melhora da memória e das funções cerebrais. A atividade deve ser escolhida de acordo com as preferências pessoais de cada um. O importante é não ficar parado. Hoje existem várias atividades e jogos que podem ser usados para isso, como: Memrise — app voltado para o treino ou aprendizado de uma nova língua com foco na memorização; Fit-brain — reúne diversas atividades com foco em raciocínio lógico, velocidade, concentração e também capacidade de memória; Lumosity — semelhante ao aplicativo anterior, conta com uma versão paga e outra gratuita que libera 3 jogos diferentes todos os dias. Conta com pontuações e compara o desempenho do jogador com faixa etária e a própria evolução da pessoa. 4. Fazer exercícios físicos regularmente As atividades físicas são essenciais para que a o cérebro funcione bem e consiga reter mais informações. Os exercícios melhoram a função cardiovascular, aumentam o fluxo sanguíneo do cérebro, promovem crescimento dos neurônios e aumentam as conexões da região do hipocampo, responsável pela memória. 5. Cuidar da alimentação A alimentação também é um fator importante no processo. Um cardápio variado, com vegetais, alimentos ricos em ômega 3 e ômega 6 (atum, salmão e arenque), vitamina E (óleos vegetais e sementes) e ácido fólico (feijão e fígado) ajuda muito. As dietas mediterrânea e mind (junção da mediterrânea e a DASH) também podem ter efeitos positivos para a saúde do cérebro. Fontes: redação Blog Nocta; site revista Exame Imagens: Freepik

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Detox: alimentos que diminuem o inchaço e eliminam toxinas

Confira bons ingredientes para fazer um detox no organismo. Alguns alimentos possuem propriedades que colaboram para eliminar toxinas e ajudam também a diminuir o inchaço, muitas vezes causado pelo excesso de gordura, sal, bebidas açucaradas, entre outros. Se você exagerou nas festas de fim de ano, este post é para você!    Kombucha    O kombucha é um chá fermentado que se parece com um refrigerante, mas natural. Ele é resultado de uma cultura de microrganismos chamada cogumelo de kombucha, zoogleia ou biofilme.   Entre seus benefícios, está o alto índice de antioxidantes. Ele ainda colabora para desintoxicar o organismo e ajudar no processo digestivo. Por esses motivos, também auxilia no emagrecimento, melhora o funcionamento intestinal e ajuda na absorção de nutrientes.   Cúrcuma (açafrão-da-terra)   A cúrcuma, conhecida também como açafrão-da-terra e açafrão-da-índia, proporciona diversos benefícios ao organismo – como ajudar a fortalecer o sistema imunológico. Muito usada como tempero na culinária indiana, é reconhecida por seus efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios, além de ter propriedades neuroprotetoras e cardioprotetoras.    Hibisco   O chá de hibisco (quente ou gelado) facilita a digestão, impede parte da absorção do carboidrato e da gordura dos alimentos e ainda ajuda a combater a retenção de líquidos. E mais: o hibisco tem vitamina C, que diminui a pressão na parede dos vasos sanguíneos, melhorando a circulação, e cálcio, mineral importante para os ossos e um facilitador na perda de peso.   Frutas vermelhas   Os sucos do tipo detox podem ser grandes aliados da saúde. Uma boa pedida são os de frutas vermelhas. Com poucas calorias, esse tipo de suco acelera o metabolismo e promove saciedade –  ideal para dietas de perda de peso.   Receita de Suco Detox de Frutas Vermelhas Ingredientes 5 uvas 2 amoras (in natura ou congeladas) 2 framboesas (in natura ou congeladas) 3 mirtilos (in natura ou congeladas) 2 morangos (in natura ou congeladas) 30 g de beterraba crua 1/5 de maçã 10 g gengibre 1 colher (chá) de chia 200 ml de água ou água de coco Modo de preparo Coloque todos os ingredientes no liquidificador, adicione água ou água de coco e bata bem.    Abacaxi com gengibre   O abacaxi combinado com o gengibre ganha uma turbinada no efeito termogênico, que acelera o metabolismo. Além dos benefícios da enzima bromelina do abacaxi (antioxidante, diurético e desintoxicante), que ajuda na redução de inflamações e facilita a digestão, diminuindo a sensação de estufamento depois das refeições pesadas. É a parceria perfeita para o detox do organismo. A receita é simples e ainda evita o desperdício: basta ferver 3 xícaras de água com um terço da casca de um abacaxi grande e uma rodela de gengibre. Depois é só coar e manter na geladeira. Um copo por dia é suficiente. Não deixe de ler também: Alimentos devem conter nova rotulagem nutricional Como prolongar a validade dos alimentos em casa e evitar desperdício   – Fonte: redação Blog Nocta Imagens: freepik

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Para voltar ao escritório com segurança em 2021

Uso de máscara, verificação de temperatura e testes para covid-19 são algumas das ações que as empresas devem continuar adotando em 2021. Matéria da revista Melhor Gestão de Pessoas destaca algumas iniciativas e protocolos de saúde e segurança que as empresas e os funcionarios devem continuar adotando para voltar ao escritório com segurança em 2021: No trajeto residência – fábrica ou escritório   – Condução própria: usar máscara e ter lenços de álcool gel ou o próprio álcool gel para limpar o veículo caso ele seja estacionado por manobristas. No caso de “caronistas”, estes devem também usar máscaras e ficar o máximo de distância do motorista. Recomenda-se não mais de um carona por carro. – Transporte da empresa: usar máscara, passar álcool gel nas mãos na entrada do veículo, sentar-se em zig-zag mantendo-se o mais longe possível uns dos outros. Na hora da descida, manter a distância de 1,5 metro entre uma pessoa e outra. – Transporte público: usar máscaras e ter toalhas de álcool gel ou o próprio álcool gel. Manter-se longe de outras pessoas certificando-se de que está a uma distância segura. Ao entrar e sair das dependências da empresa   – Ao entrar na fábrica ou prédio de escritório: usar máscara, passar álcool gel nas mãos, medir temperatura, relatar qualquer sintoma ou anormalidade. – Se for usar o elevador: obedecer à quantidade máxima de pessoas permitida em cada viagem e ocupar um dos espaços marcados no piso do elevador. Para marcar o seu andar utilize luva ou um lenço de álcool gel. Se você estiver próximo do térreo, é mais prudente usar as escadas para subir ou descer. – Ao chegar no ambiente de trabalho: sentar-se em zig-zag, caso ocupe espaço na mesma mesa que outras pessoas. Se tiver mesa individual, manter uma distância de 2 metros entre uma e outra. Passar álcool gel nos equipamentos antes de usar e, se estes forem de uso comum, desinfetá-los a cada vez que utilizá-los. – Ao usar o toilette: após tocar em torneiras, descarga ou assento lave bem as mãos ou utilize os produtos ali colocados pela empresa para a higienização. Siga os procedimentos definidos e passe álcool gel nas mãos ao sair. – Cozinha: em alguns lugares, o protocolo é que não haja áreas compartilhadas para consumo de café, água, suco e alimentos, ficando o funcionário responsável por sua própria água ou lanche. Se essa não for a realidade da empresa – ou do coworking – prestar atenção no uso de copos e outros produtos descartáveis, como açúcar, adoçantes, colheres, guardanapos, entre outros. Outra opção (e mais sustentável) é cada funcionário ter o seu próprio copo ou xícara. Cuidado também com a higienização das mãos ao utilizar as máquinas ou garrafas de café, chá e suco. – Se o funcionário almoça nas dependências da empresa: seguir os procedimentos básicos de uso de máscaras, higienização das mãos e se sentar distante dos demais que estão no mesmo ambiente.   Descarte das máscaras e outros objetos utilizados na prevenção do novo Coronavírus   – O descarte deve ser feito na lixeira comum. Não jogar o material no chão, rua ou outro lugar público e nem deixar solto na casa ou escritório, pois pode contaminar o meio ambiente.   Iniciativas estruturais   – Criar uma área de saúde e segurança ou um comitê dentro da empresa: podem realizar palestras e plantões de dúvidas com os colaboradores, bem como aplicar questionário de saúde e aferição de temperatura no início das atividades. Gostou destas dicas? Leia também: 7 competências comportamentais para 2021 Dicas para aplicar avaliação de desempenho em 2020     Fontes: redação Blog Nocta; revista Melhor Gestão de Pessoas Imagens: freepik

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Ter plantas em casa traz benefícios para a saúde

Além de deixar a casa mais bonita e cheia de vida, as plantas também promovem bem-estar e são usadas como artifício terapêutico.    Pesquisas revelam que a prática da jardinagem é saudável e traz diversos benefícios para a saúde, entre eles: melhoram a concentração e a memória; contribuem para a aprendizagem; reduzem o estresse; aceleram o processo de recuperação de pacientes; e ajudam a superar problemas e as barreiras mentais.    Veja aqui uma seleção de plantas e seus respectivos benefícios para você começar a levar mais verde para dentro de casa! 1-Plantas inspiram relaxamento   De acordo com a NASA, as espécies vibrantes, como a violeta africana (Saintpaulia ionantha), causam um pequeno estímulo para a liberação de adrenalina em nosso corpo, que aumenta os níveis de energia e oxigenação, nos ajudando a relaxar.   2-Elas são umidificadores naturais   Em vez de comprar um eletrodoméstico, invista em algumas samambaias-americanas (Nephrolepis exaltata) pela casa. Elas liberam umidade por sua transpiração e ajudam a tornar o ambiente mais agradável.   3-Algumas são remédios naturais   De acordo com o National Institutes of Health, a aloe vera era conhecida como a “planta da imortalidade” no antigo Egito e usada para curar feridas. Hoje em dia costumamos usá-la para tratar queimaduras solares e ela é princípio ativo de diversos tratamentos de beleza.   4-Elas inspiram criatividade   Quem realiza trabalhos criativos pode se beneficiar das plantas! De acordo com o expert em jardinagem da Costa Farms, Justin Hancock, folhas coloridas trazem inspiração e energizam o que há ao seu redor.   5-Podem minimizar alergias   Se você sofre de alergias, pode usar plantas sem flores como suas aliadas. As folhas do clorofito (Chlorophytum comosum) absorvem alergênicos como mofo e poeira.    6-Plantas limpam o ar   Uma pesquisa da NASA indica espécies de plantas que conseguem absorver toxinas em ambientes fechados e, assim, ajudam a melhorar a qualidade do ar. Alguns exemplos: Antúrio, Aranha, Espada de São Jorge, Gérbera, Jiboia, Lírio da Paz, Palmeira-bambu, Palmeira-rápis e Samambaia-americana.   7-Suas cores acalmam os olhos   Entre os benefícios decorativos das plantas está o alívio dos olhos cansados. Observar as folhas verdes após horas trabalhando na frente de um computador pode ser uma boa pedida, já que o tom é percebido pelo cérebro como suave.   8-Elas ajudam na concentração   Um estudo do Royal College of Agriculture descobriu que os alunos prestavam 70% mais atenção quando estavam em um ambiente com mais verde. Se sua casa não possui muita luz, aposte em algumas variedades que se dão bem nos ambientes fechados. Na dúvida, escolha o bambu – ele também ajuda com as energias relacionadas ao Feng Shui.   9-São tendência na decoração   As plantas são um dos elementos essenciais das casas realmente estilosas. Além das inegáveis qualidades naturais, elas também podem ser usadas pelas suas cores, complementando o décor.   10-Jardinagem contra o estresse    Um vaso de planta em cima da mesa pode te ajudar a respirar fundo e se acalmar. Um relatório do Journal of Environmental Psychology aponta que flores como o Antúrio ajudam a diminuir os níveis de estresse. Fontes: redação blog Nocta; site Exame  

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Vacina contra o câncer de mama mais agressivo tem sucesso em teste

Vacina contra o câncer de mama mais agressivo tem sucesso em teste com camundongos, aponta pesquisa   Uma matéria do G1 traz dados de uma pesquisa conduzida pelo Instituto Wyss, da Universidade de Harvard (EUA), em parceria com o Instituto do Câncer Dana-Farber, e publicada na revista científica “Nature Communications”, que mostram resultados nos estágios iniciais de desenvolvimento de uma vacina contra um tipo específico de câncer de mama. O estudo teve como alvo o câncer de mama triplo negativo, que representa 15% dos casos de câncer de mama no mundo, é mais frequente entre mulheres jovens e é considerado o mais agressivo. Vacinas contra câncer de mama De acordo com a reportagem, as chamadas “vacinas” contra o câncer estão em desenvolvimento ao menos desde 2009. O termo é usado ainda que elas sejam aplicadas em situações na qual a doença já está instalada, lembrando também a ação de um medicamento. A principal estratégia dessas vacinas consiste em pegar moléculas das células cancerosas e usar nelas substâncias que permitam que o corpo as reconheça e as destrua. O procedimento tenta driblar o principal mecanismo de ação do câncer, que é justamente impedir que o corpo identifique o crescimento desordenado das células do próprio paciente como uma ameaça. No caso da vacina desenvolvida por Harvard, os pesquisadores buscaram fazer com que o medicamento tivesse a efetividade da quimioterapia (tratamento que utiliza medicamentos para destruir as células doentes) e a eficácia de longo prazo da imunoterapia (que auxilia o próprio sistema imunológico do paciente a identificar e combater o câncer). Testes realizados em camundongos Os cientistas implantaram uma matriz de medicamentos (quimioterapia) do tamanho do comprimido de aspirina sob a pele dos camundongos. Depois, a vacina (imunoterapia) foi colocada perto de um dos linfonodos, que são pequenos órgãos do sistema linfático que atuam na defesa do organismo. A combinação desses componentes resultou em duas ações: 1. incentivar o crescimento e a reunião das células dendríticas, tipo de célula do sistema imune responsável por iniciar a defesa do corpo contra uma ameaça. 2. além de reunir essas células de defesa, a vacina transportou uma droga usada na quimioterapia, que conseguiu agir no local e matar células cancerosas. Com isso, a “explosão” dos tumores liberou material que as células dendríticas reconheceram e passaram a identificar como uma ameaça ao corpo, levando a uma ação de defesa de longo prazo. Os camundongos também foram submetidos a testes nos quais os tumores primários foram removidos – depois, os animais foram imunizados. Segundo o comunicado, todos os que foram submetidos ao procedimento sobreviveram, sem metástase. A equipe continua explorando a combinação de quimioterapia com vacinas contra o câncer e espera melhorar sua eficácia antitumoral para outros tumores de difícil tratamento. Os pesquisadores esperam que mais estudos permitam que a vacina avance para testes pré-clínicos e, futuramente, possa ser testada em pacientes humanos. Fonte: G1

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Você já ouviu falar em Síndrome Visual Relacionada a Computadores (SVRC)?

Hoje, é praticamente inevitável fugir dos computadores, celulares e aparelhos eletrônicos na rotina da vida urbana moderna. Passamos muitas horas utilizando essas tecnologias para trabalhar, estudar e também se divertir. Mas o uso excessivo pode causar diversos problemas de saúde, entre eles, a Síndrome Visual Relacionada a Computadores (SVRC). Segundo a Sociedade Brasileira de Oftalmologia, 90% das pessoas que utilizam computador por mais de três horas diárias apresentam algum sintoma relacionado à SVRC.  O que é Síndrome Visual Relacionada a Computadores (SVRC)? Trata-se de um conjunto de sintomas desencadeados pelo cansaço visual, entre eles: sensação de areia, ardência, embaçamento e vermelhidão nos olhos, além de dores de cabeça, sonolência, mal-estar, tontura e cansaço de forma geral. Como prevenir o SVRC Cassia Senger, professora do curso de Medicina da USP em Bauru, indica algumas medidas para evitar o esforço visual. Segundo a oftalmologista, deve-se manter a tela do computador a uma distância de 60 a 70 centímetros, realizar intervalos a cada 50 minutos de uso e lembrar de piscar os olhos. Usar iluminação adequada, ter boas noites de sono, alimentação saudável e a prática regular de exercícios físicos também são formas de enfrentar a síndrome com maior cuidado. Em alguns casos, o uso de colírios lubrificantes também pode ser alternativa para reduzir os riscos da síndrome. Pessoas mais propensas a desenvolver SVRC Qualquer pessoa pode desenvolver os sintomas da SVRC e aquelas que já apresentam algum erro refracional – como a miopia, a hipermetropia, o astigmatismo, o estrabismo e a presbiopia – possuem maiores chances. Crianças: cuidados necessários As crianças que passam horas assistindo televisão, ou jogando e brincando no celular e computador, estão muito suscetíveis à síndrome. Os pais devem ficar atentos aos sintomas como: dores de cabeça e nos olhos, ardência, olhos vermelhos e lacrimejantes, reflexo do piscar, sonolência e irritabilidade. Não deixe de ler também: Aprenda 5 exercícios de respiração para controlar a ansiedade Fonte: Redação blog Nocta; Jornal da USP Imagens: Freepik

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Aprenda 5 exercícios de respiração para controlar a ansiedade

Você sabia que praticar respiração consciente traz benefícios para a saúde? Isso porque o ato de inspirar profundamente e expirar devagar afeta diretamente o sistema nervoso. Desta forma, é possível aliviar a tensão e proporcionar uma sensação de calma. Os exercícios de respiração podem amenizar o estresse, a ansiedade e o nervosismo, além de ajudar a manter o foco. Como fazer exercícios de respiração? A respiração consciente é uma prática que consiste em adotar uma respiração tranquila e lenta, focando a atenção nesta ação. Como respirar para melhorar a ansiedade? Quando estamos em um estado de calma, a nossa respiração flui na barriga. (Repare!) Então, é essencial aprender a usar o diafragma na respiração. Veja como colocar em prática 5 exercícios de respiração!   1. Respiração pelo diafragma O diafragma é um músculo localizado no abdome, embaixo da caixa torácica. Realizar a respiração pelo diafragma significa respirar profundamente sentindo o músculo do diafragma levantar e as costelas se abrirem – sem levantar os ombros – e expirar vagarosamente. O ideal é fazer esse exercício de pé, com os pés alinhados ao tronco, e acompanhando o movimento natural do tórax e abdome. Com a repetição, seu organismo voltará ao equilíbrio normal. 2. Respiração abdominal Esta é outra forma de focar a respiração no diafragma. Deitado com a barriga para cima, coloque as mãos sobre o abdome, respire profundamente e devagar. Logo depois, expire pelo nariz vagarosamente. Se quiser, pode fazer a mesma contagem para os dois movimentos. Repita até se sentir totalmente relaxado. 3. Alternando as narinas Esse exercício é muito simples, mas muito eficaz! Ao sentir que sua respiração está fora de controle, pressione com um dedo uma das narinas e inspire pela outra. Segure o ar. Em seguida, pressione a narina contrária e expire pela outra. A mesma que soltou o ar, dessa vez, deverá ser por onde você deve inspirar; a repetição deve ser alternada. 4. Respiração quadrada Contar ajuda a relaxar, é o que comprova a respiração quadrada. Nessa prática você deve inspirar contando até 3. Segure o ar contando até 3. Depois, expire pela boca contando até 3 e, em seguida, permaneça sem ar pelo mesmo período de tempo. Repita o processo até sentir que está mais relaxado. A contagem pode aumentar conforme a ansiedade for diminuindo. 5. Tronco flexionado Para realizar esse exercício é preciso estar sentado em uma cadeira. Flexione o tronco para frente, apoiando-o nas coxas, e deixe a cabeça e os braços soltos, em direção ao chão. Nessa posição, respire e inspire profundamente sentindo o ar sendo jogado para as costas. Repita esse processo quantas vezes achar necessário. Ao terminar, retorne à posição inicial lentamente, começando pela lombar e finalizando com o alinhamento da cabeça. Leia também aqui no Blog da Nocta: Campanha Dia Mundial da Saúde Mental 2020 Ouvir Mozart pode ajudar a melhorar dores, diz estudo Fonte: Redação Blog Nocta; uol

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