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Programa Verde e Amarelo – o que muda nas relações trabalhistas?

Programa Verde e Amarelo – o que muda nas relações trabalhistas? Matéria do Mundo RH O pacote de medidas trabalhistas prevê, entre outros pontos, que as empresas poderão flexibilizar o trabalho aos sábados e domingos   A Medida Provisória 905/19 foi publicada pelo governo federal na última segunda-feira (11 de novembro de 2019) para instituir o programa Verde e Amarelo. O pacote de medidas pretende estimular o emprego e a renda no país, mas, para isso, altera a legislação trabalhista.   De acordo com o governo, o Verde e Amarelo, que começa a valer em janeiro do ano que vem, deve gerar cerca de 1,8 milhão empregos até 2022. Para isso, estima-se a redução de 30% a 34% dos custos para o empregador. As empresas ainda receberão determinados benefícios como incentivo às contratações formais. Entre os benefícios, está a redução da carga tributária em cima da folha de pagamento.     O pacote de medidas trabalhistas prevê, entre outros pontos, que as empresas poderão flexibilizar o trabalho aos sábados e domingos e terão a desoneração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), diminuindo a contribuição de 8% para 2%.   As instituições que aderirem ao Verde e Amarelo também ficam isentas da contribuição previdenciária, do salário-educação e da contribuição social destinada ao Sistema S.   Além disso, uma mudança significativa para as relações de trabalho está no pagamento de salário mensal ao empregado. O empregador deverá realizar o pagamento mensal ao funcionário com o valor combinado do salário, juntamente com o valor proporcional a 1/12 do 13º e das férias, com acréscimo de um terço.   De acordo com a nova regra, as empresas que aderirem ao programa poderão ter até 20% de funcionários contratados no programa Verde e Amarelo.   Conforme o advogado Willer Tomaz, do escritório Willer Tomaz Advogados Associados, o programa afetará o primeiro emprego de jovens de 18 a 29 anos e faz parte da nova política de reduzir os entraves ao crescimento da economia.   “A Medida Provisória 905 está alinhada ao programa ideológico do governo, de buscar reduzir entraves e excessos de regulamentação que inevitavelmente impactam a geração de emprego e, portanto, a economia. A medida autoriza a flexibilização das regras trabalhistas como forma de fomentar o primeiro emprego de trabalhadores na faixa etária de 18 a 29 anos, que nunca tiveram carteira assinada. Quem já manteve contrato de menor aprendiz, de trabalhador avulso, de experiência e de trabalhador intermitente também estão dentro da regra”, ressalta.   Segundo o especialista, todos devem sair ganhando com a redução de custos da mão-de-obra, apesar da possível resistência de determinados setores da sociedade. “Veja que a sociedade muda constantemente, as necessidades também. Naturalmente as relações jurídicas de trabalho devem passar por revisão”, alerta.   O especialista também explica que as mudanças objetivam a redução de custos para a contratação visando o aumento das oportunidades de trabalho, desonerando ainda o empregador de obrigações que no fundo não beneficiavam o empregado, mas tinham viés apenas ideológico ou predominantemente arrecadatório.   “Por exemplo, a medida extingue a multa adicional de 10% do FGTS nas demissões sem justa causa, sem eliminar a multa de 40% do trabalhador. A despeito da resistência de determinados setores adeptos de uma visão mais protecionista, a medida é interessante para as empresas, para os trabalhadores e todos sairão ganhando, pois viabilizará o primeiro emprego e o trabalhador terá maior chance de efetiva inserção no mercado de trabalho e na economia”, afirma.   Fonte: Mundo RH Imagem: Freepik

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Evitar doces previne diabetes?

  A maioria dos brasileiros acredita que evitar doces, e apenas esse ingrediente, previne o diabetes. Não precisa de pesquisa para comprovar essa ideia, basta perguntar para qualquer pessoa ao seu redor. Entretanto, um estudo feito pelo Ibope a pedido da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) comprova essa afirmação.   Dia 14 de novembro é o “Dia Mundial do Diabetes” e ajuda a nos lembrar desta doença que acomete, em especial, pessoas obesas e sedentárias.   O diabetes tipo 2, aquele que usualmente não precisa de insulina, já se tornou uma epidemia e atinge 16 milhões de brasileiros.   Afinal, é só evitar doce?   Apesar da ligação com o açúcar, a principal causa dessa doença é a obesidade. A prevenção gera dúvidas e o mito de cortar o açúcar da alimentação ainda é muito forte. Quase 90% dos entrevistados* pelo Ibope têm a falsa ideia de que basta evitar o consumo de açúcar (e somente este ingrediente) para se ver livre do diabetes.   O endocrinologista Luiz Turatti, vice-presidente da SBD, explica no portal do Dr. Drauzio Varella que, na verdade, atividade física regular, parar de fumar e dieta adequada é que são os fatores primordiais da prevenção.   É um conjunto de hábitos, segundo ele. “Especificamente, não existe nenhum alimento que programe o desenvolvimento do diabetes. Dieta inadequada, incluindo os açúcares e gorduras, mais sedentarismo, predispõe ao sobrepeso. Esses sim são os grandes vilões”.   Salve a imagem e faça campanha de saúde na sua empresa. Seja um RH promotor da saúde e bem-estar! Mito ou verdade   O diabetes causa cegueira e até amputações das pernas? Sim, é verdade. A doença é a principal causa de amputações de membros e cegueira precoce em adultos.   Quem tem pré-diabetes vai estar com diabetes? Mito. O pré-diabetes é uma condição em que as taxas de glicose no sangue são mais elevadas que o normal, mas não o suficiente para o diagnóstico de diabetes. É um sinal de alerta do corpo, que normalmente aparece em obesos, hipertensos e/ou pessoas com alterações nos lipídios. Pode ser diagnosticado com um exame de sangue simples. Confira no vídeo abaixo mais informações. Existe vacina contra o diabetes? Mito. Uma história começou a circular, em 2018, sobre suposta vacina contra diabetes. A Drops, plataforma brasileira dedicada exclusivamente a checar o grau de veracidade de notícias sobre saúde veiculadas na imprensa e nas redes sociais, mostra por que é falsa (aqui).   Diferença entre tipo 1 e tipo 2   Tipo 1: acontece quando há falência total do pâncreas, que deixa de produzir insulina. Esse tipo exige doses suplementares de insulina pelo resto da vida para que a pessoa possa levar vida saudável. Tipo 2: o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz. Dependendo da gravidade, pode ser controlada com atividade física e planejamento alimentar. Em alguns casos, é necessário o uso de insulina e/ou outros medicamentos.   Em entrevista ao site Dr. Drauzio Varella, o endocrinologista, professor livre-docente do HC da FMUSP e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Marcello Bronstein, conta em detalhes sobre cada tipo (aqui).   *O levantamento foi realizado com 1.106 pessoas entre homens e mulheres de 18 a 60 anos, em seis capitais do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Recife) em 2013.   Fontes: Redação blog Nocta; Dr. Drauzio Varella; G1 Imagem: Freepik  

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Como a rede Assaí obteve resultados surpreendentes investindo no RH

  Matéria da VOCÊ RH destaca o caso da rede Assaí que, para evitar que os funcionários deixem a companhia rapidamente (conhecido como “turnover”), está adotando nos últimos seis anos novas práticas pelo departamento de Recursos Humanos.   As palavras-chave aqui são: retenção, engajamento, “employee experience” e “employee value proposition“.   Vale a pena ler. Confira na íntegra.   Lojas Assaí investem em práticas de RH para manter expansão no mercado   Para evitar que os funcionários deixem a companhia rapidamente, o Assaí treinou a liderança, criou uma universidade corporativa e melhorou os benefícios.   Quando o Grupo Pão de Açúcar (GPA) decidiu ampliar sua estratégia de negócios com a compra da rede Assaí, em uma operação financeira que teve início em 2007 e se consolidou em 2011, sabia que teria trabalho para crescer e se destacar no atacado de autosserviço.   Na época com 14 lojas espalhadas pelo Brasil e um time de 7?000 empregados, a rede atacadista de origem familiar, fundada em 1974 na cidade de São Paulo por Rodolfo Jungi Nagai, contava com um quadro administrativo enxuto e um problema digno de atenção: um alto turnover, que não só afetava a produtividade mas também colocava em xeque qualquer plano de expansão da operação. O que é turnover e outros termos usuais no mundo corporativo. Sem uma estrutura de recursos humanos adequada e voltada para treinamento e desenvolvimento dos profissionais, ou mesmo um pacote de benefícios que pudesse ser considerado atrativo, a rede recém-adquirida pelo Grupo Casino não conseguia reter seus profissionais, que com somente três ou quatro meses deixavam o trabalho em busca de uma nova colocação.   “As pessoas não ficavam. Em 2012, apenas 10% de nosso contingente tinha entre um e cinco anos de casa, o que indicava um baixo índice de retenção”, diz Sandra Vicari, diretora de gestão de gente do Assaí. O engajamento também não era favorável.   “Não havia aquele sentimento de orgulho, de pertencimento na empresa. Os funcionários não agiam como donos do negócio e a seleção de pessoal era realizada pelos próprios gestores, sem um padrão previamente definido, o que configurava um sério problema na operação.”     A SOLUÇÃO Para reverter o turnover e o baixo índice de engajamento, um plano de ação foi desenhado pelo RH. A meta consistia em adequar a seleção de candidatos, reduzir os índices de rotatividade gradativamente e formar pessoas que pudessem replicar o novo modelo de negócios estabelecido para o atacado, sem deixar de contemplar a expansão da rede no Brasil.   Embora o turnover mais alto tivesse sido diagnosticado entre os operadores de caixa, os esforços iniciais foram dedicados à chefia. “Investimos na capacitação dos líderes para atingir, por meio deles, os demais contratados”, diz Sandra.   Assim, em 2012 o Assaí lançou uma série de medidas de qualificação. Uma delas foi a universidade corporativa com mais de 300 cursos, divididos de acordo com o cargo e a atuação dos empregados. Para incentivar a graduação, o Assaí fez convênios com universidades de todo o Brasil.   “Nosso crescimento precisa significar o crescimento das pessoas. Por isso criamos o Processo de Seleção Interna, o Prosin. Em vez de procurar profissionais de fora, preparamos os talentos e damos a eles a oportunidade de assumir novas posições”, diz a executiva.   O pacote de benefícios também foi revisto e, agora, inclui assistência médica, odontológica, auxílio de custo para as mães com filhos de até 3 anos de idade, licença-maternidade estendida de seis meses e programas de reconhecimento (por tempo de casa, assiduidade no trabalho ou destaque no dia a dia de trabalho). RH: os principais erros na hora de contratar um plano de saúde     O RESULTADO As práticas adotadas nos últimos seis anos pelo departamento de recursos humanos do atacadista Assaí, cuja bandeira responde por praticamente 50% das vendas do Grupo Pão de Açúcar, trouxeram ganhos altamente significativos.   Com investimentos na formação e na qualificação do time, bem como melhorias no pacote de benefícios e mais reconhecimento aos funcionários que se destacam, a rede atacadista, que hoje conta com 145 lojas e 37?000 empregados, reduziu a rotatividade entre os novos contratados para índices de 8% a 10% ao ano.   O grau de engajamento também melhorou bastante e passou para 80%, com 95% de participação do quadro de empregados na pesquisa de clima — para ter uma ideia, em 2014 a porcentagem de empregados que respondiam ao questionário interno era de somente 62%.   “O colaborador engajado, envolvido, entrega resultados melhores para nosso cliente”, afirma Sandra. A executiva ainda reforça que, atualmente, mais de 50% dos contratados da rede têm de um a cinco anos de casa.   “Ainda temos um turnover, mas dentro da média de mercado”, afirma a diretora de recursos humanos, que acredita ainda haver espaço para melhorar as práticas. “A evolução é gradativa.   Continuamos investindo na formação de nossas lideranças”, diz. O desafio de aprimorar a gestão deve se manter, já que, em média, o Assaí contrata 5?000 pessoas por ano. Conheça o Nocta Bem-Estar, plataforma empresarial de saúde e bem-estar que ajuda os funcionários a adquirirem hábitos mais saudáveis.    Fonte: Redação blog Nocta; Revista VOCÊ RH Imagem: Freepik

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Campanha Câncer de Próstata – Novembro Azul (download)

O movimento Novembro Azul tem como objetivo chamar a atenção para o câncer de próstata, o mais frequente entre os homens, depois do câncer de pele.   Como forma de incentivar as empresas a promoverem ações de bem-estar e prevenção, a Nocta traz informações sobre saúde e oferece gratuitamente material para campanhas. Você pode acompanhar o blog Nocta também nas redes sociais, assim, fica sempre atualizado. Curta a nossa página no Facebook.   Novembro Azul   O que você precisa saber sobre o câncer de próstata   O que é: o câncer de próstata é o tumor que afeta a próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis. Segundo dados do Ministério da Saúde, o risco de desenvolver o câncer de próstata aumenta com o avançar da idade. No Brasil, a cada dez homens diagnosticados com câncer de próstata, nove têm mais de 55 anos. Outro fator de risco é o histórico de câncer na família, caso a doença tenha acometido o pai, avô ou irmão. Além disso, há também que se considerar os hábitos e a questão da obesidade. Clique na imagem e faça o download. Como prevenir o câncer de próstata? Já dizem que “você é o que você come” e assim vale para a prevenção de qualquer câncer, o cuidado com a alimentação. Colocar na rotina uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, e diminuir a gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco de câncer, como também de outras doenças. Mexa-se: em apenas 30 minutos diários de atividade física você já previne doenças, aumenta seu condicionamento físico e turbina o cérebro.   Sinais e sintomas do câncer de próstata Na fase inicial, o câncer de próstata pode não apresentar sintomas e, quando apresenta, os mais comuns são: Dificuldade de urinar; Demora em começar e terminar de urinar; Sangue na urina; Diminuição do jato de urina; Necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite.   Na presença de sinais e sintomas, recomenda-se a realização de exames para investigar o câncer de próstata.   Homens sem sinais ou sintomas precisam fazer exames para o câncer de próstata?   Diferente das campanhas voltadas à saúde da mulher, fazer exames como modo preventivo para rastrear o câncer de próstata divide a opinião dos médicos. O artigo “Entenda por que nem sempre o rastreamento do câncer de próstata é indicado” publicado no site Dr. Drauzio Varella ressalta que o rastreamento desse tipo de câncer pode não ser indicado para todos os indivíduos. Antes, é preciso considerar idade, raça, histórico familiar, entre outros fatores. “Normalmente, o risco de mutação nas células prostáticas aumenta após os 50 anos. Para negros ou quem tem histórico familiar (pais, avós ou tios com a doença), o cuidado deve começar antes, aos 45 anos” – diz um trecho do artigo. A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que homens a partir de 50 anos devem procurar um profissional especializado, para avaliação individualizada.   RESPOSTA DO QUIZ Qual das frases abaixo está INCORRETA? O risco de desenvolver o câncer de próstata aumenta com o avançar da idade: a cada dez homens diagnosticados com câncer de próstata, nove têm mais de 55 anos.   Diferente das campanhas voltadas à saúde da mulher, fazer exames como modo preventivo para rastrear o câncer de próstata divide a opinião dos médicos.   O câncer de próstata é raro e quase não atinge os homens. Inclusive, quem tem histórico na família (pais, avôs ou tios) não precisa se preocupar. Resposta: 3 Fontes: Redação blog Nocta; Ministério da Saúde; Dr. Drauzio Varella Imagem: Freepik

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Dia Nacional da Saúde Bucal (Dica de Saúde)

A falta de cuidado com a saúde bucal pode causar algumas doenças como a placa bacteriana, a cárie dentária, o cálculo dentário, as doenças da gengiva e as lesões bucais. Por vezes, a má condição de higiene é pela falta de oportunidade. Se você trabalha na área de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, optar por um plano odontológico é um benefício barato e causa um grande impacto na motivação dos colaboradores. Uma consultoria pode te ajudar. Fazer campanhas também é importante para disseminar o cuidado com a Saúde Bucal. O Dia Nacional da Saúde Bucal é lembrado no dia 25 de outubro, mas você pode fazer essa campanha o ano todo. Faça o download. Principais doenças bucais, segundo o Ministério da Saúde:   Placa bacteriana Também denominada de biofilme dental pelos profissionais de odontologia, a placa bacteriana é uma película viscosa e incolor formada por bactérias e restos alimentares acumulados na superfície dos dentes e na gengiva. Ela se desenvolve mais rápido com a ingestão frequente de açúcares. Se não for removida, pode causar cáries, cálculo dentário, doenças da gengiva e mau hálito.   Cárie É uma das doenças bucais mais comuns no mundo. Caracteriza-se pela destruição das estruturas calcificadas dos dentes. A cárie é silenciosa e causa destruição progressiva dos dentes. É provocada pelos ácidos produzidos pelas bactérias da placa bacteriana quando ingerimos açúcar com frequência e pode causar dor e desconforto.   Cálculo dentário Quando a placa bacteriana não é removida totalmente, através de uma correta escovação, ela calcifica e forma uma espécie de crosta amarelada e endurecida sobre os dentes. É o que chamamos de cálculo dentário ou tártaro. O dentista poderá realizar a limpeza profissional, removendo-o dos dentes.   Doenças da gengiva As doenças gengivais também são causadas pelo acúmulo de placa bacteriana. A doença começa com a inflamação da gengiva, chamada de gengivite. Inicialmente, nota-se que a gengiva sangra e a pessoa sente gosto de sangue. Quando isso ocorre, não se deve parar de escovar os dentes nas partes próximas da gengiva, pois a situação piora quando se faz isso. O que se deve fazer é melhorar a escovação dos dentes e o uso do fio dental. Lembre-se: gengiva sadia não sangra! Com o passar do tempo a doença, pode avançar para a parte interna da gengiva, atingindo o osso ao qual o dente está ligado, passando a ser chamada de periodontite. Nesta etapa, ocorre perda de osso e de outras estruturas que fazem o suporte dos dentes, produzindo sangramento, pus, sensibilidade, retração da gengiva, mobilidade e podendo levar à perda do dente. A principal causa de perda dentária entre adultos e idosos ocorre em decorrência de doenças da gengiva.   Lesões bucais Devemos aproveitar os momentos da escovação dos dentes para observar se existem lesões (manchas, caroços, inchaços, placas esbranquiçadas ou avermelhadas, feridas), principalmente na língua, bochecha, lábios, céu da boca, embaixo da língua ou na garganta. As lesões bucais mais comuns são feridas provocadas por próteses removíveis (dentaduras), aftas, herpes labial e inflamações gengivais. Todas estas são benignas. Entretanto, em alguns casos, o câncer pode ocorrer na boca. Se você tem mais de 40 anos de idade, é ou foi consumidor frequente de tabaco e bebidas alcoólicas, procure um profissional de saúde, dentista ou médico, para fazer um exame preventivo para o câncer de boca. O exame é visual, rápido e indolor. Se além do exame visual for necessário algum exame de laboratório, o profissional poderá solicitá-lo. Quando o câncer é diagnosticado logo que surge, ele pode regredir se o tratamento for feito sem demora. Os principais fatores de risco para o câncer de boca são o uso frequente de tabaco, nas formas de cigarro, charuto, cachimbo ou outras; o consumo frequente de bebida alcoólica; uma dieta baseada na ingestão frequente de alimentos ricos em gorduras e pobres em proteínas, vitaminas e sais minerais e exposição frequente ao sol, sem usar protetor (para os casos de câncer de lábio). Para prevenir a formação de placa bacteriana, cárie, cálculo dentário e doenças da gengiva o principal método é a escovação dental. Fonte: Redação blog Nocta; Blog da Saúde (Ministério da Saúde) Imagem: freepik

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Teste: será que você está com a síndrome de burnout?

  A revista Saúde lançou um teste para descobrir se você sofre ou está prestes a sofrer com o transtorno de cansaço extremo associado ao trabalho. Sindrome de burnout A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. Foi descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. Leia mais sobre O que é Sindrome de Burnout (esgotamento profissional)? Quer saber se você está sob risco de desenvolver o burnout? Inicie o teste abaixo!   Como funciona: atribua a nota 1 se a frase se aplica raramente à sua vida, 2 se acontece às vezes ou 3 se ocorre frequentemente. Ao final das 12 etapas, faça a soma e confira o resultado logo a sequência. Frases Minha rotina tem mais custos do que benefícios Mesmo quando estou de férias, me sinto cansado e desmotivado Tenho pouco controle sobre o ritmo e o cronograma do meu trabalho Sinto-me sobrecarregado mesmo quando não estou trabalhando Tenho faltado ao trabalho porque me sinto doente Considero meu desempenho profissional insatisfatório Tenho me isolado de meus amigos e familiares Executo tarefas incompatíveis com meus valores Sou responsável por projetos sem ter recursos para executá-los Uso medicamentos e/ou bebidas alcoólicas para relaxar Minha vida sexual se tornou mais uma tarefa a cumprir Sinto que estou em um beco sem saída   Resultados Até 14 pontos: Parabéns! Você é do tipo que sabe delegar responsabilidades, estabelecer metas realistas e recusar exigências absurdas. Continue assim. Sua saúde mental agradece. De 15 a 26 pontos: Atenção! O burnout está virando a esquina. Que tal reavaliar suas expectativas? Se o custo é mais alto que o benefício, o esgotamento é uma questão de tempo. Acima de 26 pontos: Cuidado! Você está a um passo do burnout. Procure conversar a respeito com colegas ou familiares. Se o estresse ocupacional chegou a níveis intensos, não postergue uma visita ao médico.   Recado importante: esse teste não substitui de maneira alguma a avaliação o profissional da saúde. Procure um médico ou um psicólogo se sentir qualquer incômodo ou abalo no bem-estar para fazer o diagnóstico precoce e iniciar o tratamento quanto antes. Fonte: Ana Maria Rossi, psicóloga e presidente da International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR)   Você pode gostar de ler: Os benefícios da atividade física para o desenvolvimento no trabalho   Fonte: Revista Saúde Imagem: Freepik  

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O que é síndrome de burnout (esgotamento profissional)?

  A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. Foi descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. De acordo com o site do Dr. Drauzio Varella, os profissionais da área de Recursos Humanos, assim como  da educação, saúde, assistência social, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno. Como identificar O esgotamento físico e emocional são sintomas da síndrome e causam um efeito negativo no comportamento, como: Ausências no trabalho; Agressividade; Isolamento; Mudanças bruscas de humor; Irritabilidade; Dificuldade de concentração; Lapsos de memória; Ansiedade; Depressão; Pessimismo; Baixa autoestima.   Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome. Teste: será que você está com a síndrome de burnout? A Revista Saúde lançou um teste para descobrir se você sofre ou está prestes a sofrer com o transtorno de cansaço extremo associado ao trabalho. Acesse AQUI ou clique na imagem. Tratamento A principal recomendação é procurar atendimento médico ou psicoterápico. O tratamento da síndrome de burnout inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também são altamente recomendados para ajudar a controlar os sintomas. Dúvidas Portadores de burnout têm direito a licença médica? Sim. Pela legislação atual, portadores de burnout têm esse direito e, em casos considerados graves, até à aposentadoria por invalidez. Quando desconfiar que uma pessoa está passando por problemas de esgotamento profissional? Geralmente conseguimos notar quando uma pessoa está estressada além da conta no trabalho. Repare se há exagero no uso de estimulantes, como café, refrigerante e cigarro para permanecer alerta. O uso de álcool como forma de relaxamento também pode aumentar, e quem convive com o paciente muitas vezes é capaz de perceber a mudança no consumo. Como a empresa pode ajudar Estimulando seus colaboradores a cuidarem da saúde física e mental, além de promover momentos de lazer, visando a manutenção de um bom clima organizacional. Se você busca por empresas que trabalham com Programas de Qualidade de Vida (PQV), existem consultorias especializadas em gestão de risco que traçam ações de prevenção de acordo com indicadores de saúde da empresa (dados do plano de saúde, saúde dos funcionários, uso de medicamentos, exames, aplicativos de saúde, entre outros). Hoje já existem aplicativos que ajudam as pessoas a adquirirem hábitos mais saudáveis. Uma novidade para quem trabalha com Gestão de Pessoas é o aplicativo de saúde específico para os colaboradores, o Nocta Bem-Estar, com monitoramento da saúde, desafios gamificados e ações preventivas, integrado a uma plataforma onde o gestor acompanha tudo – junto a outros indicadores de saúde. Você pode gostar de ler também: Já ouviu falar em Employee Experience? Fontes: Redação blog Nocta; Dr. Drauzio Varella

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WhatsApp: como grandes empresas podem prevenir seu mau uso

O WhatsApp invadiu de vez o mundo corporativo. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 95% dos que possuem celular já utilizam aplicativos de mensagens para se comunicar, inclusive no trabalho. Esta semana falamos sobre os pontos que o Recursos Humanos deve se atentar quando o colaborador usa seu celular pessoal e quando ele usa o celular da empresa, principalmente, com a ferramenta. Além da preocupação com a perda de produtividade, uma das principais dificuldades é a questão dos limites de privacidade, o que pode implicar para a empresa o compartilhamento de informações até mesmo sigilosas. Uma matéria da revista Você RH mostra o posisionamento de algumas empresas, como a Tigre, multinacional de construção civil, e uma lista com 4 passos para evitar problemas com o ­WhatsApp. Confira: Na Tigre, multinacional de construção civil, desde setembro não existem mais telefones fixos para os 1.100 funcionários administrativos­. Em troca, todos receberam um celular — do jovem aprendiz ao diretor. “Fizemos isso para reduzir o custo com telefonia, mas também pensando em mobilidade”, diz Patricia Bobbato, gerente de liderança e cultura da empresa. Para evitar complicações trabalhistas, a ­Tigre realizou treinamentos com todos os empregados, gestores ou não, em parceria com o departamento jurídico. “Para os líderes demos orientações relacionadas aos limites. Por exemplo, não mandar mensagem fora do expediente. Para quem é operacional, explicamos que eles têm total liberdade de não responder a demandas fora de seu horário de trabalho. E todos assinaram um termo de compromisso.” Hoje, o WhatsApp é usado pela companhia como meio oficial de informação, com mensagens sendo enviadas concomitantemente ao celular e por e-mail. Desde 2017, a área de comunicação possui uma conta por meio da qual repassa os avisos aos grupos em que estão os trabalhadores. E, se por um lado a adoção dos telefones móveis acabou com a questão dos limites de privacidade, já que o aparelho agora é da Tigre, Patricia admite que, por outro, a corporação ainda está sujeita ao mau uso por parte das pessoas. “No fundo é uma questão de bom senso. Estamos realizando uma mudança de cultura, que começou há quatro anos, no sentido de empoderar os empregados e tratá-los como adultos. E isso inclui responsabilização por suas posturas”, completa a executiva. Ruy Copolla Jr., professor na Faculdade de Direito São Bernardo, lembra que é importante conscientizar os funcionários de que condutas antiéticas não são um problema apenas da empresa e que, muitas vezes, respingam também nos profissionais. “Não é raro registros de conversas, áudios e imagens provocarem demissão por justa causa. Em casos envolvendo racismo, assédio moral e sexual, a Justiça tende a concordar com isso, independentemente dos meios pelos quais foram cometidos”, afirma o advogado. Vale ressaltar que, se a empresa possuir um programa de compliance e receber uma denúncia referente ao mau uso do ­WhatsApp, ela poderá abrir um processo de apuração e requerer, por meio de autorização judicial, o acesso ao aparelho do funcionário — mesmo que a ferramenta esteja instalada no smartphone pessoal. Sem tapar o sol Por essas e outras razões, não é mais recomendável ignorar o WhatsApp. De agora em diante ele precisa fazer parte não só da comunicação corporativa como também dos códigos de conduta, que devem trazer recomendações explícitas para que os trabalhadores entendam com clareza que tipo de conversa é arriscado ter e quais conteúdos é permitido (ou não) compartilhar. Foi isso que fez a Vicunha, empresa têxtil que emprega 7.300 pessoas. Durante a atualização do código de conduta em 2017, a fabricante incluiu uma cláusula sobre o uso de redes sociais e reforçou os cuidados em treinamentos situacionais com os empregados. “Temos muitas fábricas, nas quais uma das principais formas de comunicação é o WhatsApp. Por isso, nós damos recomendações de como divulgar informações da organização no aplicativo e como respeitar os colegas. O uso é incentivado, mas a responsabilidade é do funcionário”, afirma Alexandre Ferreira, diretor de recursos humanos da Vicunha. A companhia pretende ainda fazer um treinamento sobre a disseminação de fake news em 2019. “Acreditamos que seja nosso papel social fazê-los refletir sobre como difundem informações e educá-los sobre o uso dessas ferramentas”, diz o executivo. Veja, a seguir, quatro passos para evitar problemas com o ­WhatsApp em sua empresa.   1. Atualize o código de ética Embora não pareça, ainda é confusa para muitos funcionários a ideia de que podem ser responsabilizados por conversas informais em aplicativos de mensagens, fora do ambiente corporativo. Não à toa, recomenda-se criar um capítulo só sobre redes sociais no código de ética, com cláusulas específicas para cada plataforma, sobretudo as mais críticas, como Facebook e WhatsApp. Especialista no tema, Gisela Freire, advogada do escritório Cescon, Barrieu, Flesch & Barreto, afirma que disseminar a informação é a única maneira eficiente de se anteceder ao problema e evitar futuros litígios para a companhia. “é preciso haver um manual detalhado de regras, prevendo situações tanto em redes sociais quanto em aplicativos de mensagens”, afirma. Dar exemplos concretos do que é inadmissível ser feito — e por quais razões — é importante para que o funcionário não alegue, em caso de penalização, falta de clareza sobre a questão. 2. Use treinamentos para exemplificar Em um hospital paulistano, um time de médicos compartilhava fotos de pacientes para discutir casos. Embora proibido, os profissionais não entendiam que aquilo era um problema e desconheciam tal restrição — tanto que o grupo contava, inclusive, com um gestor. Não basta, portanto, ter um código de conduta que funcione apenas como “letra morta”. É fundamental oferecer capacitações que ilustrem situações e simulem conversas que possam caracterizar desvios éticos. “Essa é uma pauta nova, e o manual por si só não é suficiente. Até porque, muitas vezes, ele fica na gaveta. É preciso promover ações de reforço e comunicação”, diz Jefferson Kiyohara, da Protiviti. 3. Prepare a liderança Outra prática indicada é realizar workshops e treinamentos exclusivos para a chefia. Hoje, devido à facilidade da ferramenta, muitos gestores já preferem usar o WhatsApp a enviar

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Uso do WhatsApp no trabalho: o que pode e o que não pode

Na prática, quais são os pontos que o Recursos Humanos deve se atentar quando o colaborador usa seu celular pessoal e quando ele usa o celular da empresa. Matéria do CanalTech aborda qual deve ser a postura do empregador e do empregado para evitar possíveis conflitos trabalhistas pelo uso do WhatsApp. Confira: Uso do WhatsApp no trabalho: o que pode e o que não pode   Talvez seus avós ou algum conhecido muito antigo ainda se lembre de como o celular já foi usado para chamadas de voz. Essa comunicação esquecida e ultrapassada foi substituída por meios alternativos de troca de mensagens, sendo o WhatsApp o mais famoso. Exageros à parte, já podemos afirmar que muitas das nossas interações sociais dependem do WhatsApp e de outras conveniências trazidas por nossos smartphones. Elas são a principal ferramenta para muitas pessoas se comunicarem com familiares, amigos e também colegas de trabalho. Mas com essa facilidade surge uma nova perspectiva: as relações de trabalho, apesar de serem relações sociais como as demais, também são reguladas e sujeitas a regras objetivas, cujo descumprimento implica em consequências legais e financeiras para empregado e para o empregador. Como tudo acontece muito rápido, a legislação ainda não está adaptada a uma mudança dessa natureza. Então qual deve ser a postura do empregador e do empregado para evitar possíveis conflitos trabalhistas pelo uso de uma ferramenta como essa? 1. Quando o empregado usa seu celular pessoal Quando o empregado usa o WhatsApp em seu celular pessoal para conversas não ligadas à sua atividade profissional, o uso tem caráter privado de troca de informações. Assim, em princípio, o empregador não pode ter ingerência sobre os conteúdos trocados, pois são questões pessoais relacionadas ao direito à livre manifestação de pensamento, no âmbito da relação civil e não de relação de trabalho. Apesar dessa liberdade, o empregado não pode fazer o uso indiscriminado do aplicativo durante o horário de trabalho. O empregador pode, durante a jornada de trabalho, exigir que o empregado tenha sua atenção e sua produtividade totalmente concentradas em seu desempenho, já que, durante o expediente, o empregado é remunerado para estar integralmente à disposição do empregador. Além disso também existem as questões de segurança, principalmente em ambientes industriais ou que demandam foco constante, como motoristas, pilotos e operadores de máquinas. Nesses casos, é evidente que o celular pode causar distração ao empregado e causar acidentes. Assim, os empregadores podem, até mesmo, exigir que os empregados desliguem os celulares durante o expediente. O empregado que não seguir as orientações do empregador pode ser advertido, suspenso e, dependendo da gravidade do fato, dispensado por justa causa. 2. Quando o empregado usa celular da empresa A questão se agrava se o celular for fornecido como ferramenta de trabalho. Além dos pontos comentados acima, o conteúdo e a forma das trocas das mensagens também passam a ser objeto da relação entre o empregado e empregador. O teor da informação ou a utilização indevida pode gerar consequências ao empregado ou ao empregador. O empregador não deve se comunicar como o empregado pelo WhatsApp fora do expediente, sob pena de configuração de horas extras. Além disso, deve-se tomar cuidado para que o empregado não fique à disposição do empregador todo o tempo, não sendo contatado em períodos nos quais deveria estar em descanso, ou tendo sua liberdade de ir e vir limitada, sob pena de se caracterizar o sobreaviso. Os cuidados com as mensagens trocadas pelo WhatsApp equiparam-se nesse caso aos cuidados com o uso do e-mail corporativo fora do horário de trabalho. O empregado, por sua vez, deverá estar atento ao uso do Whatsapp, pois postura inadequada com clientes ou colegas de trabalho também pode ensejar penalidades. O aplicativo também é uma ferramenta de trabalho, sendo destinado essencialmente à troca de mensagens de caráter profissional. Ele deve tomar cuidado redobrado com a divulgação de informações sigilosas da empresa a terceiros. A quebra do dever de confidencialidade pode ensejar medida disciplinar e dispensa motivada. Fonte: CanalTech Imagem: Freepik

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Já ouviu falar em Employee Experience?

Outro dia falamos aqui sobre o termo “Employee Value Proposition” (EVP) muito usado no mundo corporativo. Em resumo, é o que as empresas fazem para promover bem-estar para atrair profissionais e engajar funcionários. É uma estratégia que pode ser resumida em cinco pilares (leia aqui).   Nesta linha, destaca-se também outra estratégia chamada Employee Experience (EX) – em português, experiência do funcionário. O Employee Experience são iniciativas que visam proporcionar ao colaborador boa vivência no trabalho com foco na melhoria gradativa no clima organizacional.   EVP x EX   As estratégias de Employee Value Proposition (EVP) envolvem benefícios como folga no dia do aniversário; horário flexível; licença maternidade/paternidade ampliada; academia; orientação financeira; Programas de Qualidade de Vida (existem aplicativos de saúde para empresas, como o Nocta Bem-Estar), entre outros. Já o Employee Experience (EX) são iniciativas com foco na cultura de valor da empresa, no clima organizacional.   Selecionamos uma matéria da revista Exame que fala mais sobre o tema. Confira:   Holofotes se voltam à Employee Experience   O Airbnb é reconhecido por ter transformado o setor de reservas online de hospedagem de forma inovadora. Com opções inusitadas – é possível se hospedar em iglu, cabana, casa em árvore ou até dentro de um avião –, a empresa promoveu uma revolução na forma como as pessoas vivem as experiências de viagem.   Por trás da diversificada oferta e da forte gestão técnica e operacional, há um outro fator que fez do Airbnb um fenômeno: os funcionários também têm experiências valiosas no trabalho. Fundado por designers, o Airbnb reinventou a área de RH, transformando-a em uma mais estratégica, chamada Employee Experience (EX) – em português, experiência do funcionário. Além dos temas tradicionais do RH, incorporou outros como comunicação e responsabilidade social.   Assim criou uma cultura focada nos colaboradores, com o objetivo de impulsionar a proposta de valor da marca Airbnb.  Esse foi um marco importante para essa nova abordagem de gestão de pessoas que emerge com muita força. Afinal, a EX tem atraído o interesse de estudiosos, especialistas e gestores, além de ter sido tema de vários eventos. A última conferência de recursos humanos da HSM, por exemplo, teve como tema “O RH como designer de experiências”, com a presença de Tracy Mayllet, um dos principais autores do assunto.   Depois da vantagem competitiva criada pelo Customer Experience (CX) – ou experiência do cliente, em português –, comprovada por várias empresas, especialistas agora consideram que a adoção de EX pode ampliar ainda mais os horizontes dos negócios. Em outras palavras, experiências valiosas no trabalho podem se tornar uma vantagem competitiva para a organização.   “EX é uma nova abordagem que tem o design de serviço como metodologia central para criar soluções, fomentar o mindset de inovação e uma cultura mais humana”, diz a especialista em RH e Employee Experience Lina Cerveira. Ela explica que, no processo de criação de uma cultura focada em EX, são considerados aspectos da marca, transacionais e psicológicos das relações humanas. “Buscamos alinhar as expectativas da organização, da liderança e dos indivíduos”, explica Cerveira, que é coordenadora do Employee Experience Labs, da Arco | Hub de Inovação.   O foco, diz ela, é modelar de maneira intencional o ambiente cultural, tecnológico e físico para favorecer melhores experiências no trabalho. Mas como se faz isso? Há diferentes maneiras de se criar uma cultura centrada na experiência das pessoas, e a abordagem do design suporta essa criação. Pode-se criar programas de desenvolvimento completos ou pontuais para líderes e RH, por exemplo, ou iniciar com a aplicação de métodos como o Design Sprint para solucionar um desafio específico do RH.   Em alguns casos, o RH inicia a transformação dentro da própria área, experimentando ferramentas de inovação, renovando seu papel e seus processos de maneira estratégica e se tornando mais confiante para promover a transformação no restante da organização. Para isso, Cerveira destaca alguns pontos como sendo fundamentais em uma cultura de EX: Estabelecer a experiência das pessoas como prioridade. Ter clareza estratégica e promover o envolvimento genuíno da liderança. Ouvir as pessoas, ter empatia e promover consciência. Criar ambientes favoráveis à inovação e promover culturas mais coerentes.   “Onde há pessoas trabalhando, interagindo, pensando e sentindo existe experiência. Consideramos uma experiência valiosa quando impacta o bem-estar e produtividade dos indivíduos e na rentabilidade e competitividade dos negócios”, conta a especialista. “Em minha opinião, esse é um caminho bem interessante para o RH e a liderança: cuidar das pessoas, das relações humanas, e gerar valor de maneira estratégica; entendendo que organizações saudáveis e rentáveis são formadas por indivíduos que vivem uma experiência valiosa no trabalho.”   As pessoas passam muitas horas do dia no ambiente de trabalho, e torna-se cada vez mais importante promover um ambiente saudável e produtivo tanto para indivíduos quanto para as organizações. Se a experiência for valiosa, as pessoas podem ser a melhor versão de si no trabalho, a performance do negócio melhora e todos ganham. Fonte: Redação blog Nocta; Exame

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