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Vacinação contra o sarampo para pessoas entre 5 e 19 anos

A vacinação contra o sarampo terá como foco a faixa etária entre 5 e 19 anos, em todo Brasil, de 10 de fevereiro a 13 de março. Esta é uma nova etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo, do Ministério da Saúde. Serão 35 dias de vacinação nos postos de saúde e haverá uma grande mobilização no dia 15 de fevereiro, sábado, chamado de “Dia D”, visando sensibilizar pais e responsáveis sobre os riscos de não vacinar seus filhos, reforçando que o sarampo é uma doença grave e que pode matar. “É importante que as pessoas entendam as consequências de não se vacinar contra o sarampo, que é um vírus de alta transmissibilidade, podendo uma pessoa com a doença contaminar mais 18 indivíduos, e letalidade, principalmente em crianças. Por isso, os responsáveis devem ficar atentos e levar suas crianças para vacinar. Também, nesse momento, os gestores estaduais e municipais de saúde devem unir forças para deixar o Brasil novamente livre da circulação do sarampo”, destacou Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde. Dados de sarampo Em 2019, foram registrados 15 óbitos por sarampo, sendo 14 no estado de São Paulo e 1 em Pernambuco. Atualmente, nove estados mantêm transmissão ativa do vírus do sarampo, sendo que, em 2020, cinco estados já confirmaram casos: São Paulo (77 casos), Rio de Janeiro (73), Paraná (27), Santa Catarina (22) e Pernambuco (3). Não tendo ocorrido óbitos, até o momento. Os outros quatro estados (PA, AL, MG e RS) ainda não confirmaram casos em 2020, estando em monitoramento devido aos casos ocorridos em 2019. Fontes: Redação blog Nocta; Ministério da Saúde Imagem: Freepik

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Vacinação é essencial para evitar a volta de doenças erradicadas

Matéria da Proteste traz esclarecimentos sobre diversos mitos que cercam a vacinação. Confira abaixo. As baixas coberturas vacinais, principalmente em crianças menores de 5 anos, reacenderam uma luz vermelha no país: doenças graves, antes erradicadas, como a poliomielite e o sarampo, estão reaparecendo. A poliomielite, ou “paralisia infantil”, é uma doença infectocontagiosa viral, caracterizada por um quadro de paralisia flácida, que começa subitamente, atingindo os membros inferiores de forma assimétrica. A transmissão ocorre por contato direto pessoa a pessoa, pela via fecal-oral (mais frequentemente), por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes ou portadores. Também pode ser transmitida por via oral-oral, quando a pessoa infectada fala, tosse ou espirra gotículas de secreção contaminada perto de outra pessoa saudável. Já o sarampo é uma doença causada por um vírus que provoca febre alta, tosse, coriza e manchas avermelhadas pelo corpo. É transmitida entre as pessoas por tosse, espirro ou fala, especialmente em ambientes fechados. Facilita o surgimento de doenças como pneumonia e diarreias e pode levar à morte, principalmente em crianças pequenas. Mitos só ajudam a disseminar as doenças   A falta de vacinação ocorre, em muitos casos, porque os pais não vêm mais algumas doenças como um risco, como a poliomielite, ou porque acreditam no mito de que a vacinação apresenta malefícios à saúde. Muitas notícias falsas, propagadas por grupos contrários à vacinação, vêm se espalhando pela Internet e nas redes sociais, afirmando que a as vacinas causariam autismo, esclerose múltipla e até morte súbita, por exemplo. No entanto, a vacinação é o único meio realmente eficaz de se prevenir e erradicar doenças graves.   Veja abaixo os principais esclarecimentos sobre alguns mitos:   Vacinas podem causar efeitos colaterais. VERDADE – Toda vacina pode provocar reações indesejáveis leves, como febre, manchas e coceira na pele, dor ou inflamação no local da aplicação. Em casos raríssimos, pode haver uma reação alérgica caracterizada por inchaço nos lábios e nas pálpebras e dificuldade para respirar.  Diante de qualquer sintoma anormal, procure um médico.   Para doenças que nem sempre são severas, como catapora, a vacinação não é necessária. MITO – Todas as doenças infecciosas preveníveis por vacinação são potencialmente graves, com registro de hospitalizações, sequelas ou óbitos, mesmo a catapora. Vacinar contra essas doenças é fundamental!   Gestantes, bebês e pessoas imunodeprimidas (pacientes com aids, que passaram por transplante, ou em tratamento oncológico, entre outros) nunca devem ser vacinados. MITO – Algumas imunizações, sobretudo aquelas feitas com vírus vivos atenuados, como a vacina contra a varicela, o sarampo e a febre amarela, podem ser contraindicadas para essas pessoas. No entanto, existem outras vacinas, como a da gripe, da pneumonia e do tétano –  produzidas por vírus ou bactérias inativados –, que são indicadas e seguras mesmo para pessoas com o sistema imunológico debilitado. Se você estiver nessas condições, consulte um médico e veja quais vacinas tomar.   O mercúrio contido nas vacinas faz mal à saúde. MITO – O mercúrio é usado como conservante, sempre em pequenas quantidades, nos frascos que contêm várias doses de vacinas. O objetivo é evitar a contaminação por fungos, bactérias e outros micro-organismos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a utilização desse conservante por considerar o mercúrio seguro e não cumulativo, já que o organismo o elimina rapidamente após a aplicação da vacina.   Quanto mais fortes forem as reações da vacina, mais protegida a pessoa estará. MITO – A eficácia das vacinas não está relacionada à intensidade de seus efeitos colaterais. No geral, as vacinas provocam cada vez menos efeitos colaterais.   Tomar a mesma vacina duas vezes não faz mal. VERDADE – Se você não lembra se foi imunizado contra alguma doença e perdeu sua carteirinha de vacinação, recomenda-se procurar um centro de imunizações. Profissionais habilitados irão orientá-lo sobre quais vacinas devem ser tomadas e seus possíveis efeitos colaterais.   Vacina causa autismo. MITO – Nos últimos anos, mais de 20 estudos mostraram que, de fato, a associação da vacina ao autismo não tem fundamento. E os pesquisadores não encontraram evidências de que a exposição ao timerosal (tipo de conservante de vacinas à base de mercúrio, um dos principais suspeitos de causar reações adversas) aumenta o risco de a criança desenvolver o distúrbio. Outro dado importante é de um estudo feito na Dinamarca e na Suécia em 2003: desde 1992, o timerosal foi eliminado das vacinas desses países e, nem por isso, o número de crianças com autismo deixou de aumentar.   As vacinas têm vários efeitos colaterais prejudiciais e de longo prazo que ainda são desconhecidos. A vacinação pode ser até fatal. MITO – A maioria das reações são, geralmente, pequenas e temporárias, como um braço dolorido ou uma febre ligeira. Eventos graves de saúde são extremamente raros e cuidadosamente monitorados e investigados. É muito mais provável que uma pessoa adoeça gravemente por uma enfermidade evitável pela vacina do que pela própria vacina. Embora qualquer lesão grave ou morte causada por vacinas seja relevante, os benefícios da imunização superam muito o risco, considerando que muitas outras lesões e mortes ocorreriam sem ela.   As doenças evitáveis por vacinas estão quase erradicadas em meu país, por isso não há razão para me vacinar. MITO – Embora as doenças evitáveis por vacinação tenham se tornado raras em muitos países, os agentes infecciosos que as causam continuam a circular em algumas partes do mundo. Em um mundo altamente interligado, esses agentes podem atravessar fronteiras geográficas e infectar qualquer pessoa que não esteja protegida. Programas de vacinação bem-sucedidos, assim como as sociedades bem-sucedidas, dependem da cooperação de cada indivíduo para assegurar o bem de todos.   É melhor ser imunizado por meio da doença do que por meio de vacinas. MITO – As vacinas interagem com o sistema imunológico para produzir uma resposta imunológica semelhante àquela produzida pela infecção natural, mas não causam a doença ou colocam a pessoa imunizada em risco de possíveis complicações.   As vacinas são benéficas não somente para as crianças, mas para a população como um todo, por isso os

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Vacinação contra sarampo continua

Nesta última semana de agosto, doses extras da vacina tríplice viral foram enviadas a todos os estados para garantir a imunização em todas as crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias. Só para os 13 estados que estão em situação de surto ativo de sarampo, vão ser destinadas, 960.907 mil doses. São Paulo concentra 99% dos casos e que acaba de registrar o 1º óbito pela doença neste ano. A vítima foi um homem de 42 anos, que não tinha recebido nenhuma dose da vacina ao longo da vida, e tinha histórico de comorbidade. Nesta faixa etária, a pessoa deve ter pelo menos uma dose da vacina. De acordo com o novo boletim epidemiológico da doença, o Brasil registrou nos últimos 90 dias 2.331 casos confirmados de sarampo, em 13 estados: São Paulo (2.299), Rio de Janeiro (12), Pernambuco (5), Santa Catarina (4), Distrito Federal (3), Bahia (1), Paraná (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Espírito Santo (1), Sergipe (1), Goiás (1) e Piauí (1). Nesses dois últimos, os casos foram registrados em outros estados. O coeficiente de incidência da doença foi de 5% por 100.000 habitantes. Na rotina do Sistema Único de Saúde (SUS) a tríplice viral está disponível em todos os mais de 36 mil postos de vacinação em todo o Brasil. A vacina previne também contra rubéola e caxumba. É importante esclarecer que a chamada “dose zero” não substitui e não será considerada válida para fins do calendário nacional de vacinação da criança. Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral + varicela, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as doses. A vacinação de rotina das crianças deve ser mantida independentemente de a criança ter tomada a “dose zero” da vacina. Todo bebê de 6 meses a 1 ano agora deve tomar a vacina do sarampo Por causa do surto atual, o governo ampliou para todo Brasil a vacinação contra sarampo para essa faixa etária, que é mais suscetível a complicações e mortes. 7 dúvidas comuns sobre o sarampo e a vacina, respondidas por uma médica 1.Quem não sabe se já tomou a vacina deve se imunizar? Se não há comprovação de vacinação prévia, é importante tomar todas as doses recomendadas, sim. Elas estão disponíveis na rede pública – mais abaixo, você verá o protocolo adequado para cada idade. 2. Caso a pessoa tome uma dose adicional, há risco para a saúde? Não. As reações alérgicas, raríssimas, tendem a aparecer na primeira dose. 3. A vacina do sarampo protege contra outras doenças? Sim. A versão tríplice viral estimula a produção de anticorpos contra sarampo, rubéola e caxumba. Já a tetra viral também afasta o risco de catapora (varicela). 4. Há algum componente na vacina do sarampo capaz de desencadear reação alérgica? Embora seja raro, componentes do imunizante podem causar reações alérgicas em indivíduos predispostos. O produto contém as seguintes substâncias potencialmente alergênicas: albumina humana, sulfato de neomicina (antibiótico), gelatina e traços de proteína do ovo de galinha. No Brasil, uma das vacinas empregadas na rede pública carrega traços de lactoalbumina (uma proteína do leite de vaca). 5. Quais os cuidados que os pacientes alérgicos devem ter? Foi demonstrado, em muitos estudos, que mesmo pessoas com alergia grave ao ovo possuem um risco baixíssimo de reações anafiláticas após tomarem suas doses contra o sarampo. No entanto, é indicado que esses indivíduos, por precaução, sejam vacinados em locais que ofereçam condições de atendimento de anafilaxia. Crianças com alergia grave ao leite de vaca (reações imediatas como anafilaxia) não devem receber a vacina tríplice viral, que contém lactoalbumina. Pelo sim, pelo não, os alérgicos a algum componente do imunizante podem conversar com seu médico antes de irem para o posto. 6. Quantas doses da vacina eu preciso tomar e quando? Deve-se seguir o calendário orientado pelo Ministério da Saúde. O esquema vacinal contra o sarampo para crianças é de uma dose aos 12 meses (tríplice viral) e outra aos 15 meses (a tetra viral) de idade. Para a turma de até 49 anos que não cumpriu esse esquema, o Ministério preconiza: • Até os 29 anos: duas doses, da tríplice ou tetra viral • Dos 30 aos 49 anos: dose única, da tríplice ou tetra viral Quem já tomou duas dessas injeções durante a vida não precisa mais se preocupar. Mas em caso de surtos – ou mesmo durante campanhas de reforço da vacinação –, não custa tomar uma picada adicional. Nessas situações, siga as instruções das autoridades. As duas doses padrão garantem uma proteção de mais ou menos 90% contra o sarampo. E uma terceira poderia turbinar ainda mais nossas barreiras imunológicas. 7. Quais os sintomas do sarampo? O sarampo apresenta os seguintes sintomas: febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e mal-estar intenso. Logo depois, as manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, costumam dar as caras. Não há tratamento específico para o sarampo. O próprio corpo lida com o vírus, embora os médicos possam lidar com os sintomas e consequências dele. Fontes: Redação blog Nocta; Ministério da Saúde; Revista Saúde

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RH: 4 campanhas para você fazer no Dia Nacional da Saúde

5 de Agosto é o Dia Nacional da Saúde   Que tal planejar uma campanha para incentivar a promoção da saúde na sua empresa? Temos algumas opções aqui no #blogNocta. Confira: 1. Vacina contra o sarampo O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa. Algumas cidades no Brasil, como São Paulo, Amazonas e Roraima, já estão em alerta com o aumento de casos. Se você ainda não fez campanha de saúde contra o sarampo, incentivando a imunização de seus colaboradores, não corra mais esse risco. O número de funcionários afastados pela doença tende a crescer diante deste surto. Clique AQUI e baixe o material gratuito para divulgação.   2. Incentive o checkup O checkup nada mais é do que uma avaliação médica de rotina associada a exames específicos. A principal finalidade desses exames é a prevenção. Existe uma lista básica de exames e alguns outros que são acrescentados de acordo com a idade, sexo e histórico pessoal e familiar. Neste post AQUI falamos de oito exames que são importantes para um checkup e qual é a finalidade de cada um deles. Com essas informações disponibilizamos gratuitamente o material da campanha.   3. Combate às hepatites As hepatites A, B e C são provocadas por vírus que pertencem a famílias completamente diferentes, mas que têm em comum a característica de agredir células do fígado. Faça uma campanha de alerta às formas de transmissão da doença. Compartilhe esta dica AQUI e seja um RH promotor da saúde!   4. Incentive a doação de sangue A sua empresa faz campanhas e incentiva a doação de sangue? Se você é profissional de Recursos Humanos, Gestor de Pessoas ou cuida da área de Comunicação Interna na sua empresa e deseja levantar essa bandeira, confira as nossas dicas. O brasileiro não tem o hábito de doar sangue, e acaba fazendo esse ato apenas quando alguém próximo precisa. Se esta é a motivação, por que não ampliar? Algumas empresas criam banco de dados no qual seus funcionários podem se inscrever para serem acionados em campanhas de doação que ocorrem ao longo do ano. Acesse AQUI o post completo com dicas para colocar em prática essa ação na sua empresa.   Fonte: Redação blog Nocta Imagens: Freepik

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Urgente: não deixe o surto de sarampo chegar na sua empresa (campanha para download)

O assunto é sério! O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa.   Algumas cidades no Brasil, como São Paulo, Amazonas e Roraima, já estão em alerta com o aumento de casos.   Se você ainda não fez campanha de saúde contra o sarampo, incentivando a imunização de seus colaboradores, não corra mais esse risco. O número de funcionários afastados pela doença tende a crescer diante deste surto.   Afinal, o que está acontecendo?   A doença era considerada erradicada no Brasil desde 2016, mas os casos voltaram a aparecer em 2018. Na Alemanha, está em curso uma medida que visa multar os pais que não vacinarem os filhos contra o sarampo.   Em São Paulo, Guarulhos, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e São Paulo há campanhas de vacinação nos postos de saúde e também no Metrô, CPTM e EMTU. Confira detalhes AQUI.   Faça campanhas de prevenção   Para você que trabalha com gestão de pessoas e não tem tempo para montar uma campanha, o #blogNocta disponibiliza um material gratuito. Clique na imagem e faça o download.     Confira as principais dúvidas sobre a doença:   Por que o alerta sobre o sarampo? O número de casos aumentou e a doença é facilmente transmitida, o que pode causar uma epidemia. Atenção às crianças, pois elas têm sistema imunológico mais frágil, o que pode ocasionar quadros de pneumonia, convulsões e morte.   Quais são os sintomas? Manchas no corpo e no rosto Coceira Conjuntivite Febre Tosse persistente Infecção no ouvido   Como é transmitido o sarampo? É muito fácil o contágio pelo vírus do sarampo, pois é transmitido pelo contato com a secreção. Um simples espirro e até um beijo já são suficientes para passar a doença.   Quando essa vacina é aplicada? A tríplice viral é aplicada em bebês de 12 meses, com reforço aos 15 meses de vida, e protege contra sarampo, caxumba, rubéola e catapora.   E quem não tem certeza se tomou a vacina quando bebê? Todas as pessoas que não tenham o registro da vacina contra o sarampo em suas carteiras de vacinação devem ser vacinadas.   Quem não deve receber a vacina contra sarampo? Quem já estiver apresentando os sintomas da doença; gestantes; menores de 6 meses de idade; e imunocomprometidos.   Quem já tomou a vacina contra sarampo precisa tomar de novo? Não é preciso, uma vez que não há prazo de validade para a imunização.   Quem já teve a doença precisa se vacinar? Não. Quem já teve sarampo não precisa se vacinar novamente, pois já possui os anticorpos para que a doença seja evitada.   Por que a campanha de vacinação em São Paulo está focada no público de 15 a 29 anos? São considerados mais vulneráveis a infecções devido a menor procura pela segunda dose da vacina.   Fontes: Redação blog Nocta; G1; Exame; Revista Saúde Imagem: Freepik  

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Metrô, CPTM, EMTU e estradas têm vacinação contra sarampo

O que: Campanha de Vacinação contra o Sarampo Onde: São Paulo, Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. Quando: de 17 de julho até 16 de agosto. O cronograma será divulgado semanalmente no site da Secretaria de Estado da Saúde do Governo do Estado de SP. Clique aqui para baixar o cronograma da vacinação (17 a 20/07)    Confira, abaixo, a publicação oficial da Secretaria de Estado da Saúde do Governo do Estado de SP. As Secretarias de Estado da Saúde e dos Transportes Metropolitanos se uniram para ampliar o alcance da campanha de vacinação contra sarampo, que está em andamento na capital, Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. A ação conta com apoio das Secretarias Municipais de Saúde e do Metrô, CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo), ViaQuatro, ViaMobilidade e Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo). A partir desta quarta-feira (17), estações do Metrô, CPTM, EMTU, ViaQuatro e ViaMobilidade vão receber postos volantes de vacinação (confira abaixo a programação desta semana). A oferta de doses em pontos de transporte coletivo será realizada até 16 de agosto, data prevista para encerramento da campanha. O cronograma será divulgado semanalmente. A Artesp também está auxiliando na conscientização sobre a importância de vacinação, por meio de projeções em painéis eletrônicos de rodovias localizadas na Região Metropolitana de São Paulo, como Bandeirantes, Imigrantes, Anchieta, Rodoanel, entre outras. A imunização é destinada a jovens entre 15 e 29 anos, considerados mais vulneráveis a infecções devido a menor procura pela segunda dose da vacina. Por isso, a imunização deve ser feita de forma indiscriminada nesse público, ou seja, sem obrigatoriedade de apresentação da carteira vacinal. No sábado (20), haverá um Dia D em todas as cidades com campanha em curso. Os municípios de Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul, iniciaram suas campanhas na última quinta-feira (11). Nesses locais, a meta é vacinar mais de 900 mil jovens e adultos nessa faixa etária. As doses estão disponíveis em postos de saúde. Na capital, a campanha começou em 10 de junho, visando vacinar 2,9 milhões jovens paulistanos; até o momento, foram vacinados cerca de 75 mil pessoas. A Secretaria segue firmando parcerias para ampliar o engajamento da população. Organizações públicas e privadas estão sendo mobilizadas pela pasta, no sentido de ajudarem as prefeituras a alcançar com mais facilidade a população, com ações de vacinação extramuros em parques, residências, hospitais, bem como escolas e universidades no período de volta às aulas, por exemplo. A Secretaria de Estado da Educação também é apoiadora da campanha. “A Secretaria da Saúde faz monitoramento ininterrupto no Estado quanto à circulação de todas as doenças. Com esta campanha, queremos vacinar o público-alvo e interromper a transmissão do sarampo nesses locais. Agradecemos a colaboração de todos os órgãos envolvidos e contamos com apoio da população para comparecer aos postos”, afirma o Secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann Ferreira. “Os transportes metropolitanos recebem diariamente aproximadamente 10 milhões de passageiros na Região Metropolitana de São Paulo. Portanto, nossos terminais e estações têm um grande potencial para auxiliar na intensificação de campanhas de saúde como essa. Temos o compromisso de oferecer não apenas transporte de qualidade, mas também outros serviços importantes para a população”, destaca o Secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy. Casos da doença Em 2019, até 15 de julho, foram confirmados 384 casos de sarampo em São Paulo. Mais de 70% desse total se concentra na capital, com 272 casos. Embora representem aproximadamente 20% da população paulista, os jovens respondem por metade dos casos registrados no Estado. A vacina tríplice viral protege contra sarampo, rubéola e caxumba, e está inclusa na rotina dos postos para crianças. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) prevê administração da tríplice viral aos 12 meses, e um reforço aos 15 meses com a tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Os profissionais de saúde das redes pública e privada também devem estar imunizados, considerando a possibilidade de contato com pessoas infectadas. Há contraindicação para gestantes e imunodeprimidos, como pessoas submetidas a tratamento de leucemia e pacientes oncológicos. Treinamentos No decorrer do mês, estão previstos treinamentos online e presenciais para profissionais de saúde, visando o aperfeiçoamento das ações de vigilância, com foco em: hipótese diagnóstica oportuna, manejo clínico adequado, coleta e envio de amostras biológicas, notificação para ações de bloqueio e varredura em tempo hábil (até 72h). O Centro de Vigilância Epidemiológica estadual mantém o monitoramento em todo o território e, se constatada a necessidade, poderá mobilizar campanhas em outros municípios. Todas as Prefeituras devem fazer bloqueios diante de notificações de casos suspeitos, conforme diretriz do Ministério da Saúde. Em fevereiro, uma estratégia similar foi iniciada na cidade de Santos, outro ponto estratégico de entradas e saídas do país devido ao Porto, o maior da América Latina. A vacinação foi planejada devido à notificação de casos no navio de cruzeiro Seaview, da MSC, na costa brasileira. A campanha em curso na Baixada Santista visa à imunização de 91 mil jovens e adultos de 15 a 29 anos. Desse total, cerca de 65 mil pessoas foram vacinadas, até o momento. Confira as estações, datas e horários de vacinação: Data Horário Estação ou terminal Linha ou corredor 17/jul 13h – 18h Paulista 4-Amarela 17/jul 10h – 17h Ana Rosa 1-Azul e 2-Verde 17/jul 13h – 17h Artur Alvim 3-Vermelha 17/jul 10h – 16h30 Tatuapé 3-Vermelha, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade 17/jul 16h – 20h Presidente Altino 8-Diamante e 9-Esmeralda 17/jul 10h – 17h Terminal Metropolitano São Bernardo Corredor ABD 18/jul 13h – 18h Paulista 4-Amarela 18/jul 09h – 12h Artur Alvim 3-Vermelha 18/jul 10h – 16h30 Brás 3-Vermelha, 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira, 13-Jade 18/jul 16h – 20h Comandante Sampaio 8-Diamante 19/jul 13h – 18h Paulista 4-Amarela 19/jul 10h – 19h Barra Funda 3-Vermelha, 7-Rubi, 8-Diamante 19/jul 10h – 17h Paraíso 1-Azul e 2-Verde 19/jul 10h – 16h30 Tatuapé 3-Vermelha, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade 19/jul

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