Resultados da pesquisa

Planos de saúde passam a cobrir mais exames que auxiliam no diagnóstico e tratamento do novo Coronavírus

Novos testes passam a ser de cobertura obrigatória para os beneficiários de planos de saúde nas segmentações ambulatorial, hospitalar e referência. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu mais seis exames que auxiliam no diagnóstico e tratamento do novo Coronavírus na lista de coberturas obrigatórias dos planos de saúde. Trata-se da Resolução Normativa nº 457 que já está valendo. De acordo com o comunicado oficial da ANS, as novas incorporações buscam ampliar as possibilidades de diagnóstico da Covid-19, especialmente em pacientes graves com quadro suspeito ou confirmado, e estão alinhadas às diretrizes e protocolos do Ministério da Saúde para manejo da doença. Dessa forma, auxiliam no diagnóstico diferencial e no acompanhamento de situações clínicas que podem representar grande gravidade, como por exemplo, a presença de um quadro trombótico ou de uma infecção bacteriana causada pelo vírus. Confira a lista dos novos exames que passam a ser de cobertura obrigatória para os beneficiários de planos de saúde nas segmentações ambulatorial, hospitalar e referência: Dímero D (dosagem): O procedimento já é de cobertura obrigatória pelos planos de saúde, porém, ainda não era utilizado para casos relacionados à Covid-19. É um exame fundamental para diagnóstico e acompanhamento do quadro trombótico e tem papel importante na avaliação prognóstica na evolução dos pacientes com Covid-19. Procalcitonina (dosagem): O procedimento é recomendado entre as investigações clínico-laboratoriais em pacientes graves de Covid-19, auxiliando na distinção entre situações de maior severidade e quadros mais brandos da doença. Pesquisa rápida para Influenza A e B e PCR em tempo real para os vírus Influenza A e B: Esses testes são indicados para diagnóstico da Influenza. A proposta consiste na incorporação dos dois procedimentos para minimizar questões de disponibilidade e para otimizar o arsenal diagnóstico disponível. A pesquisa rápida é recomendada para investigações clínico-laboratoriais em pacientes graves. O diagnóstico diferencial é importante, pois a influenza também pode ser causa de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS). Pesquisa rápida para Vírus Sincicial Respiratório e PCR em tempo real para Vírus Sincicial Respiratório: Esses testes são indicados para diagnóstico da infeção pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR). A proposta consiste na incorporação dos dois procedimentos para minimizar questões de disponibilidade e para aprimorar as possibilidades. O teste rápido para o VSR é útil no diagnóstico diferencial de Covid-19 em crianças com infecção viral grave respiratória. A maioria desses testes diagnósticos já era de cobertura obrigatória no âmbito da saúde suplementar. No entanto, eles não estavam listados no rol de coberturas mínimas dos planos de saúde ou, quando já incluídos, não contemplavam pacientes com quadro suspeito ou confirmado da Covid-19. A atualização tem como objetivo ampliar as possibilidades de diagnóstico e, assim, buscar uma resposta mais rápida e efetiva para salvar vidas. Segundo a ANS, a proposta de atualização extraordinária da cobertura assistencial será reavaliada até o final do processo regular de atualização do Rol em curso, tanto quanto ao seu contexto de utilização no quadro pandêmico, quanto aos seus critérios técnicos, e será submetida a consulta pública, juntamente com as propostas de atualização elegíveis do atual ciclo de atualização. Esta é a segunda inclusão extraordinária de procedimentos relacionados ao novo Coronavírus no Rol de Procedimentos da ANS. Desde o dia 13/03, os planos de saúde são obrigados a cobrir o exame Pesquisa por RT-PCR, teste laboratorial considerado padrão ouro para o diagnóstico da infecção pela Covid-19. Fonte: Redação blog Nocta; ANS Imagem: Freepik

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saúde dos funcionários

Até que ponto a empresa é responsável pela saúde dos funcionários?

Imagine este cenário: você chega ao local de trabalho e recebe a notícia que algumas pessoas estão doentes. Qual a sua primeira reação? Saber o motivo, certamente. E, então, ao ouvir as respostas, você percebe que muitas dessas pessoas poderiam não estar doentes, se a empresa tivesse cuidado melhor da saúde de seus funcionários. Cuidar da saúde do público interno, que são os seus funcionários (ou colaboradores como muitas empresas gostam de chamar), é uma questão de sobrevivência para a própria empresa. Afinal, pessoas doentes não trabalham. Chegar a esse entendimento levou anos de história. Hoje, a saúde é uma questão clara para as empresas. O trabalhador passa a maior parte da sua vida dentro do local de trabalho e isso tem impacto profundo em sua saúde física e mental.   Funcionário doente = empresa doente   Já se tornou comum as empresas oferecerem plano de saúde , e o motivo é claro: um funcionário doente, sem qualquer apoio, não produz como deveria e pode ficar ausente por mais tempo no trabalho. Aliás, estes dois fatores, a produtividade e o absenteísmo, foram determinantes para a mudança de olhar no que se refere à saúde e clima organizacional. Mas, sozinho, não é suficiente para garantir o cuidado à saúde. Embora o convênio médico seja um benefício muito conhecido, não é obrigatório para a corporação, de acordo com a legislação trabalhista (CLT). O plano de saúde é concedido de forma voluntária. Neste ponto, é fácil concluir que a saúde do público interno representa a saúde da corporação como um todo.   Como cuidar da saúde interna   Além da oferta do plano de saúde, as empresas estão investindo em programas internos de qualidade de vida. Isto pode ser feito em diversas frentes, com campanhas, parcerias e programas. Uma das ações diretas para o combate a doenças é levar a imunização (vacinação) para dentro da empresa. É muito comum fazer essa mobilização. Existem consultorias, como a Nocta, que são contratadas para fazer a gestão do plano de saúde e oferecem um conjunto de serviços agregados. Outro exemplo, este mais simples, são as dicas de saúde. Aqui mesmo no blog divulgamos muitos materiais de apoio gratuitos para uso do gestor ou profissional de Recursos Humanos. Em empresas mais robustas, o impacto financeiro do custo da saúde é estudado a fundo. Áreas são criadas para dar atenção especial a esses indicadores e o investimento em tecnologia já é uma realidade. Algumas oferecem até aplicativo de saúde para os funcionários, como vamos falar logo abaixo.   O custo da saúde para a empresa   As pessoas menos saudáveis impactam diretamente nos custos das organizações por meio da sinistralidade do plano de saúde (que é a relação custo x receita das operadoras de saúde). Diante desse fato, o plano de saúde pode ser uma faca de dois gumes. Não basta apenas oferecer o benefício. É uma questão de causa e efeito: ao promover conscientização de saúde, com ações e campanhas – como citamos, as pessoas adoecem menos. Mais pessoas saudáveis significa menos uso do plano de saúde. E, se for o caso de uso, educar para que o façam de forma consciente. É neste cenário que a Nocta lançou uma plataforma de gestão de risco, o Nocta Bem-Estar, para as empresas descobrirem como está a saúde da sua população interna. A plataforma cria indicadores de saúde e indicadores financeiros que, combinados, mostram um retrato da carteira. Com este material em mãos, os gestores conseguem tomar decisões para reduzir os custos e direcionar as ações para cuidar da saúde de seus funcionários. Uma das fontes de alimentação da plataforma é o aplicativo, direcionado aos funcionários da empresa. O objetivo é estimular os bons hábitos de saúde. Nele, cada colaborador registra o seu dia a dia, participa de desafios internos com os colegas, recebe dicas e recompensas pelo bom desempenho. Por esse app, é possível fazer integrações com os aplicativos Google Fit e Strava, com dispositivos como Apple Watch, além de softwares da própria empresa. Quer saber mais sobre a plataforma e aplicativo Nocta Bem-Estar? Acesse: Inteligência em Saúde para Economia Financeira.   Fonte: Redação blog Nocta

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Como contratar um plano de saúde para os funcionários?

  Quando uma empresa procura um plano de saúde para os seus funcionários, significa que ela quer agregar benefícios para melhorar a qualidade de vida deles e de sua família também.   Na hora da escolha desse item tão importante, é necessário mapear alguns pontos para chegar ao plano de saúde ideal ao perfil da sua empresa. Para falar sobre isso, convidamos Helton Reis Ribeiro, responsável pela Expansão de Novos Negócios da Nocta Seguros. Confira o que você deve saber antes de contratar um plano.   Como escolher o melhor plano de saúde para os funcionários?   Helton Reis Ribeiro – Antes de contratar um plano de saúde para os seus colaboradores, é importante mapear alguns pontos para tirar o melhor custo-benefício. O primeiro ponto é buscar alguém que tenha conhecimento sobre esse mercado e operação, porque o profissional de Recursos Humanos e o Gestor de Pessoas precisam estar livres para o que mais importa no momento, como a implantação da rotina do eSocial. Uma consultoria especializada entende a fundo as regras do plano de saúde e vai elaborar um estudo personalizado com o perfil da sua empresa.   Quais são as informações que determinam o custo de um plano?   Helton Reis Ribeiro – Algumas premissas são necessárias para elaborar um estudo com as melhores opções para a sua empresa: 1) entender o seu segmento de negócio; 2) entender o tamanho da sua população; 3) sua localidade, para entender se é uma empresa regional, estadual ou nacional, porque tudo isso causa variação no custo. Além disso, entender qual o objetivo: buscar um plano regional na localidade da empresa ou da casa da população, ou se é buscar um plano que atende fora daquela localidade. Exemplo: um plano voltado aos diretores e gerentes que viajam pelo Brasil e precisam de um plano com cobertura mais abrangente. Ou seja, muitas variáveis para chegar no plano que atende às necessidades de sua empresa. O segundo ponto é entender se a empresa precisa é de um seguro saúde, plano de saúde ou plano de medicina de grupo.   Qual a diferença entre seguro saúde, plano de saúde ou plano de medicina de grupo?   Helton Reis Ribeiro – Tem diferença no mercado. Medicina de grupo são operadoras que detêm planos onde a utilização acontece em rede referenciada e hospitais próprios e não dão direito ao reembolso. São operadoras que controlam o custo dos médicos de ponta a ponta, desde a entrada lá na clínica, ou no especialista, até no atendimento médico-hospitalar de cirurgia. Geralmente, o custo deste plano é menor. Do outro lado, estão as seguradoras que não têm uma rede de hospitais próprios e toda a rede (clínicas, laboratórios, médicos, etc) é referenciada, credenciada. O custo desse plano é maior e não dá direito ao reembolso.   Um ponto importante é entender a questão de utilização, pois toda vez que for utilizado o plano, a despesa no final do período de um contrato é apurado, a gente chama de sinistralidade.   Como é calculado o reajuste?   Helton Reis Ribeiro – A sinistralidade é o resultado da utilização, menos o valor que foi pago da receita contra a despesa. O ponto de equilíbrio médio no mercado de saúde é em torno de 70% – 75% da utilização, passando desse patamar, a próxima vigência do contrato vai sofrer um reajuste por utilização, além do reajuste do índice monetário – é aplicado um índice de IGPM, IPCA, ou seja, um índice inflacionário para atualizar os valores pagos. Existem alguns fatores que a gente consegue controlar esse índice de utilização.   Como a empresa pode controlar o custo do plano de saúde?   Helton Reis Ribeiro – A consultoria de benefícios ajuda muito na redução do custo com diagnósticos e mapeamento da utilização. Além disso, hoje no mercado existe uma opção de plano que se chama co-participação e já é uma tendência. É a co-participação na utilização, quando a pessoa for ao médico, em regra geral, parte do que a operadora vai pagar ao médico é cobrada da empresa que, por sua vez, vai cobrar de quem utilizou o plano. O que a gente tem notado é que neste modelo compartilhado há uma maior conscientização na utilização do plano.   Qual é o tempo de carência?   Helton Reis Ribeiro – Para saber a partir de quando o funcionário poderá utilizar o plano após a contratação, é importante verificar os prazos de carência. Esse tipo de informação está presente no contrato. Em regra geral, em casos de urgência e emergência a carência é de 24 horas. Para partos, a carência é de 300 dias. Em outras situações, a carência é de 180 dias, conforme informações da Agência Nacional de Saúde (ANS). Esses são limites de tempo máximos. Isso quer dizer que a operadora de planos de saúde pode exigir um tempo de carência menor que o previsto na legislação.   Você sabia que uma consultoria especializada em planos de saúde e odontológico pode te ajudar com tudo isso? Fale com a Nocta: (11) 2368-2232 faleconosco@nocta.com.br   Fonte: Redação Nocta Imagem destaque: Freepik / macrovector

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Pesquisa revela: 46% das empresas não trabalham com indicadores de saúde

  Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) em parceria com a Aliança para a Saúde Populacional (Asap) revela que quase metade (46%) das empresas não trabalha com indicadores de saúde.   O plano de saúde é um custo alto para empresas e só fica atrás dos gastos com a folha de pagamento, respondendo, em média, por 12% dos custos fixos das empresas. O que as empresas podem fazer para diminuir esse custo?   O levantamento – que consultou 668 empresas entre maio e junho de 2017, representando 1,3 milhão de empregados e 3 milhões de beneficiários – foi publicado no jornal Valor Econômico. De acordo com a matéria, apenas 9% delas destacam um diretor para cuidar da gestão da saúde dos colaboradores, enquanto 36% entregam essa responsabilidade a gerentes.   Luiz Edmundo Rosa, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), destaca, em entrevista ao jornal, os pontos que precisam mudar para que o plano de saúde não onere tanto as despesas das empresas. “Mudar de operadora pode reduzir os custos temporariamente, mas não resolve. É preciso investir numa estrutura de gestão profissional para estimular programas de prevenção e evitar procedimentos de alto custo que não sejam necessários”.   Mais dados da pesquisa:   – 40% das empresas entrevistadas não adotam a coparticipação dos funcionários no pagamento de consultas e exames; – 56% não investem em alimentação saudável e 51% não têm programas de apoio a grupos de risco, como hipertensos, diabéticos e obesos. – 55% das empresas consultadas tiveram aumento superior a 10% nos planos de assistência médica em 2016 (no caso de 14% delas, acima de 20%) e só 17% acreditam que os custos nessa área podem baixar nos próximos dois anos.   É neste contexto que a Nocta Seguros trabalha para ajudar as empresas a conter a sinistralidade nos planos de saúde. Com base no histórico de utilização, a consultoria desenvolve campanhas de prevenção e promoção da saúde, faz plantões para orientar sobre a melhor utilização do benefício e, desta forma, reduzir o uso inadequado do benefício.   Para apoiar os indicadores, o Valor também divulgou o relatório da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre a atuação da rede privada de saúde no País. Os dados de 2016 revelam um exagero na solicitação de exames.   Segundo a reportagem, no documento, os brasileiros beneficiários dos planos de saúde realizaram, em 2016, 7 milhões de ressonâncias magnéticas e outros 7 milhões de tomografias computadorizadas, o que dá uma média de 149 exames por mil pacientes nos dois casos. Em relação a 2014, houve aumento de 25% em ressonâncias e 21% em tomografias.   Caso: Hospital Alemão Oswaldo Cruz   A matéria destaca um caso interessante, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo, que em 2010 decidiu implantar um programa de bem-estar para seus três mil funcionários.   Segundo Leonardo Mendonça, coordenador de saúde ocupacional e qualidade de vida do Oswaldo Cruz, o número de empregados do hospital que fazem atividade física diária aumentou 39% nos últimos oito anos, contribuindo para reduzir em 31% o total de pessoas afetadas pelo estresse, em 35% o grupo com colesterol alto e em 36% o bloco dos hipertensos.  “O custo per capita de quem aderiu aos programas de bem-estar é 35% menor do que o de quem não aderiu. Mas apenas 2% dos funcionários não aderiram”, disse ao jornal.   Depois de trazer esses dados tão impactantes, que tal começar a olhar para a saúde além da implantação do benefício?   Aqui no blog, você tem acesso a diversos conteúdos que corroboram com a nossa missão: ser parceiro do Gestor de Pessoas e dos profissionais de Recursos Humanos! Nossas experiências em operação, comunicação e atendimento reunidas em artigos e dicas de saúde para ajudar a engajar campanhas em sua empresa.   Falamos neste outro artigo sobre a diferença entre urgência e emergência e como é importante trabalhar a educação no uso do plano de saúde para redução da sinistralidade. Confira.   Fontes: Redação Nocta; Valor Econômico

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