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Dezembro Laranja: veja quando uma pinta pode ser câncer de pele

Dezembro Laranja é o mês da campanha de saúde para prevenção do câncer de pele, o tipo de tumor mais frequente no Brasil e no mundo. O câncer de pele é silencioso, não tem dor, não tem sintoma, mas pode ser descoberto num olhar: 70% dos casos vêm de pintas que já existiam, aponta o site G1. Veja como identificar o câncer de pele   O ABCDE das pintas: sinais de alerta para o câncer de pele melanoma   Letra A (assimetria): se ao dividir a pinta ao meio os lados não forem iguais, quer dizer que são assimétricas e é um risco para pinta maligna. Se forem simétricas, a pinta é benigna. Letra B (borda): bordas borradas e irregulares são sinais de alerta para pinta maligna. Letra C (cor): pinta com mais de uma cor pode ser sinal de melanoma. Letra D (dimensão): medir o diâmetro da pinta, se for maior que 6mm (corresponde à parte de trás do lápis) é preocupante para câncer. Letra E (evolução): ficar atento às mudanças nas características da pinta: cor, tamanho. Pinta de adulto não cresce! Se crescer é sinal de alerta. É muito importante ir ao dermatologista para fazer o controle das pintas. Quanto mais cedo identificar o câncer de pele, maiores as chances do tratamento ser bem-sucedido. Saiba mais sobre o câncer de pele É um tumor que atinge a pele, sendo o câncer mais frequente no Brasil e no mundo. É mais comum em pessoas com mais de 40 anos e é considerado raro em crianças e pessoas negras. Causado principalmente pela exposição excessiva ao sol. Tipos – Câncer de pele melanoma Pode aparecer em qualquer parte do corpo, na pele ou mucosas, na forma de manchas, pintas ou sinais. Em pessoas de pele negra, ele é mais comum nas áreas claras, como palmas das mãos e plantas dos pés. Embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, o melanoma representa apenas 3%. É o tipo mais grave, porque tem alta possibilidade de provocar metástase (disseminação do câncer para outros órgãos). – Câncer de pele não melanoma Tem alta chance de cura, desde que seja detectado e tratado precocemente. Entre os tumores de pele, o não melanoma é o mais frequente e de menor mortalidade, mas pode deixar mutilações bastante expressivas se não for tratado adequadamente. Prevenção Orientações da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Evitar a exposição excessiva ao sol e proteger a pele dos efeitos da radiação UV são as melhores estratégias para prevenir o melanoma e outros tipos de tumores cutâneos. Medidas de proteção Usar chapéus, camisetas, óculos escuros e protetores solares. Cubra as áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas. Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16 horas. Na praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material. Usar filtros solares diariamente, e não somente em horários de lazer ou de diversão. Utilizar um produto que proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo. Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Ao utilizar o produto no dia a dia, aplicar uma boa quantidade pela manhã e reaplicar antes de sair para o almoço. Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas. Manter bebês e crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses. Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame completo.   Leia também: 7 mitos ou verdades sobre o câncer Fonte: Redação blog Nocta Imagem: Freepik

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7 mitos ou verdades sobre o câncer

27 de novembro é o Dia Nacional de Combate ao Câncer e, para falar sobre esse tema tão importante, fizemos um levantamento das principais dúvidas e afirmações, falsas ou verdadeiras.   Também ressaltamos a importância de se manter informado sobre a prevenção por meio das entidades, dos institutos e sites, como a Fundação do Câncer, o INCA e o Dr. Drauzio Varella. Estas são as fontes do conteúdo que preparamos para você neste post.   Se você trabalha na área de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, acesse diversos materiais gratuitos para campanhas de saúde aqui no blog Nocta. Câncer de próstata: Campanha Novembro Azul. Câncer de mama: Campanha Outubro Rosa. Doenças causadas pelo tabagismo. Checkup: prevenção sem excesso de exames   7 mitos ou verdades sobre o câncer   1. Se alguém da família teve câncer, eu também vou ter. Mito. O câncer não tem uma causa única. Há diversas causas externas (presentes no meio ambiente) e internas (como hormônios, condições imunológicas e mutações genéticas). Entre 80% e 90% dos casos de câncer estão associados a causas externas. As mudanças provocadas no meio ambiente pelo próprio homem, os hábitos e o estilo de vida podem aumentar o risco de diferentes tipos de câncer. Sendo assim, o fator genético corresponde de 10 a 20% como causa do câncer.   2. A doença aparece com mais frequência em idosos. Verdade. O envelhecimento natural do ser humano traz mudanças nas células, que as tornam mais vulneráveis ao processo cancerígeno. Isso, somado ao fato de as células das pessoas idosas terem sido expostas por mais tempo aos diferentes fatores de risco para câncer, explica, em parte, o porquê de o câncer ser mais frequente nessa fase da vida.   3. A alimentação saudável protege contra o câncer. Verdade. Deve-se consumir mais frutas, legumes, verduras, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, e comer menos alimentos ultraprocessados, como aqueles prontos para consumo, congelados industrializados e bebidas adoçadas. A prevenção começa pela alimentação.   4. Não existe vacina contra o câncer. Mito. Há duas vacinas que atuam na prevenção de dois tipos de câncer. A vacina contra o HPV previne a mulher do câncer do colo do útero. Já a vacina contra a hepatite B previne homens e mulheres do câncer de fígado, pois esse tipo está relacionado à infecção pelo vírus causador da hepatite B.   5. O câncer de pele é o mais frequente. Verdade. O câncer de pele não melanoma é o mais incidente tanto em homens quanto em mulheres. Para o Brasil, estimam-se 85.170 casos novos de câncer de pele não melanoma entre homens e 80.410 nas mulheres para cada ano do biênio 2018-2019, segundo o INCA.   6. Presunto, salsicha, bacon e outras carnes processadas podem aumentar a chance de desenvolver a doença. Verdade. Os conservantes (como os nitritos e nitratos) podem provocar o surgimento de câncer de intestino (cólon e reto) e o sal provocar o de estômago. Evite o consumo, sempre que puder.   7. O câncer não aparece em qualquer parte do corpo. Mito. O câncer pode surgir, sim, em qualquer parte do corpo. Entretanto, alguns órgãos são mais afetados do que outros; e cada órgão, por sua vez, pode ser acometido por tipos diferenciados de tumor, mais ou menos agressivos. Consulte aqui informações sobre cada tipo de câncer.   Download Campanha da Fundação do Câncer   A leucemia, câncer dos leucócitos (os glóbulos brancos; células de defesa do organismo), é a mais frequente na infância. Depois dela, vêm os linfomas (tumores dos gânglios linfáticos) e os tumores do sistema nervoso. Comparados com os do adulto, os tumores na infância são muito mais agressivos e evoluem muito mais rapidamente, porque atingem um ser em formação. Os pequenos, muitas vezes, não conseguem expressar suas dores. Por isso, é importante prestar atenção aos sinais de alerta. Compartilhe! Seja um RH promotor da saúde.   Fonte: Redação blog Nocta Imagem: Freepik

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Evitar doces previne diabetes?

  A maioria dos brasileiros acredita que evitar doces, e apenas esse ingrediente, previne o diabetes. Não precisa de pesquisa para comprovar essa ideia, basta perguntar para qualquer pessoa ao seu redor. Entretanto, um estudo feito pelo Ibope a pedido da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) comprova essa afirmação.   Dia 14 de novembro é o “Dia Mundial do Diabetes” e ajuda a nos lembrar desta doença que acomete, em especial, pessoas obesas e sedentárias.   O diabetes tipo 2, aquele que usualmente não precisa de insulina, já se tornou uma epidemia e atinge 16 milhões de brasileiros.   Afinal, é só evitar doce?   Apesar da ligação com o açúcar, a principal causa dessa doença é a obesidade. A prevenção gera dúvidas e o mito de cortar o açúcar da alimentação ainda é muito forte. Quase 90% dos entrevistados* pelo Ibope têm a falsa ideia de que basta evitar o consumo de açúcar (e somente este ingrediente) para se ver livre do diabetes.   O endocrinologista Luiz Turatti, vice-presidente da SBD, explica no portal do Dr. Drauzio Varella que, na verdade, atividade física regular, parar de fumar e dieta adequada é que são os fatores primordiais da prevenção.   É um conjunto de hábitos, segundo ele. “Especificamente, não existe nenhum alimento que programe o desenvolvimento do diabetes. Dieta inadequada, incluindo os açúcares e gorduras, mais sedentarismo, predispõe ao sobrepeso. Esses sim são os grandes vilões”.   Salve a imagem e faça campanha de saúde na sua empresa. Seja um RH promotor da saúde e bem-estar! Mito ou verdade   O diabetes causa cegueira e até amputações das pernas? Sim, é verdade. A doença é a principal causa de amputações de membros e cegueira precoce em adultos.   Quem tem pré-diabetes vai estar com diabetes? Mito. O pré-diabetes é uma condição em que as taxas de glicose no sangue são mais elevadas que o normal, mas não o suficiente para o diagnóstico de diabetes. É um sinal de alerta do corpo, que normalmente aparece em obesos, hipertensos e/ou pessoas com alterações nos lipídios. Pode ser diagnosticado com um exame de sangue simples. Confira no vídeo abaixo mais informações. Existe vacina contra o diabetes? Mito. Uma história começou a circular, em 2018, sobre suposta vacina contra diabetes. A Drops, plataforma brasileira dedicada exclusivamente a checar o grau de veracidade de notícias sobre saúde veiculadas na imprensa e nas redes sociais, mostra por que é falsa (aqui).   Diferença entre tipo 1 e tipo 2   Tipo 1: acontece quando há falência total do pâncreas, que deixa de produzir insulina. Esse tipo exige doses suplementares de insulina pelo resto da vida para que a pessoa possa levar vida saudável. Tipo 2: o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz. Dependendo da gravidade, pode ser controlada com atividade física e planejamento alimentar. Em alguns casos, é necessário o uso de insulina e/ou outros medicamentos.   Em entrevista ao site Dr. Drauzio Varella, o endocrinologista, professor livre-docente do HC da FMUSP e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Marcello Bronstein, conta em detalhes sobre cada tipo (aqui).   *O levantamento foi realizado com 1.106 pessoas entre homens e mulheres de 18 a 60 anos, em seis capitais do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Recife) em 2013.   Fontes: Redação blog Nocta; Dr. Drauzio Varella; G1 Imagem: Freepik  

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Campanha Câncer de Próstata – Novembro Azul (download)

O movimento Novembro Azul tem como objetivo chamar a atenção para o câncer de próstata, o mais frequente entre os homens, depois do câncer de pele.   Como forma de incentivar as empresas a promoverem ações de bem-estar e prevenção, a Nocta traz informações sobre saúde e oferece gratuitamente material para campanhas. Você pode acompanhar o blog Nocta também nas redes sociais, assim, fica sempre atualizado. Curta a nossa página no Facebook.   Novembro Azul   O que você precisa saber sobre o câncer de próstata   O que é: o câncer de próstata é o tumor que afeta a próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis. Segundo dados do Ministério da Saúde, o risco de desenvolver o câncer de próstata aumenta com o avançar da idade. No Brasil, a cada dez homens diagnosticados com câncer de próstata, nove têm mais de 55 anos. Outro fator de risco é o histórico de câncer na família, caso a doença tenha acometido o pai, avô ou irmão. Além disso, há também que se considerar os hábitos e a questão da obesidade. Clique na imagem e faça o download. Como prevenir o câncer de próstata? Já dizem que “você é o que você come” e assim vale para a prevenção de qualquer câncer, o cuidado com a alimentação. Colocar na rotina uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e diminuir a gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças. Mexa-se: em apenas 30 minutos diários de atividade física você já previne doenças, aumenta seu condicionamento físico e turbina o cérebro.   Sinais e sintomas do câncer de próstata Na fase inicial, o câncer de próstata pode não apresentar sintomas e, quando apresenta, os mais comuns são: Dificuldade de urinar; Demora em começar e terminar de urinar; Sangue na urina; Diminuição do jato de urina; Necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite.   Na presença de sinais e sintomas, recomenda-se a realização de exames para investigar o câncer de próstata.   Homens sem sinais ou sintomas precisam fazer exames para o câncer de próstata?   Diferente das campanhas voltadas à saúde da mulher, fazer exames como modo preventivo para rastrear o câncer de próstata divide a opinião dos médicos. O artigo “Entenda por que nem sempre o rastreamento do câncer de próstata é indicado” publicado no site Dr. Drauzio Varella ressalta que o rastreamento desse tipo de câncer pode não ser indicado para todos os indivíduos. Antes, é preciso considerar idade, raça, histórico familiar, entre outros fatores. “Normalmente, o risco de mutação nas células prostáticas aumenta após os 50 anos. Para negros ou quem tem histórico familiar (pais, avós ou tios com a doença), o cuidado deve começar antes, aos 45 anos” – diz um trecho do artigo. A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que homens a partir de 50 anos devem procurar um profissional especializado, para avaliação individualizada.   RESPOSTA DO QUIZ Qual das frases abaixo está INCORRETA? O risco de desenvolver o câncer de próstata aumenta com o avançar da idade: a cada dez homens diagnosticados com câncer de próstata, nove têm mais de 55 anos.   Diferente das campanhas voltadas à saúde da mulher, fazer exames como modo preventivo para rastrear o câncer de próstata divide a opinião dos médicos.   O câncer de próstata é raro e quase não atinge os homens. Inclusive, quem tem histórico na família (pais, avôs ou tios) não precisa se preocupar. Resposta: 3 Fontes: Redação blog Nocta; Ministério da Saúde; Dr. Drauzio Varella Imagem: Freepik

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Dia Nacional da Saúde Bucal (Dica de Saúde)

A falta de cuidado com a saúde bucal pode causar algumas doenças como a placa bacteriana, a cárie dentária, o cálculo dentário, as doenças da gengiva e as lesões bucais. Por vezes, a má condição de higiene é pela falta de oportunidade. Se você trabalha na área de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, optar por um plano odontológico é um benefício barato e causa um grande impacto na motivação dos colaboradores. Uma consultoria pode te ajudar. Fazer campanhas também é importante para disseminar o cuidado com a Saúde Bucal. O Dia Nacional da Saúde Bucal é lembrado no dia 25 de outubro, mas você pode fazer essa campanha o ano todo. Faça o download. Principais doenças bucais, segundo o Ministério da Saúde:   Placa bacteriana Também denominada de biofilme dental pelos profissionais de odontologia, a placa bacteriana é uma película viscosa e incolor formada por bactérias e restos alimentares acumulados na superfície dos dentes e na gengiva. Ela se desenvolve mais rápido com a ingestão frequente de açúcares. Se não for removida, pode causar cáries, cálculo dentário, doenças da gengiva e mau hálito.   Cárie É uma das doenças bucais mais comuns no mundo. Caracteriza-se pela destruição das estruturas calcificadas dos dentes. A cárie é silenciosa e causa destruição progressiva dos dentes. É provocada pelos ácidos produzidos pelas bactérias da placa bacteriana quando ingerimos açúcar com frequência e pode causar dor e desconforto.   Cálculo dentário Quando a placa bacteriana não é removida totalmente, através de uma correta escovação, ela calcifica e forma uma espécie de crosta amarelada e endurecida sobre os dentes. É o que chamamos de cálculo dentário ou tártaro. O dentista poderá realizar a limpeza profissional, removendo-o dos dentes.   Doenças da gengiva As doenças gengivais também são causadas pelo acúmulo de placa bacteriana. A doença começa com a inflamação da gengiva, chamada de gengivite. Inicialmente, nota-se que a gengiva sangra e a pessoa sente gosto de sangue. Quando isso ocorre, não se deve parar de escovar os dentes nas partes próximas da gengiva, pois a situação piora quando se faz isso. O que se deve fazer é melhorar a escovação dos dentes e o uso do fio dental. Lembre-se: gengiva sadia não sangra! Com o passar do tempo a doença, pode avançar para a parte interna da gengiva, atingindo o osso ao qual o dente está ligado, passando a ser chamada de periodontite. Nesta etapa, ocorre perda de osso e de outras estruturas que fazem o suporte dos dentes, produzindo sangramento, pus, sensibilidade, retração da gengiva, mobilidade e podendo levar à perda do dente. A principal causa de perda dentária entre adultos e idosos ocorre em decorrência de doenças da gengiva.   Lesões bucais Devemos aproveitar os momentos da escovação dos dentes para observar se existem lesões (manchas, caroços, inchaços, placas esbranquiçadas ou avermelhadas, feridas), principalmente na língua, bochecha, lábios, céu da boca, embaixo da língua ou na garganta. As lesões bucais mais comuns são feridas provocadas por próteses removíveis (dentaduras), aftas, herpes labial e inflamações gengivais. Todas estas são benignas. Entretanto, em alguns casos, o câncer pode ocorrer na boca. Se você tem mais de 40 anos de idade, é ou foi consumidor frequente de tabaco e bebidas alcoólicas, procure um profissional de saúde, dentista ou médico, para fazer um exame preventivo para o câncer de boca. O exame é visual, rápido e indolor. Se além do exame visual for necessário algum exame de laboratório, o profissional poderá solicitá-lo. Quando o câncer é diagnosticado logo que surge, ele pode regredir se o tratamento for feito sem demora. Os principais fatores de risco para o câncer de boca são o uso frequente de tabaco, nas formas de cigarro, charuto, cachimbo ou outras; o consumo frequente de bebida alcoólica; uma dieta baseada na ingestão frequente de alimentos ricos em gorduras e pobres em proteínas, vitaminas e sais minerais e exposição frequente ao sol, sem usar protetor (para os casos de câncer de lábio). Para prevenir a formação de placa bacteriana, cárie, cálculo dentário e doenças da gengiva o principal método é a escovação dental. Fonte: Redação blog Nocta; Blog da Saúde (Ministério da Saúde) Imagem: freepik

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Ajude a cuidar da saúde mental de seus colaboradores com esta campanha

Campanha de Saúde Mental – Sono de Qualidade   A saúde mental ganha destaque em setembro com alerta para doenças como a depressão. Falamos aqui no blog sobre a Burnout, uma síndrome ligada diretamente ao esgotamento do profissional em decorrência do trabalho. Hoje, vamos falar sobre como a qualidade do sono interfere na saúde mental e pode ser um dos sintomas da depressão.   Depressão   Quando uma pessoa está com depressão, perde a capacidade de trabalho, se sente insegura, perde as forças, a vontade. Fica sem concentração por causa das alterações do sono. Como uma pessoa, que está passando por essas situações, chega ao local de trabalho para ficar oito horas após noites de insônia? A depressão já é vista como o mal do século, pois é responsável por retirar do mercado de trabalho milhares de profissionais todos os anos. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que, até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo.   Dormir mal pode acarretar outras doenças   Dormir menos de cinco horas por noite aumenta em cinco vezes o risco de ter pressão alta, um dos principais fatores de risco para o infarto. Além do estresse, os vasos sanguíneos de quem não consegue se desligar por tempo suficiente ficam mais rígidos.   Insônia ou noites mal dormidas?   A insônia é a dificuldade extrema para começar a dormir, o sono é interrompido sem motivo aparente ao longo da noite, não é reparador (ou seja, a pessoa já acorda cansada), a pessoa sente cansaço e falta de concentração ao longo do dia. Não é relacionada à quantidade de horas dormidas, mas sim à má qualidade do sono e às suas consequências.   Como se cura a insônia? Se a insônia for relacionada a alguma doença ou condição física, será curada com o tratamento de sua origem, como no caso da depressão. Caso seja espontânea e detectada logo, a adoção de hábitos comportamentais e de alimentação podem resolver.   Dicas para ter sono de qualidade   Seja um RH promotor da saúde! Ajude a cuidar da saúde mental de seus colaboradores com informações e campanhas. Faça o download da Campanha abaixo, envie por e-mail, WhatsApp, rede social corporativa, intranet e jornal mural.   – Não ver TV nem usar aparelhos eletrônicos, especialmente o celular, pelo menos uma hora antes de ir para a cama – a luz emitida por eles interfere na produção dos hormônios responsáveis pelo sono; – Fazer uma refeição leve no máximo duas horas antes de ir dormir – é importante evitar comidas pesadas porque elas fazem o organismo atuar com vigor na digestão, o que impede o relaxamento necessário para dormir; – Dormir em um quarto escuro, sem abajur ou qualquer luz indireta acesa – essas fontes de luminosidade também atrapalham a ação dos hormônios responsáveis pelo sono; – Usar roupas confortáveis para dormir – tecidos leves e frescos no calor, tecidos de trama fechada e suaves no frio; – Não ingerir bebidas com cafeína (café, chá preto, chimarrão) em um período de pelo menos 4 horas antes de se recolher para dormir – a cafeína é um dos estimulantes mais poderosos dos alimentos, deixa o organismo em estado de alerta e atrasa a sonolência; – Não ingerir bebidas alcoólicas até duas horas antes de ir para a cama – elas até ajudam a dormir, mas atrapalham os ciclos do sono e levam a um sono não restaurador; – Evitar sonecas durante o dia – esse mínimo de descanso pode causar dificuldades para dormir à noite; – Tomar um banho morno meia hora antes de dormir – é relaxante e prepara o corpo para o sono; – Ir dormir e acordar sempre no mesmo horário, inclusive aos sábados e domingos – a rotina é importante para o organismo se acostumar a dormir; – Não tomar medicamentos sem orientação médica – tanto medicamentos para dormir, que devem ser receitados caso a caso, quanto para outras doenças, pois eles podem ter como efeito colateral a interferência no sono.   Fontes: Redação blog Nocta; Revista Saúde Imagens: Freepik  

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Como ajudar uma pessoa que está pensando em suicídio

Setembro Amarelo é o mês para falar sobre suicídio.   Trazendo este tema para o ambiente corporativo, levantamos a questão “como os profissionais de Recursos Humanos podem ajudar o colaborador que indica cometer suicídio“? Para responder essa pergunta, encontramos 10 recomendações de psiquiatras entrevistados pelo Dr. Drauzio Varella.   Gestor de pessoas: por que é importante falar no assunto   A maioria das pessoas passam mais tempo de sua vida no trabalho. Embora não se tenha estudos no Brasil sobre suicídios em ambientes de trabalho, dados mostram como o cotidiano corporativo afeta a saúde do trabalhador na sua vida pessoal. As doenças mentais e emocionais estão crescendo a cada ano. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão será a doença mental mais incapacitante do mundo até 2020. O Brasil é campeão de casos de depressão na América Latina. Quase 6% da população, um total de 11,5 milhões de pessoas, sofrem com a doença, segundo dados da OMS.   Fatores de risco   A cartilha “Suicídio: informando para prevenir”, produzida pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), destaca dois fatores de risco principais para o suicídio: Tentativa prévia: Pessoas que já tentaram tirar a própria vida têm de cinco a seis vezes mais risco de tentar outra vez. Estima-se que 50% daqueles que se suicidaram já tinham tentado antes. Doença mental: Quase todos os indivíduos que se mataram tinham algum transtorno mental, em muitos casos não diagnosticado, não tratado ou não tratado de forma adequada. Os mais comuns são: depressão, transtorno bipolar, alcoolismo, esquizofrenia e abuso de drogas.   Síndrome de burnout (esgotamento profissional)   A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como: Ausências no trabalho Agressividade Isolamento Mudanças bruscas de humor Irritabilidade Dificuldade de concentração Lapsos de memória Ansiedade Depressão Pessimismo Baixa autoestima Sentimentos de fracasso e insegurança   10 recomendações para ajudar uma pessoa que está pensando em suicídio   Converse sem julgar. Tenha uma abordagem acolhedora e sem nenhum tipo de preconceito. Demonstre interesse pleno em ajudar. Mostre-se disponível sempre quando alguém quer conversar sobre suas emoções. Estabeleça o diálogo em locais fechados, de preferência em um ambiente confortável. Não adie ou arrume desculpas para evitar o assunto. Evite usar expressões que diminuem o que a pessoa sente, como “isso não é nada”, “tem gente em situação muito pior” ou que a façam se sentir ainda mais culpada, como “não avisei que isso ia acontecer?” ou “foi você que procurou isso”. Faça perguntas que vão dimensionar em que fase do processo está. Estimule a busca por atendimento médico e psicológico, mas não force ou obrigue. Tenha empatia e se ofereça para marcar uma consulta, acompanhar no dia e se mostrar disponível, mas sem pressionar.   Nem sempre é fácil a decisão de buscar ajuda. As pessoas não compartilham seus sentimentos por vergonha e na solidão acabam tomando decisões para acabar com a dor. Por isso, todo apoio é importante.   Fontes: Redação blog Nocta; Dr.Drauzio Varella; Estadão    

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vacinação sarampo

Vacinação contra sarampo continua

Nesta última semana de agosto, doses extras da vacina tríplice viral foram enviadas a todos os estados para garantir a imunização em todas as crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. Só para os 13 estados que estão em situação de surto ativo de sarampo, vão ser destinadas, 960.907 mil doses. São Paulo concentra 99% dos casos e que acaba de registrar o 1º óbito pela doença neste ano. A vítima foi um homem de 42 anos, que não tinha recebido nenhuma dose da vacina ao longo da vida, e tinha histórico de comorbidade. Nesta faixa etária, a pessoa deve ter pelo menos uma dose da vacina. De acordo com o novo boletim epidemiológico da doença, o Brasil registrou nos últimos 90 dias 2.331 casos confirmados de sarampo, em 13 estados: São Paulo (2.299), Rio de Janeiro (12), Pernambuco (5), Santa Catarina (4), Distrito Federal (3), Bahia (1), Paraná (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Espírito Santo (1), Sergipe (1), Goiás (1) e Piauí (1). Nesses dois últimos, os casos foram registrados em outros estados. O coeficiente de incidência da doença foi de 5% por 100.000 habitantes. Na rotina do Sistema Único de Saúde (SUS) a tríplice viral está disponível em todos os mais de 36 mil postos de vacinação em todo o Brasil. A vacina previne também contra rubéola e caxumba. É importante esclarecer que a chamada “dose zero” não substitui e não será considerada válida para fins do calendário nacional de vacinação da criança. Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral + varicela, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as doses. A vacinação de rotina das crianças deve ser mantida independentemente de a criança ter tomada a “dose zero” da vacina. Todo bebê de 6 meses a 1 ano agora deve tomar a vacina do sarampo Por causa do surto atual, o governo ampliou para todo Brasil a vacinação contra sarampo para essa faixa etária, que é mais suscetível a complicações e mortes. 7 dúvidas comuns sobre o sarampo e a vacina, respondidas por uma médica 1.Quem não sabe se já tomou a vacina deve se imunizar? Se não há comprovação de vacinação prévia, é importante tomar todas as doses recomendadas, sim. Elas estão disponíveis na rede pública – mais abaixo, você verá o protocolo adequado para cada idade. 2. Caso a pessoa tome uma dose adicional, há risco para a saúde? Não. As reações alérgicas, raríssimas, tendem a aparecer na primeira dose. 3. A vacina do sarampo protege contra outras doenças? Sim. A versão tríplice viral estimula a produção de anticorpos contra sarampo, rubéola e caxumba. Já a tetra viral também afasta o risco de catapora (varicela). 4. Há algum componente na vacina do sarampo capaz de desencadear reação alérgica? Embora seja raro, componentes do imunizante podem causar reações alérgicas em indivíduos predispostos. O produto contém as seguintes substâncias potencialmente alergênicas: albumina humana, sulfato de neomicina (antibiótico), gelatina e traços de proteína do ovo de galinha. No Brasil, uma das vacinas empregadas na rede pública carrega traços de lactoalbumina (uma proteína do leite de vaca). 5. Quais os cuidados que os pacientes alérgicos devem ter? Foi demonstrado, em muitos estudos, que mesmo pessoas com alergia grave ao ovo possuem um risco baixíssimo de reações anafiláticas após tomarem suas doses contra o sarampo. No entanto, é indicado que esses indivíduos, por precaução, sejam vacinados em locais que ofereçam condições de atendimento de anafilaxia. Crianças com alergia grave ao leite de vaca (reações imediatas como anafilaxia) não devem receber a vacina tríplice viral, que contém lactoalbumina. Pelo sim, pelo não, os alérgicos a algum componente do imunizante podem conversar com seu médico antes de irem para o posto. 6. Quantas doses da vacina eu preciso tomar e quando? Deve-se seguir o calendário orientado pelo Ministério da Saúde. O esquema vacinal contra o sarampo para crianças é de uma dose aos 12 meses (tríplice viral) e outra aos 15 meses (a tetra viral) de idade. Para a turma de até 49 anos que não cumpriu esse esquema, o Ministério preconiza: • Até os 29 anos: duas doses, da tríplice ou tetra viral • Dos 30 aos 49 anos: dose única, da tríplice ou tetra viral Quem já tomou duas dessas injeções durante a vida não precisa mais se preocupar. Mas em caso de surtos – ou mesmo durante campanhas de reforço da vacinação –, não custa tomar uma picada adicional. Nessas situações, siga as instruções das autoridades. As duas doses padrão garantem uma proteção de mais ou menos 90% contra o sarampo. E uma terceira poderia turbinar ainda mais nossas barreiras imunológicas. 7. Quais os sintomas do sarampo? O sarampo apresenta os seguintes sintomas: febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e mal-estar intenso. Logo depois, as manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, costumam dar as caras. Não há tratamento específico para o sarampo. O próprio corpo lida com o vírus, embora os médicos possam lidar com os sintomas e consequências dele. Fontes: Redação blog Nocta; Ministério da Saúde; Revista Saúde

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Campanha nacional de combate ao tabaco e narguilé (poster para download)

A campanha de combate ao tabaco e narguilé será realizada em todo território nacional em 29 de agosto, Dia Nacional de Combate ao Fumo.   Clique na imagem para download Este ano o grande alerta será para o uso do narguilé, prática que cresce entre os jovens. A maioria das pessoas (63%) que utilizam diariamente esse tipo de cachimbo estão entre 18 e 29 anos, aponta a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) realizada em 2013. O tabaco consumido por meio do narguilé contém nicotina que causa dependência e a intoxicação do usuário com monóxido de carbono é maior quando comparada com a de fumantes de cigarros.   Para se ter uma ideia, de 20 a 80 minutos de uso do narguilé equivale à exposição de 100 cigarros.   Tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo É responsável por 63% dos óbitos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), de acordo com a OMS: Mortes por doença pulmonar crônica, como bronquite e enfisema (85%); Diversos tipos de câncer – pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero, estômago e fígado (30%); Doença coronariana, como angina e infarto (25%); Doenças cerebrovasculares, como acidente vascular cerebral – AVC (25%).   Além de risco para o desenvolvimento de outras enfermidades, tais como tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras (INCA, 2018).   Campanha Nacional 2019 O tema escolhido para este ano foi “TABACO OU SAÚDE – O USO DO NARGUILÉ” com o propósito de advertir sobre o narguilé, pois cresce a sua utilização entre os jovens e trata-se de algo tão perigoso quanto o cigarro. Clique na imagem para download Por que o narguilé é perigoso    O narguilé se torna atraente pelo aspecto da socialização, pois um único cachimbo pode ser usado por várias pessoas simultaneamente.  Além disso, há a falsa sensação de que o narguilé, por ser usado com água, não causa mal à saúde.  É muito comum o uso do narguilé adicionado de aromatizantes e flavorizantes, que torna o produto mais palatável, fornecendo um sabor agradável durante as sessões de fumo.   Uma sessão de narguilé dura em média de 20 a 80 minutos, o que corresponde à exposição dos componentes tóxicos presentes na fumaça de aproximadamente 100 cigarros, segundo o WHO Study Group on Tobacco Product Regulation. Em 2008, a Pesquisa Especial sobre Tabagismo (Petab) mostrou que Brasil tinha quase 300 mil consumidores do cachimbo de origem oriental (narguilé).   Fumantes passivos Uma pessoa que não fuma, mas é exposta ao cigarro é chamada de “fumante passivo”. Hoje, no mundo todo, das 8 milhões de pessoas por ano que morrem em decorrência do tabaco, aproximadamente 900 mil são fumantes passivas.   Alguns dados que ilustram a relação entre o tabagismo passivo e as doenças pulmonares:   As crianças sofrem com a fumaça do cigarro: as doenças respiratórias constituem o maior número de internação em crianças. O risco de desenvolver câncer de pulmão, para um fumante passivo, é três vezes maior do que para os que não estejam expostos à fumaça. O tabagismo durante a gestação é responsável por 25% a 40% dos casos de síndrome da morte súbita infantil.   O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) — órgão auxiliar do Ministério da Saúde no desenvolvimento e coordenação das ações integradas para a prevenção e o controle do câncer no Brasil é o responsável pela divulgação e comemoração da data, de acordo com o tema estabelecido a cada ano. Mais informações e pesquisas sobre tabaco e narguilé você encontra no MANUAL DE ORIENTAÇÕES Dia Nacional de Combate ao Fumo 2019.   Fontes: Redação blog Nocta; MANUAL DE ORIENTAÇÕES Dia Nacional de Combate ao Fumo 2019        

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Como aumentar a visibilidade do departamento de RH

Se você trabalha com Gestão de Pessoas e precisa de ideias para aumentar a visibilidade do seu departamento, temos aqui uma dica muito importante que vai não só valorizar o RH, mas a empresa toda.   Você já ouviu falar em Programas de Qualidade de Vida, conhecido também pela sigla PQV, ou Programas de Promoção da Saúde? São ações que visam cuidar da saúde dos funcionários, afinal, a doença traz uma série de implicações e afeta a produtividade, além de aumentar o custo do plano de saúde para a empresa.   Como aumentar a visibilidade do RH Investir em Campanhas de Saúde traz um retorno de imagem muito positivo para o Recursos Humanos. Promover ações para prevenção de doenças pode até fazer parte de responsabilidade social na sua empresa. Fizemos já alguns artigos com dicas de como fazer campanhas de saúde (aqui) e disponibilizamos com frequência peças gratuitas para download. Montamos um calendário para você, logo abaixo. Se você acredita em um RH humanizado, preocupado com o bem-estar de cada colaborador, e não trata o seu departamento como um simples canal normativo, faça campanhas de prevenção de doenças.   Dia Nacional de Combate ao Colesterol Quer começar a fazer algo hoje, 08 de agosto? Então, aproveite e comece a falar de um dos principais fatores de risco das doenças cardiovasculares, que são as que mais matam no mundo. Faça uma Campanha de Combate ao Colesterol.   Motivos para falar desse assunto Existem dois tipos de colesterol no sangue: o bom (HDL) e o ruim (LDL). Quando o ruim está alterado, em excesso, é um fator de risco para doenças cardiovasculares. Se não for tratado, pode causar infarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral). Para se ter uma ideia, foram registradas mais de 383 mil mortes por doenças vasculares em 2017. No site da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) existe um contador, “Cardiômetro“, em tempo real atualizando esse número para 2019.   Doenças cardiovasculares matam mais que câncer As doenças cardiovasculares ocupam o primeiro lugar como principal causa de morte no mundo, a frente do câncer, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).   Confira algumas doenças cardíacas comuns: Angina instável e estável, Arritmia cardíaca, Artrose, Aterosclerose (doença cardíaca coronária), Arterioesclerose, Cardiomiopatia, Cardiopatia congênita, Doença arterial periférica, Endocardite, Estenose mitral, Estenose pulmonar, Fibrilação atrial, Hipertensão, Hipotensão, Infarto, Insuficiência cardíaca, Pericardite, Prolapso da válvula mitral, Sopro no coração, Taquicardia Ventricular e Tumor cardíaco.   O que uma pessoa com colesterol alto sente? Não tem sintomas que indicam o colesterol alterado. Entretanto, à medida que o processo progride, que o excesso de colesterol se deposita na parede das artérias, é que começam a aparecer alguns dos sintomas: dor, principalmente durante os esforços (conhecemos como angina).   Mitos Pessoas magras NÃO têm colesterol alto O excesso de peso não significa ter colesterol alto. Pessoas magras também têm colesterol alto. O fator genético tem maior influência, então, se você tem um parente de primeiro grau (pai, mãe, irmãos) com colesterol alto, sua chance de ter colesterol alto é maior. Não tenho parente com colesterol, então não preciso me preocupar Não é bem assim. O estilo de vida é um fator de risco sim. Para reduzir o risco de infarto e AVC, é importante evitar o sedentarismo, evitar comer alimentos com gordura saturada e evitar fumar.   Vamos falar mais de ações para o RH Agora que demos uma sugestão de Campanha para você começar hoje, que tal um calendário para as próximas semanas? Tudo com conteúdo pronto para download.   #1 Semana – Campanha Contra o Colesterol Já te convencemos que o tema é grave e o alerta merece ser compartilhado com os seus funcionários. #2 Semana – Sarampo Se a sua cidade está com surto da doença, não deixe de fazer essa campanha. #3 Semana – Tomar remédio por conta própria pode deixar você doente Comprar remédio sem uma orientação médica é bastante perigoso. #4 Semana – Você já fez o seu checkup este ano? Principais exames para prevenção de doenças. Como acompanhar a saúde dos colaboradores Se você busca por empresas que trabalham com Programas de Qualidade de Vida (PQV), existem consultorias especializadas em gestão de risco que traçam ações de prevenção de acordo com indicadores de saúde da empresa (dados do plano de saúde, saúde dos funcionários, uso de medicamentos, exames, aplicativos de saúde, entre outros).   Hoje já existem aplicativos que ajudam as pessoas a adquirirem hábitos mais saudáveis. Uma novidade para quem trabalha com Gestão de Pessoas é o aplicativo de saúde específico para os colaboradores, o Nocta Bem-Estar, com monitoramento da saúde, desafios gamificados e ações preventivas, integrado a uma plataforma onde o gestor acompanha tudo – junto a outros indicadores de saúde.   Fontes: Redação blog Nocta; G1; Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Imagens: Freepik  

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