Resultados da pesquisa

Plano odontológico pode custar menos que uma semana do seu cafezinho

Sem dor de dente: em nossas pesquisas, encontramos planos odontológicos a partir de R$ 15,00 por mês.   “Maria migrou para São Paulo com os três filhos, priorizando dar o melhor de saúde e educação para eles com as suadas economias do salário de auxiliar de serviços gerais. Ela nunca tirava foto. Dizia que era infeliz com sorriso e que seu sonho era fazer um tratamento dentário. Em 2015, conseguiu fazer implantes com a poupança de muitos anos. Hoje, não coloca mais a mão na boca para sorrir”.   Esse trecho do artigo “A desigualdade no brasil é medida pelos dentes: ricos vão ao dentista, e pobres sentem dor“, de Rosana Pinheiro-Machado, professora, cientista social e antropóloga, é o retrato de muitos brasileiros.   De acordo com o IBGE, aproximadamente 16% dos brasileiros nunca foi ao dentista. A proporção dos que nunca consultaram um dentista é de 82% entre os menores de cinco anos, de 17,5% nos homens e 14,3% nas mulheres, de 13,6% na população urbana e 28% na rural.   Neste contexto, refletimos sobre os motivos para a baixa penetração do plano odontológico. Muito se deve ao fato de como esse e outros produtos também ligados à prevenção, como os seguros, são vistos pela população: apenas um gasto (caro) em algo que pode nunca ser usado.   “O principal problema é a falta de hábito com a saúde bucal, desde cedo. A higiene bucal não é incentivada e nem vista como prioridade pelos pais, o que acarreta em crianças com problemas precoces de cáries. O dentista só é lembrado quando a dor é latente e não como uma rotina de prevenção”, ressalta Helton Reis Ribeiro, responsável pela Expansão de Novos Negócios da Nocta Seguros.   Uma simples orientação sobre a escova de dentes, por exemplo, poderia evitar problemas. Muitas crianças crescem compartilhando a escova de dentes e não recebem orientações da importância da higiene.   Outro ponto lembrado por Helton é a falta de conhecimento do produto. “Quando a gente fala em plano odontológico as pessoas acham que é caro, o que não é verdade. Hoje é possível contratar um plano com uma boa rede de atendimento pelo custo de uma semana do cafezinho que você toma todo dia”.   Em nossas pesquisas, encontramos planos odontológicos a partir de R$ 15,00 por mês. Em geral, os planos oferecem carência zero e início imediato com diversos procedimentos odontológicos cobertos e sem limites de utilização, entre: consulta, restaurações, cirurgias, extrações, tratamento de canal, prótese, limpeza, urgência, emergência, raio x, tratamento de gengiva e tratamento para crianças.   Consulte um corretor sobre os tipos de planos e coberturas, pois o preço pode variar de acordo com o seu perfil (consumidor ou empresas). Se você é profissional de Recursos Humanos e procura por um plano odontológico para seus colaboradores, clique AQUI e fale com uma consultoria especializada.   Fontes: Redação blog Nocta; The Intercept; ANS

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Cartão de saúde pré-pago e cartão de desconto não são plano de saúde

  O que você precisa saber sobre cartão de saúde pré-pago e cartão de desconto.   Aproximadamente, 70% dos brasileiros não têm plano de saúde. De olho nesse mercado, vêm surgindo, cada vez mais, ofertas de serviços médicos por valores mais atrativos. Você já deve ter ouvido falar nos cartões de saúde pré-pagos e cartões de desconto.   Essas empresas estão se popularizando, pois miram no consumidor que não tem condições de pagar por um plano de saúde, mas que deseja uma alternativa ao Sistema Único de Saúde (SUS).   O que você não sabe é que esses serviços não são regulamentados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Isso significa que as operadoras têm a liberdade de impor suas próprias regras, como, por exemplo, aumentar ou cancelar o seu contrato, sem a sua permissão.   Entenda a diferença entre cada tipo de cartão e avalie se as suas necessidades serão realmente atendidas quando mais precisar.   O que é cartão de desconto? Neste serviço, você paga um valor (“taxa de adesão” ou “mensalidade” ou “anuidade”, entre outros) para a empresa que o vendeu e recebe um cartão de identificação para pagar, com desconto, consultas ou outros serviços médicos. A forma de pagamento é negociada entre você e o estabelecimento responsável pelo serviço médico (dinheiro, cheque, cartão etc.).   O que é cartão pré-pago? Neste serviço, você paga uma quantia (“taxa de adesão” ou “anuidade” ou “mensalidade”) para ter acesso ao serviço, e, além disso, precisa carregar o cartão com um valor livre ou mesmo determinado pela empresa que o vendeu. Com os valores depositados no cartão, você pode pagar consultas ou outros serviços médicos com desconto em estabelecimentos indicados pela empresa.   Por que devo ter atenção ao adquirir um cartão de desconto ou um cartão pré-pago? Porque o cartão de desconto e o cartão pré-pago não garantem o acesso ilimitado aos serviços garantidos pelo plano de saúde. Dependendo do valor que você carregar no cartão poderá até realizar alguns procedimentos. Mas, quando precisar de um serviço médico de alto custo, provavelmente, o valor não será suficiente para permitir o seu atendimento, e aí a empresa que vende o cartão não tem nenhuma responsabilidade. Logo, caberá a você assumir este custo de forma integral, como por exemplo, na hora de fazer um exame, quando precisar de um atendimento de emergência ou qualquer outro serviço médico.   Fique atento a coberturas e limitações, prazo de utilização dos créditos (se houver), se exames, procedimentos e materiais diversos são cobertos pelas mensalidades ou não.   Plano de saúde   Como você viu, tanto o cartão de desconto como o pré-pago dão acesso a descontos, porém os atendimentos de saúde são básicos e, talvez, não atendam integralmente às suas necessidades médicas, já que terá acesso limitado em relação aos benefícios oferecidos pelos planos de saúde.   Outro ponto: dependendo do caso, você pode ter que pagar o valor integral do procedimento. Por exemplo, uma cirurgia complexa de alto custo.   Dúvidas sobre como contratar um plano de saúde para os funcionários? Leia este post AQUI.    Fonte: Redação blog Nocta; Agência Nacional de Saúde (ANS)

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Como contratar um plano de saúde para os funcionários?

  Quando uma empresa procura um plano de saúde para os seus funcionários, significa que ela quer agregar benefícios para melhorar a qualidade de vida deles e de sua família também.   Na hora da escolha desse item tão importante, é necessário mapear alguns pontos para chegar ao plano de saúde ideal ao perfil da sua empresa. Para falar sobre isso, convidamos Helton Reis Ribeiro, responsável pela Expansão de Novos Negócios da Nocta Seguros. Confira o que você deve saber antes de contratar um plano.   Como escolher o melhor plano de saúde para os funcionários?   Helton Reis Ribeiro – Antes de contratar um plano de saúde para os seus colaboradores, é importante mapear alguns pontos para tirar o melhor custo-benefício. O primeiro ponto é buscar alguém que tenha conhecimento sobre esse mercado e operação, porque o profissional de Recursos Humanos e o Gestor de Pessoas precisam estar livres para o que mais importa no momento, como a implantação da rotina do eSocial. Uma consultoria especializada entende a fundo as regras do plano de saúde e vai elaborar um estudo personalizado com o perfil da sua empresa.   Quais são as informações que determinam o custo de um plano?   Helton Reis Ribeiro – Algumas premissas são necessárias para elaborar um estudo com as melhores opções para a sua empresa: 1) entender o seu segmento de negócio; 2) entender o tamanho da sua população; 3) sua localidade, para entender se é uma empresa regional, estadual ou nacional, porque tudo isso causa variação no custo. Além disso, entender qual o objetivo: buscar um plano regional na localidade da empresa ou da casa da população, ou se é buscar um plano que atende fora daquela localidade. Exemplo: um plano voltado aos diretores e gerentes que viajam pelo Brasil e precisam de um plano com cobertura mais abrangente. Ou seja, muitas variáveis para chegar no plano que atende às necessidades de sua empresa. O segundo ponto é entender se a empresa precisa é de um seguro saúde, plano de saúde ou plano de medicina de grupo.   Qual a diferença entre seguro saúde, plano de saúde ou plano de medicina de grupo?   Helton Reis Ribeiro – Tem diferença no mercado. Medicina de grupo são operadoras que detêm planos onde a utilização acontece em rede referenciada e hospitais próprios e não dão direito ao reembolso. São operadoras que controlam o custo dos médicos de ponta a ponta, desde a entrada lá na clínica, ou no especialista, até no atendimento médico-hospitalar de cirurgia. Geralmente, o custo deste plano é menor. Do outro lado, estão as seguradoras que não têm uma rede de hospitais próprios e toda a rede (clínicas, laboratórios, médicos, etc) é referenciada, credenciada. O custo desse plano é maior e não dá direito ao reembolso.   Um ponto importante é entender a questão de utilização, pois toda vez que for utilizado o plano, a despesa no final do período de um contrato é apurado, a gente chama de sinistralidade.   Como é calculado o reajuste?   Helton Reis Ribeiro – A sinistralidade é o resultado da utilização, menos o valor que foi pago da receita contra a despesa. O ponto de equilíbrio médio no mercado de saúde é em torno de 70% – 75% da utilização, passando desse patamar, a próxima vigência do contrato vai sofrer um reajuste por utilização, além do reajuste do índice monetário – é aplicado um índice de IGPM, IPCA, ou seja, um índice inflacionário para atualizar os valores pagos. Existem alguns fatores que a gente consegue controlar esse índice de utilização.   Como a empresa pode controlar o custo do plano de saúde?   Helton Reis Ribeiro – A consultoria de benefícios ajuda muito na redução do custo com diagnósticos e mapeamento da utilização. Além disso, hoje no mercado existe uma opção de plano que se chama co-participação e já é uma tendência. É a co-participação na utilização, quando a pessoa for ao médico, em regra geral, parte do que a operadora vai pagar ao médico é cobrada da empresa que, por sua vez, vai cobrar de quem utilizou o plano. O que a gente tem notado é que neste modelo compartilhado há uma maior conscientização na utilização do plano.   Qual é o tempo de carência?   Helton Reis Ribeiro – Para saber a partir de quando o funcionário poderá utilizar o plano após a contratação, é importante verificar os prazos de carência. Esse tipo de informação está presente no contrato. Em regra geral, em casos de urgência e emergência a carência é de 24 horas. Para partos, a carência é de 300 dias. Em outras situações, a carência é de 180 dias, conforme informações da Agência Nacional de Saúde (ANS). Esses são limites de tempo máximos. Isso quer dizer que a operadora de planos de saúde pode exigir um tempo de carência menor que o previsto na legislação.   Você sabia que uma consultoria especializada em planos de saúde e odontológico pode te ajudar com tudo isso? Fale com a Nocta: (11) 2368-2232 faleconosco@nocta.com.br   Fonte: Redação Nocta Imagem destaque: Freepik / macrovector

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Pesquisa revela: 46% das empresas não trabalham com indicadores de saúde

  Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) em parceria com a Aliança para a Saúde Populacional (Asap) revela que quase metade (46%) das empresas não trabalha com indicadores de saúde.   O plano de saúde é um custo alto para empresas e só fica atrás dos gastos com a folha de pagamento, respondendo, em média, por 12% dos custos fixos das empresas. O que as empresas podem fazer para diminuir esse custo?   O levantamento – que consultou 668 empresas entre maio e junho de 2017, representando 1,3 milhão de empregados e 3 milhões de beneficiários – foi publicado no jornal Valor Econômico. De acordo com a matéria, apenas 9% delas destacam um diretor para cuidar da gestão da saúde dos colaboradores, enquanto 36% entregam essa responsabilidade a gerentes.   Luiz Edmundo Rosa, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), destaca, em entrevista ao jornal, os pontos que precisam mudar para que o plano de saúde não onere tanto as despesas das empresas. “Mudar de operadora pode reduzir os custos temporariamente, mas não resolve. É preciso investir numa estrutura de gestão profissional para estimular programas de prevenção e evitar procedimentos de alto custo que não sejam necessários”.   Mais dados da pesquisa:   – 40% das empresas entrevistadas não adotam a coparticipação dos funcionários no pagamento de consultas e exames; – 56% não investem em alimentação saudável e 51% não têm programas de apoio a grupos de risco, como hipertensos, diabéticos e obesos. – 55% das empresas consultadas tiveram aumento superior a 10% nos planos de assistência médica em 2016 (no caso de 14% delas, acima de 20%) e só 17% acreditam que os custos nessa área podem baixar nos próximos dois anos.   É neste contexto que a Nocta Seguros trabalha para ajudar as empresas a conter a sinistralidade nos planos de saúde. Com base no histórico de utilização, a consultoria desenvolve campanhas de prevenção e promoção da saúde, faz plantões para orientar sobre a melhor utilização do benefício e, desta forma, reduzir o uso inadequado do benefício.   Para apoiar os indicadores, o Valor também divulgou o relatório da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre a atuação da rede privada de saúde no País. Os dados de 2016 revelam um exagero na solicitação de exames.   Segundo a reportagem, no documento, os brasileiros beneficiários dos planos de saúde realizaram, em 2016, 7 milhões de ressonâncias magnéticas e outros 7 milhões de tomografias computadorizadas, o que dá uma média de 149 exames por mil pacientes nos dois casos. Em relação a 2014, houve aumento de 25% em ressonâncias e 21% em tomografias.   Caso: Hospital Alemão Oswaldo Cruz   A matéria destaca um caso interessante, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo, que em 2010 decidiu implantar um programa de bem-estar para seus três mil funcionários.   Segundo Leonardo Mendonça, coordenador de saúde ocupacional e qualidade de vida do Oswaldo Cruz, o número de empregados do hospital que fazem atividade física diária aumentou 39% nos últimos oito anos, contribuindo para reduzir em 31% o total de pessoas afetadas pelo estresse, em 35% o grupo com colesterol alto e em 36% o bloco dos hipertensos.  “O custo per capita de quem aderiu aos programas de bem-estar é 35% menor do que o de quem não aderiu. Mas apenas 2% dos funcionários não aderiram”, disse ao jornal.   Depois de trazer esses dados tão impactantes, que tal começar a olhar para a saúde além da implantação do benefício?   Aqui no blog, você tem acesso a diversos conteúdos que corroboram com a nossa missão: ser parceiro do Gestor de Pessoas e dos profissionais de Recursos Humanos! Nossas experiências em operação, comunicação e atendimento reunidas em artigos e dicas de saúde para ajudar a engajar campanhas em sua empresa.   Falamos neste outro artigo sobre a diferença entre urgência e emergência e como é importante trabalhar a educação no uso do plano de saúde para redução da sinistralidade. Confira.   Fontes: Redação Nocta; Valor Econômico

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Cartões de Desconto/Pré pago ou Plano de Saúde?

De uns tempos para cá, algumas empresas visando “baratear” alguns serviços, passaram a atuar na área de saúde oferecendo cartões de descontos/pré-pago a quem busca Plano de Saúde. Embora inicialmente esta opção aparente ser mais em conta, será que ele realmente atenderá a sua necessidade? Vamos fazer um comparativo a fim de esclarecer melhor a função de cada um deles: CARTÃO PRÉ-PAGO Como o próprio nome diz, trata-se de uma contratação onde o interessado deverá pagar um determinado valor para aquisição do cartão e fazer uma “recarga” de determinado valor para deixar disponível quando vier a precisar utilizar. Este valor será o seu saldo para utilizar alguns serviços médicos e/ou algumas consultas com desconto dentro de uma determinada rede credenciada. CARTÃO DE DESCONTO Assim como no cartão pré-pago, esta contratação exige um determinado valor para aquisição do cartão, porém, nesta modalidade, o interessado estará apenas “comprando” seu desconto que será negociado junto a empresa que o comercializa.   Plano de Saúde Ao contrário dos cartões citados, as operadoras do Plano de Saúde seguem regras ditadas pela ANS (Agência Nacional de Saúde) e garantem a proteção de seus contratados quanto aos serviços ofertados, inclusive, o acesso ILIMITADO destes serviços. Ainda neste comparativo com os cartões, que são pré-pagos, com um plano de saúde você não corre o risco de ficar sem atendimento médico por “falta de saldo” ao precisar de um serviço com alto custo e estas empresas que comercializam estes cartões não assumem nenhuma responsabilidade ou consultoria aos seus clientes já que não se tem o que fazer a não ser comprar mais créditos até atingir o valor do procedimento, seja um exame de rotina ou um atendimento emergencial. Assim, deixamos claro que os “cartões de saúde” por não ter nenhuma regulamentação por parte da ANS, não pode ser comercializado pelas operadoras de Plano de Saúde deixando esta modalidade por conta e risco de quem o adquire. A Nocta Seguros e Benefícios não trabalha com nenhuma modalidade que não seja assistida e regulamentada pela ANS e oferece um amplo corpo de especialistas que poderá encontrar o melhor plano de saúde para você. Para solicitar uma cotação on-line, basta clicar aqui.

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