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Plano de Carreira: o que é e como fazer

Um plano de carreira deve unir objetivos do funcionário e da empresa. Confira as dicas da Endeavor, em parceria com a Sebrae, sobre como criar um plano de carreira que alinha os objetivos da empresa com as expectativas dos funcionários. O que é plano de carreira? Plano de carreira é um programa estruturado que estipula o caminho que cada funcionário vai percorrer dentro de uma organização. Ele determina as competências necessárias para cada posição hierárquica e também qual é a expectativa da empresa em relação àquela posição. De um lado, deve ser formulado para atrair e reter talentos. De outro, o plano deve proporcionar ao funcionário a possibilidade de se desenvolver cada vez mais. Tendo um plano de carreira, o profissional pode saber por quais etapas passará na hierarquia da empresa e quanto tempo ficará em cada uma delas. Essa visão é bastante adequada para organizações com estrutura de carreira formal, em fase de consolidação, quando o organograma já foi definido há um tempo e tem cargos e funções bem desenhados. Essas empresas vivem na velocidade do cruzeiro, em que qualquer mudança de rota não é feita de uma hora para outra. Por isso, o funcionário dessas companhias sabe bem o que pode esperar dos próximos anos, que degraus pode subir e como desenvolver as competências que o levarão até lá. Plano de Carreira em Y Inspirado pelo desenho da letra, esse plano sugere que, a partir de um determinado cargo, o funcionário encontra uma bifurcação: ele precisa escolher se segue carreira de especialista ou de gestor. Em setores como de engenharia, tecnologia, indústria farmacêutica ou até de alimentos, que exigem um conhecimento técnico em cargos maiores, essa carreira de especialista é mais comum. Uma área de pesquisa e desenvolvimento, por exemplo, em que o conhecimento é estratégico para a organização, a carreira Y é bem comum. Desse profissional, é esperado um papel revolucionário dentro da organização. Que ele seja capaz de trazer inovações, como no caso do lançamento de novos produtos, ajudando a empresa a se manter à frente da concorrência, a partir da sua bagagem de conhecimento especializado. Plano de Carreira em W Assim como o plano em Y apresenta dois caminhos possíveis de crescimento, o plano em W, sugere um terceiro que é o misto dos outros dois. Em vez de seguir como especialista ou gestor, o profissional pode se tornar um gestor de projetos. Ele não chega a ser um líder tradicional, responsável pelo desenvolvimento de outras pessoas, mas acompanha pontualmente o desempenho dessas pessoas dentro de um projeto específico dando feedbacks mais técnicos e atuando de forma consultiva. Na prática, esse modelo não se espalhou com tanta força pelas organizações porque funciona em setores bastante específicos, como o de tecnologia, por exemplo. Nesse caso, um programador sênior pode gerir outros desenvolvedores, se tornar especialista ou ainda gerir projetos de desenvolvimento de novas tecnologias dentro da empresa. Plano de Carreira para empresas de alto crescimento Essa visão bem planejada sobre o futuro do funcionário dentro da empresa é mais realista em organizações consolidadas. Já nas empresas em fase de expansão, o crescimento do negócio exige um aumento também no quadro de funcionários, que pode chegar a dobrar de um ano para outro, uma reestruturação de áreas e também a formação de novos líderes. Nesse sentido, é mais difícil prever como a empresa estará em cinco anos para traçar um plano de desenvolvimento seguro para os funcionários. E na prática, o que você já pode fazer? Comece desenhando a estrutura organizacional da sua empresa hoje e faça o exercício de projetá-la para o ano que vem. Nessa sobreposição, surgem muitos cargos novos, principalmente de liderança? Faça também a seguinte reflexão: você está desenvolvendo pessoas hoje para ocuparem esses cargos amanhã? Ou esses novos profissionais virão de fora? Esse planejamento de contratação e promoção interfere diretamente no plano de carreira dos seus funcionários, por isso ele começa com a visão da empresa e depois de se desdobram para cada área. Escute seus funcionários. Descubra quais são as expectativas de carreira e futuro que cada um tem dentro da empresa, inclusive preste atenção naqueles que não sonham em ficar por muito tempo e nas razões que eles apresentam para ter essa visão. Use reuniões coletivas e momentos com o time para reforçar o espírito dinâmico da organização, as novas vagas abertas e as possibilidades de crescimento que cada um tem. Se você alinhar essa conversa desde o dia da entrevista, todos os novos também entrarão sabendo que são responsáveis por criar os próprios degraus, e não subir uma escada que já foi construída.   Fonte: Endeavor / Imagens: Freepik Leia também: Como fazer reuniões mais produtivas 35 frases inspiradoras para compartilhar

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Dicas para aplicar avaliação de desempenho em 2020

Isis Borge, diretora da Talenses e colunista da revista Você S/A, traz dicas de avaliação de desempenho tanto para o Gestor de Pessoas como para o funcionário. Confira:    Ao gestor   Seja justo na avaliação de desempenho – Tenha clareza de quais são os objetivos do cargo e quais foram os entregáveis do colaborador que está sendo avaliado. Seja racional na avaliação, excluindo do processo a subjetividade, na medida do possível. Com esse cuidado, será mais fácil manter a neutralidade, focando em dados e fatos reais.   Use a técnica do sanduíche – Ela consiste em iniciar a conversa apresentando alguns pontos positivos, na sequência falar sobre os pontos de melhoria e fechar a conversa com outro ponto positivo, seguido de um próximo passo que marque um acordo entre você e o liderado.   Apresente exemplos reais – Antes da avaliação, invista tempo em listar esses exemplos. Você pode, inclusive, pedir a opinião das áreas que interagem com esse colaborador para ter exemplos positivos e negativos. Em geral, as pessoas assimilam melhor as críticas quando elas estão baseadas em fatos reais. Se possível e fizer sentido, apresente o histórico de desenvolvimento e de avaliações passadas.   Estruture o seu discurso – Pense com calma nas palavras que serão usadas no momento de abordar os pontos negativos. A forma como uma informação é transmitida é tão importante quanto a mensagem em si, e influencia bastante no entendimento de quem recebe a crítica.   Não tenha medo de conversas difíceis – Lembre-se de que todas as pessoas querem ser desenvolvidas e faz parte dessa evolução saber o que precisa ser melhorado. As conversas difíceis são fundamentais nesse processo. Acredito que o pior líder que pode existir é aquele que sabe os pontos que a equipe precisa desenvolver, mas não fala com receio de dar uma má notícia ou de chatear alguém. Também é papel do líder ser o portador de notícias ruins. Só assim as pessoas terão a oportunidade de evoluir.   Ouça o liderado – Inclua na avaliação um momento para entender o momento pessoal do seu liderado. Uma preocupação genuína do gestor com as pessoas tende a fazer com que todo o time se abra e se una. O momento que estamos vivendo é inédito e delicado para todos. As pessoas podem não estar 100% bem e faz parte. Entender como o outro está e se colocar à disposição para ajudar fortalece a equipe.   Faça sugestões – As pessoas gostam de trabalhar para líderes que inspiram e desenvolvem. Então, apresente, na medida do possível, algo além da crítica. Pode ser uma sugestão de curso, conduta, palestra ou, até mesmo, de livro ou filme. Algo que possa agregar valor à vida do liderado naquele momento. É interessante, também, quando o gestor apresenta um plano de capacitação para cada colaborador da equipe.   Conheça o seu colaborador – Entenda qual é o plano de carreira e de vida das pessoas sob sua tutela. Faça a lição de casa de entender de que forma você ou a organização podem contribuir para que a pessoa alcance o objetivo desejado. Essa atitude proativa fará muita diferença na vida do seu colaborador e pode, inclusive, gerar a retenção do talento.   Esteja de corpo e mente na reunião de feedback – Seja ético e transparente na avaliação. Esse também é o momento do líder ouvir o liderado sem ser reativo. Pode parecer óbvio, mas esteja de fato lá, sem distrações ou celular. Doe esse tempo para a pessoa que está sendo avaliada. Uma avaliação de desempenho sempre traz aprendizados para os dois lados. Ao liderado   Faça uma autoavaliação de desempenho– Liste tudo o que você acredita que fez de bom durante o ano e as coisas que poderia ter feito melhor. Isso vai te ajudar a absorver melhor tudo o que for dito pelo gestor ou, até mesmo, argumentar e expor o seu ponto de vista de uma forma mais madura e estruturada   Avalie a empresa – Pense no que te agrada e no que te desagrada na organização, na área, na equipe e no próprio líder. Você pode expor essas percepções, caso ache conveniente.   Revise seus objetivos de carreira – Aproveite o bate-papo para entender com o seu gestor sobre quais caminhos deve percorrer no próximo ano para atingir os seus objetivos. A ideia é que seja uma conversa leve, de orientação, sem tom de ultimato. Isso vai te ajudar a definir metas claras de desenvolvimento e pactuar esses próximos passos com o seu gestor.   Esteja ciente do momento da organização, do país e do mercado – Existe uma grande diferença entre querer algo e a possibilidade de o seu desejo se concretizar. Uma promoção, por exemplo, não depende apenas do seu desempenho e mérito. Ela pode ser fortemente influenciada também pelo momento da organização, da existência da vaga e da percepção do seu líder, entre outros fatores que impactem na saúde financeira da organização. Nada disso deve te impedir de expor os seus anseios. Você só precisa encontrar a forma mais adequada de apresentá-los.   Demonstre abertura para ouvir o feedback – Sempre encorajo as pessoas a irem atrás de feedbacks não só de gestores, mas de pares, áreas de interface e equipes parceiras. Isso é importante para a nossa evolução como pessoas e profissionais. Mas recomendo ouvir o que o outro tem a dizer com atenção, sem comportamentos reativos. Caso fique muito descontente com algo, sugiro levar a informação para casa, avaliar com sinceridade e, se achar necessário, marcar uma nova conversa com o líder para contra-argumentar. Evite fazer comentários exaltados no calor da emoção para não se arrepender depois.   Após a reunião, trace um plano de ação – Agora que você já sabe suas necessidades de melhoria, elabore um plano para que elas não voltem a ser apontadas. Estabeleça meios e prazos, e vá em busca dessa evolução. Faça isso por partes, respeitando os próprios limites, mas não fique parado. Essa atitude demonstra maturidade.

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WhatsApp: como grandes empresas podem prevenir seu mau uso

O WhatsApp invadiu de vez o mundo corporativo. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 95% dos que possuem celular já utilizam aplicativos de mensagens para se comunicar, inclusive no trabalho. Esta semana falamos sobre os pontos que o Recursos Humanos deve se atentar quando o colaborador usa seu celular pessoal e quando ele usa o celular da empresa, principalmente, com a ferramenta. Além da preocupação com a perda de produtividade, uma das principais dificuldades é a questão dos limites de privacidade, o que pode implicar para a empresa o compartilhamento de informações até mesmo sigilosas. Uma matéria da revista Você RH mostra o posisionamento de algumas empresas, como a Tigre, multinacional de construção civil, e uma lista com 4 passos para evitar problemas com o ­WhatsApp. Confira: Na Tigre, multinacional de construção civil, desde setembro não existem mais telefones fixos para os 1.100 funcionários administrativos­. Em troca, todos receberam um celular — do jovem aprendiz ao diretor. “Fizemos isso para reduzir o custo com telefonia, mas também pensando em mobilidade”, diz Patricia Bobbato, gerente de liderança e cultura da empresa. Para evitar complicações trabalhistas, a ­Tigre realizou treinamentos com todos os empregados, gestores ou não, em parceria com o departamento jurídico. “Para os líderes demos orientações relacionadas aos limites. Por exemplo, não mandar mensagem fora do expediente. Para quem é operacional, explicamos que eles têm total liberdade de não responder a demandas fora de seu horário de trabalho. E todos assinaram um termo de compromisso.” Hoje, o WhatsApp é usado pela companhia como meio oficial de informação, com mensagens sendo enviadas concomitantemente ao celular e por e-mail. Desde 2017, a área de comunicação possui uma conta por meio da qual repassa os avisos aos grupos em que estão os trabalhadores. E, se por um lado a adoção dos telefones móveis acabou com a questão dos limites de privacidade, já que o aparelho agora é da Tigre, Patricia admite que, por outro, a corporação ainda está sujeita ao mau uso por parte das pessoas. “No fundo é uma questão de bom senso. Estamos realizando uma mudança de cultura, que começou há quatro anos, no sentido de empoderar os empregados e tratá-los como adultos. E isso inclui responsabilização por suas posturas”, completa a executiva. Ruy Copolla Jr., professor na Faculdade de Direito São Bernardo, lembra que é importante conscientizar os funcionários de que condutas antiéticas não são um problema apenas da empresa e que, muitas vezes, respingam também nos profissionais. “Não é raro registros de conversas, áudios e imagens provocarem demissão por justa causa. Em casos envolvendo racismo, assédio moral e sexual, a Justiça tende a concordar com isso, independentemente dos meios pelos quais foram cometidos”, afirma o advogado. Vale ressaltar que, se a empresa possuir um programa de compliance e receber uma denúncia referente ao mau uso do ­WhatsApp, ela poderá abrir um processo de apuração e requerer, por meio de autorização judicial, o acesso ao aparelho do funcionário — mesmo que a ferramenta esteja instalada no smartphone pessoal. Sem tapar o sol Por essas e outras razões, não é mais recomendável ignorar o WhatsApp. De agora em diante ele precisa fazer parte não só da comunicação corporativa como também dos códigos de conduta, que devem trazer recomendações explícitas para que os trabalhadores entendam com clareza que tipo de conversa é arriscado ter e quais conteúdos é permitido (ou não) compartilhar. Foi isso que fez a Vicunha, empresa têxtil que emprega 7.300 pessoas. Durante a atualização do código de conduta em 2017, a fabricante incluiu uma cláusula sobre o uso de redes sociais e reforçou os cuidados em treinamentos situacionais com os empregados. “Temos muitas fábricas, nas quais uma das principais formas de comunicação é o WhatsApp. Por isso, nós damos recomendações de como divulgar informações da organização no aplicativo e como respeitar os colegas. O uso é incentivado, mas a responsabilidade é do funcionário”, afirma Alexandre Ferreira, diretor de recursos humanos da Vicunha. A companhia pretende ainda fazer um treinamento sobre a disseminação de fake news em 2019. “Acreditamos que seja nosso papel social fazê-los refletir sobre como difundem informações e educá-los sobre o uso dessas ferramentas”, diz o executivo. Veja, a seguir, quatro passos para evitar problemas com o ­WhatsApp em sua empresa.   1. Atualize o código de ética Embora não pareça, ainda é confusa para muitos funcionários a ideia de que podem ser responsabilizados por conversas informais em aplicativos de mensagens, fora do ambiente corporativo. Não à toa, recomenda-se criar um capítulo só sobre redes sociais no código de ética, com cláusulas específicas para cada plataforma, sobretudo as mais críticas, como Facebook e WhatsApp. Especialista no tema, Gisela Freire, advogada do escritório Cescon, Barrieu, Flesch & Barreto, afirma que disseminar a informação é a única maneira eficiente de se anteceder ao problema e evitar futuros litígios para a companhia. “é preciso haver um manual detalhado de regras, prevendo situações tanto em redes sociais quanto em aplicativos de mensagens”, afirma. Dar exemplos concretos do que é inadmissível ser feito — e por quais razões — é importante para que o funcionário não alegue, em caso de penalização, falta de clareza sobre a questão. 2. Use treinamentos para exemplificar Em um hospital paulistano, um time de médicos compartilhava fotos de pacientes para discutir casos. Embora proibido, os profissionais não entendiam que aquilo era um problema e desconheciam tal restrição — tanto que o grupo contava, inclusive, com um gestor. Não basta, portanto, ter um código de conduta que funcione apenas como “letra morta”. É fundamental oferecer capacitações que ilustrem situações e simulem conversas que possam caracterizar desvios éticos. “Essa é uma pauta nova, e o manual por si só não é suficiente. Até porque, muitas vezes, ele fica na gaveta. É preciso promover ações de reforço e comunicação”, diz Jefferson Kiyohara, da Protiviti. 3. Prepare a liderança Outra prática indicada é realizar workshops e treinamentos exclusivos para a chefia. Hoje, devido à facilidade da ferramenta, muitos gestores já preferem usar o WhatsApp a enviar

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Você sabe o que é Employee Value Proposition?

O termo em inglês “Employee Value Proposition”, em tradução livre “proposta de valor ao colaborador”, significa, na prática, o que uma empresa de fato oferece como diferencial a seus colaboradores. É um conceito de práticas de bem-estar para atrair profissionais e engajar funcionários.   A estratégia pode ser resumida em cinco pilares:   Recompensas (salário, benefícios e reconhecimento); Oportunidades (carreira e desenvolvimento); Pessoas (chefes e colegas); Trabalho (o que se produz e o alinhamento disso aos valores pessoais); A organização em si (em termos de marca e ética corporativa).   Dados da consultoria Gartner mostram que, se for bem desenvolvido, o EVP gera ganhos muito bons para o negócio, como aumento de 75% na competitividade e de 35% no engajamento.   Algumas estratégias de EVP – Sexta-feira “mais curta”, possibilitando saídas fora do horário de pico. – Home office – Folga no dia do aniversário – Horário flexível – Licença maternidade/paternidade ampliada – Academia – Orientação Financeira – Orientação Nutricional – Programas de Qualidade de Vida (existem aplicativos de saúde para empresas, como o Nocta Bem-Estar)   Além de benefícios, existem algumas práticas de comunicação e gestão que são aplicadas com objetivo de estreitar o relacionamento com os funcionários, como por exemplo: Conceito “portas abertas” para passar confiança quando um funcionário precisa conversar. Eleger um porta-voz entre a equipe, por setor, para levar ideias de melhoramento à gestão. Acolhimento aos novos contratados para integração com todos os processos da empresa.   Por que as empresas devem investir em práticas de bem-estar? Um ambiente com valores e benefícios bem estruturados e com possibilidades de crescimento levam os colaboradores a se sentirem parte de algo importante. Essa percepção interna é importante para a reputação da marca, ainda mais hoje em que as pessoas compartilham tudo pela internet. Cuidar do bem-estar do funcionário é tão estratégico quanto desenvolver um produto ou serviço. Fazer campanhas e promover a saúde física, mental e emocional do colaborador traz benefícios como a diminuição no número de faltas (absenteísmo) e o aumento da retenção dos talentos, além de aumentar o entusiasmo de quem trabalha feliz.   Perguntas que se deve fazer para montar EVP   – Eu tenho conhecimento sobre o que os funcionários pensam sobre a empresa? – Como estão meus índices de faltas (absenteísmo) e afastamento por doenças? – Meus funcionários têm abertura para conversar com os gestores? – Como está a comunicação com meus colaboradores dentro da empresa? – Quais benefícios eu ofereço a eles para trabalharem felizes e com qualidade? – Minha empresa é atraente? Meus funcionários têm oportunidades de crescimento? – Eu escuto meus colaboradores?   O EVP deve refletir na cultura, no clima organizacional, nas relações internas, na prática dos princípios e valores, nos propósitos da empresa. Não se trata de prêmios, ou apenas de benefícios, é um conjunto de práticas personalizadas que refletem a sua empresa, pois nenhuma empresa é igual a outra.   Fontes: Redação blog Nocta; Revista Você RH

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segurança no trabalho

Dicas para prevenção de acidentes de trabalho – infográfico

Abril Verde é a campanha para prevenção de acidentes de trabalho.   É o momento para empresas, independente do porte e atividade, refletirem sobre como os ambientes e processos de trabalho podem ser determinantes nos acidentes e adoecimento dos trabalhadores. De acordo com o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho (AEAT 2017), publicado em 2018 pelo Ministério da Fazenda, foram registrados 549.405 acidentes de trabalho no Brasil em 2017, uma queda de 6,19% em relação a 2016. O que é considerado acidente de trabalho? Segundo o artigo 19 da Lei no 8.213, de 24 de julho de 1991, “acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou de empregador doméstico, ou pelo exercício do trabalho do segurado especial, provocando lesão corporal ou perturbação funcional, de caráter temporário ou permanente”. Pode causar desde um simples afastamento, a perda ou a redução da capacidade para o trabalho, até mesmo a morte do segurado. Também são considerados como acidentes do trabalho: a) o acidente ocorrido no trajeto entre a residência e o local de trabalho do segurado; b) a doença profissional, assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade; e c) a doença do trabalho, adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente. Nestes dois últimos casos, a doença deve constar da relação de que trata o Anexo II do Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto no 3.048, de 6/5/1999. Em caso excepcional, constatando-se que a doença não incluída na relação constante do Anexo II resultou de condições especiais em que o trabalho é executado e com ele se relaciona diretamente, a Previdência Social deve equipará-la a acidente do trabalho. A prevenção é a melhor forma de reduzir ainda mais essa estatística e foi pensando nisso que preparamos uma lista com 15 dicas para prevenir acidentes ocupacionais e garantir a segurança no trabalho. Confira:     Descritivo do infográfico: 15 dicas para prevenir acidentes ocupacionais e garantir a segurança no trabalho. 1. Faça treinamentos, campanhas e debates sobre Saúde e Segurança no Trabalho (SST). 2. Respeite as Normas Regulamentadoras (NR) e regras de segurança contra incêndio. 3. Incentive a formação da CIPA e mantenha em dia as documentações de Saúde e Segurança no Trabalho (SST). 4. Monitore, identifique e sinalize áreas sensíveis ou com riscos em potencial. 5. Lembre-se que o conforto no ambiente de trabalho também é importante. 6. Faça manutenções regulares nas instalações e ambientes de trabalho. 7. Não tenha pressa nas rotinas de trabalho. Ela é inimiga da segurança. 8. Faça pesquisas sobre melhorias em Saúde e Segurança no Trabalho (SST). 9. Use EPIs de qualidade para evitar ou minimizar acidentes. 10. Não improvise ou descuide das ferramentas de trabalho. 11. Forneça, mantenha e substitua os EPIs com frequência. 12. Informe sobre ocorrências ou incidentes imediatamente. 13. Utilize equipamentos adequados às rotinas de trabalho. 14. Crie um manual com a política interna de Saúde e Segurança no Trabalho (SST). 15. Respeite a vida e os direitos dos trabalhadores. Fontes: Anuário Estatístico de Acidente do Trabalho – 2017 – Ministério da Fazenda Site SOC   Quer saber mais sobre multas que podem ser aplicadas com o eSocial? Leia AQUI.

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Pesquisa revela: 46% das empresas não trabalham com indicadores de saúde

  Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) em parceria com a Aliança para a Saúde Populacional (Asap) revela que quase metade (46%) das empresas não trabalha com indicadores de saúde.   O plano de saúde é um custo alto para empresas e só fica atrás dos gastos com a folha de pagamento, respondendo, em média, por 12% dos custos fixos das empresas. O que as empresas podem fazer para diminuir esse custo?   O levantamento – que consultou 668 empresas entre maio e junho de 2017, representando 1,3 milhão de empregados e 3 milhões de beneficiários – foi publicado no jornal Valor Econômico. De acordo com a matéria, apenas 9% delas destacam um diretor para cuidar da gestão da saúde dos colaboradores, enquanto 36% entregam essa responsabilidade a gerentes.   Luiz Edmundo Rosa, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), destaca, em entrevista ao jornal, os pontos que precisam mudar para que o plano de saúde não onere tanto as despesas das empresas. “Mudar de operadora pode reduzir os custos temporariamente, mas não resolve. É preciso investir numa estrutura de gestão profissional para estimular programas de prevenção e evitar procedimentos de alto custo que não sejam necessários”.   Mais dados da pesquisa:   – 40% das empresas entrevistadas não adotam a coparticipação dos funcionários no pagamento de consultas e exames; – 56% não investem em alimentação saudável e 51% não têm programas de apoio a grupos de risco, como hipertensos, diabéticos e obesos. – 55% das empresas consultadas tiveram aumento superior a 10% nos planos de assistência médica em 2016 (no caso de 14% delas, acima de 20%) e só 17% acreditam que os custos nessa área podem baixar nos próximos dois anos.   É neste contexto que a Nocta Seguros trabalha para ajudar as empresas a conter a sinistralidade nos planos de saúde. Com base no histórico de utilização, a consultoria desenvolve campanhas de prevenção e promoção da saúde, faz plantões para orientar sobre a melhor utilização do benefício e, desta forma, reduzir o uso inadequado do benefício.   Para apoiar os indicadores, o Valor também divulgou o relatório da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre a atuação da rede privada de saúde no País. Os dados de 2016 revelam um exagero na solicitação de exames.   Segundo a reportagem, no documento, os brasileiros beneficiários dos planos de saúde realizaram, em 2016, 7 milhões de ressonâncias magnéticas e outros 7 milhões de tomografias computadorizadas, o que dá uma média de 149 exames por mil pacientes nos dois casos. Em relação a 2014, houve aumento de 25% em ressonâncias e 21% em tomografias.   Caso: Hospital Alemão Oswaldo Cruz   A matéria destaca um caso interessante, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo, que em 2010 decidiu implantar um programa de bem-estar para seus três mil funcionários.   Segundo Leonardo Mendonça, coordenador de saúde ocupacional e qualidade de vida do Oswaldo Cruz, o número de empregados do hospital que fazem atividade física diária aumentou 39% nos últimos oito anos, contribuindo para reduzir em 31% o total de pessoas afetadas pelo estresse, em 35% o grupo com colesterol alto e em 36% o bloco dos hipertensos.  “O custo per capita de quem aderiu aos programas de bem-estar é 35% menor do que o de quem não aderiu. Mas apenas 2% dos funcionários não aderiram”, disse ao jornal.   Depois de trazer esses dados tão impactantes, que tal começar a olhar para a saúde além da implantação do benefício?   Aqui no blog, você tem acesso a diversos conteúdos que corroboram com a nossa missão: ser parceiro do Gestor de Pessoas e dos profissionais de Recursos Humanos! Nossas experiências em operação, comunicação e atendimento reunidas em artigos e dicas de saúde para ajudar a engajar campanhas em sua empresa.   Falamos neste outro artigo sobre a diferença entre urgência e emergência e como é importante trabalhar a educação no uso do plano de saúde para redução da sinistralidade. Confira.   Fontes: Redação Nocta; Valor Econômico

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Prevenção e vacina contra o câncer

  04 de fevereiro é o Dia Mundial do Câncer e é sobre prevenção e vacina contra o câncer que vamos falar aqui.   Quando falamos em campanhas de saúde para empresas e divulgamos, por exemplo, datas de destaque no calendário, é para lembrar que a prevenção de doenças é o melhor caminho para uma vida de qualidade e também para redução de custos com planos de saúde. Outra data que marca o combate à doença é em 08 de abril –  Dia Mundial de Combate ao Câncer – criada pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC).   Porque você deve fazer campanhas de saúde na sua empresa   Com certeza, você já ouviu falar em absenteísmo e presenteísmo, principalmente se é da área de Gestão de Pessoas e Recursos Humanos. Não à toa, essas duas palavras perduram como temas em diversos eventos e palestras ao longo dos últimos anos. Aliás, se você ainda não conferiu a lista de eventos programados para este ano, veja neste post aqui.   O que é absenteísmo e presenteísmo Absenteísmo: medimos com base nas ausências dos colaboradores seja por doença, acidente de trabalho ou não, motivos familiares dentre outros. Presenteísmo: é quando o funcionário, apesar de estar diariamente no trabalho, não consegue ter uma performance profissional razoável por dificuldades pessoais ou problemas com sua saúde.   Promover ambientes saudáveis para melhorar a capacidade de trabalho, além de diminuir o risco de desenvolver doenças, ameniza o impacto do absenteísmo que resulta em muitos dias de trabalho perdidos. A ausência de qualquer funcionário desencadeia consequências negativas dentro da empresa, assim como a baixa performance por uma doença.   Às vezes pode parecer estranho que ressaltamos em nossas publicações datas que comemoram ou nos lembram de algum assunto ligado à saúde, mas a ideia é incentivar o gestor de pessoas a desenvolver materiais que ajudam no combate dessas duas palavrinhas citadas acima. Por isso, é bom ter uma consultoria de gestão da saúde, como você pode ver AQUI.   Prevenção contra o câncer   Chegamos ao tema do post, o Dia Mundial do Câncer que acontece todo ano em 04 de fevereiro. Trata-se de uma campanha de utilidade pública a qual visa tentar evitar milhões de mortes a cada ano por meio do aumento da consciência e educação sobre doença.   O Instituto Nacional de Câncer (INCA) traz para a campanha de 2019 o slogan Eu Sou E Eu Vou. No site é possível baixar os materiais para divulgação, entre cartazes e peças para internet, como esta: CLIQUE AQUI para acessar o material e divulgar na sua empresa.   Vacina contra o câncer   A vacinação contra o HPV, disponível no SUS, e o exame preventivo (Papanicolaou) se complementam como ações de prevenção do câncer do colo do útero. Mesmo as mulheres vacinadas, quando chegarem aos 25 anos, deverão fazer um exame preventivo a cada três anos, pois a vacina não protege contra todos os subtipos do HPV.   Lembrete aos papais: vacine contra o HPV as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos.   Vacina contra a hepatite B: o câncer de fígado está relacionado à infecção pelo vírus causador da hepatite B e a vacina é um importante meio de prevenção deste câncer. O Ministério da Saúde disponibiliza nos postos de saúde do País a vacina contra esse vírus para pessoas de todas as idades.   Datas para fazer campanhas de saúde na sua empresa   Circule no seu calendário estas datas. Se você ainda não tem o calendário 2019, CLIQUE AQUI e baixe gratuitamente!   Fevereiro 04/02 Dia Mundia do Câncer 28/02 Dia Mundial da Doença Rara   Março 08/03 Dia Internacional da Mulher 31/03 Dia da Saúde e Nutrição   Abril 07/04 Dia Mundial da Saúde 16/04 Dia Mundial da Voz 17/04 Dia Mundial do Hemofílico 26/04 Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão   Maio 10/05 Dia Internacional de Atenção à Pessoa com Lúpus 26/05 Dia Nacional de Combate ao Glaucoma 31/05 Dia Mundial de Luta Contra o Tabaco   Junho 03/06 Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil   Julho 15/07 Dia do Homem   Agosto 05/08 Dia Nacional da Saúde 29/08 Dia Nacional de Combate ao Fumo   Setembro 15/09 Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas   Outubro 04/10 Dia Mundial do Sorriso 20/10 Dia Mundial da Osteoporose 29/10 Dia Mundial do AVC   Dezembro 01/12 Dia Internacional da Luta contra a AIDS   Fonte: Redação Nocta; INCA

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Os melhores canais para se comunicar com seus funcionários

Quem nunca sentiu dificuldade em escrever um comunicado? Como fazer a mensagem chegar aos funcionários sem “ruídos”?   Muitos se atentam à forma da escrita dos comunicados, mas a escolha dos melhores canais para se comunicar com seus funcionários é tão importante quanto. Em algumas empresas, há profissionais que são especializados em comunicação interna, entretanto, é o profissional de Recursos Humanos quem faz essa função na maior parte dos casos. É o gestor de pessoas o principal condutor da comunicação interna de uma empresa.   A experiência na consultoria de planos de saúde nos permitiu, ao longo desses anos, entender as questões sobre comunicados internos: como divulgar bem uma campanha e ter adesão? quais são os melhores canais para comunicar aos funcionários? Para ajudar, selecionamos uma lista com 5 dicas para escolher os melhores canais.   1. Facebook Já pensou em criar um grupo (fechado) no Facebook para os funcionários de sua empresa? O Facebook é realidade no dia a dia das pessoas e não tem como ignorar essa mudança. Vamos enxergar pelo lado bom e tirar proveito: é o local onde as pessoas acessam com frequência, eficaz, sem custo e prático para distribuir as informações que precisa. Então, que tal colocar em prática?   2. Faça as perguntas básicas Você já fez uma campanha de promoção da saúde e teve baixa adesão dos seus colaboradores? Ou divulgou alguma mudança no plano de saúde e recebeu queixas de que “ninguém” ficou sabendo? Acontece que, se a comunicação não for feita em pontos estratégicos, a mensagem não chega ao receptor. Antes de começar uma campanha, você deve se perguntar: Público: para quem é esta campanha Linguagem: qual a melhor linguagem para falar com esse público Local: onde essas pessoas costumam estar para receber essa mensagem   Por exemplo, se a sua campanha é voltada para funcionários que trabalham na produção e eles não têm acesso ao computador, deve-se investir na comunicação visual. Observar as áreas que esses funcionários mais transitam dentro da empresa, como espaço de lazer, a região do ponto de presença, corredores e a própria entrada.   3. Jornal mural e folhetos: ainda funcionam? A comunicação visual sempre pode entrar como complemento, se não for a protagonista. Como foi citado acima, é importante avaliar o local onde está o painel de comunicados. Não adianta achar que o funcionário vai procurar a informação lá, é o mural que deve estar nas áreas comuns onde o funcionário mais permanece na empresa. Lembre-se: o visual é tão importante quanto ao conteúdo que se quer transmitir. Veja aqui este exemplo de comunicado para mural: “8 mudanças simples para um 2019 mais sustentável”. 4. Intranet A intranet há muitos anos vem sendo usada pelas empresas, mas é fácil cair no esquecimento se não for parte da cultura. Geralmente, o que se tem são intranets desatualizadas e pouco atrativas. Se o objetivo é manter este canal interno, ele deve evoluir para não cair no esquecimento. Dica: faça a intranet ser funcional.   5. Café da Manhã Nada como o contato direto para que a informação chegue sem ruídos. Dependendo do grau de importância, se a empresa julga urgente ou extremamente importante, reunir os funcionários para transmitir o comunicado é uma prática que deve ser mais usual. Realizar um café da manhã ou café da tarde é sempre uma boa oportunidade de se aproximar e ter mais percepção quanto à notícia que é transmitida. Veja aqui o que as grandes empresas de beleza O Boticário, Avon e Nivea estão fazendo para manter os funcionários mais felizes.  

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Baixe aqui o calendário 2019

Calendário 2019 com os feriados e principais datas comemorativas para quem trabalha no departamento pessoal, gestão de pessoas e Recursos Humanos. Na versão em PDF você pode imprimir (em A4) ou visualizar pelo computador. Também disponibilizamos um PLANNER em excel para quem gosta de fazer anotações do dia a dia. Clique na imagem abaixo para fazer o download do arquivo PDF     Clique na imagem abaixo para fazer o download do PLANNER em excel                  

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Esta lista você deveria compartilhar com os seus colaboradores

Baixe gratuitamente a arte “8 mudanças simples para um 2019 mais sustentável” para colocar no mural da sua empresa e/ou enviar por e-mail aos seus colaboradores.   Muitas vezes, no corre-corre da rotina do gestor de pessoas e departamento de Recursos Humanos – e agora então com o eSocial mudando muitos procedimentos – as ações mais voltadas ao bem-estar dos colaboradores acabam ficando no fim da fila.   Incentivar boas ações e propagar mensagens positivas são importantes para manter um bom ambiente de trabalho. Para ajudar nessa missão, selecionamos uma lista para começar 2019 tornando a vida de seus colaboradores mais sustentável e, de brinde, uma arte para você baixar gratuitamente para propagar essa mensagem na sua empresa.   Mudanças simples para um 2019 mais sustentável     1. Adote o copo, a xícara e a garrafinha d’água Copo descartável faz mal para a saúde e causa também um problemão ambiental. Felizmente, a solução para isso é simples: adote um copo e ande com ele sempre na bolsa, mochila ou ecobag.   2. Compre menos (ou compre de segunda mão) Sempre que estiver prestes a comprar alguma coisa, questione-se: eu preciso disto? Na dúvida, não compre. Uma boa alternativa mais sustentável e que está crescendo bastante é o mercado do desapego. Se você realmente precisa de algo, que tal procurar com outra pessoa está desapegando? Uma dica é o site Enjoey.   3. Aprenda a separar o lixo Lave plásticos, vidros e latinhas para não comprometer a saúde de quem trabalha com reciclagem (e aumentar a possibilidade de que o item seja reciclado), separe o papel para ele não sujar/molhar e não misture os orgânicos no mesmo saco de lixo. Vidros também devem ser colocados para recolha separadamente, visto que podem machucar os catadores.   Se sua cidade não tem coleta seletiva, você pode usar o aplicativo Cataki para chamar um catador. Lembre-se de que pilhas, baterias, óleo e remédios e cosméticos vencidos devem ser descartados em lugares específicos, ok?   4. Use sacolas reutilizáveis A dica é deixar a sacola reutilizável na bolsa ou no carro para não esquecer quando for às compras.   5. Não desperdice alimentos Muita coisa que vai para o lixo poderia se transformar em mais comida na nossa mesa. Cascas de legumes e verduras, após higienizadas, dão um bom caldo de legumes que pode ser congelado e utilizado em diversas receitas; bananas muito maduras podem virar sorvete (é só congelar e depois bater no processador); e praticamente qualquer fruta pode virar uma geleia deliciosa.   6. Compre na feira Comprar na feira faz com que o dinheiro vá diretamente para o produtor. Ele ganha mais com isso, visto que as grandes redes de supermercados costumam negociar valores abaixo do mercado com os produtores, que se veem obrigados a vender suas safras (ou deixá-las apodrecer).   7. Conserte Quebrou? Tente consertar antes de jogar fora. Muita coisa pode ser arrumada em casa – alô tutoriais do Youtube – e outras precisam ser levadas para um especialista.   8. Venda ou doe Quando não quiser mais, não jogue fora. Muita coisa que parece não ter utilidade pode ser vendida ou doada para alguém que precisa. Fontes: Redação Nocta; Hypeness Imagem em destaque: freepik

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