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Cartão de saúde pré-pago e cartão de desconto não são plano de saúde

  O que você precisa saber sobre cartão de saúde pré-pago e cartão de desconto.   Aproximadamente, 70% dos brasileiros não têm plano de saúde. De olho nesse mercado, vêm surgindo, cada vez mais, ofertas de serviços médicos por valores mais atrativos. Você já deve ter ouvido falar nos cartões de saúde pré-pagos e cartões de desconto.   Essas empresas estão se popularizando, pois miram no consumidor que não tem condições de pagar por um plano de saúde, mas que deseja uma alternativa ao Sistema Único de Saúde (SUS).   O que você não sabe é que esses serviços não são regulamentados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Isso significa que as operadoras têm a liberdade de impor suas próprias regras, como, por exemplo, aumentar ou cancelar o seu contrato, sem a sua permissão.   Entenda a diferença entre cada tipo de cartão e avalie se as suas necessidades serão realmente atendidas quando mais precisar.   O que é cartão de desconto? Neste serviço, você paga um valor (“taxa de adesão” ou “mensalidade” ou “anuidade”, entre outros) para a empresa que o vendeu e recebe um cartão de identificação para pagar, com desconto, consultas ou outros serviços médicos. A forma de pagamento é negociada entre você e o estabelecimento responsável pelo serviço médico (dinheiro, cheque, cartão etc.).   O que é cartão pré-pago? Neste serviço, você paga uma quantia (“taxa de adesão” ou “anuidade” ou “mensalidade”) para ter acesso ao serviço, e, além disso, precisa carregar o cartão com um valor livre ou mesmo determinado pela empresa que o vendeu. Com os valores depositados no cartão, você pode pagar consultas ou outros serviços médicos com desconto em estabelecimentos indicados pela empresa.   Por que devo ter atenção ao adquirir um cartão de desconto ou um cartão pré-pago? Porque o cartão de desconto e o cartão pré-pago não garantem o acesso ilimitado aos serviços garantidos pelo plano de saúde. Dependendo do valor que você carregar no cartão poderá até realizar alguns procedimentos. Mas, quando precisar de um serviço médico de alto custo, provavelmente, o valor não será suficiente para permitir o seu atendimento, e aí a empresa que vende o cartão não tem nenhuma responsabilidade. Logo, caberá a você assumir este custo de forma integral, como por exemplo, na hora de fazer um exame, quando precisar de um atendimento de emergência ou qualquer outro serviço médico.   Fique atento a coberturas e limitações, prazo de utilização dos créditos (se houver), se exames, procedimentos e materiais diversos são cobertos pelas mensalidades ou não.   Plano de saúde   Como você viu, tanto o cartão de desconto como o pré-pago dão acesso a descontos, porém os atendimentos de saúde são básicos e, talvez, não atendam integralmente às suas necessidades médicas, já que terá acesso limitado em relação aos benefícios oferecidos pelos planos de saúde.   Outro ponto: dependendo do caso, você pode ter que pagar o valor integral do procedimento. Por exemplo, uma cirurgia complexa de alto custo.   Dúvidas sobre como contratar um plano de saúde para os funcionários? Leia este post AQUI.    Fonte: Redação blog Nocta; Agência Nacional de Saúde (ANS)

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Má alimentação pode causar mais mortes do que cigarro

Uma em cada cinco mortes no mundo, em 2017, esteve relacionada a uma alimentação ruim, seja por consumo excessivo de sal, açúcar ou carne, ou por carência de cereais integrais e frutas, afirma um estudo divulgado na revista The Lancet.   Hoje – 07 de abril – é o Dia Mundial da Saúde. Neste dia, criado para nos lembrar que um corpo saudável é sinônimo de vida longa, selecionamos uma pesquisa que aponta para o número chocante de mortes relacionadas à má alimentação. O site Huffpost Brasil, assim como outras mídias, publicou detalhes desse estudo. Confira abaixo. Má alimentação pode causar mais mortes do que cigarro, diz estudo Se sua alimentação é baseada em carne vermelha, fast-food, refrigerante e muitos doces e biscoitos, você provavelmente tem mais chances de ter uma morte prematura do que um fumante que, ao menos, tem uma alimentação regrada. Um estudo da revista científico britânica The Lancet revelou que cerca de 11 milhões de mortes por ano – um em cinco mortes – são resultado de uma dieta pobre em nutrientes e alimentos integrais e rica em calorias, sal, açúcar e gordura. Os pesquisadores analisaram dietas de pessoas de 195 países usando bancos de dados, pesquisas pela internet e entrevistas presenciais feitas entre 1990 e 2017. Destas 11 milhões de mortes prematuras que foram atribuídas à má alimentação, 10 milhões foram resultado de doenças cardiovasculares, 913 mil de cânceres e 339 mil de diabetes tipo 2, entre outros problemas de saúde relacionados aos maus hábitos alimentares. “O estudo mostra que uma dieta desregrada é o principal fator das mortes na maioria dos países no mundo”, disse o autor do estudo Ashkan Afshin, pesquisador do Institute for Health Metrics and Evaluation na Universidade de Washington. Segundo Afshin, seguir uma alimentação nada saudável pode causar mais mortes prematuras “do que tabagismo e pressão alta.” Enquanto uma dieta desregrada por estar relacionada a cerca de 11 milhões de mortes em 2017, mortes prematuras relacionadas ao tabagismo somaram 8 milhões no mesmo ano. Ingerir mais sal, gordura e açúcar (ingredientes encontrados aos montes em fast-food, refrigerantes e demais alimentos industrializados) podem ser “particularmente fatal”. Estes alimentos podem ser responsáveis por cerca de 3 milhões de mortes. Já o hábito de não comer frutas, verduras e outros alimentos integrais e in natura (ou seja, aqueles naturais) pode ser igualmente perigoso para a saúde. O pesquisador afirma que a falta destes nutrientes acarreta em cerca de 2 milhões de mortes. Enquanto o consumo em excesso de sal aumenta a pressão vascular, multiplicando o risco de doenças cardiovasculares, as frutas e verduras ajudam a diminuir a pressão. Ou seja, não basta só deixar de comer besteira, mas também investir em alimentos saudáveis. “Manter uma alimentação não saudável é uma oportunidade mortal”, disse o pesquisador. “Nós somos o que comemos e os riscos afetam todas as pessoas, de qualquer idade, gênero e status social.” Como ser mais saudável, segundo pesquisadores Um ponto do estudo que chamou atenção dos pesquisadores é que países que seguem a dieta mediterrânea, como Israel, Espanha, Itália, França, tiveram menos mortes relacionadas à alimentação. A dieta mediterrânea é baseada em alimentos integrais, azeite, peixes e verduras e frutas. “Geralmente, países que seguem uma dieta baseada em frutas, vegetais, nozes e gorduras boas têm um número menor de mortes relacionadas à má alimentação”, explica Afshin.   Em resumo, a matéria do Huffpost Brasil faz um alerta para a ligação direta da alimentação e o ciclo da vida. Quando dizem que “somos o que comemos” é verdade. Você já parou para pensar que pode colaborar para reduzir o adoecimento da população? Quando levamos esse assunto para o mundo corporativo, ressaltamos a importância das campanhas de saúde. O Dia Mundial da Saúde nos lembra que podemos fazer a diferença ao levar mensagens positivas, nem que seja sob um alerta como esse que a revista The Lancet nos trouxe. Temos aqui materiais para te ajudar:   Saiba a cor de cada mês para fazer campanhas de conscientização: sabemos que muitas doenças estão ligadas à alimentação. Gestor de pessoas e profissional de Recursos Humanos: vocês são os principais mensageiros e devem colocar essas campanhas no planejamento anual. Prevenção e vacina contra o câncer: promover ambientes saudáveis para melhorar a capacidade de trabalho, além de diminuir o risco de desenvolver doenças, ameniza o impacto do absenteísmo que resulta em muitos dias de trabalho perdidos. A ausência de qualquer funcionário desencadeia consequências negativas dentro da empresa, assim como a baixa performance por uma doença. Pesquisa revela que 46% das empresas não trabalham com indicadores de saúde: a partir do entendimento da relação da saúde (ou falta de saúde) dos funcionários com o aumento do custo do plano de saúde, percebemos que as empresas precisam adotar políticas de prevenção de doenças. Os melhores canais para se comunicar com seus funcionários: quem nunca sentiu dificuldade em escrever um comunicado? como fazer a mensagem chegar aos funcionários sem “ruídos”? Confira neste post. Aumente sua produtividade e gerencie melhor seu tempo: se o problema é a falta de tempo para promover as campanhas, leia este post que fala da Técnica Pomodoro. Ela pode te ajudar!   Tem dúvidas sobre como contratar o melhor plano de saúde para os funcionários? Confira AQUI o que você precisa saber antes de contratar. Fonte: Redação blog Nocta; Huffpost Brasil Imagem destaque: Freepik

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segurança no trabalho

Dicas para prevenção de acidentes de trabalho – infográfico

Abril Verde é a campanha para prevenção de acidentes de trabalho.   É o momento para empresas, independente do porte e atividade, refletirem sobre como os ambientes e processos de trabalho podem ser determinantes nos acidentes e adoecimento dos trabalhadores. De acordo com o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho (AEAT 2017), publicado em 2018 pelo Ministério da Fazenda, foram registrados 549.405 acidentes de trabalho no Brasil em 2017, uma queda de 6,19% em relação a 2016. O que é considerado acidente de trabalho? Segundo o artigo 19 da Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991, “acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou de empregador doméstico, ou pelo exercício do trabalho do segurado especial, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, de caráter temporário ou permanente”. Pode causar desde um simples afastamento, a perda ou a redução da capacidade para o trabalho, até mesmo a morte do segurado. Também são considerados como acidentes do trabalho: a) o acidente ocorrido no trajeto entre a residência e o local de trabalho do segurado; b) a doença profissional, assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade; e c) a doença do trabalho, adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. Nestes dois últimos casos, a doença deve constar da relação de que trata o Anexo II do Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto no 3.048, de 6/5/1999. Em caso excepcional, constatando-se que a doença não incluída na relação constante do Anexo II resultou de condições especiais em que o trabalho é executado e com ele se relaciona diretamente, a Previdência Social deve equipará-la a acidente do trabalho. A prevenção é a melhor forma de reduzir ainda mais essa estatística e foi pensando nisso que preparamos uma lista com 15 dicas para prevenir acidentes ocupacionais e garantir a segurança no trabalho. Confira:     Descritivo do infográfico: 15 dicas para prevenir acidentes ocupacionais e garantir a segurança no trabalho. 1. Faça treinamentos, campanhas e debates sobre Saúde e Segurança no Trabalho (SST). 2. Respeite as Normas Regulamentadoras (NR) e regras de segurança contra incêndio. 3. Incentive a formação da CIPA e mantenha em dia as documentações de Saúde e Segurança no Trabalho (SST). 4. Monitore, identifique e sinalize áreas sensíveis ou com riscos em potencial. 5. Lembre-se que o conforto no ambiente de trabalho também é importante. 6. Faça manutenções regulares nas instalações e ambientes de trabalho. 7. Não tenha pressa nas rotinas de trabalho. Ela é inimiga da segurança. 8. Faça pesquisas sobre melhorias em Saúde e Segurança no Trabalho (SST). 9. Use EPIs de qualidade para evitar ou minimizar acidentes. 10. Não improvise ou descuide das ferramentas de trabalho. 11. Forneça, mantenha e substitua os EPIs com frequência. 12. Informe sobre ocorrências ou incidentes imediatamente. 13. Utilize equipamentos adequados às rotinas de trabalho. 14. Crie um manual com a política interna de Saúde e Segurança no Trabalho (SST). 15. Respeite a vida e os direitos dos trabalhadores. Fontes: Anuário Estatístico de Acidente do Trabalho – 2017 – Ministério da Fazenda Site SOC   Quer saber mais sobre multas que podem ser aplicadas com o eSocial? Leia AQUI.

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Como contratar um plano de saúde para os funcionários?

  Quando uma empresa procura um plano de saúde para os seus funcionários, significa que ela quer agregar benefícios para melhorar a qualidade de vida deles e de sua família também.   Na hora da escolha desse item tão importante, é necessário mapear alguns pontos para chegar ao plano de saúde ideal ao perfil da sua empresa. Para falar sobre isso, convidamos Helton Reis Ribeiro, responsável pela Expansão de Novos Negócios da Nocta Seguros. Confira o que você deve saber antes de contratar um plano.   Como escolher o melhor plano de saúde para os funcionários?   Helton Reis Ribeiro – Antes de contratar um plano de saúde para os seus colaboradores, é importante mapear alguns pontos para tirar o melhor custo-benefício. O primeiro ponto é buscar alguém que tenha conhecimento sobre esse mercado e operação, porque o profissional de Recursos Humanos e o Gestor de Pessoas precisam estar livres para o que mais importa no momento, como a implantação da rotina do eSocial. Uma consultoria especializada entende a fundo as regras do plano de saúde e vai elaborar um estudo personalizado com o perfil da sua empresa.   Quais são as informações que determinam o custo de um plano?   Helton Reis Ribeiro – Algumas premissas são necessárias para elaborar um estudo com as melhores opções para a sua empresa: 1) entender o seu segmento de negócio; 2) entender o tamanho da sua população; 3) sua localidade, para entender se é uma empresa regional, estadual ou nacional, porque tudo isso causa variação no custo. Além disso, entender qual o objetivo: buscar um plano regional na localidade da empresa ou da casa da população, ou se é buscar um plano que atende fora daquela localidade. Exemplo: um plano voltado aos diretores e gerentes que viajam pelo Brasil e precisam de um plano com cobertura mais abrangente. Ou seja, muitas variáveis para chegar no plano que atende às necessidades de sua empresa. O segundo ponto é entender se a empresa precisa é de um seguro saúde, plano de saúde ou plano de medicina de grupo.   Qual a diferença entre seguro saúde, plano de saúde ou plano de medicina de grupo?   Helton Reis Ribeiro – Tem diferença no mercado. Medicina de grupo são operadoras que detêm planos onde a utilização acontece em rede referenciada e hospitais próprios e não dão direito ao reembolso. São operadoras que controlam o custo dos médicos de ponta a ponta, desde a entrada lá na clínica, ou no especialista, até no atendimento médico-hospitalar de cirurgia. Geralmente, o custo deste plano é menor. Do outro lado, estão as seguradoras que não têm uma rede de hospitais próprios e toda a rede (clínicas, laboratórios, médicos, etc) é referenciada, credenciada. O custo desse plano é maior e não dá direito ao reembolso.   Um ponto importante é entender a questão de utilização, pois toda vez que for utilizado o plano, a despesa no final do período de um contrato é apurado, a gente chama de sinistralidade.   Como é calculado o reajuste?   Helton Reis Ribeiro – A sinistralidade é o resultado da utilização, menos o valor que foi pago da receita contra a despesa. O ponto de equilíbrio médio no mercado de saúde é em torno de 70% – 75% da utilização, passando desse patamar, a próxima vigência do contrato vai sofrer um reajuste por utilização, além do reajuste do índice monetário – é aplicado um índice de IGPM, IPCA, ou seja, um índice inflacionário para atualizar os valores pagos. Existem alguns fatores que a gente consegue controlar esse índice de utilização.   Como a empresa pode controlar o custo do plano de saúde?   Helton Reis Ribeiro – A consultoria de benefícios ajuda muito na redução do custo com diagnósticos e mapeamento da utilização. Além disso, hoje no mercado existe uma opção de plano que se chama co-participação e já é uma tendência. É a co-participação na utilização, quando a pessoa for ao médico, em regra geral, parte do que a operadora vai pagar ao médico é cobrada da empresa que, por sua vez, vai cobrar de quem utilizou o plano. O que a gente tem notado é que neste modelo compartilhado há uma maior conscientização na utilização do plano.   Qual é o tempo de carência?   Helton Reis Ribeiro – Para saber a partir de quando o funcionário poderá utilizar o plano após a contratação, é importante verificar os prazos de carência. Esse tipo de informação está presente no contrato. Em regra geral, em casos de urgência e emergência a carência é de 24 horas. Para partos, a carência é de 300 dias. Em outras situações, a carência é de 180 dias, conforme informações da Agência Nacional de Saúde (ANS). Esses são limites de tempo máximos. Isso quer dizer que a operadora de planos de saúde pode exigir um tempo de carência menor que o previsto na legislação.   Você sabia que uma consultoria especializada em planos de saúde e odontológico pode te ajudar com tudo isso? Fale com a Nocta: (11) 2368-2232 faleconosco@nocta.com.br   Fonte: Redação Nocta Imagem destaque: Freepik / macrovector

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Saúde é pilar da felicidade mundial – pesquisa ONU

  Parece óbvio, mas não é: sem saúde, a busca pela felicidade fica muito mais complexa.   Todos os anos, a ONU elabora uma pesquisa mundial para produzir um ranking de felicidade nos países pesquisados. Na última edição da pesquisa, o Brasil ficou em 28º lugar, perdendo 6 posições com relação ao ano anterior.   Você deve estar curioso: como se mede a felicidade de um país? O que a ONU faz é avaliar a qualidade de vida de sua população, considerando variáveis como liberdade de expressão, renda média, expectativa de vida, suporte social, generosidade e confiança. Para montar o ranking, os pesquisadores utilizam dados globais de 156 países sobre esses fatores-chave.   Confira, abaixo, a matéria do Mundo RH sobre a pesquisa. Saúde e bem-estar são pilares de destaque na mensuração da felicidade mundial   Desde 2012, todo dia 20 de março é mais especial: nesta data, é celebrado o Dia Internacional da Felicidade. A comemoração surgiu em uma assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU) em reconhecimento à importância da felicidade e do bem-estar para a vida das pessoas, e afirmando a busca da felicidade como um dos objetivos fundamentais do ser humano. Mas não foi por iniciativa da ONU que a data foi instituída. A origem remonta ao Butão, país da região Tibetana, vizinho da Índia e da China, que desde 1972, reconhece publicamente a importância da felicidade e do bem-estar para o ser humano, acima dos interesses econômicos.   Para aplicar isso na prática, o país instituiu como indicador a Felicidade Nacional Bruta, colocando-o como mais importante do que o próprio índice econômico Produto Interno Bruto. Desde a década de 1970, todos os anos o Butão analisa em sua população dez pilares principais que compõem a felicidade: educação para a inclusão social, preservação e promoção dos valores culturais, resiliência ecológica, boa governança, vitalidade comunitária, desenvolvimento sustentável, diminuição da jornada de trabalho, esporte, igualdade entre gêneros, liberdade de pensamento e saúde.   Apesar de enfrentar graves problemas sociais e financeiros, essa preocupação com a felicidade da população destaca o Butão como um dos países mais felizes do mundo. “A saúde é um dos pilares da felicidade humana. Não apenas porque quando não nos sentimos bem temos muita dificuldade de sermos felizes, mas também porque quando as pessoas que amamos não estão saudáveis, nos sentimos tristes e preocupados. Vemos que um dos elementos mais importantes para a felicidade é a disposição diária para atingir objetivos pessoais e promover interações sociais.   E tudo fica mais fácil quando corpo, mente e espírito estão em sintonia. Sem saúde, a busca pela felicidade fica muito mais complexa”, afirma Bruno Rodrigues, CEO da empresa de saúde digital GoGood.   A partir de então, todos os anos, a ONU elabora uma pesquisa mundial por meio da qual produz um ranking de felicidade nos países pesquisados. Na última edição da pesquisa, o Brasil ficou em 28º lugar, perdendo 6 posições com relação ao ano anterior. Os critérios analisam PIB per capita, políticas públicas, expectativa de vida, liberdade para fazer escolhas, generosidade e percepção de corrupção. O critério de liberdade para fazer escolhas engloba um aspecto muito importante da felicidade dos indivíduos que é o bem-estar e a sensação de realização no trabalho.   Veja a pesquisa completa AQUI. Felicidade no trabalho Em função do alto índice de rotatividade nas empresas brasileiras, essas diretorias passaram a investir em programas focados em saúde e bem-estar dos colaboradores para reduzir os custos de saúde. Nos últimos anos, esses números deram um salto de 21%, passando de R$ 224,15 por indivíduo por mês em 2015 para R$ 271,21 em 2017, de acordo com dados obtidos por pesquisa da ABRH-Brasil (Associação Brasileira de Recursos Humanos) e ASAP (Aliança para Saúde Populacional). Segundo dados da pesquisa mundial da consultoria KPMG, colaboradores engajados com a empresa e suas causas são mais produtivos, geram novas ideias e resultados, têm mais energia e trabalham melhor em equipe. Essas pessoas fazem 57% mais esforços e são 87% menos propensas a desistir de uma tarefa do que os desengajados, além de serem promotores da marca da empresa. Segundo levantamento da Gallup Research, apenas 13% dos trabalhadores do mundo estão engajados com a sua empresa, e felicidade e engajamento do colaborador andam juntos. “As empresas precisam evoluir seu modelo de gestão e sua proposta de relacionamento com o colaborador para maximizar felicidade e engajamento. O resultado será um aumento na produtividade e uma diminuição de custos relacionados à saúde do colaborador, como afastamentos desnecessários e internações causadas por estresse no trabalho”, acrescenta Bruno.   Fonte: Mundo RH  

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guardar recibos

Saiba por quanto tempo você deve guardar recibos e comprovantes

  Este post é para você que começou o ano com o espírito de organização a lá Marie Kondo. Neste caso aqui, vamos falar sobre o tempo que você deve guardar recibos e comprovantes.   Alguém já te aconselhou a guardar faturas, comprovantes e recibos de pagamento, notas fiscais, além de pastas com contratos e outros documentos, não é?! Mas, até quando?   É importante guardar determinados papéis para, por exemplo, reclamar de algum problema com produtos ou serviços adquiridos e para evitar cobranças indevidas.   Veja também quanto tempo você deve guardar recibos de entrega da declaração do Imposto de Renda e comprovantes de pagamento desse e de outros tributos, como IPTU e IPVA.   Preparamos um infográfico bem bacana para você compartilhar essas informações nas redes sociais, no mural da sua empresa e até por e-mail. Clique aqui ou na imagem para baixar a versão em alta resolução.   Confira a lista completa de documentos e o tempo que você precisa mantê-los guardados, de acordo com a PROTESTE.   Notas fiscais Mesmo depois do fim da garantia contratual (aquela prevista pelo fornecedor), é possível que apareçam defeitos em produtos. Por isso, guarde notas fiscais de compra, recibos de pagamento e certificados de garantia durante toda a vida útil do produto ou vigência do serviço.   Gastos fixos Se possível, guarde as faturas e os comprovantes de pagamento do fornecimento de água, energia elétrica e telecomunicações por cinco anos. Outra opção é substituir os recibos por uma declaração anual de quitação de débitos, que deve ser fornecida pela prestadora de serviços.   Imposto de Renda, IPTU e IPVA Recibos de entrega da declaração e comprovantes de pagamento desse e de outros tributos, como IPTU e IPVA, devem ser guardados por cinco anos. Armazene os documentos que comprovem os dados fornecidos no IR pelo mesmo período, pois a Receita pode fazer algum questionamento sobre seu patrimônio nesse intervalo de tempo.   Cartão de crédito Guarde os pagamentos do cartão de crédito por cinco anos.   Aluguel, financiamento e condomínio Se você aluga um imóvel, deve guardar os recibos de pagamento e documentos relacionados à locação durante a vigência do contrato. Quando este for encerrado, armazene os comprovantes de pagamento por três anos. Outra opção é pedir ao proprietário um termo de quitação integral dos valores do contrato, assim que terminar a locação, e guardá-lo por cinco anos.   Já os pagamentos da cota mensal de condomínio, que podem ser feitos tanto pelo inquilino como pelo proprietário, devem ser mantidos por até dez anos. Peça o comprovante de quitação integral para a administradora do condomínio ou para o locador e guarde por cinco anos.   Quem comprou um imóvel por meio de financiamento deve manter todos os documentos relacionados a ele até a quitação e a posse da escritura.   Documentos do veículo e multas O proprietário deve ficar com o certificado de compra e venda até que o veículo seja vendido ou trocado. Recomenda-se que os comprovantes de pagamento de multa sejam mantidos por, no mínimo, dois anos.   Seguros Guarde a proposta, a apólice e as declarações de pagamento por mais um ano após o fim do contrato.   Notas fiscais de alimentos Guarde as notas de compras de alimentos por, pelo menos, um mês. Caso você ou alguém da sua família passe mal após consumir um produto estragado, é possível comprovar a compra do produto e reclamar junto ao estabelecimento ou até mesmo entrar a Justiça com pedido de indenização.   Gastos com escola Os recibos de pagamento de matrículas, rematrículas e mensalidades, assim como contratos, devem ser guardados por cinco anos, mesmo que você troque seu filho de escola. Os estabelecimentos de ensino também são obrigados a fornecer a declaração anual de quitação de débitos, comprovando que você está em dia ou quitou suas obrigações.   Lei determinada o fornecimento de declaração de quitação De acordo com a Lei nº 12.007/2009, as pessoas jurídicas prestadoras de serviços públicos ou privados são obrigadas a emitir e a encaminhar ao consumidor uma declaração de quitação anual de débitos.   Esse documento compreende os pagamentos feitos ou não nos meses de janeiro a dezembro de cada ano, tendo como referência a data do vencimento da respectiva fatura.   Com essa declaração em mãos, você não precisará guardar os comprovantes mensais de pagamento para se precaver de cobranças duplicadas ou a inclusão indevida nos órgãos de proteção ao crédito.   Fonte: Redação Nocta; PROTESTE

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tecnica pomodoro

Técnica Pomodoro: aumente sua produtividade e gerencie melhor seu tempo

  Você já ouviu falar no método Pomodoro?   É uma técnica desenvolvida pelo italiano Francesco Cirillo, no final dos anos 1980, para gerenciar o tempo e aumentar a produtividade. Qualquer pessoa pode aplicar o método em suas atividades, seja no trabalho ou para o estudo.   Se você não está conseguindo organizar o seu tempo e entregar suas metas no prazo, conheça essa metodologia e faça um teste. É também interessante para quem tem aquele probleminha de procrastinação – ou seja, deixa de fazer algo no momento para fazer depois e isso acaba se tornando um hábito – e para quem precisa de ajuda para se concentrar.   Como funciona a técnica Pomodoro   A técnica consiste na utilização de um cronômetro para dividir o trabalho em períodos de 25 minutos, separados por breves intervalos, com o objetivo de conseguir uma concentração intensa durante uma atividade. Para colocá-la em prática, você vai precisar de:   – Cronômetro – Uma lista de tarefas – Lápis e borracha     *Se a imagem não abrir, segue o descritivo: Passo a passo do método Pomodoro   Escolha as tarefas a serem executadas; Ajuste o cronômetro para 25 minutos (use o despertador do celular); Escolha uma das tarefas e trabalhe nela sem interrupções (foco total!); Quando o despertador tocar, faça uma pausa de 5 minutos (a sugestão mais indicada é que você se levante e faça algum exercício, como caminhada ou alongamento, mas vale qualquer outra coisa que ajude a relaxar); Risque a tarefa da sua lista depois que terminá-la; Retome o trabalho depois da pausa por mais um “pomodoro” (25 minutos); A cada quatro “pomodoros”, faça uma pausa mais longa: 30 minutos até voltar ao trabalho.   Uma atenção ao item 3: para obter uma concentração intensa e conseguir otimizar o Pomodoro, fique longe de qualquer coisa que possa tirar a sua atenção, como o celular. Se vai usá-lo como cronômetro, deixe-o a uma distância longe de sua visão.   Hoje, o grande desafio na otimização do tempo é desapegar do celular, o que pode causar uma grande ansiedade. É um exercício que precisa ser feito se você quer aplicar o Pomodoro, por isso, encare como um teste de controle. Nada de WhatsApp e redes sociais.   Qual o objetivo dos Pomodoros   Repita o passo a passo todos os dias e anote quantos “pomodoros” usou, para concluir cada tarefa da sua lista. A ideia é que, com o passar do tempo, você descubra quantos “pomodoros” usa para fazer suas atividades (isso vai ajudar a estimar prazos). Dica: faça testes e adapte o tempo à atividade que estiver fazendo.   Como planejar as tarefas   Quando você estiver criando a sua lista de tarefas, priorize os itens que devem ser feitos no dia. Como cada Pomodoro equivale a 25 minutos, faça observações em cada tarefa sobre quanto tempo você levou para terminar cada atividade. O objetivo é entender o tempo de cada atividade para você conseguir organizar melhor sua rotina.   Pomodoro On-line e Aplicativos   Uma opção legal e prática para cronometrar é usar o site https://tomato-timer.com/ mas, se preferir, tem também aplicativos como Team Pomodoro , Focus To-Do: Pomodoro Timer & Tasks List Organizer e Pomodoro Timer Lite.   Fontes: Redação Nocta; Wikipedia  

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Pesquisa revela: 46% das empresas não trabalham com indicadores de saúde

  Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) em parceria com a Aliança para a Saúde Populacional (Asap) revela que quase metade (46%) das empresas não trabalha com indicadores de saúde.   O plano de saúde é um custo alto para empresas e só fica atrás dos gastos com a folha de pagamento, respondendo, em média, por 12% dos custos fixos das empresas. O que as empresas podem fazer para diminuir esse custo?   O levantamento – que consultou 668 empresas entre maio e junho de 2017, representando 1,3 milhão de empregados e 3 milhões de beneficiários – foi publicado no jornal Valor Econômico. De acordo com a matéria, apenas 9% delas destacam um diretor para cuidar da gestão da saúde dos colaboradores, enquanto 36% entregam essa responsabilidade a gerentes.   Luiz Edmundo Rosa, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), destaca, em entrevista ao jornal, os pontos que precisam mudar para que o plano de saúde não onere tanto as despesas das empresas. “Mudar de operadora pode reduzir os custos temporariamente, mas não resolve. É preciso investir numa estrutura de gestão profissional para estimular programas de prevenção e evitar procedimentos de alto custo que não sejam necessários”.   Mais dados da pesquisa:   – 40% das empresas entrevistadas não adotam a coparticipação dos funcionários no pagamento de consultas e exames; – 56% não investem em alimentação saudável e 51% não têm programas de apoio a grupos de risco, como hipertensos, diabéticos e obesos. – 55% das empresas consultadas tiveram aumento superior a 10% nos planos de assistência médica em 2016 (no caso de 14% delas, acima de 20%) e só 17% acreditam que os custos nessa área podem baixar nos próximos dois anos.   É neste contexto que a Nocta Seguros trabalha para ajudar as empresas a conter a sinistralidade nos planos de saúde. Com base no histórico de utilização, a consultoria desenvolve campanhas de prevenção e promoção da saúde, faz plantões para orientar sobre a melhor utilização do benefício e, desta forma, reduzir o uso inadequado do benefício.   Para apoiar os indicadores, o Valor também divulgou o relatório da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre a atuação da rede privada de saúde no País. Os dados de 2016 revelam um exagero na solicitação de exames.   Segundo a reportagem, no documento, os brasileiros beneficiários dos planos de saúde realizaram, em 2016, 7 milhões de ressonâncias magnéticas e outros 7 milhões de tomografias computadorizadas, o que dá uma média de 149 exames por mil pacientes nos dois casos. Em relação a 2014, houve aumento de 25% em ressonâncias e 21% em tomografias.   Caso: Hospital Alemão Oswaldo Cruz   A matéria destaca um caso interessante, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo, que em 2010 decidiu implantar um programa de bem-estar para seus três mil funcionários.   Segundo Leonardo Mendonça, coordenador de saúde ocupacional e qualidade de vida do Oswaldo Cruz, o número de empregados do hospital que fazem atividade física diária aumentou 39% nos últimos oito anos, contribuindo para reduzir em 31% o total de pessoas afetadas pelo estresse, em 35% o grupo com colesterol alto e em 36% o bloco dos hipertensos.  “O custo per capita de quem aderiu aos programas de bem-estar é 35% menor do que o de quem não aderiu. Mas apenas 2% dos funcionários não aderiram”, disse ao jornal.   Depois de trazer esses dados tão impactantes, que tal começar a olhar para a saúde além da implantação do benefício?   Aqui no blog, você tem acesso a diversos conteúdos que corroboram com a nossa missão: ser parceiro do Gestor de Pessoas e dos profissionais de Recursos Humanos! Nossas experiências em operação, comunicação e atendimento reunidas em artigos e dicas de saúde para ajudar a engajar campanhas em sua empresa.   Falamos neste outro artigo sobre a diferença entre urgência e emergência e como é importante trabalhar a educação no uso do plano de saúde para redução da sinistralidade. Confira.   Fontes: Redação Nocta; Valor Econômico

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Baixe aqui o calendário 2019

Calendário 2019 com os feriados e principais datas comemorativas para quem trabalha no departamento pessoal, gestão de pessoas e Recursos Humanos. Na versão em PDF você pode imprimir (em A4) ou visualizar pelo computador. Também disponibilizamos um PLANNER em excel para quem gosta de fazer anotações do dia a dia. Clique na imagem abaixo para fazer o download do arquivo PDF     Clique na imagem abaixo para fazer o download do PLANNER em excel                  

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Baixe gratuitamente a arte “8 mudanças simples para um 2019 mais sustentável” para colocar no mural da sua empresa e/ou enviar por e-mail aos seus colaboradores.   Muitas vezes, no corre-corre da rotina do gestor de pessoas e departamento de Recursos Humanos – e agora então com o eSocial mudando muitos procedimentos – as ações mais voltadas ao bem-estar dos colaboradores acabam ficando no fim da fila.   Incentivar boas ações e propagar mensagens positivas são importantes para manter um bom ambiente de trabalho. Para ajudar nessa missão, selecionamos uma lista para começar 2019 tornando a vida de seus colaboradores mais sustentável e, de brinde, uma arte para você baixar gratuitamente para propagar essa mensagem na sua empresa.   Mudanças simples para um 2019 mais sustentável     1. Adote o copo, a xícara e a garrafinha d’água Copo descartável faz mal para a saúde e causa também um problemão ambiental. Felizmente, a solução para isso é simples: adote um copo e ande com ele sempre na bolsa, mochila ou ecobag.   2. Compre menos (ou compre de segunda mão) Sempre que estiver prestes a comprar alguma coisa, questione-se: eu preciso disto? Na dúvida, não compre. Uma boa alternativa mais sustentável e que está crescendo bastante é o mercado do desapego. Se você realmente precisa de algo, que tal procurar com outra pessoa está desapegando? Uma dica é o site Enjoey.   3. Aprenda a separar o lixo Lave plásticos, vidros e latinhas para não comprometer a saúde de quem trabalha com reciclagem (e aumentar a possibilidade de que o item seja reciclado), separe o papel para ele não sujar/molhar e não misture os orgânicos no mesmo saco de lixo. Vidros também devem ser colocados para recolha separadamente, visto que podem machucar os catadores.   Se sua cidade não tem coleta seletiva, você pode usar o aplicativo Cataki para chamar um catador. Lembre-se de que pilhas, baterias, óleo e remédios e cosméticos vencidos devem ser descartados em lugares específicos, ok?   4. Use sacolas reutilizáveis A dica é deixar a sacola reutilizável na bolsa ou no carro para não esquecer quando for às compras.   5. Não desperdice alimentos Muita coisa que vai para o lixo poderia se transformar em mais comida na nossa mesa. Cascas de legumes e verduras, após higienizadas, dão um bom caldo de legumes que pode ser congelado e utilizado em diversas receitas; bananas muito maduras podem virar sorvete (é só congelar e depois bater no processador); e praticamente qualquer fruta pode virar uma geleia deliciosa.   6. Compre na feira Comprar na feira faz com que o dinheiro vá diretamente para o produtor. Ele ganha mais com isso, visto que as grandes redes de supermercados costumam negociar valores abaixo do mercado com os produtores, que se veem obrigados a vender suas safras (ou deixá-las apodrecer).   7. Conserte Quebrou? Tente consertar antes de jogar fora. Muita coisa pode ser arrumada em casa – alô tutoriais do Youtube – e outras precisam ser levadas para um especialista.   8. Venda ou doe Quando não quiser mais, não jogue fora. Muita coisa que parece não ter utilidade pode ser vendida ou doada para alguém que precisa. Fontes: Redação Nocta; Hypeness Imagem em destaque: freepik

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