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Cursos e eventos para o RH – novembro e dezembro 2019

RH: confira uma seleção de cursos e eventos que acontecem em São Paulo nos meses de novembro e dezembro de 2019.   NOVEMBRO DE 2019 04 de Novembro São Paulo -SP Curso Endomarketing 4.0 Tipo: pago Descrição: Daniel Costa, autor dos livros Endomarketing Inteligente (2010) e Não existe gestão sem comunicação (2014), está de volta com um programa de treinamento inédito, totalmente atualizado ao novo cenário 4.0, neste roadshow para RJ, SP e BH. Com quase 20 anos de experiência em projetos de diagnóstico, planejamento, campanhas internas e formação de líderes comunicadores para empresas como AG, BB, BRF, EDP, Eletropaulo, Engie, HBO, Net Claro, Renault, Sicredi, Thyssenkrupp, Transpetro, UHE-Belo Monte, Unimed, Votorantim, dentre outras, o instrutor de ENDOM4KT.0 e CMO do BWG é reconhecido como um dos maiores especialistas brasileiros nesta área. Perfeito para profissionais e gestores de Endomarketing, Comunicação Corporativa e Recursos Humanos, este programa exclusivo trará temas como transformação digital da comunicação corporativa, Employee Experience e EVP, gestão de redes sociais corporativas, engajamento ao propósito e estratégia, e, mensuração de resultados em CI. Programação e inscrição: site do evento   05 de Novembro São Paulo -SP Lugar de Fala – a hora e a vez da Inclusão e Diversidade (Senac Aclimação) Tipo: gratuito Descrição: Inclusivos e respeitosos, estes são exercícios diários! Neste painel teremos a oportunidade de ouvir e interagir com diferentes histórias e perspectivas sob a ótica de pessoas que em seu dia a dia superam e contagiam aos demais quanto à Diversidade e Inclusão. Programação e inscrição: site do evento   07 de Novembro São Paulo -SP Fundamentos e técnicas de apresentações Tipo: pago Descrição: Objetivos – Fortalecer a autoconfiança ao expor um assunto em público; – Superar as deficiências pessoais; – Aprender as modernas técnicas e métodos de apresentação; – Dominar os principais instrumentos técnicos disponíveis; – Adquirir confiança no manuseio dos recursos instrucionais; – Atender com confiança a imprensa. Programação e inscrição: site do evento   07 de Novembro São Paulo -SP Potencializando o Profissional de RH | Encontro de Novembro Tipo: gratuito Descrição: Venha participar da nossa roda de conversa com os profissionais que gostam de trabalhar com gente e querem realizar por si mesmo, as mudanças necessárias para evoluir e se fortalecer na nova economia. Traremos ‘insights’ sobre como o profissional de RH encontra o seu espaço no Vale do Silício e nas “big four” de tecnologia. Programação e inscrição: site do evento   09 de Novembro São Paulo -SP 03ª Edição – Carreira & Linkedin com Laura Fontana Tipo: pago Descrição: Se você está buscando por mais oportunidades para destacar sua marca pessoal no LinkedIn, esse treinamento será perfeito para você! Seja visto como especialista na sua área de atuação, ganhe visibilidade e aumente suas chances de fechar negócios ou ser convidado para entrevistas. Trajetória do LinkedIn e sua influência nos relacionamentos profissionais; Configuração de um Perfil Campeão; Busca de emprego de A a Z usando o LinkedIn; Como ativar networking e desenvolver sua marca pessoal na rede; Programação e inscrição: site do evento   12 de Novembro São Paulo -SP Benchmark Natura – Os Desafios de Inovar em Benefícios Tipo: gratuito Descrição: Venha conhecer como a Natura tem enfrentado o desafio de inovar em benefícios aos seus colaboradores, proporcionando benefícios que entusiasmam as equipes e as mantenham engajadas, trazendo resultados positivos para a organização. No nosso Encontrho vamos entender também como a Natura implantou uma cultura de saúde na empresa e os desafios para oferecer um pacote de benefícios robusto com visão integrada de saúde. Programação e inscrição: site do evento   23 de Novembro São Paulo -SP Departamento Pessoal na prática Tipo: pago Descrição: Objetivo do Curso: transmitir aos interessados o dia a dia do auxiliar e ou assistente de departamento de pessoal, bem como os cálculos presentes na Folha de Pagamento. Para a prática são oferecidos exercícios que simulam as situações reais do cotidiano no Recursos Humanos, Departamento de Pessoal. Programação e inscrição: site do evento   25 de Novembro São Paulo -SP Potencializando o Profissional de RH | Encontro Especial de Final de Ano Tipo: pago Descrição: “O que se espera do profissional de Recursos Humanos hoje?” É sobre essa pergunta que vamos discutir em nosso ENCONTRO ESPECIAL DE FINAL DE ANO! Para engrandecer o momento, convidamos duas profissionais da área para esse interessante bate-papo! Venha participar dessa roda de conversa com os profissionais que gostam de trabalhar com gente e querem realizar por si mesmo, as mudanças necessárias para evoluir e se fortalecer na nova economia. Programação e inscrição: site do evento   26 de Novembro São Paulo -SP [SPTW] Meetup Experts: Desafios e Benefícios da Transformação Ágil e Ferramentas no RH Tipo: pago Descrição: O objetivo do evento é trocar experiências, compartilhar conhecimentos específicos de novas skills e tecnologias, promover networking e aproximar as comunidades no Centro de Inovação da Stefanini. Nesse encontro, vamos bater um papo sobre as tendências e expectativas sobre a transformação digital no RH. Programação e inscrição: site do evento   27 de Novembro São Paulo -SP Curso Formação em Gestão de Cargos e Salários Tipo: pago Descrição: Fornecer aos analistas de cargos e salários e, também, aos profissionais e analistas generalistas de RH, uma visão dos principais conceitos que fundamentam a gestão de cargos e salários nas empresas. Mostrar, na prática, com exercícios e discussões, como se desenvolve uma estrutura de cargos e salários, bem como uma política salarial alinhada às necessidades da empresa. Compreender a remuneração como componente fundamental das estratégias de recursos humanos. Adquirir conhecimentos e práticas relacionados à remuneração variável e participação nos resultados. Obter conhecimentos sobre novos modelos flexíveis e estratégicos de remuneração. Testar os conhecimentos adquiridos, ao longo do curso, por meio de aplicações práticas e teóricas. Programação e inscrição: site do evento   28 de Novembro São Paulo -SP Management 3.0: Conheça esta forma de gerir e engajar pessoas em ambientes complexos Tipo: pago Descrição: O Management 3.0 começou em 2010 com o objetivo de auxiliar as lideranças no contexto ágil nas empresas.

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Dia Nacional da Saúde Bucal (Dica de Saúde)

A falta de cuidado com a saúde bucal pode causar algumas doenças como a placa bacteriana, a cárie dentária, o cálculo dentário, as doenças da gengiva e as lesões bucais. Por vezes, a má condição de higiene é pela falta de oportunidade. Se você trabalha na área de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, optar por um plano odontológico é um benefício barato e causa um grande impacto na motivação dos colaboradores. Uma consultoria pode te ajudar. Fazer campanhas também é importante para disseminar o cuidado com a Saúde Bucal. O Dia Nacional da Saúde Bucal é lembrado no dia 25 de outubro, mas você pode fazer essa campanha o ano todo. Faça o download. Principais doenças bucais, segundo o Ministério da Saúde:   Placa bacteriana Também denominada de biofilme dental pelos profissionais de odontologia, a placa bacteriana é uma película viscosa e incolor formada por bactérias e restos alimentares acumulados na superfície dos dentes e na gengiva. Ela se desenvolve mais rápido com a ingestão frequente de açúcares. Se não for removida, pode causar cáries, cálculo dentário, doenças da gengiva e mau hálito.   Cárie É uma das doenças bucais mais comuns no mundo. Caracteriza-se pela destruição das estruturas calcificadas dos dentes. A cárie é silenciosa e causa destruição progressiva dos dentes. É provocada pelos ácidos produzidos pelas bactérias da placa bacteriana quando ingerimos açúcar com frequência e pode causar dor e desconforto.   Cálculo dentário Quando a placa bacteriana não é removida totalmente, através de uma correta escovação, ela calcifica e forma uma espécie de crosta amarelada e endurecida sobre os dentes. É o que chamamos de cálculo dentário ou tártaro. O dentista poderá realizar a limpeza profissional, removendo-o dos dentes.   Doenças da gengiva As doenças gengivais também são causadas pelo acúmulo de placa bacteriana. A doença começa com a inflamação da gengiva, chamada de gengivite. Inicialmente, nota-se que a gengiva sangra e a pessoa sente gosto de sangue. Quando isso ocorre, não se deve parar de escovar os dentes nas partes próximas da gengiva, pois a situação piora quando se faz isso. O que se deve fazer é melhorar a escovação dos dentes e o uso do fio dental. Lembre-se: gengiva sadia não sangra! Com o passar do tempo a doença, pode avançar para a parte interna da gengiva, atingindo o osso ao qual o dente está ligado, passando a ser chamada de periodontite. Nesta etapa, ocorre perda de osso e de outras estruturas que fazem o suporte dos dentes, produzindo sangramento, pus, sensibilidade, retração da gengiva, mobilidade e podendo levar à perda do dente. A principal causa de perda dentária entre adultos e idosos ocorre em decorrência de doenças da gengiva.   Lesões bucais Devemos aproveitar os momentos da escovação dos dentes para observar se existem lesões (manchas, caroços, inchaços, placas esbranquiçadas ou avermelhadas, feridas), principalmente na língua, bochecha, lábios, céu da boca, embaixo da língua ou na garganta. As lesões bucais mais comuns são feridas provocadas por próteses removíveis (dentaduras), aftas, herpes labial e inflamações gengivais. Todas estas são benignas. Entretanto, em alguns casos, o câncer pode ocorrer na boca. Se você tem mais de 40 anos de idade, é ou foi consumidor frequente de tabaco e bebidas alcoólicas, procure um profissional de saúde, dentista ou médico, para fazer um exame preventivo para o câncer de boca. O exame é visual, rápido e indolor. Se além do exame visual for necessário algum exame de laboratório, o profissional poderá solicitá-lo. Quando o câncer é diagnosticado logo que surge, ele pode regredir se o tratamento for feito sem demora. Os principais fatores de risco para o câncer de boca são o uso frequente de tabaco, nas formas de cigarro, charuto, cachimbo ou outras; o consumo frequente de bebida alcoólica; uma dieta baseada na ingestão frequente de alimentos ricos em gorduras e pobres em proteínas, vitaminas e sais minerais e exposição frequente ao sol, sem usar protetor (para os casos de câncer de lábio). Para prevenir a formação de placa bacteriana, cárie, cálculo dentário e doenças da gengiva o principal método é a escovação dental. Fonte: Redação blog Nocta; Blog da Saúde (Ministério da Saúde) Imagem: freepik

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Teste: será que você está com a síndrome de burnout?

  A revista Saúde lançou um teste para descobrir se você sofre ou está prestes a sofrer com o transtorno de cansaço extremo associado ao trabalho. Sindrome de burnout A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. Foi descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. Leia mais sobre O que é Sindrome de Burnout (esgotamento profissional)? Quer saber se você está sob risco de desenvolver o burnout? Inicie o teste abaixo!   Como funciona: atribua a nota 1 se a frase se aplica raramente à sua vida, 2 se acontece às vezes ou 3 se ocorre frequentemente. Ao final das 12 etapas, faça a soma e confira o resultado logo a sequência. Frases Minha rotina tem mais custos do que benefícios Mesmo quando estou de férias, me sinto cansado e desmotivado Tenho pouco controle sobre o ritmo e o cronograma do meu trabalho Sinto-me sobrecarregado mesmo quando não estou trabalhando Tenho faltado ao trabalho porque me sinto doente Considero meu desempenho profissional insatisfatório Tenho me isolado de meus amigos e familiares Executo tarefas incompatíveis com meus valores Sou responsável por projetos sem ter recursos para executá-los Uso medicamentos e/ou bebidas alcoólicas para relaxar Minha vida sexual se tornou mais uma tarefa a cumprir Sinto que estou em um beco sem saída   Resultados Até 14 pontos: Parabéns! Você é do tipo que sabe delegar responsabilidades, estabelecer metas realistas e recusar exigências absurdas. Continue assim. Sua saúde mental agradece. De 15 a 26 pontos: Atenção! O burnout está virando a esquina. Que tal reavaliar suas expectativas? Se o custo é mais alto que o benefício, o esgotamento é uma questão de tempo. Acima de 26 pontos: Cuidado! Você está a um passo do burnout. Procure conversar a respeito com colegas ou familiares. Se o estresse ocupacional chegou a níveis intensos, não postergue uma visita ao médico.   Recado importante: esse teste não substitui de maneira alguma a avaliação o profissional da saúde. Procure um médico ou um psicólogo se sentir qualquer incômodo ou abalo no bem-estar para fazer o diagnóstico precoce e iniciar o tratamento quanto antes. Fonte: Ana Maria Rossi, psicóloga e presidente da International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR)   Você pode gostar de ler: Os benefícios da atividade física para o desenvolvimento no trabalho   Fonte: Revista Saúde Imagem: Freepik  

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O que é síndrome de burnout (esgotamento profissional)?

  A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. Foi descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. De acordo com o site do Dr. Drauzio Varella, os profissionais da área de Recursos Humanos, assim como  da educação, saúde, assistência social, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno. Como identificar O esgotamento físico e emocional são sintomas da síndrome e causam um efeito negativo no comportamento, como: Ausências no trabalho; Agressividade; Isolamento; Mudanças bruscas de humor; Irritabilidade; Dificuldade de concentração; Lapsos de memória; Ansiedade; Depressão; Pessimismo; Baixa autoestima.   Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome. Teste: será que você está com a síndrome de burnout? A Revista Saúde lançou um teste para descobrir se você sofre ou está prestes a sofrer com o transtorno de cansaço extremo associado ao trabalho. Acesse AQUI ou clique na imagem. Tratamento A principal recomendação é procurar atendimento médico ou psicoterápico. O tratamento da síndrome de burnout inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também são altamente recomendados para ajudar a controlar os sintomas. Dúvidas Portadores de burnout têm direito a licença médica? Sim. Pela legislação atual, portadores de burnout têm esse direito e, em casos considerados graves, até à aposentadoria por invalidez. Quando desconfiar que uma pessoa está passando por problemas de esgotamento profissional? Geralmente conseguimos notar quando uma pessoa está estressada além da conta no trabalho. Repare se há exagero no uso de estimulantes, como café, refrigerante e cigarro para permanecer alerta. O uso de álcool como forma de relaxamento também pode aumentar, e quem convive com o paciente muitas vezes é capaz de perceber a mudança no consumo. Como a empresa pode ajudar Estimulando seus colaboradores a cuidarem da saúde física e mental, além de promover momentos de lazer, visando a manutenção de um bom clima organizacional. Se você busca por empresas que trabalham com Programas de Qualidade de Vida (PQV), existem consultorias especializadas em gestão de risco que traçam ações de prevenção de acordo com indicadores de saúde da empresa (dados do plano de saúde, saúde dos funcionários, uso de medicamentos, exames, aplicativos de saúde, entre outros). Hoje já existem aplicativos que ajudam as pessoas a adquirirem hábitos mais saudáveis. Uma novidade para quem trabalha com Gestão de Pessoas é o aplicativo de saúde específico para os colaboradores, o Nocta Bem-Estar, com monitoramento da saúde, desafios gamificados e ações preventivas, integrado a uma plataforma onde o gestor acompanha tudo – junto a outros indicadores de saúde. Você pode gostar de ler também: Já ouviu falar em Employee Experience? Fontes: Redação blog Nocta; Dr. Drauzio Varella

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WhatsApp: como grandes empresas podem prevenir seu mau uso

O WhatsApp invadiu de vez o mundo corporativo. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 95% dos que possuem celular já utilizam aplicativos de mensagens para se comunicar, inclusive no trabalho. Esta semana falamos sobre os pontos que o Recursos Humanos deve se atentar quando o colaborador usa seu celular pessoal e quando ele usa o celular da empresa, principalmente, com a ferramenta. Além da preocupação com a perda de produtividade, uma das principais dificuldades é a questão dos limites de privacidade, o que pode implicar para a empresa o compartilhamento de informações até mesmo sigilosas. Uma matéria da revista Você RH mostra o posisionamento de algumas empresas, como a Tigre, multinacional de construção civil, e uma lista com 4 passos para evitar problemas com o ­WhatsApp. Confira: Na Tigre, multinacional de construção civil, desde setembro não existem mais telefones fixos para os 1.100 funcionários administrativos­. Em troca, todos receberam um celular — do jovem aprendiz ao diretor. “Fizemos isso para reduzir o custo com telefonia, mas também pensando em mobilidade”, diz Patricia Bobbato, gerente de liderança e cultura da empresa. Para evitar complicações trabalhistas, a ­Tigre realizou treinamentos com todos os empregados, gestores ou não, em parceria com o departamento jurídico. “Para os líderes demos orientações relacionadas aos limites. Por exemplo, não mandar mensagem fora do expediente. Para quem é operacional, explicamos que eles têm total liberdade de não responder a demandas fora de seu horário de trabalho. E todos assinaram um termo de compromisso.” Hoje, o WhatsApp é usado pela companhia como meio oficial de informação, com mensagens sendo enviadas concomitantemente ao celular e por e-mail. Desde 2017, a área de comunicação possui uma conta por meio da qual repassa os avisos aos grupos em que estão os trabalhadores. E, se por um lado a adoção dos telefones móveis acabou com a questão dos limites de privacidade, já que o aparelho agora é da Tigre, Patricia admite que, por outro, a corporação ainda está sujeita ao mau uso por parte das pessoas. “No fundo é uma questão de bom senso. Estamos realizando uma mudança de cultura, que começou há quatro anos, no sentido de empoderar os empregados e tratá-los como adultos. E isso inclui responsabilização por suas posturas”, completa a executiva. Ruy Copolla Jr., professor na Faculdade de Direito São Bernardo, lembra que é importante conscientizar os funcionários de que condutas antiéticas não são um problema apenas da empresa e que, muitas vezes, respingam também nos profissionais. “Não é raro registros de conversas, áudios e imagens provocarem demissão por justa causa. Em casos envolvendo racismo, assédio moral e sexual, a Justiça tende a concordar com isso, independentemente dos meios pelos quais foram cometidos”, afirma o advogado. Vale ressaltar que, se a empresa possuir um programa de compliance e receber uma denúncia referente ao mau uso do ­WhatsApp, ela poderá abrir um processo de apuração e requerer, por meio de autorização judicial, o acesso ao aparelho do funcionário — mesmo que a ferramenta esteja instalada no smartphone pessoal. Sem tapar o sol Por essas e outras razões, não é mais recomendável ignorar o WhatsApp. De agora em diante ele precisa fazer parte não só da comunicação corporativa como também dos códigos de conduta, que devem trazer recomendações explícitas para que os trabalhadores entendam com clareza que tipo de conversa é arriscado ter e quais conteúdos é permitido (ou não) compartilhar. Foi isso que fez a Vicunha, empresa têxtil que emprega 7.300 pessoas. Durante a atualização do código de conduta em 2017, a fabricante incluiu uma cláusula sobre o uso de redes sociais e reforçou os cuidados em treinamentos situacionais com os empregados. “Temos muitas fábricas, nas quais uma das principais formas de comunicação é o WhatsApp. Por isso, nós damos recomendações de como divulgar informações da organização no aplicativo e como respeitar os colegas. O uso é incentivado, mas a responsabilidade é do funcionário”, afirma Alexandre Ferreira, diretor de recursos humanos da Vicunha. A companhia pretende ainda fazer um treinamento sobre a disseminação de fake news em 2019. “Acreditamos que seja nosso papel social fazê-los refletir sobre como difundem informações e educá-los sobre o uso dessas ferramentas”, diz o executivo. Veja, a seguir, quatro passos para evitar problemas com o ­WhatsApp em sua empresa.   1. Atualize o código de ética Embora não pareça, ainda é confusa para muitos funcionários a ideia de que podem ser responsabilizados por conversas informais em aplicativos de mensagens, fora do ambiente corporativo. Não à toa, recomenda-se criar um capítulo só sobre redes sociais no código de ética, com cláusulas específicas para cada plataforma, sobretudo as mais críticas, como Facebook e WhatsApp. Especialista no tema, Gisela Freire, advogada do escritório Cescon, Barrieu, Flesch & Barreto, afirma que disseminar a informação é a única maneira eficiente de se anteceder ao problema e evitar futuros litígios para a companhia. “é preciso haver um manual detalhado de regras, prevendo situações tanto em redes sociais quanto em aplicativos de mensagens”, afirma. Dar exemplos concretos do que é inadmissível ser feito — e por quais razões — é importante para que o funcionário não alegue, em caso de penalização, falta de clareza sobre a questão. 2. Use treinamentos para exemplificar Em um hospital paulistano, um time de médicos compartilhava fotos de pacientes para discutir casos. Embora proibido, os profissionais não entendiam que aquilo era um problema e desconheciam tal restrição — tanto que o grupo contava, inclusive, com um gestor. Não basta, portanto, ter um código de conduta que funcione apenas como “letra morta”. É fundamental oferecer capacitações que ilustrem situações e simulem conversas que possam caracterizar desvios éticos. “Essa é uma pauta nova, e o manual por si só não é suficiente. Até porque, muitas vezes, ele fica na gaveta. É preciso promover ações de reforço e comunicação”, diz Jefferson Kiyohara, da Protiviti. 3. Prepare a liderança Outra prática indicada é realizar workshops e treinamentos exclusivos para a chefia. Hoje, devido à facilidade da ferramenta, muitos gestores já preferem usar o WhatsApp a enviar

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Uso do WhatsApp no trabalho: o que pode e o que não pode

Na prática, quais são os pontos que o Recursos Humanos deve se atentar quando o colaborador usa seu celular pessoal e quando ele usa o celular da empresa. Matéria do CanalTech aborda qual deve ser a postura do empregador e do empregado para evitar possíveis conflitos trabalhistas pelo uso do WhatsApp. Confira: Uso do WhatsApp no trabalho: o que pode e o que não pode   Talvez seus avós ou algum conhecido muito antigo ainda se lembre de como o celular já foi usado para chamadas de voz. Essa comunicação esquecida e ultrapassada foi substituída por meios alternativos de troca de mensagens, sendo o WhatsApp o mais famoso. Exageros à parte, já podemos afirmar que muitas das nossas interações sociais dependem do WhatsApp e de outras conveniências trazidas por nossos smartphones. Elas são a principal ferramenta para muitas pessoas se comunicarem com familiares, amigos e também colegas de trabalho. Mas com essa facilidade surge uma nova perspectiva: as relações de trabalho, apesar de serem relações sociais como as demais, também são reguladas e sujeitas a regras objetivas, cujo descumprimento implica em consequências legais e financeiras para empregado e para o empregador. Como tudo acontece muito rápido, a legislação ainda não está adaptada a uma mudança dessa natureza. Então qual deve ser a postura do empregador e do empregado para evitar possíveis conflitos trabalhistas pelo uso de uma ferramenta como essa? 1. Quando o empregado usa seu celular pessoal Quando o empregado usa o WhatsApp em seu celular pessoal para conversas não ligadas à sua atividade profissional, o uso tem caráter privado de troca de informações. Assim, em princípio, o empregador não pode ter ingerência sobre os conteúdos trocados, pois são questões pessoais relacionadas ao direito à livre manifestação de pensamento, no âmbito da relação civil e não de relação de trabalho. Apesar dessa liberdade, o empregado não pode fazer o uso indiscriminado do aplicativo durante o horário de trabalho. O empregador pode, durante a jornada de trabalho, exigir que o empregado tenha sua atenção e sua produtividade totalmente concentradas em seu desempenho, já que, durante o expediente, o empregado é remunerado para estar integralmente à disposição do empregador. Além disso também existem as questões de segurança, principalmente em ambientes industriais ou que demandam foco constante, como motoristas, pilotos e operadores de máquinas. Nesses casos, é evidente que o celular pode causar distração ao empregado e causar acidentes. Assim, os empregadores podem, até mesmo, exigir que os empregados desliguem os celulares durante o expediente. O empregado que não seguir as orientações do empregador pode ser advertido, suspenso e, dependendo da gravidade do fato, dispensado por justa causa. 2. Quando o empregado usa celular da empresa A questão se agrava se o celular for fornecido como ferramenta de trabalho. Além dos pontos comentados acima, o conteúdo e a forma das trocas das mensagens também passam a ser objeto da relação entre o empregado e empregador. O teor da informação ou a utilização indevida pode gerar consequências ao empregado ou ao empregador. O empregador não deve se comunicar como o empregado pelo WhatsApp fora do expediente, sob pena de configuração de horas extras. Além disso, deve-se tomar cuidado para que o empregado não fique à disposição do empregador todo o tempo, não sendo contatado em períodos nos quais deveria estar em descanso, ou tendo sua liberdade de ir e vir limitada, sob pena de se caracterizar o sobreaviso. Os cuidados com as mensagens trocadas pelo WhatsApp equiparam-se nesse caso aos cuidados com o uso do e-mail corporativo fora do horário de trabalho. O empregado, por sua vez, deverá estar atento ao uso do Whatsapp, pois postura inadequada com clientes ou colegas de trabalho também pode ensejar penalidades. O aplicativo também é uma ferramenta de trabalho, sendo destinado essencialmente à troca de mensagens de caráter profissional. Ele deve tomar cuidado redobrado com a divulgação de informações sigilosas da empresa a terceiros. A quebra do dever de confidencialidade pode ensejar medida disciplinar e dispensa motivada. Fonte: CanalTech Imagem: Freepik

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Já ouviu falar em Employee Experience?

Outro dia falamos aqui sobre o termo “Employee Value Proposition” (EVP) muito usado no mundo corporativo. Em resumo, é o que as empresas fazem para promover bem-estar para atrair profissionais e engajar funcionários. É uma estratégia que pode ser resumida em cinco pilares (leia aqui).   Nesta linha, destaca-se também outra estratégia chamada Employee Experience (EX) – em português, experiência do funcionário. O Employee Experience são iniciativas que visam proporcionar ao colaborador boa vivência no trabalho com foco na melhoria gradativa no clima organizacional.   EVP x EX   As estratégias de Employee Value Proposition (EVP) envolvem benefícios como folga no dia do aniversário; horário flexível; licença maternidade/paternidade ampliada; academia; orientação financeira; Programas de Qualidade de Vida (existem aplicativos de saúde para empresas, como o Nocta Bem-Estar), entre outros. Já o Employee Experience (EX) são iniciativas com foco na cultura de valor da empresa, no clima organizacional.   Selecionamos uma matéria da revista Exame que fala mais sobre o tema. Confira:   Holofotes se voltam à Employee Experience   O Airbnb é reconhecido por ter transformado o setor de reservas online de hospedagem de forma inovadora. Com opções inusitadas – é possível se hospedar em iglu, cabana, casa em árvore ou até dentro de um avião –, a empresa promoveu uma revolução na forma como as pessoas vivem as experiências de viagem.   Por trás da diversificada oferta e da forte gestão técnica e operacional, há um outro fator que fez do Airbnb um fenômeno: os funcionários também têm experiências valiosas no trabalho. Fundado por designers, o Airbnb reinventou a área de RH, transformando-a em uma mais estratégica, chamada Employee Experience (EX) – em português, experiência do funcionário. Além dos temas tradicionais do RH, incorporou outros como comunicação e responsabilidade social.   Assim criou uma cultura focada nos colaboradores, com o objetivo de impulsionar a proposta de valor da marca Airbnb.  Esse foi um marco importante para essa nova abordagem de gestão de pessoas que emerge com muita força. Afinal, a EX tem atraído o interesse de estudiosos, especialistas e gestores, além de ter sido tema de vários eventos. A última conferência de recursos humanos da HSM, por exemplo, teve como tema “O RH como designer de experiências”, com a presença de Tracy Mayllet, um dos principais autores do assunto.   Depois da vantagem competitiva criada pelo Customer Experience (CX) – ou experiência do cliente, em português –, comprovada por várias empresas, especialistas agora consideram que a adoção de EX pode ampliar ainda mais os horizontes dos negócios. Em outras palavras, experiências valiosas no trabalho podem se tornar uma vantagem competitiva para a organização.   “EX é uma nova abordagem que tem o design de serviço como metodologia central para criar soluções, fomentar o mindset de inovação e uma cultura mais humana”, diz a especialista em RH e Employee Experience Lina Cerveira. Ela explica que, no processo de criação de uma cultura focada em EX, são considerados aspectos da marca, transacionais e psicológicos das relações humanas. “Buscamos alinhar as expectativas da organização, da liderança e dos indivíduos”, explica Cerveira, que é coordenadora do Employee Experience Labs, da Arco | Hub de Inovação.   O foco, diz ela, é modelar de maneira intencional o ambiente cultural, tecnológico e físico para favorecer melhores experiências no trabalho. Mas como se faz isso? Há diferentes maneiras de se criar uma cultura centrada na experiência das pessoas, e a abordagem do design suporta essa criação. Pode-se criar programas de desenvolvimento completos ou pontuais para líderes e RH, por exemplo, ou iniciar com a aplicação de métodos como o Design Sprint para solucionar um desafio específico do RH.   Em alguns casos, o RH inicia a transformação dentro da própria área, experimentando ferramentas de inovação, renovando seu papel e seus processos de maneira estratégica e se tornando mais confiante para promover a transformação no restante da organização. Para isso, Cerveira destaca alguns pontos como sendo fundamentais em uma cultura de EX: Estabelecer a experiência das pessoas como prioridade. Ter clareza estratégica e promover o envolvimento genuíno da liderança. Ouvir as pessoas, ter empatia e promover consciência. Criar ambientes favoráveis à inovação e promover culturas mais coerentes.   “Onde há pessoas trabalhando, interagindo, pensando e sentindo existe experiência. Consideramos uma experiência valiosa quando impacta o bem-estar e produtividade dos indivíduos e na rentabilidade e competitividade dos negócios”, conta a especialista. “Em minha opinião, esse é um caminho bem interessante para o RH e a liderança: cuidar das pessoas, das relações humanas, e gerar valor de maneira estratégica; entendendo que organizações saudáveis e rentáveis são formadas por indivíduos que vivem uma experiência valiosa no trabalho.”   As pessoas passam muitas horas do dia no ambiente de trabalho, e torna-se cada vez mais importante promover um ambiente saudável e produtivo tanto para indivíduos quanto para as organizações. Se a experiência for valiosa, as pessoas podem ser a melhor versão de si no trabalho, a performance do negócio melhora e todos ganham. Fonte: Redação blog Nocta; Exame

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3 vídeos que todo RH deveria compartilhar com seus colaboradores

Um dos desafios do Gestor de Pessoas e RH é trabalhar a comunicação interna da empresa, uma área que preponderantemente fica sob responsabilidade desses profissionais.   Além de serem responsáveis por transmitir informações relevantes da empresa aos colaboradores, o Recursos Humanos tem como preocupação promover ações para manutenção do clima organizacional.   Hoje, um RH modernizado busca ferramentas – como rede social corporativa – para estreitar o relacionamento e interação com seu público interno. Há diversas formas de promover uma campanha interna, por exemplo, se o foco é levar mensagens comportamentais. O vídeo é uma boa opção para chamar a atenção, sem tornar a comunicação institucional chata e pesada.   Por isso, selecionamos alguns vídeos com mensagens que contribuem para manter um ambiente de trabalho saudável. Compartilhe pelos canais de comunicação da sua empresa (e-mail, WhatsApp, Facebook, intranet etc) ou ainda use em treinamentos e finais de apresentação.   1 – Pequenas atitudes do bem Com certeza um dos vídeos mais vistos nos últimos anos. Um homem que planta pequenos gestos… o que ele recebe em troca? 2 – Cuidado com o prejulgamento Este vídeo nos faz refletir sobre muitas coisas, principalmente, como podemos errar julgando outra pessoa. 3 – O poder das palavras Como a forma de se comunicar e a escolha das palavras impacta no resultado. Você pode dizer o mesmo, mas de outra forma para atingir o seu objetivo.   Estas leituras podem te ajudar: Se você trabalha com Gestão de Pessoas e precisa de ideias para aumentar a visibilidade do seu departamento, temos AQUI uma dica muito importante que vai não só valorizar o RH, mas a empresa toda. Talvez esteja na hora de fazer uma pesquisa eNPS. Veja como aplicar na sua empresa para medir a satisfação dos colaboradores AQUI. Que tal uma leitura sobre compliance e a sua importância no RH? Leia este post AQUI. Fonte: Redação blog Nocta

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lesões ambiente trabalho

Esta empresa diminuiu em 75% a taxa de lesões no ambiente de trabalho

A revista Exame publicou uma matéria que relata como a melhora na comunicação foi fundamental para diminuir o quadro de afastamentos de funcionários por lesões no ambiente de trabalho. Depois de ler a matéria replicada aqui na íntegra, se aprofunde melhor no tema com o nosso post “os melhores canais para se comunicar com seus funcionários“. O caso da Louis Dreyfus Sucos mostra como a empresa conseguiu diminuir em 75% a taxa de lesões no ambiente de trabalho. Independente da área de atuação da empresa, algumas lições cabem a todos: a importância de ouvir os funcionários; a abertura de canais de comunicação; e entender a melhor forma de comunicar para que a mensagem chegue a todos. As campanhas de saúde e prevenção se tornam funcamentais para uma gestão efetiva visando bem-estar e, como consequência, diminuição de custos. Confira na íntegra. Presente no Brasil há mais de 30 anos, a Louis Dreyfus Sucos é uma das maiores produtoras de laranja e limão-siciliano do mundo. Por aqui, são 25000 hectares de pomares espalhados em 38 fazendas, além de quatro fábricas e um terminal no Porto de Santos. A região em que atua, composta de cidades do interior de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, é tão extensa que foi apelidada de cinturão citrícola. A companhia faz parte do conglomerado Louis Dreyfus Company, que, no Brasil, ainda cultiva arroz, açúcar, milho, soja, café e algodão. Com um time que chega a 8000 pessoas durante as colheitas, até pouco tempo a LDC Sucos sofria com problemas relacionados à segurança. Em 2014 o índice de frequência de acidentes da empresa (que mede, em cada 100, quantas lesões com necessidade de atendimento médico ocorreram) era de 2,68%. Já a taxa de severidade das ocorrências (que indica quantos dias foram perdidos por causa de afastamentos) alcançava 21%. “Eram números altos e, embora soubéssemos os motivos, não conseguíamos melhorar. Foi aí que percebemos que eram necessárias algumas mudanças”, diz Paola Giglioti, diretora de recursos humanos da Louis Dreyfus Company. A empresa, então, estruturou um departamento de segurança e contratou um diretor dedicado exclusivamente ao tema. “Era preciso um líder que entendesse além da parte técnica, pois muitos acidentes não eram causados por falta de conhecimento, mas devido ao comportamento humano”, afirma a executiva. A SOLUÇÃO Depois de criar a nova área, um dos primeiros passos da LDC Sucos foi admitir que a comunicação não chegava a todos os funcionários. “O trabalho da gestão anterior não trazia resultados porque não era adaptado à realidade. Por isso, focamos em criar boas relações entre nossos empregados para entender de fato do que eles precisavam”, afirma Vitor Correa, diretor de segurança, saúde e meio ambiente da LDC. Entre as ações para se conectar com a operação está a criação de práticas como o Café com o Gestor, em que mensalmente funcionários se reúnem com líderes nas unidades industriais e portuárias. Em 2018, a iniciativa contou com a participação de 700 trabalhadores. Além disso, a empresa fez com que a diretoria, que fica baseada em São Paulo, visitasse localidades afastadas com mais frequência. “Lá, buscamos falar com todos os funcionários e reforçamos os princípios de segurança”, diz Vitor. Os treinamentos também aumentaram e, só no último ano, foram feitas cerca de 1?600 capacitações com os trabalhadores. Mas, além de focar o lado humano, a LDC Sucos implantou tecnologias e reviu processos. A empresa agora conta com um sistema de gestão em que todos podem tirar dúvidas sobre como executar as tarefas diárias. Outra novidade foi a substituição de papel por tablets durante as visitas de inspeção nas fábricas. “Os problemas são detectados e, no mesmo instante, enviados ao sistema, agilizando a resolução que antes precisava de outros cinco passos”, afirma Paola. O RESULTADO O esforço em ouvir os funcionários tem surtido efeito. Com a abertura de um canal de comunicação com a liderança, os próprios trabalhadores se sentem encorajados a reportar problemas que antes não estavam no radar, além de oferecer formas de solucioná-los. Um exemplo disso é o que ocorria nas fazendas de plantação de laranja, onde buracos de tatus causavam inúmeras ocorrências de torções nos pés de colhedores. “Parece bobo, mas acontecia quase diariamente. Conversando com os empregados, eles sugeriram destacar um membro da equipe para inspecionar o pomar antes das atividades e sinalizar onde os buracos estavam localizados. Hoje, a ocorrência de acidentes desse tipo está quase zerada”, afirma Vitor. Outro exemplo foi a troca de luvas de segurança depois de detectarem, também entre os trabalhadores, que elas não serviam para proteção na colheita de limão, cuja árvore tem grandes espinhos. “Só conversando com os funcionários do campo teríamos insights como esse, que são ajustes simples, mas, quando levados para toda a operação, trazem muito resultado”, afirma Vitor. Atualmente, o índice de frequência de acidentes na Louis Dreyfus Sucos caiu 75% e está em 0,66%. A taxa de severidade também diminuiu drasticamente (cerca de 74%) e hoje é de apenas 5,35%. “Sabemos que, mesmo com os avanços, o trabalho não terminou. Mas aprendemos que a chave para ter sucesso é envolver 100% do time para que eles deem ideias e se sintam parte”, diz Paola, a diretora de RH. Fonte: Exame

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Os benefícios da atividade física para o desenvolvimento no trabalho

As atividades físicas favorecem muito a vida de quem pratica, auxiliando também no alívio do estresse causado, muitas vezes, pelas cobranças de produtividades e alcance de metas.   Muitas pesquisas indicam que os exercícios físicos previnem doenças, ajudam a aumentar o condicionamento físico e a turbinar o cérebro, especialmente para melhorar a memória. Dessa forma, é recomendável que tiramos no mínimo 30 minutos de nosso dia dedicados às atividades físicas moderadas. Entre eles o mais usado atualmente pelas pessoas é a caminhada, que apresenta-se de forma acessível a qualquer pessoas que optar pela atividade. Os benefícios da caminhada envolvem melhora na circulação sanguínea, previne doenças cardíacas, evita o cansaço e ajuda no controle da ansiedade, pois garante mais concentração e motivação para atividades diárias. Sendo assim, separar uns minutos do seu dia para algum tipo de atividade que envolva movimentação do corpo, auxilia na oxigenação do cérebro e combate os esforços e decisões precipitadas causados pelas preocupações antecipadas.   O aumento da proatividade através dos exercícios físicos Os exercícios físicos favorecem muito a vida de quem pratica, auxiliando também no alívio do estresse causado, muitas vezes, pela cobranças de produtividades e alcance de metas. À vista disso, os exercícios que envolvem concentração também servem para estimular as atividades cognitivas do cérebro, isso ocorre através da região que ocorre as sinapses que são ligações interligadas através de neurotransmissores. 13 esportes radicais que ajudam a desenvolver competências para sua carreira Esse tipo de ligação funciona como uma mensagem que libera substâncias que trazem benefícios para você trabalhar melhor. Uma dessas substâncias que agregam é a testosterona, que é o hormônio da confiança que é necessária para tomar decisões e funções que envolvem produtividade. Outra substância liberada através das atividades físicas é a serotonina, o hormônio da felicidade. Sendo esta capaz de ajudar a melhorar a autoestima, motivando o colaborador a buscar atingir suas metas e conseguir uma satisfação consigo mesmo. Cuidados antes de praticar atividades físicas mais intensas No entanto, antes de qualquer prática de atividades físicas alguns cuidados devem ser tomados para não ocorrer acidentes e prejudicar a sua saúde. Entre esses cuidados são principalmente o alongamento e manter a postura, ir ao médico regularmente, escolher roupas e sapatos confortáveis e sempre pedir orientação de um profissional da área de educação física. Além disso, o tempo e o preparo para realizar a atividade deve ser planejado, assim como, o local escolhido deve ser confortável e acessível. Atividades físicas acessíveis para fazer no intervalo do trabalho Para finalizar, é interessante conhecer alguns exercícios que você pode fazer no intervalo do seu trabalho, com a ajuda de itens comuns que você pode carregar na bolsa. Invista no bem-estar de seus funcionários com estratégias de Employee Value Proposition. Pular corda: ajuda a se concentrar e a fortalecer os músculos. Para esse exercício separe uns 15 minutos e invista em um tênis, por exemplo, o mizuno prophecy 8 resistente à impactos. Agachamento e abdominal: São ideais para locais pequenos como escritórios e não exigem nenhum equipamento específico para realizar. A sugestão é fazer três séries de 20 repetições com duração de dois minutos cada. Subir e descer lances de escada: Essa é bem comum e fácil de realizar, por isso, certifique-se de um monitoramento do tempo e de sua respiração. As vantagens da prática de atividades físicas não envolvem somente os benefícios para a o colaborador, mas sim, garante resultados para a empresa como redução de faltas e afastamentos por doenças, evitando a baixa produtividade e rendimento do próprio profissional e equipe. Fonte: Mundo RH

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