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frases motivação

30 frases de motivação para inspirar sua equipe

Você pode motivar e inspirar sua equipe com frases ditas por pessoas marcantes. Para alguns, pode parecer clichê, mas a verdade é que muitas vezes não conseguimos encontrar palavras para o que sentimos. Nessa hora, uma frase pode acalentar, dar forças, foco e ajudar muitas pessoas. Toda semana, na nossa página no face, compartilhamos uma frase com esse propósito. Que tal começar essa prática na sua empresa? Confira 30 frases motivacionais …para usar no trabalho e para a vida!              

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home office

10 dicas para preparar os seus funcionários ao trabalho home office

Como medida de prevenção ao Coronavírus, muitas empresas estão adotando o trabalho à distância. Entretanto, para muitas, esse modelo – conhecido pelo termo em inglês “home office” – é uma novidade. O principal desafio é a comunicação… como manter a equipe integrada em ambientes separados? Uma matéria da Exame traz dicas que ajudam muito a organizar a gestão à distância. O nome do jogo é organização! Confira 10 dicas para preparar os seus funcionários ao trabalho home office   1. Tecnologia Com a necessidade de uma adaptação rápida, os empregadores devem ficar atentos à estrutura tecnológica que a empresa oferece ao funcionário, seja equipamentos adequados ou até mesmo o acesso à internet no domicílio. É viável para todos realizarem o trabalho de casa? É papel da empresa e dos gestores mapear possíveis dificuldades. 2. Canais de comunicação Depois, combinar com o time a melhor estratégia para comunicação, pensando em canais que supram todas as necessidades de trabalho. Muitos utilizam Skype, Slack, Zoom, Google Hangouts ou mesmo o WhatsApp para manter o contato. É melhor combinar de acordo com o perfil dos funcionários, evitando a dificuldade de se adaptar a uma tecnologia desconhecida. 3. Reuniões Se possível, priorizar as videochamadas e videoconferências para reuniões. Sem ver a expressão dos outros, muitos podem confundir a intenção das falas, o que gera ruídos na comunicação e desentendimentos. 4. Dia a dia A liderança deve dar o tom de como será a operação remota, combinando os detalhes e ouvindo os incômodos que surgem com o choque cultural. Um cuidado especial é com a cobrança e com a administração do tempo: estar mais tempo online não significa que a equipe está mais presente ou produtiva. A dica é combinar entregas periódicas, seja no dia, seja na semana, para cada time. 5. Respeitar o horário de trabalho Fazer breves reuniões para começar e finalizar o dia pode ser útil para a equipe ficar atualizada do contexto geral e tirar a sensação de isolamento. A medida também ajuda como aviso para marcar o fim do expediente, mostrando que não será cobrada uma resposta por mensagem ou e-mail do funcionário após certo horário. 6. Não fugir da rotina Uma dica mais prática: manter a rotina normal. Mesmo em casa, é importante tirar o pijama e se arrumar como se fosse para o escritório. Claro, não precisa colocar terno e gravata ou jeans e tênis, mas é bom estar arrumado para o dia e para uma eventual videoconferência. A prática também ajuda a manter a confiança e evita a preguiça. 7. Saúde mental Não esqueça de cuidar da qualidade de vida: reserve momentos na agenda para levantar da mesa, caminhar pela casa, se alimentar e beber água. O ambiente sem interrupções facilita na concentração, então é necessário se atentar ao tempo de parada, que pode acabar negligenciado. 8. Flexibilidade para ter produtividade Uma dica de autoconhecimento: saiba qual é seu pico de produtividade e qual é a melhor dinâmica de trabalho. Algumas pessoas são mais produtivas de manhã e quando interagem com colegas. Outros preferem a tarde, ouvindo música e sem falar com ninguém. A flexibilidade do home office permite que o profissional entenda como é seu ideal de trabalho. 9. Incentive o compartilhamento Para manter a humanidade do processo, também é recomendado ter atitudes um pouco mais informais para compartilhar experiências, como mandar foto da mesa de trabalho, foto do horário de almoço, fazer reuniões por vídeo no jardim de casa ou até mesmo combinar um happy hour online. O líder tem um papel importante aqui, mostrando iniciativas positivas que os colaboradores podem copiar. 10. Empatia A dica final é paciência e empatia: qualquer processo de mudança no trabalho exige um tempo para adaptação e terá desafios inesperados. No caso atual, preocupações com a saúde e o cenário incerto prejudicam a todos. Assim, é importante manter um canal aberto para comunicar e sanar dúvidas sobre medidas que passem segurança aos funcionários sobre a evolução da pandemia, o modelo de trabalho remoto, as expectativas de produtividade e eventuais conflitos.   Fontes: Redação blog Nocta; Exame.com

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saúde dos funcionários

Até que ponto a empresa é responsável pela saúde dos funcionários?

Imagine este cenário: você chega ao local de trabalho e recebe a notícia que algumas pessoas estão doentes. Qual a sua primeira reação? Saber o motivo, certamente. E, então, ao ouvir as respostas, você percebe que muitas dessas pessoas poderiam não estar doentes, se a empresa tivesse cuidado melhor da saúde de seus funcionários. Cuidar da saúde do público interno, que são os seus funcionários (ou colaboradores como muitas empresas gostam de chamar), é uma questão de sobrevivência para a própria empresa. Afinal, pessoas doentes não trabalham. Chegar a esse entendimento levou anos de história. Hoje, a saúde é uma questão clara para as empresas. O trabalhador passa a maior parte da sua vida dentro do local de trabalho e isso tem impacto profundo em sua saúde física e mental.   Funcionário doente = empresa doente   Já se tornou comum as empresas oferecerem plano de saúde , e o motivo é claro: um funcionário doente, sem qualquer apoio, não produz como deveria e pode ficar ausente por mais tempo no trabalho. Aliás, estes dois fatores, a produtividade e o absenteísmo, foram determinantes para a mudança de olhar no que se refere à saúde e clima organizacional. Mas, sozinho, não é suficiente para garantir o cuidado à saúde. Embora o convênio médico seja um benefício muito conhecido, não é obrigatório para a corporação, de acordo com a legislação trabalhista (CLT). O plano de saúde é concedido de forma voluntária. Neste ponto, é fácil concluir que a saúde do público interno representa a saúde da corporação como um todo.   Como cuidar da saúde interna   Além da oferta do plano de saúde, as empresas estão investindo em programas internos de qualidade de vida. Isto pode ser feito em diversas frentes, com campanhas, parcerias e programas. Uma das ações diretas para o combate a doenças é levar a imunização (vacinação) para dentro da empresa. É muito comum fazer essa mobilização. Existem consultorias, como a Nocta, que são contratadas para fazer a gestão do plano de saúde e oferecem um conjunto de serviços agregados. Outro exemplo, este mais simples, são as dicas de saúde. Aqui mesmo no blog divulgamos muitos materiais de apoio gratuitos para uso do gestor ou profissional de Recursos Humanos. Em empresas mais robustas, o impacto financeiro do custo da saúde é estudado a fundo. Áreas são criadas para dar atenção especial a esses indicadores e o investimento em tecnologia já é uma realidade. Algumas oferecem até aplicativo de saúde para os funcionários, como vamos falar logo abaixo.   O custo da saúde para a empresa   As pessoas menos saudáveis impactam diretamente nos custos das organizações por meio da sinistralidade do plano de saúde (que é a relação custo x receita das operadoras de saúde). Diante desse fato, o plano de saúde pode ser uma faca de dois gumes. Não basta apenas oferecer o benefício. É uma questão de causa e efeito: ao promover conscientização de saúde, com ações e campanhas – como citamos, as pessoas adoecem menos. Mais pessoas saudáveis significa menos uso do plano de saúde. E, se for o caso de uso, educar para que o façam de forma consciente. É neste cenário que a Nocta lançou uma plataforma de gestão de risco, o Nocta Bem-Estar, para as empresas descobrirem como está a saúde da sua população interna. A plataforma cria indicadores de saúde e indicadores financeiros que, combinados, mostram um retrato da carteira. Com este material em mãos, os gestores conseguem tomar decisões para reduzir os custos e direcionar as ações para cuidar da saúde de seus funcionários. Uma das fontes de alimentação da plataforma é o aplicativo, direcionado aos funcionários da empresa. O objetivo é estimular os bons hábitos de saúde. Nele, cada colaborador registra o seu dia a dia, participa de desafios internos com os colegas, recebe dicas e recompensas pelo bom desempenho. Por esse app, é possível fazer integrações com os aplicativos Google Fit e Strava, com dispositivos como Apple Watch, além de softwares da própria empresa. Quer saber mais sobre a plataforma e aplicativo Nocta Bem-Estar? Acesse: Inteligência em Saúde para Economia Financeira.   Fonte: Redação blog Nocta

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Dicas de leitura para 2020

Que tal incluir estes livros na sua lista de leitura para 2020?   Separamos alguns títulos sobre carreira e gestão e, no final, uma dica valiosa para quem busca por transformação. Confira: Filosofia de gestão Autor: Márcio Fernandes/ Preço: R$ 58,25 na Amazon e R$ 34,90 versão digital Descrição: Depois do sucesso de seus dois primeiros livros, o best-seller Felicidade dá lucro e O fim do círculo vicioso, Márcio Fernandes, eleito duas vezes pela revista Você S/A o líder mais admirado do Brasil, conta como implantar a nova Filosofia de Gestão em sua vida, negócios e carreira. É possível construir uma trilha diferente para superar os desafios de gestão em Culturas Organizacionais (CO) impermeáveis e fazer surgir na empresa em que trabalha, em sua equipe ou no empreendimento que dirige uma Nova Cultura Organizacional (NCO): participativa, inclusiva, imparcial, dinâmica, transparente e altamente lucrativa para todos. O passo a passo de uma nova maneira de gerir está muito bem delineado neste manual prático, que oferece possibilidades para todos que querem planejar ou repensar sua trajetória. Simples e conectado, Filosofia de gestão tem o melhor de Márcio Fernandes.   Império da Inovação Autores: Valter Pieracciani e Laurentino Bifaretti / Preço: R$ 99,90 na Amazon Descrição: Este livro oferece um choque de realidade e uma nova perspectiva no que se refere à gestão da inovação. Você descobrirá que é possível transformar sua empresa em uma usina de inovações mesmo sem ter na equipe talentos como Steve Jobs nem milhões para investir em pesquisa e desenvolvimento. Os caminhos para chegar lá vêm do passado, mais precisamente das lições de liderança e estratégia que os autores deste livro, Valter Pieracciani e Laurentino Bifaretti, destilaram da Roma antiga. No seu auge, o império romano foi a maior, mais inovadora e pujante organização de toda a história da humanidade graças, justamente, à sua gestão da inovação. Quando consideramos o contexto da época, os feitos da Roma antiga revelam-se ainda mais espetaculares do que as transformações nas organizações dos nossos dias. Ao somar extenso material de pesquisa e conhecimentos valiosos sobre os atuais processos de inovação nas organizações, Pieracciani e Bifaretti condensaram em um conjunto de práticas e diretrizes a fórmula para inovar que estava presente em Roma e continua viva nos dias de hoje nos unicórnios e nas corporações mais inovadoras do mundo. São sete lições essenciais, capazes de mudar completamente a realidade e a competitividade da sua empresa. Práticas que geram prosperidade há mais de dois milênios, mas que, mesmo assim, muitos líderes ainda relutam em aplicar. Escolhem queixar-se por não conseguir inovar nem competir. Para cada lição dos romanos, os autores foram buscar casos reais e atuais, resultando em orientações impactantes para vencer e liderar em nossos tempos. Apresenta-se aqui uma resposta eficaz às angústias dos gestores do século 21, sempre em busca da “bala de prata” para inovar e consolidar sua reputação como líderes de inovação. “Império da Inovação” prova que não é preciso viajar ao Vale do Silício ou a outros polos de inovação pelo mundo: as saídas estão aqui. Reais, aplicáveis e bem à sua frente.   Carreiras & Propósito Autora: Raissa Farjo / Preço: R$ 52,00 na Amazon e R$ 29,00 versão digital Descrição: carreiraS e propósito é para você que deseja encontrar um espaço para refletir, descobrir como escutar seu coração e aprender com o trabalho. Investir no autoconhecimento e na construção do seu propósito depende de muita respiração e conexão porque não é algo que se encontra, mas sim algo que se constrói. E antes que você se pergunte, propósito na carreira não é só para quem gosta do que faz ou tem mil opções é para quem quer embarcar em uma jornada de desenvolvimento contínuo e topa constantemente se questionar. O que fazemos é parte de quem somos no mundo e por isso é tão importante! Nessa nova era não dá mais para trabalhar cada vez mais horas desconectados de quem somos sem refletir sobre o nosso processo de aprendizado e transformação. Para fazer isso, este livro não tem a menor intenção de te dar respostas, mas sim te ajudar a fazer perguntas, muitas e boas perguntas. Sem receita mágica, sem “monte sua frase de efeito”. Este livro não tem fim, mas está recheado de exercícios e espaços para pensar neste novo começo em capítulos que abordam os conceitos de trabalho, carreiraS, propósito e os espaços em que essas relações acontecem.   MUDANÇA DE HÁBITOS Se você ainda não leu, coloque na sua lista “O poder do hábito”, de Charles Duhigg. Ele faz uma importante reflexão sobre a transformação por meio dos hábitos. Uma empresa que está, por exemplo, com muitos funcionários doentes, precisa repensar a forma como faz a sua Gestão de Saúde. Neste campo, a tecnologia está revolucionando o mundo corporativo. O aplicativo Nocta Bem-Estar está ajudando muitas empresas que buscam incentivar seus funcionários a terem hábitos saudáveis. Acesse aqui o site para receber uma apresentação.   O poder do hábito Autor: Charles Duhigg / Preço: R$ 46,99 na Amazon e R$ 22,43 versão digital Descrição: Durante os últimos dois anos, uma jovem transformou quase todos os aspectos de sua vida. Parou de fumar, correu uma maratona e foi promovida. Em um laboratório, neurologistas descobriram que os padrões dentro do cérebro dela mudaram de maneira fundamental. Publicitários da Procter & Gamble observaram vídeos de pessoas fazendo a cama. Tentavam desesperadamente descobrir como vender um novo produto chamado Febreze, que estava prestes a se tornar um dos maiores fracassos na história da empresa. De repente, um deles detecta um padrão quase imperceptível – e, com uma sutil mudança na campanha publicitária, Febreze começa a vender um bilhão de dólares por anos. Um diretor executivo pouco conhecido assume uma das maiores empresas norte-americanas. Seu primeiro passo é atacar um único padrão entre os funcionários – a maneira como lidam com a segurança no ambiente de trabalho -, e logo a empresa começa a ter o melhor desempenho no índice Dow Jones. O que todas essas pessoas têm em comum? Conseguiram ter

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Como a rede Assaí obteve resultados surpreendentes investindo no RH

  Matéria da VOCÊ RH destaca o caso da rede Assaí que, para evitar que os funcionários deixem a companhia rapidamente (conhecido como “turnover”), está adotando nos últimos seis anos novas práticas pelo departamento de Recursos Humanos.   As palavras-chave aqui são: retenção, engajamento, “employee experience” e “employee value proposition“.   Vale a pena ler. Confira na íntegra.   Lojas Assaí investem em práticas de RH para manter expansão no mercado   Para evitar que os funcionários deixem a companhia rapidamente, o Assaí treinou a liderança, criou uma universidade corporativa e melhorou os benefícios.   Quando o Grupo Pão de Açúcar (GPA) decidiu ampliar sua estratégia de negócios com a compra da rede Assaí, em uma operação financeira que teve início em 2007 e se consolidou em 2011, sabia que teria trabalho para crescer e se destacar no atacado de autosserviço.   Na época com 14 lojas espalhadas pelo Brasil e um time de 7?000 empregados, a rede atacadista de origem familiar, fundada em 1974 na cidade de São Paulo por Rodolfo Jungi Nagai, contava com um quadro administrativo enxuto e um problema digno de atenção: um alto turnover, que não só afetava a produtividade mas também colocava em xeque qualquer plano de expansão da operação. O que é turnover e outros termos usuais no mundo corporativo. Sem uma estrutura de recursos humanos adequada e voltada para treinamento e desenvolvimento dos profissionais, ou mesmo um pacote de benefícios que pudesse ser considerado atrativo, a rede recém-adquirida pelo Grupo Casino não conseguia reter seus profissionais, que com somente três ou quatro meses deixavam o trabalho em busca de uma nova colocação.   “As pessoas não ficavam. Em 2012, apenas 10% de nosso contingente tinha entre um e cinco anos de casa, o que indicava um baixo índice de retenção”, diz Sandra Vicari, diretora de gestão de gente do Assaí. O engajamento também não era favorável.   “Não havia aquele sentimento de orgulho, de pertencimento na empresa. Os funcionários não agiam como donos do negócio e a seleção de pessoal era realizada pelos próprios gestores, sem um padrão previamente definido, o que configurava um sério problema na operação.”     A SOLUÇÃO Para reverter o turnover e o baixo índice de engajamento, um plano de ação foi desenhado pelo RH. A meta consistia em adequar a seleção de candidatos, reduzir os índices de rotatividade gradativamente e formar pessoas que pudessem replicar o novo modelo de negócios estabelecido para o atacado, sem deixar de contemplar a expansão da rede no Brasil.   Embora o turnover mais alto tivesse sido diagnosticado entre os operadores de caixa, os esforços iniciais foram dedicados à chefia. “Investimos na capacitação dos líderes para atingir, por meio deles, os demais contratados”, diz Sandra.   Assim, em 2012 o Assaí lançou uma série de medidas de qualificação. Uma delas foi a universidade corporativa com mais de 300 cursos, divididos de acordo com o cargo e a atuação dos empregados. Para incentivar a graduação, o Assaí fez convênios com universidades de todo o Brasil.   “Nosso crescimento precisa significar o crescimento das pessoas. Por isso criamos o Processo de Seleção Interna, o Prosin. Em vez de procurar profissionais de fora, preparamos os talentos e damos a eles a oportunidade de assumir novas posições”, diz a executiva.   O pacote de benefícios também foi revisto e, agora, inclui assistência médica, odontológica, auxílio de custo para as mães com filhos de até 3 anos de idade, licença-maternidade estendida de seis meses e programas de reconhecimento (por tempo de casa, assiduidade no trabalho ou destaque no dia a dia de trabalho). RH: os principais erros na hora de contratar um plano de saúde     O RESULTADO As práticas adotadas nos últimos seis anos pelo departamento de recursos humanos do atacadista Assaí, cuja bandeira responde por praticamente 50% das vendas do Grupo Pão de Açúcar, trouxeram ganhos altamente significativos.   Com investimentos na formação e na qualificação do time, bem como melhorias no pacote de benefícios e mais reconhecimento aos funcionários que se destacam, a rede atacadista, que hoje conta com 145 lojas e 37?000 empregados, reduziu a rotatividade entre os novos contratados para índices de 8% a 10% ao ano.   O grau de engajamento também melhorou bastante e passou para 80%, com 95% de participação do quadro de empregados na pesquisa de clima — para ter uma ideia, em 2014 a porcentagem de empregados que respondiam ao questionário interno era de somente 62%.   “O colaborador engajado, envolvido, entrega resultados melhores para nosso cliente”, afirma Sandra. A executiva ainda reforça que, atualmente, mais de 50% dos contratados da rede têm de um a cinco anos de casa.   “Ainda temos um turnover, mas dentro da média de mercado”, afirma a diretora de recursos humanos, que acredita ainda haver espaço para melhorar as práticas. “A evolução é gradativa.   Continuamos investindo na formação de nossas lideranças”, diz. O desafio de aprimorar a gestão deve se manter, já que, em média, o Assaí contrata 5?000 pessoas por ano. Conheça o Nocta Bem-Estar, plataforma empresarial de saúde e bem-estar que ajuda os funcionários a adquirirem hábitos mais saudáveis.    Fonte: Redação blog Nocta; Revista VOCÊ RH Imagem: Freepik

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O que é síndrome de burnout (esgotamento profissional)?

  A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. Foi descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. De acordo com o site do Dr. Drauzio Varella, os profissionais da área de Recursos Humanos, assim como  da educação, saúde, assistência social, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno. Como identificar O esgotamento físico e emocional são sintomas da síndrome e causam um efeito negativo no comportamento, como: Ausências no trabalho; Agressividade; Isolamento; Mudanças bruscas de humor; Irritabilidade; Dificuldade de concentração; Lapsos de memória; Ansiedade; Depressão; Pessimismo; Baixa autoestima.   Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome. Teste: será que você está com a síndrome de burnout? A Revista Saúde lançou um teste para descobrir se você sofre ou está prestes a sofrer com o transtorno de cansaço extremo associado ao trabalho. Acesse AQUI ou clique na imagem. Tratamento A principal recomendação é procurar atendimento médico ou psicoterápico. O tratamento da síndrome de burnout inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também são altamente recomendados para ajudar a controlar os sintomas. Dúvidas Portadores de burnout têm direito a licença médica? Sim. Pela legislação atual, portadores de burnout têm esse direito e, em casos considerados graves, até à aposentadoria por invalidez. Quando desconfiar que uma pessoa está passando por problemas de esgotamento profissional? Geralmente conseguimos notar quando uma pessoa está estressada além da conta no trabalho. Repare se há exagero no uso de estimulantes, como café, refrigerante e cigarro para permanecer alerta. O uso de álcool como forma de relaxamento também pode aumentar, e quem convive com o paciente muitas vezes é capaz de perceber a mudança no consumo. Como a empresa pode ajudar Estimulando seus colaboradores a cuidarem da saúde física e mental, além de promover momentos de lazer, visando a manutenção de um bom clima organizacional. Se você busca por empresas que trabalham com Programas de Qualidade de Vida (PQV), existem consultorias especializadas em gestão de risco que traçam ações de prevenção de acordo com indicadores de saúde da empresa (dados do plano de saúde, saúde dos funcionários, uso de medicamentos, exames, aplicativos de saúde, entre outros). Hoje já existem aplicativos que ajudam as pessoas a adquirirem hábitos mais saudáveis. Uma novidade para quem trabalha com Gestão de Pessoas é o aplicativo de saúde específico para os colaboradores, o Nocta Bem-Estar, com monitoramento da saúde, desafios gamificados e ações preventivas, integrado a uma plataforma onde o gestor acompanha tudo – junto a outros indicadores de saúde. Você pode gostar de ler também: Já ouviu falar em Employee Experience? Fontes: Redação blog Nocta; Dr. Drauzio Varella

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Já ouviu falar em Employee Experience?

Outro dia falamos aqui sobre o termo “Employee Value Proposition” (EVP) muito usado no mundo corporativo. Em resumo, é o que as empresas fazem para promover bem-estar para atrair profissionais e engajar funcionários. É uma estratégia que pode ser resumida em cinco pilares (leia aqui).   Nesta linha, destaca-se também outra estratégia chamada Employee Experience (EX) – em português, experiência do funcionário. O Employee Experience são iniciativas que visam proporcionar ao colaborador boa vivência no trabalho com foco na melhoria gradativa no clima organizacional.   EVP x EX   As estratégias de Employee Value Proposition (EVP) envolvem benefícios como folga no dia do aniversário; horário flexível; licença maternidade/paternidade ampliada; academia; orientação financeira; Programas de Qualidade de Vida (existem aplicativos de saúde para empresas, como o Nocta Bem-Estar), entre outros. Já o Employee Experience (EX) são iniciativas com foco na cultura de valor da empresa, no clima organizacional.   Selecionamos uma matéria da revista Exame que fala mais sobre o tema. Confira:   Holofotes se voltam à Employee Experience   O Airbnb é reconhecido por ter transformado o setor de reservas online de hospedagem de forma inovadora. Com opções inusitadas – é possível se hospedar em iglu, cabana, casa em árvore ou até dentro de um avião –, a empresa promoveu uma revolução na forma como as pessoas vivem as experiências de viagem.   Por trás da diversificada oferta e da forte gestão técnica e operacional, há um outro fator que fez do Airbnb um fenômeno: os funcionários também têm experiências valiosas no trabalho. Fundado por designers, o Airbnb reinventou a área de RH, transformando-a em uma mais estratégica, chamada Employee Experience (EX) – em português, experiência do funcionário. Além dos temas tradicionais do RH, incorporou outros como comunicação e responsabilidade social.   Assim criou uma cultura focada nos colaboradores, com o objetivo de impulsionar a proposta de valor da marca Airbnb.  Esse foi um marco importante para essa nova abordagem de gestão de pessoas que emerge com muita força. Afinal, a EX tem atraído o interesse de estudiosos, especialistas e gestores, além de ter sido tema de vários eventos. A última conferência de recursos humanos da HSM, por exemplo, teve como tema “O RH como designer de experiências”, com a presença de Tracy Mayllet, um dos principais autores do assunto.   Depois da vantagem competitiva criada pelo Customer Experience (CX) – ou experiência do cliente, em português –, comprovada por várias empresas, especialistas agora consideram que a adoção de EX pode ampliar ainda mais os horizontes dos negócios. Em outras palavras, experiências valiosas no trabalho podem se tornar uma vantagem competitiva para a organização.   “EX é uma nova abordagem que tem o design de serviço como metodologia central para criar soluções, fomentar o mindset de inovação e uma cultura mais humana”, diz a especialista em RH e Employee Experience Lina Cerveira. Ela explica que, no processo de criação de uma cultura focada em EX, são considerados aspectos da marca, transacionais e psicológicos das relações humanas. “Buscamos alinhar as expectativas da organização, da liderança e dos indivíduos”, explica Cerveira, que é coordenadora do Employee Experience Labs, da Arco | Hub de Inovação.   O foco, diz ela, é modelar de maneira intencional o ambiente cultural, tecnológico e físico para favorecer melhores experiências no trabalho. Mas como se faz isso? Há diferentes maneiras de se criar uma cultura centrada na experiência das pessoas, e a abordagem do design suporta essa criação. Pode-se criar programas de desenvolvimento completos ou pontuais para líderes e RH, por exemplo, ou iniciar com a aplicação de métodos como o Design Sprint para solucionar um desafio específico do RH.   Em alguns casos, o RH inicia a transformação dentro da própria área, experimentando ferramentas de inovação, renovando seu papel e seus processos de maneira estratégica e se tornando mais confiante para promover a transformação no restante da organização. Para isso, Cerveira destaca alguns pontos como sendo fundamentais em uma cultura de EX: Estabelecer a experiência das pessoas como prioridade. Ter clareza estratégica e promover o envolvimento genuíno da liderança. Ouvir as pessoas, ter empatia e promover consciência. Criar ambientes favoráveis à inovação e promover culturas mais coerentes.   “Onde há pessoas trabalhando, interagindo, pensando e sentindo existe experiência. Consideramos uma experiência valiosa quando impacta o bem-estar e produtividade dos indivíduos e na rentabilidade e competitividade dos negócios”, conta a especialista. “Em minha opinião, esse é um caminho bem interessante para o RH e a liderança: cuidar das pessoas, das relações humanas, e gerar valor de maneira estratégica; entendendo que organizações saudáveis e rentáveis são formadas por indivíduos que vivem uma experiência valiosa no trabalho.”   As pessoas passam muitas horas do dia no ambiente de trabalho, e torna-se cada vez mais importante promover um ambiente saudável e produtivo tanto para indivíduos quanto para as organizações. Se a experiência for valiosa, as pessoas podem ser a melhor versão de si no trabalho, a performance do negócio melhora e todos ganham. Fonte: Redação blog Nocta; Exame

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Ansiedade e Burnout: quando transtornos impactam o gestor

  A posição de liderança demanda bastante do gestor e este, se não estiver preparado para lidar com as demandas e conflitos do grupo, tende a se desequilibrar, o que pode ser um dos impulsionadores da ansiedade. *Artigo Elaine Di Sarno, Psicóloga Segundo pesquisa da empresa de recrutamento Robert Half, os profissionais brasileiros são os mais estressados do mundo. A empresa entrevistou quase 1.800 gestores de RH em 13 países e constatou que o profissional brasileiro é o que mais sofre com a pressão e o excesso de trabalho. De acordo com a pesquisa, 52% dos entrevistados reclamaram da alta carga de trabalho, e 44% sentem falta do reconhecimento de seus esforços. Não é à toa que muitos profissionais acabam desenvolvendo transtornos de ansiedade. Os mais comuns são: transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático, fobia social e fobias específicas. A posição de liderança demanda bastante do gestor e este, se não estiver preparado para lidar com as demandas e conflitos do grupo, tende a se desequilibrar, o que pode ser um dos impulsionadores da ansiedade. No entanto, aspectos emocionais, especialmente a capacidade de lidar com a inteligência emocional, impactam bastante. O gestor deve saber captar, absorver e conduzir a ansiedade e a expectativa do grupo, orientando-os e intervindo quando julgar necessário. Na realidade, todos esperam que um gestor tenha maturidade emocional (ou “quociente emocional”) e consiga gerenciar e controlar sua própria ansiedade, além de lidar com a ansiedade do grupo que ele lidera. Ele é a referência desse grupo, e uma de suas funções é administrar essa teia de situações potencialmente ansiógenas que permeiam a dinâmica da equipe. O líder precisa ser capaz de ter autocontrole, autoconhecimento e experiência para transmitir tranquilidade e direção ao grupo, em todo tipo de situação. Muitas vezes, só um trabalho psicoterápico permite que ele se conheça mais a fundo e se desenvolva emocionalmente, de modo a saber lidar com suas próprias ansiedades e as da equipe. Se o transtorno de ansiedade não for tratado, gestor e a sua equipe podem caminhar para um “naufrágio”. Neste sentido, ele “afunda” sua carreira, pois não terá condições de gerenciar adequadamente as situações de tensão que certamente ocorrem no ambiente corporativo. Daí, além da ansiedade, virá o sentimento de frustração, decorrente de uma expectativa não realizada, de uma sensação de incapacidade ou de percepção de que “não sou tão competente quanto imaginava”. Para tornar o cenário ainda mais complexo, vale lembrar que a imagem de um profissional não permite tantos “deslizes” como no âmbito social/pessoal. O mercado é competitivo, principalmente quando vivemos agora, e qualquer erro ou demonstração de instabilidade pode acarretar sua substituição por outro profissional que tenha mais equilíbrio emocional. Síndrome de Burnout – o mal do século XXI A síndrome de Burnout vem aparecendo cada vez mais em diversas profissões, sendo consequência do excesso ou sobrecarga de trabalho. Como o próprio nome diz, a pessoa se sente literalmente exausta, esgotada física e psicologicamente, seja por causa do número de horas trabalhadas, seja pelo estresse provocado pelas condições de trabalho. O uso crescente de recursos tecnológicos e da informática mudou o modo de trabalhar; a aceleração da velocidade de comunicação e a integração global trouxe a demanda por muitas horas de trabalho em geral sob forte pressão de desempenho. Nestas condições surge novamente a exaustão, caracterizada pelo desânimo, dificuldade de raciocínio, ansiedade, preocupação, irritabilidade, sensação de incapacidade ou inferioridade, diminuição da motivação e da criatividade, aparecimento de transtornos mentais e doenças físicas. Já a privação do sono gera a síndrome de Burnout por vários fatores: quando o profissional não dorme o suficiente para ser produtivo; quando ele faz hora extra até tarde da noite, prejudicando a rotina do sono; quando viaja muito a trabalho para diferentes Países, desregulando seu relógio biológico; ou até mesmo quando muda repentinamente de cargo, e precisa alterar o turno da tarde para o turno da noite, por exemplo. Isso resulta em uma extrema exaustão, pois o organismo, que já está habituado com um determinado padrão de sono, sofre um forte impacto, precisando de tempo e resistência para se readequar à nova rotina do profissional. Ajude a cuidar da saúde mental de seus colaboradores com esta campanha de saúde mental: sono de qualidade. Faça o download gratuito. Uma consequência frequente é o uso de drogas (álcool, tabaco, além das drogas ilícitas) como forma de alívio. É importante estar alerta a esta situação que agravará ainda mais a condição física e mental do indivíduo. O mesmo pode ser dito da automedicação. Além das condições adversas e estressantes de trabalho, algumas características da personalidade são consideradas importantes para o aparecimento da síndrome de exaustão. Pessoas muito competitivas, ambiciosas, com dificuldade para delegar, absorvendo tudo para si, fazendo do trabalho sua única atividade tem maior chance de desenvolver exaustão. Por outro lado, pessoas inseguras, necessitadas de reconhecimento pelos outros, com dificuldade de colocar limites e abrindo mão de suas próprias necessidades também estão mais vulneráveis ao Burnout. E o que fazer para prevenir a síndrome de exaustão? A primeira e óbvia recomendação é descanso físico e mental. O equilíbrio entre o trabalho e as atividades físicas, de lazer, o encontro com os amigos e outras é o primeiro passo. Mudanças de atitudes, de expectativas, de hábitos de vida podem também auxiliar na prevenção. Nos casos em que a síndrome de Burnout já está instalada, recomenda-se buscar auxílio médico especializado para avaliação do quadro e orientação quanto ao tratamento. Especialmente no caso das pessoas cujas características de personalidade as tornam mais propensas ao Burnout, a psicoterapia é um complemento importante, pois o problema está muitas vezes dentro da pessoa, e não tanto em suas condições de trabalho. Caso aconteça alguma situação que tenha saído do controle do gestor, será necessário um esforço grande e de longo prazo para que ele tenha nova oportunidade para mostrar que reviu suas posições e aprendeu a lidar com suas próprias ansiedades. Como já dito, às vezes esse amadurecimento emocional só é

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Você sabe o que é Employee Value Proposition?

O termo em inglês “Employee Value Proposition”, em tradução livre “proposta de valor ao colaborador”, significa, na prática, o que uma empresa de fato oferece como diferencial a seus colaboradores. É um conceito de práticas de bem-estar para atrair profissionais e engajar funcionários.   A estratégia pode ser resumida em cinco pilares:   Recompensas (salário, benefícios e reconhecimento); Oportunidades (carreira e desenvolvimento); Pessoas (chefes e colegas); Trabalho (o que se produz e o alinhamento disso aos valores pessoais); A organização em si (em termos de marca e ética corporativa).   Dados da consultoria Gartner mostram que, se for bem desenvolvido, o EVP gera ganhos muito bons para o negócio, como aumento de 75% na competitividade e de 35% no engajamento.   Algumas estratégias de EVP – Sexta-feira “mais curta”, possibilitando saídas fora do horário de pico. – Home office – Folga no dia do aniversário – Horário flexível – Licença maternidade/paternidade ampliada – Academia – Orientação Financeira – Orientação Nutricional – Programas de Qualidade de Vida (existem aplicativos de saúde para empresas, como o Nocta Bem-Estar)   Além de benefícios, existem algumas práticas de comunicação e gestão que são aplicadas com objetivo de estreitar o relacionamento com os funcionários, como por exemplo: Conceito “portas abertas” para passar confiança quando um funcionário precisa conversar. Eleger um porta-voz entre a equipe, por setor, para levar ideias de melhoramento à gestão. Acolhimento aos novos contratados para integração com todos os processos da empresa.   Por que as empresas devem investir em práticas de bem-estar? Um ambiente com valores e benefícios bem estruturados e com possibilidades de crescimento levam os colaboradores a se sentirem parte de algo importante. Essa percepção interna é importante para a reputação da marca, ainda mais hoje em que as pessoas compartilham tudo pela internet. Cuidar do bem-estar do funcionário é tão estratégico quanto desenvolver um produto ou serviço. Fazer campanhas e promover a saúde física, mental e emocional do colaborador traz benefícios como a diminuição no número de faltas (absenteísmo) e o aumento da retenção dos talentos, além de aumentar o entusiasmo de quem trabalha feliz.   Perguntas que se deve fazer para montar EVP   – Eu tenho conhecimento sobre o que os funcionários pensam sobre a empresa? – Como estão meus índices de faltas (absenteísmo) e afastamento por doenças? – Meus funcionários têm abertura para conversar com os gestores? – Como está a comunicação com meus colaboradores dentro da empresa? – Quais benefícios eu ofereço a eles para trabalharem felizes e com qualidade? – Minha empresa é atraente? Meus funcionários têm oportunidades de crescimento? – Eu escuto meus colaboradores?   O EVP deve refletir na cultura, no clima organizacional, nas relações internas, na prática dos princípios e valores, nos propósitos da empresa. Não se trata de prêmios, ou apenas de benefícios, é um conjunto de práticas personalizadas que refletem a sua empresa, pois nenhuma empresa é igual a outra.   Fontes: Redação blog Nocta; Revista Você RH

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13 esportes radicais que ajudam a desenvolver competências para sua carreira

Uma matéria da revista Você S/A traz uma análise interessante sobre como a prática de atividades esportivas ajuda no desenvolvimento de competências como liderança e tomada de decisões.   Se você está em busca de desenvolver algumas competências, confira qual esporte pode te ajudar a alcançá-las.   Autoconfiança: rapel, escalada e montanhismo; mergulho; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Aversão ao risco: skate; surf; rapel, escalada e montanhismo; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Comunicação e trabalho em equipe: trekking; rafting; rapel, escalada e montanhismo; mergulho. Controle de ansiedade e medo: rapel, escalada e montanhismo; mergulho; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Gerenciamento de risco: trekking; rapel, escalada e montanhismo; mergulho; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Gerenciamento de tempo: trekking; rapel, escalada e montanhismo; e mergulho. Interação social: trekking; skate; surf; e rafting. Liderança: trekking e rafting. Paciência: skate; rafting; rapel, escalada e montanhismo. Organização, planejamento e logística: trekking; rapel, escalada e montanhismo; mergulho; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Superação de limites: trekking; rapel, escalada e montanhismo; e mountain bike. Resistência: rapel, escalada e montanhismo; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Tomada rápida de decisão: skate; surf; rafting; rapel, escalada e montanhismo; mergulho; e mountain bike. Como você pode ter percebido, os esportes radicais ajudam no desenvolvimento da maioria das competências. Isto acontece porque esse tipo de atividade traz sensações que aumentam o nível de adrenalina no corpo: estado de alerta, pupilas dilatadas, mãos suadas, frio na barriga e coração acelerado. A adrenalina pode provocar no cérebro o mesmo efeito dos antidepressivos, ajudando em casos de ansiedade, depressão, hiperatividade e déficit de atenção, aponta uma pesquisa da Universidade da Pensilvânia Medical Center. O mergulho, por exemplo, pode se comparar à meditação por causa do controle respiratório. Segundo um estudo publicado no Frontiers in Psychology, os praticantes percebem redução do estresse, melhora do humor e aumento das habilidades de atenção e concentração, além da percepção sensorial.   Outros pontos a favor da prática de esportes radicais:   Quem pratica com regularidade sofre uma mudança química no cérebro, o que ajuda a permanecer calmo e concentrado por mais tempo. Essas atividades estimulam a leitura rápida do ambiente (quais são as condições favoráveis e desfavoráveis), a percepção de seus pontos fortes e fracos e o controle do medo. O praticante consegue sair mais rápido de situações estressantes ou perigosas. A pessoa aprende a gerenciar e avaliar o risco e leva esse comportamento para o ambiente de trabalho. Em esportes em grupo, como rafting, criam-se algumas situações durante a descida do rio para trabalhar conceitos como liderança e confiança. Traz clássicos benefícios para a saúde: melhora do condicionamento físico, equilíbrio, flexibilidade, emagrecimento e ganho de resistência. Outras atividades, como acampamento e trekking, ajudam no desenvolvimento de trabalho em equipe e melhoram a comunicação, uma vez que cada integrante do grupo é responsável por um trabalho ou objeto importante para que tudo dê certo.   Fontes: Redação blog Nocta; Você S/A Ilustração (Infográfico): Guilherme Henrique/VOCÊ S/A) Imagem destaque: Freepik  

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