Resultados da pesquisa

Alimentos devem conter nova rotulagem nutricional

Os alimentos devem conter uma nova rotulagem nutricional em suas embalagens a partir de outubro de 2022. O processo de elaboração da nova norma teve início em 2014 e foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 07 de outubro de 2020. A medida estabelece mudanças na tabela de informação nutricional. Entre as novidades está a adoção de rótulo nutricional na frente da embalagem. O que é rotulagem nutricional frontal? É um símbolo informativo na parte da frente do produto. A ideia é esclarecer o consumidor, de forma clara e simples, sobre o alto conteúdo de nutrientes que têm relevância para a saúde. Para este rótulo, foi desenvolvido um design de lupa para identificar o alto teor de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. O símbolo deverá ser aplicado na frente do produto, na parte superior, por ser uma área facilmente capturada pelo nosso olhar. Esse símbolo deve seguir modelos definidos na IN 75/2020, conforme apresentado a seguir. O que é tabela de informação nutricional e o que mudou? É aquela tabela com informações nutricionais que já é encontrada, atualmente, nos produtos no mercado. Ela é obrigatória para os rótulos dos alimentos embalados na ausência do consumidor. A tabela de informação nutricional passará por mudanças significativas. A primeira delas é que a nova regra permite apenas letras pretas e fundo branco. O objetivo é afastar a possibilidade de uso de contrastes que atrapalhem na legibilidade das informações. As áreas encobertas agora só podem ser usadas em produtos pequenos, desde que a informação fique acessível. Outra alteração será nas informações disponibilizadas na tabela. Passará a ser obrigatória a identificação de açúcares totais e adicionados, a declaração do valor energético e nutricional por 100 g ou 100 ml, para ajudar na comparação de produtos, e o número de porções por embalagem. Além disso, a tabela deverá ficar, em regra, próxima da lista de ingredientes e em superfície contínua, não sendo aceitas quebras. Ela não poderá ser apresentada em áreas encobertas, locais deformados ou regiões de difícil visualização. A exceção fica para os produtos pequenos (a?rea de rotulagem inferior a 100 cm²), em que a tabela poderá ser apresentada em partes encobertas, desde que acessíveis. Fontes: Redação Blog Nocta; Anvisa Imagens: Freepik

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Campanha Dia Mundial da Saúde Mental 2020

O Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado a 10 de outubro, foi criado em 1992 pela Federação Mundial de Saúde Mental (World Federation for Mental Health). Neste ano, a data é celebrada em um momento de mudanças significativas na vida de todos, em consequência da pandemia do Covid-19. Diante deste cenário, o tema saúde mental foi amplamente debatido e a preocupação com o bem-estar colocado em questão. A OMS lançou a campanha para o Dia Mundial da Saúde Mental 2020 com o foco nesta realidade. Crianças reagem de forma diferente em momentos difíceis, precisando de amor e atenção extras. Promover atividades lúdicas para lidar com sentimentos como medo, ansiedade e raiva e ter conversas honestas, apropriadas à idade, ajudam a proteger os pequenos Neste período de distanciamento social, manter hábitos saudáveis pode melhorar seu bem-estar físico e mental. Confira nossas dicas sobre o que fazer para ter um dia a dia com menos estresse em casa: Somos todos os dias bombardeados com as mais diversas informações sobre COVID-19: quantas pessoas estão infectadas, quantas perderam suas vidas e como a pandemia está impactando nossas vidas. É natural que esta situação cause angústia e estresse. Por isso, é importante que você não esqueça de cuidar de seu corpo e de sua mente neste período difícil. Nós temos algumas dicas para te ajudar a começar.   Leia também aqui no Blog da Nocta: Como minimizar a fadiga por videochamadas no home office Insônia: como dormir bem em tempos de quarentena

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alimentos para imunidade

Mito ou verdade: existem alimentos que melhoram o sistema imunológico?

Garantir o bom funcionamento do sistema imunológico é importante para evitar infecções. Quando alguém está com alguma enfermidade, como gripes e resfriados, por exemplo, é comum ouvir recomendações caseiras para deixar o corpo “forte”. Mas será que é verdade que existem alimentos que deixam o organismo melhor? Entenda o que é o sistema imunológico e como manter o seu bom funcionamento para evitar infecções. Confira! O que é sistema imunológico? O sistema imunológico funciona como uma barreira contra ataques de bactérias, vírus e outros micróbios. Ele é composto por milhões de células de diferentes tipos e com diferentes funções, responsáveis por garantir a defesa do organismo e por manter o corpo funcionando livre de doenças. Como deixar o sistema imune melhor Não existe um alimento milagroso, mas ações para uma vida saudável que incluem o consumo de alimentos variados, atividades físicas, beber água, não ter vícios (cigarro e álcool, por exemplo) e evitar o estresse. Alimentos que ajudam a fortalecer a imunidade Em entrevista à Rádio USP, a professora Selma Freire de Carvalho da Cunha, da área de Nutrologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, explicou que a defesa do nosso organismo contra infecções depende do bom funcionamento do sistema imune. “Como os nutrientes presentes nos alimentos influenciam no sistema imune, podemos dizer que sim, que a alimentação tem um papel tanto na predisposição, ou seja, na tendência a desenvolver doenças, como na proteção contra as doenças infecciosas, até mesmo as causadas por vírus.” Segundo ela, é importante o consumo de alimentos vegetais ricos em fibras que favorecem o crescimento de bactérias consideradas benéficas em nosso intestino. O resultado é a melhora nos mecanismos de defesa imune frente às infecções. Ela destaca alguns alimentos: – As frutas cítricas (limão, laranja, abacaxi, kiwi etc); – Castanhas e amêndoas; – Feijão; – Vagem; – Grão-de-bico; – Ervilha; – Lentilha; – Brócolis; – Couve; – Espinafre; – Beterraba. Por que beber água é importante para a imunidade? A água é importante para manter o bom funcionamento do organismo e também essencial no tratamento de doenças. No caso de doenças infectocontagiosas, ela ajuda a eliminar substâncias tóxicas do organismo. Com isso, alivia-se os sintomas e diminui o risco de agravar o quadro. Quando o corpo recebe a quantidade adequada de água, melhora o sistema imunológico. Segundo o Dr. Drauzio Varella, em média, o consumo diário ideal é de 2 litros de água. Além de ser essencial para fortalecer a resposta imune contra gripes e resfriados, a água também previne doenças renais, hidrata a pele e elimina toxinas ingeridas ou produzidas no metabolismo diariamente. Fonte: Redação blog Nocta Imagens: Freepik

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Ouvir Mozart pode ajudar a melhorar dores, diz estudo

Mozart é objeto de estudo há anos. Segundo pesquisa recente, a música clássica tem o poder de diminuir dores e inflamação no corpo. Não é de hoje que a música clássica é associada ao bem-estar e saúde. Você se lembra do “efeito Mozart”? Na época, pesquisas apontaram que ouvir sinfonias do compositor fariam bem para os bebês. Logo, a notícia se espalhou e até hoje esse método é usado para acalmar tanto as mamães grávidas como os bebês.    É um desafio para os pesquisadores descobrir os efeitos da música clássica no corpo humano. O mais recente estudo, publicado na revista Frontiers in Neurology, indica que escutar Mozart pode ajudar a reduzir dores e inflamações. Vamos entender como chegaram a essa teoria? Como foi feita a pesquisa   Para chegar a este resultado, os cientistas deixaram camundongos ouvirem 3 horas de Mozart por dia, durante 21 dias, sendo que todos eles estavam com cortes e inflamações nas patas. E o resultado não poderia ser mais surpreendente: após este período, os bichos que escutaram o maestro aguentaram 77% a mais as dores do que os ratos que não ouviram nenhum tipo de música. Uma boa dose de Mozart ajuda   Os pesquisadores também descobriram que as canções aumentaram a eficácia de alguns medicamentos.  O tratamento com ibuprofeno e Mozart, por exemplo, levou a redução no inchaço 93% maior do que a produzida pelo ibuprofeno sozinho. Já o canabidiol foi 21% mais eficaz equiparado com a música.  Grzegorz Bulaj, líder da pesquisa, explicou que muitos analgésicos “produzem toxicidade e efeitos adversos” e que, usando a sonoridade, pode ser possível tratar dores com menos remédios.  Mozart foi escolhido porque pesquisas já haviam confirmado que a repetição rítmica de suas composições possuem efeito calmante no sistema nervoso humano. Se você ainda não aprecia, talvez este seja um bom momento para começar a incluir a música clássica em sua vida!   Fontes: redação blog Nocta; revista Galileu Imagem: freepik

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Autossabotagem: como mudar esse comportamento que prejudica a vida

A autossabotagem é um comportamento que varia de pessoa para pessoa e tem muitas causas, como medo e comodismo. É quando criamos obstáculos e empecilhos – de forma consciente ou inconsciente – que nos atrapalham na hora de realizar tarefas ou conquistar objetivos. E essas ações e pensamentos acabam prejudicando a vida profissional. Geralmente, reflete a postura de pessoas que possuem dificuldades em lidar com mudanças. Então, como solução, optam em manter-se no padrão conhecido e, desta forma, não se arriscam em conquistar algo mais para si.  O que a autossabotagem pode gerar A ideia de viver em segurança e sem grandes emoções parece inofensivo, mas colocar a vida no piloto-automático pode ser perigoso. Gradualmente, viver uma vida improdutiva pode gerar angústia e desgaste nos campos profissionais e pessoais.  Causas da autossabotagem – Medo do sucesso: o sucesso traz consigo uma carga de cobrança que nem todos conseguem suportar e lidar.  – Relação com autoestima: quanto mais a pessoa se valorizar, conseguirá ver opções e possibilidades diferentes para superar os problemas da vida. – Projetar a felicidade para o futuro: perseguir uma futura felicidade, sem desfrutar do tempo presente, pode causar muita angústia. Dicas para melhorar esse comportamento Em entrevista à revista Consumidor Moderno, o psicólogo e médico clínico geral Roberto Debski compartilhou dicas eficientes para se aplicar no dia a dia e ajudar a se livrar da autossabotagem. Confira! 1 – Treine suas emoções e aprenda a lidar com elas: “Autoconhecimento, leituras, meditação, psicoterapia, constelação familiar, são recursos úteis e efetivos para proporcionar equilíbrio emocional e ajudar a lidar com a ansiedade e o estresse, os quais aumentam a procrastinação e a autossabotagem.  Para completar com chave de ouro, sempre que tomar uma decisão importante, faça uma ação imediatamente a seguir, tomando atitudes concretas, iniciando de imediato a mudança”. Leia também: Saúde mental: praticar Yoga ajuda a controlar as emoções 2 – Organize-se e compartilhe com amigos e família suas atividades: “Eles darão apoio e motivação sempre que pensar em desistir e fazer atividades juntos aumenta o grau de diversão e prazer. Prepare-se adequadamente para a tarefa que se propõe a fazer. Estar preparado aumenta a motivação, tranquilidade e confiança para atingir o seu objetivo. Tome notas de suas metas, reveja frequentemente as anotações e as deixe onde as veja, mantendo o foco continuamente“. 3 – Foque no resultado positivo e visualize sua conquista: “A ciência já comprovou que a técnica de visualização tem o mesmo efeito em nosso cérebro do que a prática. Visualizar nos prepara para conquistar nossos objetivos. Visualize-se desfrutando dos benefícios e boas sensações que terá quando tiver acabado seus compromissos e tarefas. Atletas de ponta treinam continuamente visualização de suas provas, diversas vezes antes de realizá-las. Ver com os olhos da mente, o término da tarefa com você se sentindo muito bem, abre o caminho, favorece e direciona para um bom resultado”.   Fontes: redação blog Nocta; Revista Consumidor Moderno Imagem: Freepik

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Um alerta sobre hipocondria

Ter preocupação com a própria saúde é normal, ainda mais com tudo que estamos vivendo. Essa preocupação só se torna um problema quando a ideia de estar com uma doença séria consome você. As pessoas com hipocondria possuem um medo excessivo com as doenças, direcionando os pensamentos – de forma compulsiva – para preocupações sobre o próprio estado de saúde. Elas constumam maximizar os sintomas. No Manual de Diagnóstico Psiquiátrico é considerado “transtorno de sintomas somáticos e transtorno de ansiedade”. Efeitos do novo Coronavírus Diretamente ligada à ansiedade e a transtornos obsessivos compulsivos, a hipocondria pode se tornar mais comum após a pandemia do Covid-19. E aqueles que já possuem esse diagnóstico, agora podem sentir com mais intensidade. Será que sou hipocondríaco? As medidas preventivas contra o novo Coronavírus farão parte de nossas vidas por um tempo ainda indeterminado. Voltamos a falar de higiêne básica – lavar as mãos! Também demos atenção maior para o que trazemos para dentro de casa. Já falamos aqui no blog sobre produtos que você deve usar para higienizar alimentos e embalagens. E quando iríamos imaginar que a máscara faria parte do nosso cotidiano? Que seria um item essencial em nossas vidas? Pois é, estamos aprendendo a lidar com os impactos dessa doença. Tudo isso para dirimir os riscos de sermos infectados e também transmissores da doença. Será que isso pode fugir ao nosso controle e se tornar uma compulsão? Como saber? Uma pessoa com hipocondria costuma apresentar os seguintes comportamentos: – Ter um medo intenso ou ansiedade prolongados de ter uma doença grave. – Preocupar-se que os menores sintomas e sensações físicas podem significar uma doença grave. – Procurar médicos repetidamente ou fazer exames complexos com frequência, como ressonâncias magnéticas e ecocardiogramas. – Trocar de médico constantemente, sempre buscando uma segunda opinião que indique uma condição grave. – Falar diversas vezes sobre seus sintomas ou das doenças de que suspeita ter. – Checar frequentemente o corpo em busca de problemas. – Checar frequentemente os sinais vitais, como pulsação ou pressão arterial. – Pensar ter uma doença só de ler ou ouvir sobre ela. Ter preocupação com a própria saúde é normal e importante para evitar futuras doenças. Ainda mais com tudo que estamos vivendo! É normal também ficar ansioso quando se tem algum sintoma. Essa preocupação só se torna um problema quando a ideia de estar com uma doença séria consome você, mesmo que você já tenha feito exames apropriados e seu médico tenha assegurado que o problema é simples ou mesmo inexistente. Se você sentir que as preocupações estão afetando sua saúde mental e física, procure uma ajuda profissional (psiquiatra ou psicólogo, por exemplo). Ah, e você pode nem precisar sair de casa para fazer uma consulta. Confira com o seu plano de saúde as opções de Teleconsulta. Leia também: Qual a diferença entre Teleconsulta, Telediagnóstico e Telemedicina? Fonte: redação blog Nocta Imagem: Freepik

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teste de medicamentos covid

Anvisa autoriza dois novos estudos clínicos para Covid-19

Objetivo é testar medicamentos experimentais no tratamento de pacientes com quadros graves provocados pela Covid-19. A expectativa para encontrar a melhor forma de tratamento para o novo Coronavírus é grande, assim como a criação de uma vacina para prevenção da doença. Neste sentido, estamos vivendo uma luta contra o tempo. Cada notícia sobre novos experimentos e testes nos dá esperança e nos fortalece. Por isso, vamos compartilhar aqui no blog Nocta informações atualizadas sobre o assunto. No dia 24 de junho, a Anvisa autorizou a realização de dois novos estudos clínicos relacionados à Covid-19. O objetivo das pesquisas é testar medicamentos experimentais no tratamento de pacientes hospitalizados com quadros graves provocados pela doença. Medicamento associado ao fármaco tocilizumabe O primeiro deles é um estudo de fase 3 destinado à avaliação da eficácia e da segurança do medicamento experimental remdesivir em pacientes com pneumonia grave provocada pela Covid-19. Nesta pesquisa, o produto será usado no tratamento de dois grupos, sendo que um receberá o medicamento associado ao fármaco tocilizumabe e outro será tratado com o remdesivir com placebo. O pedido de autorização dessa pesquisa foi feito pela empresa PPD do Brasil Suporte a Pesquisa Clínica Ltda. De acordo com o protocolo clínico, o estudo deve envolver um total de 105 pacientes. Medicamento experimental ruxolitinibe A outra autorização é referente a um estudo, também de fase 3, desenvolvido para avaliar a eficácia e a segurança do medicamento experimental ruxolitinibe em pacientes com “tempestade de citocinas” associada à Covid-19. Esta situação ocorre quando o organismo gera uma quantidade exagerada de defesas (citocinas) contra a doença, causando agravamento do quadro clínico. A pesquisa é da Novartis Biociências S.A. e deve incluir 60 pacientes. Anvisa prioriza demandas relacionadas ao Covid-19 Desde o reconhecimento de calamidade pública no Brasil em virtude da pandemia do novo coronavírus, a Anvisa tem adotado estratégias para dar celeridade às análises e às decisões sobre qualquer demanda que tenha como objetivo o enfrentamento da Covid-19. Uma dessas estratégias foi a criação, no âmbito da Gerência Geral de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED), de um comitê de avaliação de estudos clínicos, registros e mudanças pós-registros de fármacos para prevenção ou tratamento da Covid-19. O trabalho do grupo visa também reduzir o risco de desabastecimento de medicamentos com impacto em saúde pública devido à pandemia. Regras para pesquisas clínicas Para realização de qualquer pesquisa clínica envolvendo seres humanos, é obrigatória a aprovação dos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) e/ou da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). A anuência de pesquisa clínica pela Anvisa constitui-se na etapa regulatória, que se aplica somente aos estudos com finalidade de registro e pós-registro de medicamentos e analisada por solicitações de empresas patrocinadoras ou seus representantes. O prazo para início do estudo após a aprovação ética e regulatória é definido pelo patrocinador. Confira aqui os estudos clínicos autorizados pela Agência. Confira a publicação da autorização no Diário Oficial da União (D.O.U.).   Fonte: Redação blog Nocta; Anvisa

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Como minimizar a fadiga por videochamadas no home office

Home office: o excesso de reuniões por videochamadas tem provocado uma série de problemas físico e mental. Matéria da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios traz os principais pontos sobre o tema. Confira na íntegra: Como minimizar a fadiga por videochamadas no home office O home office tem sido um grande desafio para boa parte das pessoas e apresenta, a cada dia, novos desafios que ainda não eram conhecidos. Um deles é o excesso de videoconferências. Reuniões por vídeo podem ser práticas, mas também mais cansativas do que encontros presenciais, que estão vetados durante a pandemia do novo coronavírus, por uma série de razões. A revista norte-americana Fast Company produziu um material especial sobre o tema, chamado de “fadiga do Zoom“, em tradução livre. A publicação elegeu alguns dos principais problemas que empreendedores e executivos de todo o mundo têm encontrado em videoconferências e como minimizá-los nesse momento. Confira: Não há intervalos Pode parecer que não havia intervalos entre reuniões no mundo pré-coronavírus, mas existiam. Mesmo que fosse apenas ir de uma sala para outra, era possível se desligar por breves minutos e andar um pouco. Agora, é só trocar de tela, sem sair do lugar, sem descanso. Um cronograma sem margens de descanso consome as baterias mentais. A Fast Company sugere que, para reduzir esse problema, as reuniões sejam marcadas com algumas brechas de cinco a dez minutos, para ter um tempo de descanso para o cérebro. Posição estática Outro motivo pelo qual as videochamadas podem ser extremamente cansativas é ter de se manter fisicamente em uma mesma posição. Em uma reunião presencial, é provável que a pessoa mude de um lado para o outro, incline-se na cadeira, mude a direção do olhar, mas em vídeo isso não é possível – você fica preso no mesmo lugar. A única maneira de superar esse problema é desligar a câmera por um tempo. Também é recomendado alternar entre ficar em pé ou sentado durante as chamadas, colocando o computador em superfícies que permitam isso. Se conseguir colocar em prática o primeiro passo e estabelecer intervalos entre as reuniões, caminhe e faça um alongamento suave das costas, pescoço, ombros e braços. Isso fará seu sangue fluir e reduzirá o cansaço mental causado pela fadiga física de seus músculos. Aumento da fadiga ocular Atualmente, compromissos de trabalho e também pessoais estão concentrados no mesmo lugar: telas. Pesquisas dizem que piscamos duas vezes menos quando olhamos para telas. Isso significa que nossos olhos têm maior probabilidade de ficarem secos, irritados e cansados. Uma sugestão é praticar a regra 20-20, em que a cada 20 minutos, você pare e leve 20 segundos para olhar alguma coisa a seis metros de distância. Outra dica recomendada é fazer uma pausa de 15 minutos a cada duas horas para que os olhos possam descansar. Sobrecarga visual Em uma reunião presencial, é impossível olhar para todas as pessoas ao mesmo tempo. Em uma videoconferência, além de olhar para todos, ainda é possível olhar para si mesmo. Isso cria sobrecarga visual porque, quando olhamos para uma tela, seja um computador ou uma tela de TV, nossas mentes estão acostumadas a processar o que está à nossa frente como um todo unificado. Mas uma reunião do Zoom na exibição da galeria não é um todo unificado. É o equivalente a tentar assistir cinco, dez, vinte ou mais programas de TV diferentes, lado a lado, enquanto verifica um espelho para ver sua aparência. Isso pode ser incrivelmente exaustivo. Para superar esse cansaço visual, você pode começar colocando o Zoom na visualização de quem está falando, em vez da visualização da galeria. Dessa forma, você terá a sensação mais “natural” de focar em uma pessoa principal de cada vez. Outro passo que você pode seguir, dependendo da reunião e do seu papel nela, é interromper sua câmera de vídeo durante parte ou de toda a chamada. Isso pode permitir que você mude de posição em sua cadeira como faria normalmente em uma reunião e reduza a sobrecarga visual ao olhar em um pequeno espelho durante toda a chamada. Por fim, se possível, opte por fazer uma ligação de áudio mesmo. As videochamadas ajudam bastante, mas quando só é necessário alinhar alguns itens práticos, muitas vezes uma ligação é suficiente e gasta muito menos energia. Assim, são eliminados automaticamente três desses quatro problemas. Você pode se mover, caminhar enquanto fala, não precisa olhar para tela nenhuma nem ser visto. Ainda não se sabe quando as reuniões presenciais voltarão, mas até lá essas dicas podem ajudar a terminar o dia menos exausto. Fonte: Redação blog Nocta; Revista PEGN

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Planos de saúde passam a cobrir mais exames que auxiliam no diagnóstico e tratamento do novo Coronavírus

Novos testes passam a ser de cobertura obrigatória para os beneficiários de planos de saúde nas segmentações ambulatorial, hospitalar e referência. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu mais seis exames que auxiliam no diagnóstico e tratamento do novo Coronavírus na lista de coberturas obrigatórias dos planos de saúde. Trata-se da Resolução Normativa nº 457 que já está valendo. De acordo com o comunicado oficial da ANS, as novas incorporações buscam ampliar as possibilidades de diagnóstico da Covid-19, especialmente em pacientes graves com quadro suspeito ou confirmado, e estão alinhadas às diretrizes e protocolos do Ministério da Saúde para manejo da doença. Dessa forma, auxiliam no diagnóstico diferencial e no acompanhamento de situações clínicas que podem representar grande gravidade, como por exemplo, a presença de um quadro trombótico ou de uma infecção bacteriana causada pelo vírus. Confira a lista dos novos exames que passam a ser de cobertura obrigatória para os beneficiários de planos de saúde nas segmentações ambulatorial, hospitalar e referência: Dímero D (dosagem): O procedimento já é de cobertura obrigatória pelos planos de saúde, porém, ainda não era utilizado para casos relacionados à Covid-19. É um exame fundamental para diagnóstico e acompanhamento do quadro trombótico e tem papel importante na avaliação prognóstica na evolução dos pacientes com Covid-19. Procalcitonina (dosagem): O procedimento é recomendado entre as investigações clínico-laboratoriais em pacientes graves de Covid-19, auxiliando na distinção entre situações de maior severidade e quadros mais brandos da doença. Pesquisa rápida para Influenza A e B e PCR em tempo real para os vírus Influenza A e B: Esses testes são indicados para diagnóstico da Influenza. A proposta consiste na incorporação dos dois procedimentos para minimizar questões de disponibilidade e para otimizar o arsenal diagnóstico disponível. A pesquisa rápida é recomendada para investigações clínico-laboratoriais em pacientes graves. O diagnóstico diferencial é importante, pois a influenza também pode ser causa de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). Pesquisa rápida para Vírus Sincicial Respiratório e PCR em tempo real para Vírus Sincicial Respiratório: Esses testes são indicados para diagnóstico da infeção pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR). A proposta consiste na incorporação dos dois procedimentos para minimizar questões de disponibilidade e para aprimorar as possibilidades. O teste rápido para o VSR é útil no diagnóstico diferencial de Covid-19 em crianças com infecção viral grave respiratória. A maioria desses testes diagnósticos já era de cobertura obrigatória no âmbito da saúde suplementar. No entanto, eles não estavam listados no rol de coberturas mínimas dos planos de saúde ou, quando já incluídos, não contemplavam pacientes com quadro suspeito ou confirmado da Covid-19. A atualização tem como objetivo ampliar as possibilidades de diagnóstico e, assim, buscar uma resposta mais rápida e efetiva para salvar vidas. Segundo a ANS, a proposta de atualização extraordinária da cobertura assistencial será reavaliada até o final do processo regular de atualização do Rol em curso, tanto quanto ao seu contexto de utilização no quadro pandêmico, quanto aos seus critérios técnicos, e será submetida a consulta pública, juntamente com as propostas de atualização elegíveis do atual ciclo de atualização. Esta é a segunda inclusão extraordinária de procedimentos relacionados ao novo Coronavírus no Rol de Procedimentos da ANS. Desde o dia 13/03, os planos de saúde são obrigados a cobrir o exame Pesquisa por RT-PCR, teste laboratorial considerado padrão ouro para o diagnóstico da infecção pela Covid-19. Fonte: Redação blog Nocta; ANS Imagem: Freepik

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Qual a diferença entre Teleconsulta, Telediagnóstico e Telemedicina?

Você já deve ter escutado falar da Telemedicina. Agora, outros termos estão tomando conta do noticiário. Entenda a diferença entre eles.   A pandemia trouxe uma nova realidade em vários aspectos da nossa vida. Estamos aprendendo a conviver em isolamento social, o que nos forçou a adotar outras diversas medidas para conter o novo Coronavírus (Covid-19). Em todas as situações, o objetivo é o mesmo: preservar a saúde individual e coletiva!   Junto a isso, temos o movimento da Telemedicina, que nada mais é do que o exercício da medicina mediado por tecnologias  – telefone, videoconferências, aplicativos etc.   Existe uma norma, conhecida como Resolução da Telemedicina, que foi publicada no Diário Oficial da União no início deste ano e, logo depois, sustentada pela Portaria 467/2020 do Ministério da Saúde.   Esse documento surgiu com a finalidade de regulamentar e operacionalizar medidas de enfrentamento emergencial para a saúde coletiva. Publicamos aqui no blog Nocta um post com o posicionamento da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre o tema.   Já é um consenso no mercado que a incorporação de novas tecnologias à medicina é um caminho sem volta. E, para que esse avanço seja positivo, algumas diretrizes são necessárias para garantir qualidade e o bom relacionamento entre médico e paciente.   Bom, vamos entender todos esses termos que estão surgindo? Confira! Telemedicina O Conselho Federal de Medicina (CFM) define a Telemedicina como o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças, lesões e promoção da saúde.  Também estabelece que ela pode ser em tempo real ou por atendimento off-line, indicando uma série de possibilidades – como a teleconsulta, o telediagnóstico, a telecirurgia, a teletriagem, a teleorientação, a teleconsultoria e o telemonitoramento. O termo Telessaúde também está sendo usado como sinônimo, neste sentido mais amplo.   Teleconsulta  É a consulta médica remota, mediada por tecnologias, com médico e paciente localizados em diferentes espaços geográficos.  A Teleconsulta subentende, como premissa obrigatória, o prévio estabelecimento de uma relação presencial entre médico e paciente. Nos atendimentos por longo tempo ou de doenças crônicas, é recomendada consulta presencial em intervalos não superiores a 120 dias.   Telediagnóstico O Telediagnóstico é a transmissão de gráficos, imagens e dados para emissão de laudo ou parecer por médico com Registro de Qualificação de Especialista na área relacionada ao procedimento.                    Além desses termos destacados, você poderá ouvir falarem de Telecirurgia e Teletriagem.  A Telecirurgia é definida como a realização de procedimento cirúrgico remoto, mediado por tecnologias interativas seguras, com médico executor e equipamento robótico em espaços físicos distintos. A norma estabelece ainda que o procedimento deve ser realizado em locais com infraestrutura adequada e que, além do cirurgião remoto, um especialista local deve acompanhar o procedimento para realizar, se necessário, a manipulação instrumental. Já a Teletriagem médica é o ato realizado a distância por um médico, para avaliação dos sintomas e posterior direcionamento do paciente ao tipo adequado de assistência. Nesse contexto, após passar por essa etapa, o paciente pode receber uma orientação à distância (teleorientação). É definida como o preenchimento à distância, pelo médico, de declaração de saúde para a contratação ou adesão a plano privado de assistência à saúde.   História da Telemedicina A história da Telemedicina é antiga. No fim do século 19, a popularização da telefonia resultou na criação de redes de transferência de dados, facilitando a transmissão de sinais gráficos como eletrocardiogramas, permitindo o compartilhamento dos resultados entre vários profissionais. Esses sinais, enviados para os controles na Terra, são monitorados por médicos que podem, a partir das informações, adotar condutas clínicas. As primeiras experiências com a Telemedicina no Brasil começaram em 1994, com a transmissão a distância dos exames de eletrocardiograma.    Fontes: Redação blog Nocta; Agência Brasil Imagens: Freepik

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