Resultados da pesquisa

Os benefícios da atividade física para o desenvolvimento no trabalho

As atividades físicas favorecem muito a vida de quem pratica, auxiliando também no alívio do estresse causado, muitas vezes, pelas cobranças de produtividades e alcance de metas.   Muitas pesquisas indicam que os exercícios físicos previnem doenças, ajudam a aumentar o condicionamento físico e a turbinar o cérebro, especialmente para melhorar a memória. Dessa forma, é recomendável que tiramos no mínimo 30 minutos de nosso dia dedicados às atividades físicas moderadas. Entre eles o mais usado atualmente pelas pessoas é a caminhada, que apresenta-se de forma acessível a qualquer pessoas que optar pela atividade. Os benefícios da caminhada envolvem melhora na circulação sanguínea, previne doenças cardíacas, evita o cansaço e ajuda no controle da ansiedade, pois garante mais concentração e motivação para atividades diárias. Sendo assim, separar uns minutos do seu dia para algum tipo de atividade que envolva movimentação do corpo, auxilia na oxigenação do cérebro e combate os esforços e decisões precipitadas causados pelas preocupações antecipadas.   O aumento da proatividade através dos exercícios físicos Os exercícios físicos favorecem muito a vida de quem pratica, auxiliando também no alívio do estresse causado, muitas vezes, pela cobranças de produtividades e alcance de metas. À vista disso, os exercícios que envolvem concentração também servem para estimular as atividades cognitivas do cérebro, isso ocorre através da região que ocorre as sinapses que são ligações interligadas através de neurotransmissores. 13 esportes radicais que ajudam a desenvolver competências para sua carreira Esse tipo de ligação funciona como uma mensagem que libera substâncias que trazem benefícios para você trabalhar melhor. Uma dessas substâncias que agregam é a testosterona, que é o hormônio da confiança que é necessária para tomar decisões e funções que envolvem produtividade. Outra substância liberada através das atividades físicas é a serotonina, o hormônio da felicidade. Sendo esta capaz de ajudar a melhorar a autoestima, motivando o colaborador a buscar atingir suas metas e conseguir uma satisfação consigo mesmo. Cuidados antes de praticar atividades físicas mais intensas No entanto, antes de qualquer prática de atividades físicas alguns cuidados devem ser tomados para não ocorrer acidentes e prejudicar a sua saúde. Entre esses cuidados são principalmente o alongamento e manter a postura, ir ao médico regularmente, escolher roupas e sapatos confortáveis e sempre pedir orientação de um profissional da área de educação física. Além disso, o tempo e o preparo para realizar a atividade deve ser planejado, assim como, o local escolhido deve ser confortável e acessível. Atividades físicas acessíveis para fazer no intervalo do trabalho Para finalizar, é interessante conhecer alguns exercícios que você pode fazer no intervalo do seu trabalho, com a ajuda de itens comuns que você pode carregar na bolsa. Invista no bem-estar de seus funcionários com estratégias de Employee Value Proposition. Pular corda: ajuda a se concentrar e a fortalecer os músculos. Para esse exercício separe uns 15 minutos e invista em um tênis, por exemplo, o mizuno prophecy 8 resistente à impactos. Agachamento e abdominal: São ideais para locais pequenos como escritórios e não exigem nenhum equipamento específico para realizar. A sugestão é fazer três séries de 20 repetições com duração de dois minutos cada. Subir e descer lances de escada: Essa é bem comum e fácil de realizar, por isso, certifique-se de um monitoramento do tempo e de sua respiração. As vantagens da prática de atividades físicas não envolvem somente os benefícios para a o colaborador, mas sim, garante resultados para a empresa como redução de faltas e afastamentos por doenças, evitando a baixa produtividade e rendimento do próprio profissional e equipe. Fonte: Mundo RH

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Ansiedade e Burnout: quando transtornos impactam o gestor

  A posição de liderança demanda bastante do gestor e este, se não estiver preparado para lidar com as demandas e conflitos do grupo, tende a se desequilibrar, o que pode ser um dos impulsionadores da ansiedade. *Artigo Elaine Di Sarno, Psicóloga Segundo pesquisa da empresa de recrutamento Robert Half, os profissionais brasileiros são os mais estressados do mundo. A empresa entrevistou quase 1.800 gestores de RH em 13 países e constatou que o profissional brasileiro é o que mais sofre com a pressão e o excesso de trabalho. De acordo com a pesquisa, 52% dos entrevistados reclamaram da alta carga de trabalho, e 44% sentem falta do reconhecimento de seus esforços. Não é à toa que muitos profissionais acabam desenvolvendo transtornos de ansiedade. Os mais comuns são: transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático, fobia social e fobias específicas. A posição de liderança demanda bastante do gestor e este, se não estiver preparado para lidar com as demandas e conflitos do grupo, tende a se desequilibrar, o que pode ser um dos impulsionadores da ansiedade. No entanto, aspectos emocionais, especialmente a capacidade de lidar com a inteligência emocional, impactam bastante. O gestor deve saber captar, absorver e conduzir a ansiedade e a expectativa do grupo, orientando-os e intervindo quando julgar necessário. Na realidade, todos esperam que um gestor tenha maturidade emocional (ou “quociente emocional”) e consiga gerenciar e controlar sua própria ansiedade, além de lidar com a ansiedade do grupo que ele lidera. Ele é a referência desse grupo, e uma de suas funções é administrar essa teia de situações potencialmente ansiógenas que permeiam a dinâmica da equipe. O líder precisa ser capaz de ter autocontrole, autoconhecimento e experiência para transmitir tranquilidade e direção ao grupo, em todo tipo de situação. Muitas vezes, só um trabalho psicoterápico permite que ele se conheça mais a fundo e se desenvolva emocionalmente, de modo a saber lidar com suas próprias ansiedades e as da equipe. Se o transtorno de ansiedade não for tratado, gestor e a sua equipe podem caminhar para um “naufrágio”. Neste sentido, ele “afunda” sua carreira, pois não terá condições de gerenciar adequadamente as situações de tensão que certamente ocorrem no ambiente corporativo. Daí, além da ansiedade, virá o sentimento de frustração, decorrente de uma expectativa não realizada, de uma sensação de incapacidade ou de percepção de que “não sou tão competente quanto imaginava”. Para tornar o cenário ainda mais complexo, vale lembrar que a imagem de um profissional não permite tantos “deslizes” como no âmbito social/pessoal. O mercado é competitivo, principalmente quando vivemos agora, e qualquer erro ou demonstração de instabilidade pode acarretar sua substituição por outro profissional que tenha mais equilíbrio emocional. Síndrome de Burnout – o mal do século XXI A síndrome de Burnout vem aparecendo cada vez mais em diversas profissões, sendo consequência do excesso ou sobrecarga de trabalho. Como o próprio nome diz, a pessoa se sente literalmente exausta, esgotada física e psicologicamente, seja por causa do número de horas trabalhadas, seja pelo estresse provocado pelas condições de trabalho. O uso crescente de recursos tecnológicos e da informática mudou o modo de trabalhar; a aceleração da velocidade de comunicação e a integração global trouxe a demanda por muitas horas de trabalho em geral sob forte pressão de desempenho. Nestas condições surge novamente a exaustão, caracterizada pelo desânimo, dificuldade de raciocínio, ansiedade, preocupação, irritabilidade, sensação de incapacidade ou inferioridade, diminuição da motivação e da criatividade, aparecimento de transtornos mentais e doenças físicas. Já a privação do sono gera a síndrome de Burnout por vários fatores: quando o profissional não dorme o suficiente para ser produtivo; quando ele faz hora extra até tarde da noite, prejudicando a rotina do sono; quando viaja muito a trabalho para diferentes Países, desregulando seu relógio biológico; ou até mesmo quando muda repentinamente de cargo, e precisa alterar o turno da tarde para o turno da noite, por exemplo. Isso resulta em uma extrema exaustão, pois o organismo, que já está habituado com um determinado padrão de sono, sofre um forte impacto, precisando de tempo e resistência para se readequar à nova rotina do profissional. Ajude a cuidar da saúde mental de seus colaboradores com esta campanha de saúde mental: sono de qualidade. Faça o download gratuito. Uma consequência frequente é o uso de drogas (álcool, tabaco, além das drogas ilícitas) como forma de alívio. É importante estar alerta a esta situação que agravará ainda mais a condição física e mental do indivíduo. O mesmo pode ser dito da automedicação. Além das condições adversas e estressantes de trabalho, algumas características da personalidade são consideradas importantes para o aparecimento da síndrome de exaustão. Pessoas muito competitivas, ambiciosas, com dificuldade para delegar, absorvendo tudo para si, fazendo do trabalho sua única atividade tem maior chance de desenvolver exaustão. Por outro lado, pessoas inseguras, necessitadas de reconhecimento pelos outros, com dificuldade de colocar limites e abrindo mão de suas próprias necessidades também estão mais vulneráveis ao Burnout. E o que fazer para prevenir a síndrome de exaustão? A primeira e óbvia recomendação é descanso físico e mental. O equilíbrio entre o trabalho e as atividades físicas, de lazer, o encontro com os amigos e outras é o primeiro passo. Mudanças de atitudes, de expectativas, de hábitos de vida podem também auxiliar na prevenção. Nos casos em que a síndrome de Burnout já está instalada, recomenda-se buscar auxílio médico especializado para avaliação do quadro e orientação quanto ao tratamento. Especialmente no caso das pessoas cujas características de personalidade as tornam mais propensas ao Burnout, a psicoterapia é um complemento importante, pois o problema está muitas vezes dentro da pessoa, e não tanto em suas condições de trabalho. Caso aconteça alguma situação que tenha saído do controle do gestor, será necessário um esforço grande e de longo prazo para que ele tenha nova oportunidade para mostrar que reviu suas posições e aprendeu a lidar com suas próprias ansiedades. Como já dito, às vezes esse amadurecimento emocional só é

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Você sabe o que é Employee Value Proposition?

O termo em inglês “Employee Value Proposition”, em tradução livre “proposta de valor ao colaborador”, significa, na prática, o que uma empresa de fato oferece como diferencial a seus colaboradores. É um conceito de práticas de bem-estar para atrair profissionais e engajar funcionários.   A estratégia pode ser resumida em cinco pilares:   Recompensas (salário, benefícios e reconhecimento); Oportunidades (carreira e desenvolvimento); Pessoas (chefes e colegas); Trabalho (o que se produz e o alinhamento disso aos valores pessoais); A organização em si (em termos de marca e ética corporativa).   Dados da consultoria Gartner mostram que, se for bem desenvolvido, o EVP gera ganhos muito bons para o negócio, como aumento de 75% na competitividade e de 35% no engajamento.   Algumas estratégias de EVP – Sexta-feira “mais curta”, possibilitando saídas fora do horário de pico. – Home office – Folga no dia do aniversário – Horário flexível – Licença maternidade/paternidade ampliada – Academia – Orientação Financeira – Orientação Nutricional – Programas de Qualidade de Vida (existem aplicativos de saúde para empresas, como o Nocta Bem-Estar)   Além de benefícios, existem algumas práticas de comunicação e gestão que são aplicadas com objetivo de estreitar o relacionamento com os funcionários, como por exemplo: Conceito “portas abertas” para passar confiança quando um funcionário precisa conversar. Eleger um porta-voz entre a equipe, por setor, para levar ideias de melhoramento à gestão. Acolhimento aos novos contratados para integração com todos os processos da empresa.   Por que as empresas devem investir em práticas de bem-estar? Um ambiente com valores e benefícios bem estruturados e com possibilidades de crescimento levam os colaboradores a se sentirem parte de algo importante. Essa percepção interna é importante para a reputação da marca, ainda mais hoje em que as pessoas compartilham tudo pela internet. Cuidar do bem-estar do funcionário é tão estratégico quanto desenvolver um produto ou serviço. Fazer campanhas e promover a saúde física, mental e emocional do colaborador traz benefícios como a diminuição no número de faltas (absenteísmo) e o aumento da retenção dos talentos, além de aumentar o entusiasmo de quem trabalha feliz.   Perguntas que se deve fazer para montar EVP   – Eu tenho conhecimento sobre o que os funcionários pensam sobre a empresa? – Como estão meus índices de faltas (absenteísmo) e afastamento por doenças? – Meus funcionários têm abertura para conversar com os gestores? – Como está a comunicação com meus colaboradores dentro da empresa? – Quais benefícios eu ofereço a eles para trabalharem felizes e com qualidade? – Minha empresa é atraente? Meus funcionários têm oportunidades de crescimento? – Eu escuto meus colaboradores?   O EVP deve refletir na cultura, no clima organizacional, nas relações internas, na prática dos princípios e valores, nos propósitos da empresa. Não se trata de prêmios, ou apenas de benefícios, é um conjunto de práticas personalizadas que refletem a sua empresa, pois nenhuma empresa é igual a outra.   Fontes: Redação blog Nocta; Revista Você RH

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vacinação sarampo

Vacinação contra sarampo continua

Nesta última semana de agosto, doses extras da vacina tríplice viral foram enviadas a todos os estados para garantir a imunização em todas as crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. Só para os 13 estados que estão em situação de surto ativo de sarampo, vão ser destinadas, 960.907 mil doses. São Paulo concentra 99% dos casos e que acaba de registrar o 1º óbito pela doença neste ano. A vítima foi um homem de 42 anos, que não tinha recebido nenhuma dose da vacina ao longo da vida, e tinha histórico de comorbidade. Nesta faixa etária, a pessoa deve ter pelo menos uma dose da vacina. De acordo com o novo boletim epidemiológico da doença, o Brasil registrou nos últimos 90 dias 2.331 casos confirmados de sarampo, em 13 estados: São Paulo (2.299), Rio de Janeiro (12), Pernambuco (5), Santa Catarina (4), Distrito Federal (3), Bahia (1), Paraná (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Espírito Santo (1), Sergipe (1), Goiás (1) e Piauí (1). Nesses dois últimos, os casos foram registrados em outros estados. O coeficiente de incidência da doença foi de 5% por 100.000 habitantes. Na rotina do Sistema Único de Saúde (SUS) a tríplice viral está disponível em todos os mais de 36 mil postos de vacinação em todo o Brasil. A vacina previne também contra rubéola e caxumba. É importante esclarecer que a chamada “dose zero” não substitui e não será considerada válida para fins do calendário nacional de vacinação da criança. Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral + varicela, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as doses. A vacinação de rotina das crianças deve ser mantida independentemente de a criança ter tomada a “dose zero” da vacina. Todo bebê de 6 meses a 1 ano agora deve tomar a vacina do sarampo Por causa do surto atual, o governo ampliou para todo Brasil a vacinação contra sarampo para essa faixa etária, que é mais suscetível a complicações e mortes. 7 dúvidas comuns sobre o sarampo e a vacina, respondidas por uma médica 1.Quem não sabe se já tomou a vacina deve se imunizar? Se não há comprovação de vacinação prévia, é importante tomar todas as doses recomendadas, sim. Elas estão disponíveis na rede pública – mais abaixo, você verá o protocolo adequado para cada idade. 2. Caso a pessoa tome uma dose adicional, há risco para a saúde? Não. As reações alérgicas, raríssimas, tendem a aparecer na primeira dose. 3. A vacina do sarampo protege contra outras doenças? Sim. A versão tríplice viral estimula a produção de anticorpos contra sarampo, rubéola e caxumba. Já a tetra viral também afasta o risco de catapora (varicela). 4. Há algum componente na vacina do sarampo capaz de desencadear reação alérgica? Embora seja raro, componentes do imunizante podem causar reações alérgicas em indivíduos predispostos. O produto contém as seguintes substâncias potencialmente alergênicas: albumina humana, sulfato de neomicina (antibiótico), gelatina e traços de proteína do ovo de galinha. No Brasil, uma das vacinas empregadas na rede pública carrega traços de lactoalbumina (uma proteína do leite de vaca). 5. Quais os cuidados que os pacientes alérgicos devem ter? Foi demonstrado, em muitos estudos, que mesmo pessoas com alergia grave ao ovo possuem um risco baixíssimo de reações anafiláticas após tomarem suas doses contra o sarampo. No entanto, é indicado que esses indivíduos, por precaução, sejam vacinados em locais que ofereçam condições de atendimento de anafilaxia. Crianças com alergia grave ao leite de vaca (reações imediatas como anafilaxia) não devem receber a vacina tríplice viral, que contém lactoalbumina. Pelo sim, pelo não, os alérgicos a algum componente do imunizante podem conversar com seu médico antes de irem para o posto. 6. Quantas doses da vacina eu preciso tomar e quando? Deve-se seguir o calendário orientado pelo Ministério da Saúde. O esquema vacinal contra o sarampo para crianças é de uma dose aos 12 meses (tríplice viral) e outra aos 15 meses (a tetra viral) de idade. Para a turma de até 49 anos que não cumpriu esse esquema, o Ministério preconiza: • Até os 29 anos: duas doses, da tríplice ou tetra viral • Dos 30 aos 49 anos: dose única, da tríplice ou tetra viral Quem já tomou duas dessas injeções durante a vida não precisa mais se preocupar. Mas em caso de surtos – ou mesmo durante campanhas de reforço da vacinação –, não custa tomar uma picada adicional. Nessas situações, siga as instruções das autoridades. As duas doses padrão garantem uma proteção de mais ou menos 90% contra o sarampo. E uma terceira poderia turbinar ainda mais nossas barreiras imunológicas. 7. Quais os sintomas do sarampo? O sarampo apresenta os seguintes sintomas: febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e mal-estar intenso. Logo depois, as manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, costumam dar as caras. Não há tratamento específico para o sarampo. O próprio corpo lida com o vírus, embora os médicos possam lidar com os sintomas e consequências dele. Fontes: Redação blog Nocta; Ministério da Saúde; Revista Saúde

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Dicas para fazer detox das redes sociais

Detox das redes sociais   Você sabia que nós, brasileiros, ocupamos o segundo lugar no ranking mundial de navegação na internet? Cada usuário gasta, em média, 9 horas e 29 minutos por dia na rede. Quando a internet “cai” o seu mundo acaba? Você não sabe mais o que fazer? Então, faça um detox! A verdade é que o mundo conectado e instantâneo, onde tudo acontece em “tempo real”, está causando um aumento de ansiedade nas pessoas. Além da saúde mental, ficar horas no celular pode causar problemas de postura, visão, sono, ansiedade e inflamação nas mãos e punhos. Preste atenção nestes sinais que mostram quando é hora de dar um tempo na internet e nas redes sociais:   1. Você dorme com o celular embaixo do travesseiro ou na cabeceira da cama e acorda para responder às mensagens. 2. Fica ansioso e angustiado quando percebe que a bateria está acabando e não está com o carregador. 3. Escuta o alerta de notificação e fica aflito para ler e responder às mensagens rapidamente. 4. Se pega pensando em qual momento poderá mexer no celular novamente. 5. Negligencia atividades importantes para usar o smartphone e, no fim do dia, percebe que foi improdutivo. 6. Tenta reduzir as informações que consome na internet, mas não consegue. 7. Ignora momentos com familiares e amigos e põe em risco o emprego por não se desconectar das redes. 8. Busca informações quando não precisa, muda de tela continuamente e se sente frustrado por não encontrar nada interessante. 9. Fica se comparando: acha que a vida dos outros é mais interessante e mais bem aproveitada que a sua   SEM CONEXÃO Dicas para se desintoxicar do mundo digital   AVALIE O TEMPO QUE GASTA NA INTERNET Consulte o consumo de dados de seu celular para saber quais apps mais acessa. Reduza o tempo gasto nos que estiverem no topo da lista e estabeleça metas diária de uso.   REVEJA SUA ROTINA Escolha atividades que gostara de incluir no dia a dia – e antes não tinha tempo – e organize para que a prioridade de sua agenda seja você.   FAÇA O QUE LHE DÁ PRAZER Coloque em sua rotina momentos prazerosos, como música, esporte, culinária, leitura e passeios. Descubra o que lhe dá prazer e garanta que não seja incomodado nesse período.   OFF-LINE E SEM CULPA Quando estiver em seu momento pessoal, liberte-se de responder mensagens imediatamente. Desligue o celular, deixe-o em “modo avião” ou silencie as notificações, preservando apenas grupos e contatos prioritários – como o da família.   TENHA UM DIA (OU VÁRIOS) LONGE DA INTERNET Experimente ficar fora das redes sociais nas folgas, nos fins de semana e nas férias. Use o tempo livre para ler, ver amigos, viajar e trabalhar em projetos pessoais que não exijam acesso à web.   CURTA O MOMENTO Experiências devem ser aproveitadas na hora que acontecem, com quem está ao seu lado. Por isso, desligue o celular enquanto almoça com a família ou conversa com amigos.   SEJA UM LÍDER DANDO O EXEMPLO Evite incomodar sua equipe com assuntos profissionais fora do expediente.     Gostou das dicas? Acompanhe nossas dicas para uma vida mais saudável: Entenda por que sua empresa deve ficar atenta ao uso do celular pelos funcionários Hipertensão? Nem pensar! – Material para campanha Má alimentação pode causar mais mortes do que cigarro   Fonte: Redação blog Nocta; Você S/A

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Campanha nacional de combate ao tabaco e narguilé (poster para download)

A campanha de combate ao tabaco e narguilé será realizada em todo território nacional em 29 de agosto, Dia Nacional de Combate ao Fumo.   Clique na imagem para download Este ano o grande alerta será para o uso do narguilé, prática que cresce entre os jovens. A maioria das pessoas (63%) que utilizam diariamente esse tipo de cachimbo estão entre 18 e 29 anos, aponta a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) realizada em 2013. O tabaco consumido por meio do narguilé contém nicotina que causa dependência e a intoxicação do usuário com monóxido de carbono é maior quando comparada com a de fumantes de cigarros.   Para se ter uma ideia, de 20 a 80 minutos de uso do narguilé equivale à exposição de 100 cigarros.   Tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo É responsável por 63% dos óbitos relacionados às doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), de acordo com a OMS: Mortes por doença pulmonar crônica, como bronquite e enfisema (85%); Diversos tipos de câncer – pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero, estômago e fígado (30%); Doença coronariana, como angina e infarto (25%); Doenças cerebrovasculares, como acidente vascular cerebral – AVC (25%).   Além de risco para o desenvolvimento de outras enfermidades, tais como tuberculose, infecções respiratórias, úlcera gastrintestinal, impotência sexual, infertilidade em mulheres e homens, osteoporose, catarata, entre outras (INCA, 2018).   Campanha Nacional 2019 O tema escolhido para este ano foi “TABACO OU SAÚDE – O USO DO NARGUILÉ” com o propósito de advertir sobre o narguilé, pois cresce a sua utilização entre os jovens e trata-se de algo tão perigoso quanto o cigarro. Clique na imagem para download Por que o narguilé é perigoso    O narguilé se torna atraente pelo aspecto da socialização, pois um único cachimbo pode ser usado por várias pessoas simultaneamente.  Além disso, há a falsa sensação de que o narguilé, por ser usado com água, não causa mal à saúde.  É muito comum o uso do narguilé adicionado de aromatizantes e flavorizantes, que torna o produto mais palatável, fornecendo um sabor agradável durante as sessões de fumo.   Uma sessão de narguilé dura em média de 20 a 80 minutos, o que corresponde à exposição dos componentes tóxicos presentes na fumaça de aproximadamente 100 cigarros, segundo o WHO Study Group on Tobacco Product Regulation. Em 2008, a Pesquisa Especial sobre Tabagismo (Petab) mostrou que Brasil tinha quase 300 mil consumidores do cachimbo de origem oriental (narguilé).   Fumantes passivos Uma pessoa que não fuma, mas é exposta ao cigarro é chamada de “fumante passivo”. Hoje, no mundo todo, das 8 milhões de pessoas por ano que morrem em decorrência do tabaco, aproximadamente 900 mil são fumantes passivas.   Alguns dados que ilustram a relação entre o tabagismo passivo e as doenças pulmonares:   As crianças sofrem com a fumaça do cigarro: as doenças respiratórias constituem o maior número de internação em crianças. O risco de desenvolver câncer de pulmão, para um fumante passivo, é três vezes maior do que para os que não estejam expostos à fumaça. O tabagismo durante a gestação é responsável por 25% a 40% dos casos de síndrome da morte súbita infantil.   O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) — órgão auxiliar do Ministério da Saúde no desenvolvimento e coordenação das ações integradas para a prevenção e o controle do câncer no Brasil é o responsável pela divulgação e comemoração da data, de acordo com o tema estabelecido a cada ano. Mais informações e pesquisas sobre tabaco e narguilé você encontra no MANUAL DE ORIENTAÇÕES Dia Nacional de Combate ao Fumo 2019.   Fontes: Redação blog Nocta; MANUAL DE ORIENTAÇÕES Dia Nacional de Combate ao Fumo 2019        

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13 esportes radicais que ajudam a desenvolver competências para sua carreira

Uma matéria da revista Você S/A traz uma análise interessante sobre como a prática de atividades esportivas ajuda no desenvolvimento de competências como liderança e tomada de decisões.   Se você está em busca de desenvolver algumas competências, confira qual esporte pode te ajudar a alcançá-las.   Autoconfiança: rapel, escalada e montanhismo; mergulho; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Aversão ao risco: skate; surf; rapel, escalada e montanhismo; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Comunicação e trabalho em equipe: trekking; rafting; rapel, escalada e montanhismo; mergulho. Controle de ansiedade e medo: rapel, escalada e montanhismo; mergulho; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Gerenciamento de risco: trekking; rapel, escalada e montanhismo; mergulho; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Gerenciamento de tempo: trekking; rapel, escalada e montanhismo; e mergulho. Interação social: trekking; skate; surf; e rafting. Liderança: trekking e rafting. Paciência: skate; rafting; rapel, escalada e montanhismo. Organização, planejamento e logística: trekking; rapel, escalada e montanhismo; mergulho; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Superação de limites: trekking; rapel, escalada e montanhismo; e mountain bike. Resistência: rapel, escalada e montanhismo; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Tomada rápida de decisão: skate; surf; rafting; rapel, escalada e montanhismo; mergulho; e mountain bike. Como você pode ter percebido, os esportes radicais ajudam no desenvolvimento da maioria das competências. Isto acontece porque esse tipo de atividade traz sensações que aumentam o nível de adrenalina no corpo: estado de alerta, pupilas dilatadas, mãos suadas, frio na barriga e coração acelerado. A adrenalina pode provocar no cérebro o mesmo efeito dos antidepressivos, ajudando em casos de ansiedade, depressão, hiperatividade e déficit de atenção, aponta uma pesquisa da Universidade da Pensilvânia Medical Center. O mergulho, por exemplo, pode se comparar à meditação por causa do controle respiratório. Segundo um estudo publicado no Frontiers in Psychology, os praticantes percebem redução do estresse, melhora do humor e aumento das habilidades de atenção e concentração, além da percepção sensorial.   Outros pontos a favor da prática de esportes radicais:   Quem pratica com regularidade sofre uma mudança química no cérebro, o que ajuda a permanecer calmo e concentrado por mais tempo. Essas atividades estimulam a leitura rápida do ambiente (quais são as condições favoráveis e desfavoráveis), a percepção de seus pontos fortes e fracos e o controle do medo. O praticante consegue sair mais rápido de situações estressantes ou perigosas. A pessoa aprende a gerenciar e avaliar o risco e leva esse comportamento para o ambiente de trabalho. Em esportes em grupo, como rafting, criam-se algumas situações durante a descida do rio para trabalhar conceitos como liderança e confiança. Traz clássicos benefícios para a saúde: melhora do condicionamento físico, equilíbrio, flexibilidade, emagrecimento e ganho de resistência. Outras atividades, como acampamento e trekking, ajudam no desenvolvimento de trabalho em equipe e melhoram a comunicação, uma vez que cada integrante do grupo é responsável por um trabalho ou objeto importante para que tudo dê certo.   Fontes: Redação blog Nocta; Você S/A Ilustração (Infográfico): Guilherme Henrique/VOCÊ S/A) Imagem destaque: Freepik  

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Tomar remédio por conta própria pode deixar você doente

Tomar remédio por conta própria pode deixar você doente (Com Campanha para download!) Fala a verdade: você sempre procura informações na internet sobre os sintomas que está sentindo antes de consultar um médico, não é?! Até aí, tudo bem. O que não está nada bem é procurar a solução para o que você está sentindo na farmácia mais próxima, comprando medicamento por conta própria. Comprar remédio sem uma orientação médica é bastante perigoso. Trouxemos aqui alguns alertas levantados pela Proteste e o Dr. Drauzio Varella sobre essa prática.   Primeiro, aos fatos A Proteste fez uma pesquisa e constatou que 68% dos brasileiros que se automedicam usam como principal fonte a Internet.   A solução pode virar um veneno Um exemplo é o uso do paracetamol quando associado a qualquer anti-inflamatório. Essa combinação aumenta o risco de lesões nos rins, especialmente nas pessoas acima dos 40 anos, e pode provocar até parada da função renal. O paracetamol é um remédio útil nos casos de febre e dor. O problema da automedicação é a dosagem. Analgésicos, antiespasmódicos, remédios para gripe, como quaisquer outros, devem ser usados com cautela, porque não existe medicamento que esteja livre de efeitos colaterais indesejados.   Cuidado com as vitaminas Será que a gente precisa tomar um monte de vitamina para manter a saúde? Cuidado. O consumo de vitaminas, por conta própria e em excesso, também tem contraindicações. Um exemplo é a vitamina A, útil para a visão e o betacaroteno. Por outro lado, pode aumentar a incidência de cálculos renais e em outros órgãos, e provocar ossificação exagerada, ou seja, o osso perde a flexibilidade e fica mais sujeito a fraturas. Faça uma campanha de saúde para alertar os seus funcionários. Seja um RH promotor da saúde!   E os suplementos, como o ferro? Quem já ouviu “tá muito fraquinho, tá muito magrinho, precisa de ferro”? As mamães que gostam de dar suplementos com ferro para as crianças precisam consultar o pediatra para orientação. O excesso de ferro é perigoso, pois pode provocar problemas no fígado e nos rins.   Automedicação “responsável” Os remédios que são vendidos sem receita devem ser usados de forma responsável para tratar problemas de saúde comuns em casa. Conselhos para fazer uso responsável: leia a bula, oriente-se pela experiência pessoal anterior, faça uso de várias fontes de informação e de conselhos dados por profissionais da saúde.   Já ouviu falar que o corpo ficou “resistente a bactérias”? Dependendo do tipo de medicamento, como o antibiótico, o uso sem orientação pode causar um efeito reverso: em vez de combater a doença, o corpo fica resistente àquelas bactérias.   Dr. Drauzio Varella dá esse alerta:     Riscos de tomar remédio por conta própria O principal perigo do uso de medicamento sem prescrição é a intoxicação. É importante ler a bula para não ter excessos. Além disso, a prática pode trazer riscos que incluem:   Autodiagnóstico incorreto; Terapia desnecessária ou equivocada; Atrasos na busca de orientação médica quando necessário; Reações adversas graves que não são frequentes; Interações medicamentosas perigosas; Forma incorreta de administração; Dosagem incorreta; Mascaramento de uma doença; Dependência e abuso do medicamento;   Fontes: Redação blog Nocta; Proteste; Dr. Drauzio Varella Imagens: Freepik

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Checkup: prevenção sem excesso de exames

Você já fez o seu checkup este ano? Com certeza, você já ouviu essa pergunta.   O checkup nada mais é do que uma avaliação médica de rotina associada a exames específicos.   A principal finalidade desses exames é a prevenção. Existe uma lista básica de exames e alguns outros que são acrescentados de acordo com a idade, sexo e histórico pessoal e familiar.     Conheça oito exames que são importantes para um checkup e entenda melhor qual é a finalidade de cada um deles, de acordo com matéria da revista Saúde.   Pressão arterial O que é? O médico usa um aparelho para conferir a pressão do paciente. Quando fazer? O exame costuma ser feito a partir dos 18 anos – mas deveria ser requisitado ainda na infância. Precisa ser repetido, no mínimo, uma vez por ano. Por quê? Detecta alterações na pressão arterial e diagnostica a hipertensão, fator de risco para infartos e derrames.   Hemograma O que é? É o exame de sangue clássico, que registra o estoque de células vermelhas e brancas. Quando fazer? É solicitado desde a infância. A menos que haja algum motivo, pode ser refeito anualmente. Por quê? Sinaliza o estado do sangue e do sistema imunológico, acusando problemas como infecções.   Colesterol e glicemia O que são? Testes sanguíneos que avaliam a concentração de gorduras e de açúcar na circulação. Quando fazer? Podem ser receitados desde a infância, mas depois dos 18 anos a indicação ganha ainda mais consistência. O prazo para repeti-los varia. Depois dos 40, vale uma picada anual. Por quê? Flagram altos níveis de colesterol e triglicérides, que favorecem as placas capazes de obstruir os vasos. Já a medida da glicose acusa a propensão ao diabete. Recursos Humanos: incentive o checkup dentro do programa de promoção à saúde. Baixe o arquivo e compartilhe com os seus colaboradores nos canais de comunicação da sua empresa (e-mail, mural, intranet etc). Clique na imagem: Eletrocardiograma e teste ergométrico O que são? Ambos se valem de eletrodos sobre o peito para apurar o risco cardiovascular. O primeiro é feito com o paciente deitado e o segundo, em movimento. Quando fazer? Podem ser solicitados ainda na casa dos 20 anos e se tornam obrigatórios após os 40 – a partir dessa idade, o repeteco deve ser anual. Por quê? Ambos inferem a presença de entupimentos nas artérias, fenômeno que precede ataques cardíacos.   Ecocardiograma O que é? É o ultrassom do coração. Quando fazer? Pode ser receitado na casa dos 20 anos, mas também se torna crucial a partir dos 40. A partir de então, costuma ser refeito anualmente. Por quê? O método permite avaliar a capacidade de contração do músculo cardíaco, bem como as válvulas desse órgão, alertando para possíveis disfunções.   Papanicolau O que é? O médico raspa células do tecido que reveste o colo do útero. Esse material é analisado no microscópio. Quando fazer? No começo da vida sexual da mulher. Deve ser feito anualmente. Por quê? Identifica alterações no colo do útero, bem como lesões pelo vírus HPV, que podem abrir caminho para o câncer.   Mamografia O que é? A mulher é submetida a uma máquina que fornece imagens das glândulas mamárias, o que permite averiguar alterações na região. Quando fazer? O exame deve ser feito anualmente a partir dos 40 anos. Se houver casos de câncer na família, a investigação começa mais cedo, por volta dos 30. Por quê? O exame é essencial para a detecção precoce do câncer de mama, um dos mais comuns no sexo feminino.   Dosagem dos hormônios da tireoide O que é? Exame de sangue que calcula hormônios como o TSH e o T4. Quando fazer? É solicitado sobretudo às mulheres, que sofrem mais de distúrbios na glândula. Pode ser prescrito desde a juventude, com periodicidade variável. Por quê? Denuncia disfunções como o hipo e o hipertireoidismo, que repercutem no corpo inteiro.   Prevenção sim, excesso de exames não   O vídeo abaixo pode parecer polêmico, mas traz verdades sobre a “epidemia de exames”.   “A medicina não pode ser feita apenas com exames. Não podemos pedir exames aleatoriamente, na tentativa de encontrar alguma doença. Não é assim que se faz medicina” – Dr. Drauzio Varella   O Doutor mais famoso da TV fala como o excesso de exames onera o SUS e os planos de saúde. Link original no YouTube   Fontes: Redação blog Nocta; revista Saúde. Imagens: Freepik    

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Principais causas de afastamentos de funcionários

  Os afastamentos de funcionários por motivos de saúde tendem a aumentar sem uma política interna de promoção da saúde.   Além de garantir ao colaborador um plano de saúde como benefício, é necessário fazer um trabalho de gestão de saúde para prevenção. Hoje, existem no mercado consultorias especializadas, como a Nocta, com propostas inovadoras para a promoção de saúde.   Abaixo, destacamos uma lista publicada na revista Cobertura com as principais causas de afastamentos de funcionários do trabalho, assim como dicas para prevenção. Confira:   Acidentes de trabalho Os acidentes são as maiores causas de afastamento: de acordo com o Anuário do Dieese, ocorrências deste tipo afetaram 337,7 mil pessoas em 2015, o que equivale a 3,9% casos a mais do que há dez anos. “Fraturas, cortes e lesões são alguns dos exemplos mais comuns, e a falta de instrução ao funcionário combinada a não utilização dos equipamentos de proteção individual (EPIs), imprudência, maquinários e ferramentas em condições inadequadas são algumas das causas”, alerta Yuri Fernandes, Analista em Segurança do Trabalho da Bioqualynet.   Depressão De natureza psicológica, a depressão é uma enfermidade pouco compreendida com cada vez mais casos diagnosticados. Estima-se que, nos dias atuais, 17 milhões de brasileiros sofram com este problema, e no que diz respeito ao ambiente de trabalho, somente no ano de 2016, 37,8% de todas as licenças foram ocasionadas por quadros depressivos. Para os próximos anos, a expectativa não é otimista: segundo a Organização Mundial da Saúde, é possível que, até 2020, esta se torne a principal doença incapacitante em todo o mundo.   Dor nas costas Carregamento de peso excessivo, horas em frente ao computador, sentar em posição inadequada e estresse são alguns dos fatores que estimulam o aparecimento deste problema. “Antes do aparecimento das primeiras dores, é comum que o profissional não se atente a este risco e repita maus hábitos dia após dia. Embora a fisioterapia e a ginástica laboral sejam bons aliados para combater esta dor, a melhor recomendação é observar a postura e os movimentos para preveni-la”, explica Yuri.   Lesões nos joelhos A grande maioria dos maus hábitos que afetam as costas acometem também os joelhos, afinal, por enfrentar movimentos repetitivos diariamente, esta é uma das regiões que mais sofrem com sobrepeso – por obesidade ou levantamento de altas cargas, e sedentarismo. Além disso, impacto ou execução de exercícios sem orientação profissional se somam às condutas de risco.   Problemas cardiovasculares O coração é um dos principais alvos do estresse e das cobranças diárias, que são itens frequentes em grande parte dos dias de trabalho, e segundo pesquisa realizada pelo European Heart Journal, extensas jornadas também são vilãs do bom funcionamento cardíaco. “Fatores como estes, quando combinados a má alimentação, predisposições genéticas e falta de acompanhamento médico podem transformar o sistema cardiovascular em uma bomba-relógio” enfatiza Yuri.   Diante dos riscos aos quais os trabalhadores brasileiros estão expostos, e visando driblar os prejuízos decorrentes do absenteísmo nos locais de trabalho, a Bioqualynet apresenta algumas dicas simples, que, quando praticadas, regularmente, podem ajudar a transformar a saúde ocupacional:   Empresa Invista em cursos, palestras, workshops e materiais de comunicação voltados à conscientização sobre o uso de EPIs. Aposte em atividades simples e leves que transformam o dia a dia dos funcionários: ginásticas laborais e pausas intercaladas com o expediente ajudam a evitar estresse e lesões de repetição e aumentam a produtividade dos colaboradores. Tenha uma equipe de atendimento médico treinada a postos para ajudar a reverter as consequências de eventuais acidentes de trabalho. Atente-se aos funcionários e ofereça-lhes um canal para suporte em caso de problemas físicos ou emocionais que possam estar ligados ao ofício.   Trabalhador Atenção ao uso de EPIs e aos treinamentos oferecidos pelas empresas. Embora simples, tais procedimentos podem ser a chave para afastar riscos que, por vezes, resultam em situações de saúde irreversíveis; Tenha uma vida ativa: reserve um momento diário ou semanal para se exercitar. Encontrar uma atividade compatível com a personalidade é o melhor caminho para fortalecer o corpo de maneira prazerosa. Busque uma alimentação balanceada: é comum que a correria do dia a dia leve os trabalhadores a optarem por rapidez em vez de qualidade na hora da alimentação, porém, esta postura põe a saúde em xeque por dar lugar ao excesso de gorduras e ingredientes artificiais. Durma bem. Além de ser fundamental para melhorar a eficiência durante execução das tarefas diárias, o sono é de suma importância para a saúde. “Dormir proporciona uma recuperação essencial a todos os órgãos do corpo e atua sobre funções vitais do organismo, como conservação de energia, metabolismo, amadurecimento do sistema nervoso central, consolidação da memória, produção de secreção hormonal e outras”, pondera Yuri. Faça check-ups periódicos: muitas vezes o corpo emite sinais de exaustão que passam despercebidos, e por essa razão, exames frequentes são fundamentais para identificar males de saúde e cortá-los pela raiz.   Fonte: Redação blog Nocta; Revista Cobertura  

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