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almoço reforma trabalhista

Reforma Trabalhista: como fica o horário de almoço

  Apesar de estar em vigor desde 2017, ainda há dúvidas sobre as mudanças relacionadas ao horário de almoço com a Reforma Trabalhista.   Na prática, a nova lei passou a prever que para a redução do intervalo intrajornada ser válida basta que haja convenção ou acordo coletivo de trabalho, não sendo mais necessária a aprovação do Ministério do Trabalho.   É importante ressaltar que não basta o simples acordo entre empregado e empregador para que essa redução tenha validade. A negociação com a participação do sindicato dos trabalhadores é indispensável.   O que acontece quando não há acordo coletivo para mudança no horário do almoço e o funcionário faz apenas 30 minutos de intervalo? Segundo informações da Exame.com, caso não haja previsão em convenção ou acordo coletivo nesse sentido e o empregado usufrua de somente 30 minutos de intervalo, os minutos suprimidos de uma hora serão pagos com um acréscimo de 50%. Exemplo: se o valor da hora do empregado é 10 reais e ele deveria ter um intervalo de uma hora, por não existir convenção ou acordo coletivo em sentido contrário, mas usufrui somente de 30 minutos, receberá, como indenização, o valor de 7,50 reais. Ou seja, 5 reais pelos 30 minutos suprimidos acrescidos de 50% (2,50 reais), totalizando 7,50 reais.   De acordo com matéria do Mundo RH, o artigo 71 da CLT determina que, em qualquer trabalho contínuo cuja a duração exceda seis horas, deverá ser concedido um intervalo para repouso ou alimentação de, no mínimo, uma hora e, no máximo, duas horas.   Portanto, o acordo para redução do intervalo intrajornada deve ser feito necessariamente com a participação do sindicato dos trabalhadores e formalizado mediante um acordo coletivo ou uma convenção coletiva.   A importância do almoço   Especialistas de saúde são unânimes: não é saudável pular o horário de almoço. Isto porque é uma necessidade do corpo e da mente ter um breve repouso ao longo do dia. A revista Boa Forma listou 4 motivos para você não pular o almoço:   1. O metabolismo vai ficar lento Embora o tempo necessário entre as refeições varie de organismo para organismo, existem várias razões para comer regularmente. Fazer pequenas refeições ao longo do dia é o que mantém o seu metabolismo acelerado, evita quedas de energia e mantém você alerta e focada, além de impedir excessos nas refeições principais.   2. Sua mente pode perder produtividade O principal combustível para o cérebro é a glicose, que você geralmente obtém ao comer alimentos ricos em carboidratos. Os complexos, como frutas, verduras e cereais integrais, são as fontes mais nutritivas de glicose, porque eles levam mais tempo para digerir do que os refinados (além de serem fontes importantes de nutrientes). Sem a ingestão frequente de carboidratos, o açúcar no sangue pode cair muito, fazendo você sentir lenta, irritada e também dificultar a sua capacidade de atenção.   3. Seu corpo e sua mente vão sentir os efeitos… Você vai se sentir incapaz de realizar tarefas simples, como responder e-mails, mas vai conseguir focar toda a sua atenção em comidas. Quando você deixa de comer por algum tempo, o desejo de ingerir algo toma conta do seu corpo e mente. Se você não saciar a necessidade do organismo, poderá experimentar tremores ou suadeiras como resposta.   4. Vai ser difícil fazer escolhas saudáveis ??em sua próxima refeição Quando as pessoas estão com muita fome, tendem a ir direto nos carboidratos e doces, porque irão elevar o açúcar no sangue. Sem nutrientes como proteínas para equilibrar o aumento da glicose, a ingestão pode fazer seu pico de glicose subir muito e cair logo em seguida – o que não é o ideal para o corpo. Além disso, quando a fome está muito intensa, fica mais difícil ser racional e fazer escolhas saudáveis, o mais comum é que as pessoas comam o primeiro alimento que aparecer.   O que vamos comer hoje? Veja como montar um prato ideal com a quantidade ideal de nutrientes. O infográfico é do site Dr. Drauzio Varella. Fontes: Mundo RH; Dr. Drauzio Varella; Exame.com ; Boa Forma

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Funcionários doentes – o que fazer?

  A revista Você RH publicou a reportagem “Causa mortis: trabalho. Por que as pessoas estão morrendo por um salário” com diversos exemplos de empresas que estão lutando contra uma estatística: o aumento no número de funcionários doentes – quais são os fatores que estão colocando esse quadro em evidência.   Confira trechos da matéria que destacam algumas ações implantadas pela área de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas para prevenção de doenças e aumento de qualidade de vida.   Hospital Alemão Oswaldo Cruz   O Hospital Alemão Oswaldo Cruz mantém desde 2010 o programa Bem-Estar, premiado internacionalmente. Sua principal ferramenta é o questionário de autoavaliação que os mais de 3000 funcionários preenchem.   Com ele, o RH analisa indicadores como sedentarismo e estado emocional. E, graças a ele, o time de gestão de pessoas colocou em prática coisas como aulas de canto e ioga e uma academia com orientação de um profissional para fortalecimento e fisioterapia.   O ambulatório conta ainda com médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e farmacêuticos. “Isso se alinha ao nosso lema, que é ‘quando somos bem cuidados, podemos cuidar melhor’”, diz Cleusa Ramos, superintendente de desenvolvimento humano e institucional do Oswaldo Cruz.   Mais de 50 profissionais foram certificados em coaching de saúde e bem-estar para atuar no programa. “Essa capacitação é para auxiliar o empregado a montar uma agenda única com o objetivo de melhorar sua vida”, diz Cleusa.   Ao longo dos anos, essa equipe, coordenada pelo gerente de qualidade de vida Leonardo Mendonça, começou a ser procurada com frequência para orientar em mudanças de hábito, com foco em atuação preventiva, o que trouxe às pessoas uma nova mentalidade em relação às consultas de rotina.   Para aumentar a adesão, o RH implantou um sistema de milhagem: as equipes concorrem entre si para ver qual teve mais participação e as vencedoras recebem prêmios. Os setores que apresentam problemas são acompanhados de perto e o gestor é chamado para conversar. Os resultados vieram.   Em 2010, a empresa tinha apenas 48% de adesão aos exames periódicos — que, aliás, são obrigatórios por lei. Hoje, ela é de 98%. Além disso, de 2010 a 2017, houve uma redução de 37% na média de pressão arterial, de 35% no colesterol e de 46% no tabagismo.   Você sabia que uma consultoria pode ajudar a sua empresa a monitorar os casos de saúde e promover ações preventivas? Saiba mais sobre Gestão de Riscos.    O nível de estresse, avaliado por meio do questionário, caiu 31%; já o absenteísmo passou de 3,6% para 2,4% a partir de 2013. Graças ao quadro saudável, o hospital passou três anos sem renegociar os valores do plano de saúde. No fim do ano passado, o programa foi ampliado aos dependentes e agora são 6?500 vidas atendidas.   AVON   Há três anos, o RH da Avon notou um número maior de funcionários faltando no emprego para ir ao pronto-socorro, mas a ida ao médico não solucionava o problema e a visita se tornava recorrente. Foi quando veio a percepção de que era preciso melhorar a qualidade de vida.   “Se não temos um ambiente em que o funcionário possa cuidar de sua saúde, ele vai deixá-la em segundo plano, mesmo que diga que é prioridade”, diz Meire Blumen, gerente de saúde e bem-estar na Avon. As práticas e os benefícios foram consolidados num só programa, o Viva Bem.   Leia: Como fazer campanhas de saúde na sua empresa   A evolução começou do básico, com a reforma do ambulatório, que passou a ocupar um lugar mais visível e a oferecer consultas odontológicas, ginecológicas e de clínica-geral, além de coleta de exames básicos. Como o público é em grande parte feminino, há salas específicas para amamentação e creches.   Todas as informações ficam armazenadas em um sistema único, junto com atestados e dados de medicamentos comprados com o subsídio da empresa (de 75%), e são usadas em análises preditivas. A Avon ainda acompanha cerca de 600 funcionários e dependentes com doenças crônicas, que recebem orientação contínua.   “Mostramos às lideranças que isso não é uma questão de custo, mas de valor”, diz Meire. E os gastos diminuíram. O contrato do plano de saúde foi renegociado para o modelo de pós-pagamento, já que o conhecimento da população possibilita prever o uso. Entre 2017 e 2018, o sinistro teve queda de quase 14% com exames, 19% com consultas e 13% com internações. Grupo Algar   No fim de 2018, o Grupo Algar, que reúne empresas de tecnologia a turismo, optou por dar autonomia aos 19000 funcionários. Dessa forma, eles, que já contavam com práticas de home office e horário flexível, foram beneficiados com o Talento Flex, que abre a possibilidade do horário intermitente e de cada um acertar sua jornada.   “A gente via que algumas mulheres, por exemplo, paravam de trabalhar quando tinham filhos”, diz Eliane Garcia Melgaço, vice-presidente de gente do grupo Algar. A ideia é que, em vez de se demitirem, elas reajustem o expediente com o gestor de forma a facilitar a vida. Já o horário intermitente permite aos empregados entrar e sair do serviço conforme necessário, em acordo com o chefe.   Agora, o time de RH busca casos de sucesso para divulgá-los ao restante da corporação: o desafio é convencer a liderança. “Precisamos identificar pontos de resistência e criar um ambiente propício para a nova política”, diz Eliane.   O foco tem sido explicar a estratégia dessas ações, motivadas pela crença de que dá para cobrar pela entrega de resultados, e não pelo tempo no escritório. “Isso se torna um fator de atração, principalmente de jovens, que buscam liberdade.”   Em dezembro também foi lançado o projeto Estação, uma unidade especial da Algar Telecom que pretende testar modelos ágeis de gestão, com as equipes organizadas em squads, com menos hierarquia e mais liberdade. “Precisamos ser um bom lugar para trabalhar, porque é uma questão de longevidade do negócio”, diz a executiva. A expectativa é que cerca de 10?000

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Má alimentação pode causar mais mortes do que cigarro

Uma em cada cinco mortes no mundo, em 2017, esteve relacionada a uma alimentação ruim, seja por consumo excessivo de sal, açúcar ou carne, ou por carência de cereais integrais e frutas, afirma um estudo divulgado na revista The Lancet.   Hoje – 07 de abril – é o Dia Mundial da Saúde. Neste dia, criado para nos lembrar que um corpo saudável é sinônimo de vida longa, selecionamos uma pesquisa que aponta para o número chocante de mortes relacionadas à má alimentação. O site Huffpost Brasil, assim como outras mídias, publicou detalhes desse estudo. Confira abaixo. Má alimentação pode causar mais mortes do que cigarro, diz estudo Se sua alimentação é baseada em carne vermelha, fast-food, refrigerante e muitos doces e biscoitos, você provavelmente tem mais chances de ter uma morte prematura do que um fumante que, ao menos, tem uma alimentação regrada. Um estudo da revista científico britânica The Lancet revelou que cerca de 11 milhões de mortes por ano – um em cinco mortes – são resultado de uma dieta pobre em nutrientes e alimentos integrais e rica em calorias, sal, açúcar e gordura. Os pesquisadores analisaram dietas de pessoas de 195 países usando bancos de dados, pesquisas pela internet e entrevistas presenciais feitas entre 1990 e 2017. Destas 11 milhões de mortes prematuras que foram atribuídas à má alimentação, 10 milhões foram resultado de doenças cardiovasculares, 913 mil de cânceres e 339 mil de diabetes tipo 2, entre outros problemas de saúde relacionados aos maus hábitos alimentares. “O estudo mostra que uma dieta desregrada é o principal fator das mortes na maioria dos países no mundo”, disse o autor do estudo Ashkan Afshin, pesquisador do Institute for Health Metrics and Evaluation na Universidade de Washington. Segundo Afshin, seguir uma alimentação nada saudável pode causar mais mortes prematuras “do que tabagismo e pressão alta.” Enquanto uma dieta desregrada por estar relacionada a cerca de 11 milhões de mortes em 2017, mortes prematuras relacionadas ao tabagismo somaram 8 milhões no mesmo ano. Ingerir mais sal, gordura e açúcar (ingredientes encontrados aos montes em fast-food, refrigerantes e demais alimentos industrializados) podem ser “particularmente fatal”. Estes alimentos podem ser responsáveis por cerca de 3 milhões de mortes. Já o hábito de não comer frutas, verduras e outros alimentos integrais e in natura (ou seja, aqueles naturais) pode ser igualmente perigoso para a saúde. O pesquisador afirma que a falta destes nutrientes acarreta em cerca de 2 milhões de mortes. Enquanto o consumo em excesso de sal aumenta a pressão vascular, multiplicando o risco de doenças cardiovasculares, as frutas e verduras ajudam a diminuir a pressão. Ou seja, não basta só deixar de comer besteira, mas também investir em alimentos saudáveis. “Manter uma alimentação não saudável é uma oportunidade mortal”, disse o pesquisador. “Nós somos o que comemos e os riscos afetam todas as pessoas, de qualquer idade, gênero e status social.” Como ser mais saudável, segundo pesquisadores Um ponto do estudo que chamou atenção dos pesquisadores é que países que seguem a dieta mediterrânea, como Israel, Espanha, Itália, França, tiveram menos mortes relacionadas à alimentação. A dieta mediterrânea é baseada em alimentos integrais, azeite, peixes e verduras e frutas. “Geralmente, países que seguem uma dieta baseada em frutas, vegetais, nozes e gorduras boas têm um número menor de mortes relacionadas à má alimentação”, explica Afshin.   Em resumo, a matéria do Huffpost Brasil faz um alerta para a ligação direta da alimentação e o ciclo da vida. Quando dizem que “somos o que comemos” é verdade. Você já parou para pensar que pode colaborar para reduzir o adoecimento da população? Quando levamos esse assunto para o mundo corporativo, ressaltamos a importância das campanhas de saúde. O Dia Mundial da Saúde nos lembra que podemos fazer a diferença ao levar mensagens positivas, nem que seja sob um alerta como esse que a revista The Lancet nos trouxe. Temos aqui materiais para te ajudar:   Saiba a cor de cada mês para fazer campanhas de conscientização: sabemos que muitas doenças estão ligadas à alimentação. Gestor de pessoas e profissional de Recursos Humanos: vocês são os principais mensageiros e devem colocar essas campanhas no planejamento anual. Prevenção e vacina contra o câncer: promover ambientes saudáveis para melhorar a capacidade de trabalho, além de diminuir o risco de desenvolver doenças, ameniza o impacto do absenteísmo que resulta em muitos dias de trabalho perdidos. A ausência de qualquer funcionário desencadeia consequências negativas dentro da empresa, assim como a baixa performance por uma doença. Pesquisa revela que 46% das empresas não trabalham com indicadores de saúde: a partir do entendimento da relação da saúde (ou falta de saúde) dos funcionários com o aumento do custo do plano de saúde, percebemos que as empresas precisam adotar políticas de prevenção de doenças. Os melhores canais para se comunicar com seus funcionários: quem nunca sentiu dificuldade em escrever um comunicado? como fazer a mensagem chegar aos funcionários sem “ruídos”? Confira neste post. Aumente sua produtividade e gerencie melhor seu tempo: se o problema é a falta de tempo para promover as campanhas, leia este post que fala da Técnica Pomodoro. Ela pode te ajudar!   Tem dúvidas sobre como contratar o melhor plano de saúde para os funcionários? Confira AQUI o que você precisa saber antes de contratar. Fonte: Redação blog Nocta; Huffpost Brasil Imagem destaque: Freepik

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Saúde é pilar da felicidade mundial – pesquisa ONU

  Parece óbvio, mas não é: sem saúde, a busca pela felicidade fica muito mais complexa.   Todos os anos, a ONU elabora uma pesquisa mundial para produzir um ranking de felicidade nos países pesquisados. Na última edição da pesquisa, o Brasil ficou em 28º lugar, perdendo 6 posições com relação ao ano anterior.   Você deve estar curioso: como se mede a felicidade de um país? O que a ONU faz é avaliar a qualidade de vida de sua população, considerando variáveis como liberdade de expressão, renda média, expectativa de vida, suporte social, generosidade e confiança. Para montar o ranking, os pesquisadores utilizam dados globais de 156 países sobre esses fatores-chave.   Confira, abaixo, a matéria do Mundo RH sobre a pesquisa. Saúde e bem-estar são pilares de destaque na mensuração da felicidade mundial   Desde 2012, todo dia 20 de março é mais especial: nesta data, é celebrado o Dia Internacional da Felicidade. A comemoração surgiu em uma assembleia da Organização das Nações Unidas (ONU) em reconhecimento à importância da felicidade e do bem-estar para a vida das pessoas, e afirmando a busca da felicidade como um dos objetivos fundamentais do ser humano. Mas não foi por iniciativa da ONU que a data foi instituída. A origem remonta ao Butão, país da região Tibetana, vizinho da Índia e da China, que desde 1972, reconhece publicamente a importância da felicidade e do bem-estar para o ser humano, acima dos interesses econômicos.   Para aplicar isso na prática, o país instituiu como indicador a Felicidade Nacional Bruta, colocando-o como mais importante do que o próprio índice econômico Produto Interno Bruto. Desde a década de 1970, todos os anos o Butão analisa em sua população dez pilares principais que compõem a felicidade: educação para a inclusão social, preservação e promoção dos valores culturais, resiliência ecológica, boa governança, vitalidade comunitária, desenvolvimento sustentável, diminuição da jornada de trabalho, esporte, igualdade entre gêneros, liberdade de pensamento e saúde.   Apesar de enfrentar graves problemas sociais e financeiros, essa preocupação com a felicidade da população destaca o Butão como um dos países mais felizes do mundo. “A saúde é um dos pilares da felicidade humana. Não apenas porque quando não nos sentimos bem temos muita dificuldade de sermos felizes, mas também porque quando as pessoas que amamos não estão saudáveis, nos sentimos tristes e preocupados. Vemos que um dos elementos mais importantes para a felicidade é a disposição diária para atingir objetivos pessoais e promover interações sociais.   E tudo fica mais fácil quando corpo, mente e espírito estão em sintonia. Sem saúde, a busca pela felicidade fica muito mais complexa”, afirma Bruno Rodrigues, CEO da empresa de saúde digital GoGood.   A partir de então, todos os anos, a ONU elabora uma pesquisa mundial por meio da qual produz um ranking de felicidade nos países pesquisados. Na última edição da pesquisa, o Brasil ficou em 28º lugar, perdendo 6 posições com relação ao ano anterior. Os critérios analisam PIB per capita, políticas públicas, expectativa de vida, liberdade para fazer escolhas, generosidade e percepção de corrupção. O critério de liberdade para fazer escolhas engloba um aspecto muito importante da felicidade dos indivíduos que é o bem-estar e a sensação de realização no trabalho.   Veja a pesquisa completa AQUI. Felicidade no trabalho Em função do alto índice de rotatividade nas empresas brasileiras, essas diretorias passaram a investir em programas focados em saúde e bem-estar dos colaboradores para reduzir os custos de saúde. Nos últimos anos, esses números deram um salto de 21%, passando de R$ 224,15 por indivíduo por mês em 2015 para R$ 271,21 em 2017, de acordo com dados obtidos por pesquisa da ABRH-Brasil (Associação Brasileira de Recursos Humanos) e ASAP (Aliança para Saúde Populacional). Segundo dados da pesquisa mundial da consultoria KPMG, colaboradores engajados com a empresa e suas causas são mais produtivos, geram novas ideias e resultados, têm mais energia e trabalham melhor em equipe. Essas pessoas fazem 57% mais esforços e são 87% menos propensas a desistir de uma tarefa do que os desengajados, além de serem promotores da marca da empresa. Segundo levantamento da Gallup Research, apenas 13% dos trabalhadores do mundo estão engajados com a sua empresa, e felicidade e engajamento do colaborador andam juntos. “As empresas precisam evoluir seu modelo de gestão e sua proposta de relacionamento com o colaborador para maximizar felicidade e engajamento. O resultado será um aumento na produtividade e uma diminuição de custos relacionados à saúde do colaborador, como afastamentos desnecessários e internações causadas por estresse no trabalho”, acrescenta Bruno.   Fonte: Mundo RH  

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curta pixar curl

Novo curta da Pixar lida com um problema comum da área de RH

Além de um exercício de empatia, o novo curta da Pixar lida com um problema comum da área de RH quando o assunto é diversidade.   Por Exame Já se sentiu como uma bolinha de lã rosa em meio a um mar de homens engravatados no escritório? Se a resposta for não, vale a pena conferir o novo curta da Pixar, Purl. A animação foi lançada no dia 7 de fevereiro no YouTube e é o primeiro episódio da nova série “SparksShorts”, que vai dar destaque a novas narrativas e criadores. O desenho mostra a nova funcionária da empresa B.R.O Capital, Purl, uma animada e amigável bola de lã rosa, chegando no seu primeiro dia no trabalho. “Acho inacreditável que realmente estou aqui”, ela diz para o funcionário de RH que a conduz para seu novo andar. Na empresa, só há homens com ternos chiques e todos olham para a nova funcionária como se também não conseguissem acreditar que ela pertencesse à equipe. Ela não é incluída nas conversas, suas opiniões são descartadas nas reuniões e ela não é convidada para almoços e outras atividades sociais pelos colegas. A diretora e escritora do curta, Kristen Lester, se inspirou na experiência do seu primeiro emprego, segundo o site Inc. “No meio primeiro emprego, eu era a única mulher na sala. Para fazer o que amava, tive que me tornar parte dos ‘caras’”, conta ela. É o que a personagem tenta fazer ao ser deixada para trás no escritório. Deixada para trás novamente, Purl vai ao banheiro com seu kit de tricô e se transforma em um quadrado engravatado. Agora ela se veste, fala e age como todos os outros homens, se integrando com sucesso. O que é um fracasso para a empresa, uma vez que uma das vantagens de possuir uma equipe diversa é ter múltiplos pontos de vista, que melhoram a capacidade de solução de problemas e a produtividade. Muitas empresas ainda apresentam dificuldades para promover um ambiente mais equilibrado, com maior presença de negros, mulheres, pessoas com deficiência e LGBTs. Na área de tecnologia, por exemplo, as mulheres representam apenas 12% dos profissionais, segundo pesquisa da Michael Page. O maior obstáculo para a entrada na carreira está na especialização de mulheres, que sempre foram minoria em cursos de programação e computação. Além de ser um exercício de empatia, a animação mostra um erro comum do RH na hora de praticar a inclusão em escritórios onde a equipe é mais hegemônica. No primeiro dia de Purl, nem mesmo o funcionário que faz sua recepção está pronto para acolhê-la. O personagem tem a atenção dividida entre seu celular e notícias sobre esportes no elevador, depois a abandona sem fazer apresentações ou encaminhá-la ao seu gestor. Assista ao curta: Matéria publicada na íntegra. Fonte: Exame

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A importância da Gestão de Riscos nas empresas.

Em linhas gerais, riscos fazem parte de qualquer atividade que seja exercida, principalmente nas empresas, entretanto, ele pode ser mapeado e com uma boa gestão, minimizado (ou até anulado) dependendo de seu grau. Por muito tempo a questão “risco” estava ligada ao desastres naturais e sua prevenção, mas desde 1990 as empresas aumentaram o seu entendimento sobre ameaças corporativas. Governos passaram a olhar esta questão com mais atenção e passou a implantar regras mais rígidas para equilibrar a demanda do mercado e com isso, a sociedade passa a ter mais acessos as informações e responsabilidades das empresas. Assim, a gestão de riscos passa a ter maior visibilidade e se transforma em uma ação que traz benefícios também às empresas. Com a ampla gama de possibilidade de riscos, criou-se então o profissional responsável por mapear estas incertezas e reduzir ao máximo as possibilidades destes riscos. Ele é quem avalia toda a inconformidade com os objetivos traçados pela empresa, provocada por fatores internos ou externos. Uma vez definidos os riscos, este profissional passa a determinar indicadores para cada área ou operação. Estes dados serão a referência analítica para determinar se as ações tomadas a fim de combater os riscos estão eficazes ou não. A gestão de riscos vai além de atuar no incidente propriamente dito. Ela ainda é responsável por analisar o impacto deste incidente como um todo, incluindo áreas co-relacionadas e seus colaboradores e além disso quais serão as medidas corretivas que serão tomadas para que esta não conformidade torne a ocorrer. Mas embora a prevenção ainda seja o melhor remédio para as organizações, especialistas da área ainda encontram resistência desta implantação no dia-a-dia das empresas. Para este consultor, ter este plano “vivo” e revisado periodicamente são as principais fontes de gestão bem-sucedida, mas isso não é o suficiente se ficar apenas no papel; é necessário que o planejado seja executado. Então, para manter este plano de execução a #Nocta oferece a ajuda de profissionais especialistas nesta gestão. Solicite uma consultoria gratuita e obtenha grandes resultados em sua empresa.

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Novembro Azul – Homem também precisa se cuidar.

No mês de Novembro, celebra-se o “Novembro Azul“, onde busca-se a conscientização que “Homem também precisa se cuidar”. Origem A campanha surgiu originalmente em 2003 na Austrália, quando alguns amigos tiveram a ideia de deixar o bigode crescer para trazer atenção para a saúde masculina, na época não era comum os homens deixarem o bigode crescer. De começo 30 homens aderiram a campanha, assim surgiu a Movember Foundation, uma instituição sem fins lucrativos que visa arrecadar fundos para auxiliar o tratamento do câncer de próstata que acometem os homens com certa frequência. Com o passar do tempo, a campanha foi ganhando força até se tornar mundial. Atualmente o Movember acontece em mais de 20 países. De onde vem “Movember” O nome Movember vem da junção da palavra moustache (bigode em inglês) com novembro. Novembro Azul no Brasil O Movember chegou no Brasil em 2008, trazida pelo Instituto Lado a Lado pela Vida junto com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), onde foi adaptado para Novembro Azul. Durante esse mês diversas instituições oferecem exames gratuitos, são realizados diversos eventos, contando sempre com os símbolos da campanha: O laço azul e o bigode. Objetivo do Novembro Azul Além de conscientizar a respeito do diagnóstico do câncer de próstata, o Novembro Azul também veio com o intuito de quebrar o preconceito de muitos homens em relação ao exame de toque. O câncer de próstata é o tipo mais comum entre os homens, mas quando diagnosticado com antecedência em 90% dos casos têm cura. Conscientização Muitas empresas adotam uma estratégia de conscientização em conjunto com o Outubro Rosa onde o símbolo da campanha é o laço rosa, já no Novembro Azul o laço é azul com um bigode. E se precisar de uma consultoria para implantação desta conscientização e planos de gestões integradas, contem com a #Nocta: www.nocta.com.br FONTE: http://mkorn.com.br/novembro-azul/

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Saúde Ocupacional: Bom para o colaborador, bom para empresa!

A implantação de uma área voltada a saúde ocupacional em uma empresa certamente é tão importante quanto as demais, pois esta área é quem vai cuidar da saúde do colaborador desde seu exame admissional ao seu demissional, incluindo ainda a segurança deste colaborador enquanto estiver na empresa. A área de Saúde Ocupacional, tem como missão, melhorar o clima da organização garantindo o bem-estar e a segurança dos seus funcionários, chegando até a redução do absenteísmo. Diante disso, o #BlogdaNocta vem trazer algumas dicas para te ajudar no controle desta tarefa. Veja: 1 – Realização de Exames Periódicos Além de ser prevista por lei, a realização de exames periódicos dentro da saúde ocupacional é uma forma da empresa, junto com a operadora do plano de saúde, expandir e cuidar da saúde de seus colaboradores também fora do ambiente de trabalho. E como já falamos, um funcionário saudável trabalha melhor e consequentemente, trás mais lucro tanto pra sí, quanto para organização. 2 – Ergonomia Diretamente ligado a saúde ocupacional, as companhias também seguem normativas regulamentadas pelas leis trabalhistas, porém, seu principal objetivo está em proporcionar um espaço adequado no ambiente de trabalho. Através de um delicado mapeamento profissional, é possível identificar os riscos que o trabalho oferece a saúde de seus funcionários e com isso tomar ações preventivas para minimizá-los e por muitas vezes, eliminá-los. 3 – Ginástica Laboral Ainda que exista o cuidado com a ergonomia, existem alguns riscos inerentes a suas atividades que podem trazer algum dano muscular ou às articulações dos colaboradores, por isso, algumas pausas para realizar alongamentos entre alguns exercícios oferecidos pela ginástica laboral é fundamental para diminuir o impacto dos riscos que não podem ser eliminados. 4 – Cuidados com alimentação Um fator muito importante e fundamental para nossa saúde está na alimentação. A forma que nos alimentamos poder combater e/ou controlar diversas doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, por isso, nas empresas que oferecer refeitório, a responsabilidade em manter uma alimentação saudável também faz parte da área da saúde ocupacional e este cuidado normalmente se estende para o lar destes colaboradores, contribuindo com a saúde de si e de toda sua família. 5 – Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho A SIPAT é a semana do ano que as empresas se dedicam a expor aos seus colaboradores, palestras e exercícios que visam combater acidentes de formas preventivas, como utilização de EPI’s, combate a incêndios, entre outros. Tendo em vista que acidentes estão diretamente ligados a doenças causadas pelo trabalho, colaborar com a SIPAT também faz parte das tarefas da área de saúde ocupacional. Assim, a Nocta oferece serviços de consultoria visando mapear as necessidades da empresa e ofertar os melhores recursos pelos menores custos do mercado. Então, faça agora mesmo uma cotação e tenha a tranquilidade de levar um ótimo serviço aos seus funcionários.

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Cuidados na hora de contratar plano de saúde

Que o plano de saúde hoje em dia se transformou em uma necessidade tão vital quanto água, luz e demais despesas entre as pessoas, todos sabemos e na maioria das vezes, concordamos. Mas alguns detalhes para esta contratação nem sempre ficam claros. Por isso, o #BlogdaNocta vai te ajudar a tomar alguns cuidados na hora de contratar plano de saúde . Veja nossas dicas: Atenção a região de cobertura. Estatisticamente, o maior período de utilização dos planos de saúde é quando estamos fora da região que residimos ou trabalhamos. Normalmente, o uso do plano durante viagens acima de 03 dias é o mais comum, portanto, fique atento a região que seu plano cobre. Às vezes, por preocupar-se apenas com o valor do ( PLANO )seguro, a contratação pode não oferecer o que de fato está buscando e não havendo uma boa consultoria, você vai saber disso da pior maneira: quando precisar e descobrir que não tem atendimento onde você ou seus filhos precisarem. Rede de atendimento. Tão importante quanto a região de cobertura é estar atento se nestas regiões você terá o atendimento de especialistas para aquilo que você procura, caso contrário, por falta de instrução, você poderá ter um plano de saúde e ainda assim realizará todo seu tratamento no hospital público. Para fugir deste transtorno, consulte um especialista antes de realizar a sua contratação. Prestação de serviço. Muitos dos planos de saúde ofertados no mercado, em busca de “baratear” seus custos acabam limitando o seu contratante a utilizar os profissionais que traga mais vantagens para operadora reduzindo sua liberdade de escolha. Por isso, é muito importante conversar com seu consultor e entender o plano que lhe trará o melhor custo x benefício, para que você não passe por nenhum “aperto” na hora da dor. Carência. Esta é uma das considerações que requer maior atenção na hora de contratar o seu plano de saúde! Com termos bastante técnicos e específicos, as cláusulas do contrato ficam relativamente engessadas e com restrição de utilização do serviço que podem chegar até 10 meses, como um parto, por exemplo ou alguns tratamentos de alta complexidade. Embora você possa ler por diversas vezes o contrato que vai assinar, é nesta questão que o consultor, com sua experiência poderá te levar a tranquilidade de você contratar exatamente o que está procurando. Então estas foram algumas dicas a fim de te ajudar na hora de contratar seu plano de saúde e se deseja uma consultoria totalmente gratuita para poder te auxiliar nesta tarefa tão importante para você e para sua família, preencha nosso formulário solicitando um contato ou nos deixe uma mensagem que entraremos em contato o mais rápido possível.

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O que é o Setembro Amarelo?

Considerando o auto índice de suicídio no mundo (a cada 40 segundo, uma pessoa comete o suicídio no mundo), a Organização Mundial da Saúde adotou o mês de Setembro para colorir de amarelo e conscientizar mundialmente que é possível reduzir este número evitando esta ação através de tratamentos e diálogos. Já no Brasil, o número de suicidas em 2017 foi médio de 32 pessoas por dia. Um número assustador, sendo superior até a doenças como AIDS e câncer, mas infelizmente este assunto, por ser delicado, não é tão dialogado como poderia, colaborando com o aumento de pessoas que podem não cometer o ato em si, mas em algum momento pensam em tirar a própria vida. (Muitas delas sequer sabem que existem programas de ajuda preventiva). Foi pensando nisso que em 2015 o #SetembroAmarelo foi trazido ao Brasil pelo CVV , CFM  e ABP com a esperança de ajudar estas pessoas, pois é acreditado que 9 a cada 10 casos poderia ser evitado. A campanha do Setembro Amarelo no Brasil já teve alguns destaques em sua divulgação como a iluminação do Cristo Redentor no Rio de Janeiro, o Congresso Nacional e outros pontos turísticos de destaque e todos nós podemos fazer a nossa parte divulgando esta campanha no decorrer do mês. Com isso, o #BlogdaNocta passa algumas dicas e conta com o apoio de todos seus visitantes na divulgação deste caso que requer um grande cuidado! Use broches com uma fita amarela, adesive seu veículo ou coloque uma faixa amarela na fachada de sua residência. Caso resida em prédio, a iluminação com holofotes na cor amarela também é bastante utilizada. Distribuição de cartazes e panfletos nas empresas e condomínios abordando claramente sobre o suicídio e da existência de postos de ajuda postos como o CVV (que inclusive oferece cartilhas para a população). Utilizar suas redes sociais e aplicativos de mensagens #compartilhando esta matéria.   Desta forma, convidamos a todos a participar desta campanha com uma de nossas sugestões e todas as pessoas que fizer alguma ação, pode compartilhar em nossa FanPange divulgando as fotos no evento que criamos.

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