Resultados da pesquisa

A Importância do Check-up Regular

A manutenção da saúde é um aspecto crucial para garantir uma vida longa e de qualidade. Um dos métodos mais eficazes para monitorar e preservar a saúde é a realização de check-ups regulares. Neste artigo, discutiremos a importância dos check-ups periódicos, os principais benefícios, e o que você pode esperar durante essas avaliações.

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Síndrome de burnout foi o assunto mais procurado em 2019

Aqui no blog constatamos o quão importante é abordar temas ligados à saúde mental. Posts sobre “esgotamento profissional”, a Sindrome de Burnout, foram os mais acessados em 2019. Em 2019, trabalhamos para fazer deste blog um centro de conteúdo relevante para o profissional de Recursos Humanos e Gestor de Pessoas. Entre tantos assuntos abordados aqui, desde os mais atuais – como eSocial, Programa Verde Amarelo, Gestão, eventos – ressaltamos sempre os ligados à saúde. Como diz o ditado popular “tendo saúde o resto a gente corre atrás”. Uma pessoa doente, além de perder em qualidade vida, não consegue estar 100% no trabalho. Afinal, como uma pessoa pode dar o seu melhor se não está bem? É por isso que muitas empresas estão procurando entender o perfil da saúde do seu público interno, investindo em opções modernas como um aplicativo corporativo. Veja como a Nocta pode ajudar sua empresa com soluções inovadoras em Gestão de Risco e Saúde. É fato: os profissionais brasileiros são os mais estressados do mundo (pesquisa). A alta carga de trabalho e a falta de reconhecimento estão entre as principais reclamações dos profissionais. Diante deste cenário, a busca por informações sobre “esgotamento profissional”, a Sindrome de Burnout, é grande. Constatamos isso aqui no blog em 2019. O que é síndrome de burnout (esgotamento profissional)? Os profissionais da área de Recursos Humanos, assim como da educação, saúde, assistência social, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno. Saiba como identificar, tratar e as principais dúvidas sobre o tema. Teste: será que você está com a síndrome de burnout? A revista Saúde lançou um teste para descobrir se você sofre ou está prestes a sofrer com o transtorno de cansaço extremo associado ao trabalho. 20 termos em inglês que todo profissional de RH deve conhecer Muitos profissionais de RH têm dúvidas sobre o significado de alguns termos em inglês que se tornaram comuns no ambiente corporativo. Selecionamos os principais, aqueles que você não pode “ficar boiando”. 3 vídeos que todo RH deveria compartilhar com seus colaboradores Uma seleção de vídeos com mensagens que contribuem para manter um ambiente de trabalho saudável. Um dos desafios do Gestor de Pessoas e RH é trabalhar a comunicação interna da empresa, uma área que preponderantemente fica sob responsabilidade desses profissionais. O segredo da Avon, Nivea e O Boticário para manter os funcionários mais felizes O Grupo Boticário, Avon e Nivea, nesta respectiva ordem, são as empresas de beleza com maior índice de felicidade entre seus colaboradores. O que será que elas fazem para manter os funcionários felizes? Janeiro Branco Vale lembrar que este mês acontece a Campanha Janeiro Branco, que tem como objetivo chamar atenção para a saúde mental e promover conhecimento e compreensão sobre temas como depressão, ansiedade e fobias. Disponibilizamos o material oficial da campanha para download. Acesse o post: https://www.nocta.com.br/blog/2020/01/15/janeiro-branco-precisamos-falar-sobre-saude-mental/ Fonte: Redação blog Nocta

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bem-estar funcionários

Saiba a razão para manter o bem-estar de seus funcionários

Esta matéria da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios trata das soluções para uma preocupação crescente dentro das corporações: a queda na produtividade. Sabemos que uma pessoa feliz produz melhor. Os especialistas entrevistados pela publicação mostram as razões para se investir no bem-estar dos colaboradores. Confira na íntegra. Saiba a razão para manter o bem-estar de seus funcionários   Cuidar do bem-estar do funcionário é tão estratégico quanto desenvolver um produto ou serviço, administrar a saúde financeira da empresa ou pensar no plano de crescimento. Promover a saúde física, mental e emocional do colaborador traz benefícios tangíveis — como a diminuição no número de faltas e o aumento da retenção dos talentos — e intangíveis, como o brilho nos olhos e o entusiasmo de quem trabalha feliz. “Empresas com funcionários satisfeitos são mais propensas a ter sucesso. Quando são valorizados, eles se sentem parte importante da organização. Se a empresa tem um programa de bem-estar, os funcionários sabem que são valorizados”, afirma o americano Steven Aldana, um dos maiores especialistas em saúde e bem-estar no local de trabalho. Durante seus mais de 20 anos na academia, Aldana, que foi professor de medicina de estilo de vida na Brigham Young University, escreveu 75 artigos científicos e sete livros sobre gestão de riscos à saúde, vida saudável e programas de promoção do bem-estar que, juntos, venderam mais de 1 milhão de exemplares. Hoje ele é CEO da WellSteps, consultoria de programas de bem-estar com clientes como a Nasa e a empresa de energia BP. Em entrevista à PEGN, ele recomenda que as empresas de pequeno e médio porte tenham em sua estrutura um defensor do bem-estar, alguém interessado em ajudar os outros a se sentir bem. “Sem uma boa liderança para ajudar a administrar o bem-estar, o programa terá dificuldades”, alerta. Na era em que o nome do jogo é o aumento da produtividade, as empresas precisam se voltar para esse tema para evitar danos relacionados à adoção crescente de novas tecnologias, ao aumento da carga horária e também à demanda interminável de contar com o colaborador sempre por perto — mesmo quando está fisicamente longe. É cada dia mais comum ver funcionários reclamando de chefes que os abordam à noite, em feriados e fins de semana. No curto prazo, isso é contornado. No médio e no longo prazo, no entanto, os efeitos colaterais passam a incomodar. Relacionamentos frios, pressões crescentes, aumento de estresse, vida desequilibrada. Isso tudo faz florescer males médicos (como dor no pescoço e nas costas e doenças do coração), psicológicos (como ansiedade, agressividade, apatia, depressão e insônia), comportamentais (como uso abusivo de cigarro e álcool e desordem alimentar) e organizacionais (como faltas, insatisfação com o chefe e colegas e alto índice de turnover). Nos Estados Unidos, a conscientização chegou ao mercado corporativo. “Cerca de 80% das empresas americanas com mais de 200 funcionários demonstram preocupação com o bem-estar dos colaboradores e já fazem algo a respeito”, diz o americano Ron Goetzel, Ph.D., cientista-sênior e diretor do Institute for Health and Productivity Studies (instituto de estudos da saúde e produtividade), da universidade Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, e vice-presidente de consultoria e pesquisa aplicada para o IBM Watson Health — plataforma de serviços cognitivos que usa dados, análises e inteligência artificial para buscar soluções a desafios de saúde. Para Eduardo Maróstica, professor do MBA de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV (Fundação Getulio Vargas), as empresas, geralmente, são negligentes com o colaborador. “Elas acham que pagar o salário é um diferencial, quando é obrigação. Se esquecem de que a maior punição que uma empresa pode ter é perder bons colaboradores. A maior parte dos gestores tem visão míope.” Nas pequenas empresas brasileiras, diz Maróstica, o cenário é ainda pior. Faltam diálogo e empatia com o colaborador. “É preciso ter uma conversa franca”, aconselha o professor. Em sua consultoria, Core Business, ele já palestrou para mais de 1 milhão de pessoas.   Desafios   Implementar programas voltados ao bem-estar do quadro funcional nas pequenas empresas ainda é um desafio, uma vez que faltam orçamento, experiência e tempo. “Nesse caso, é mais recomendado contratar alguém de fora ou destacar algum talento interno para voltar-se integralmente a essa questão que, indiscutivelmente, é vital para os negócios”, explica Goetzel, da Johns Hopkins. Conheça o Nocta Bem-Estar: gestão de risco e saúde para a sua empresa, por meio de aplicativo e plataforma web, promovendo engajamento dos seus colaboradores com o objetivo de analisar métricas de saúde para ações personalizadas e promoção do bem-estar. Cuidar do corpo e da mente das pessoas as faz se sentirem mais satisfeitas com a empresa, com o chefe e com os colegas. “Assim, cria-se uma equipe mais disposta, focada, otimista e pronta para arregaçar as mangas. Largar o emprego ou sabotar o trabalho fica mais difícil”, avalia Goetzel. Eventos únicos disfarçados de programas de promoção de saúde provavelmente falharão, aponta o relatório “Da evidência à prática: bem-estar no local de trabalho que funciona”, conduzido pela Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health. É preciso criar um plano estruturado, que tenha como meta cuidar da saúde e do bem-estar dos funcionários. Não basta realizar pesquisas que perguntem aos funcionários sobre riscos modificáveis — hábito de fumar, inatividade física, dieta inadequada ou altos níveis de estresse — e não fazer algo efetivo de curto, médio e longo prazo depois. Muitas vezes, essas pesquisas são associadas a exames de pressão arterial, colesterol e glicose. Fazem muito barulho, causam estresse e acabam sendo deixadas de lado depois de dois meses. A menos que os funcionários recebam as ferramentas e os recursos para realmente mudar — e que sejam monitorados —, de nada vai adiantar fazê-los responder um questionário de 15 minutos. Simplesmente lembrá-los de que é importante cuidar da saúde é parcialmente eficiente. Estudos demonstram que os indivíduos podem não se concentrar nos benefícios de longo prazo de uma determinada ação quando uma recompensa de curto prazo (como fumar, comer uma pizza ou passar horas assistindo à TV) é mais atraente.

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Pesquisa revela: 46% das empresas não trabalham com indicadores de saúde

  Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) em parceria com a Aliança para a Saúde Populacional (Asap) revela que quase metade (46%) das empresas não trabalha com indicadores de saúde.   O plano de saúde é um custo alto para empresas e só fica atrás dos gastos com a folha de pagamento, respondendo, em média, por 12% dos custos fixos das empresas. O que as empresas podem fazer para diminuir esse custo?   O levantamento – que consultou 668 empresas entre maio e junho de 2017, representando 1,3 milhão de empregados e 3 milhões de beneficiários – foi publicado no jornal Valor Econômico. De acordo com a matéria, apenas 9% delas destacam um diretor para cuidar da gestão da saúde dos colaboradores, enquanto 36% entregam essa responsabilidade a gerentes.   Luiz Edmundo Rosa, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), destaca, em entrevista ao jornal, os pontos que precisam mudar para que o plano de saúde não onere tanto as despesas das empresas. “Mudar de operadora pode reduzir os custos temporariamente, mas não resolve. É preciso investir numa estrutura de gestão profissional para estimular programas de prevenção e evitar procedimentos de alto custo que não sejam necessários”.   Mais dados da pesquisa:   – 40% das empresas entrevistadas não adotam a coparticipação dos funcionários no pagamento de consultas e exames; – 56% não investem em alimentação saudável e 51% não têm programas de apoio a grupos de risco, como hipertensos, diabéticos e obesos. – 55% das empresas consultadas tiveram aumento superior a 10% nos planos de assistência médica em 2016 (no caso de 14% delas, acima de 20%) e só 17% acreditam que os custos nessa área podem baixar nos próximos dois anos.   É neste contexto que a Nocta Seguros trabalha para ajudar as empresas a conter a sinistralidade nos planos de saúde. Com base no histórico de utilização, a consultoria desenvolve campanhas de prevenção e promoção da saúde, faz plantões para orientar sobre a melhor utilização do benefício e, desta forma, reduzir o uso inadequado do benefício.   Para apoiar os indicadores, o Valor também divulgou o relatório da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre a atuação da rede privada de saúde no País. Os dados de 2016 revelam um exagero na solicitação de exames.   Segundo a reportagem, no documento, os brasileiros beneficiários dos planos de saúde realizaram, em 2016, 7 milhões de ressonâncias magnéticas e outros 7 milhões de tomografias computadorizadas, o que dá uma média de 149 exames por mil pacientes nos dois casos. Em relação a 2014, houve aumento de 25% em ressonâncias e 21% em tomografias.   Caso: Hospital Alemão Oswaldo Cruz   A matéria destaca um caso interessante, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo, que em 2010 decidiu implantar um programa de bem-estar para seus três mil funcionários.   Segundo Leonardo Mendonça, coordenador de saúde ocupacional e qualidade de vida do Oswaldo Cruz, o número de empregados do hospital que fazem atividade física diária aumentou 39% nos últimos oito anos, contribuindo para reduzir em 31% o total de pessoas afetadas pelo estresse, em 35% o grupo com colesterol alto e em 36% o bloco dos hipertensos.  “O custo per capita de quem aderiu aos programas de bem-estar é 35% menor do que o de quem não aderiu. Mas apenas 2% dos funcionários não aderiram”, disse ao jornal.   Depois de trazer esses dados tão impactantes, que tal começar a olhar para a saúde além da implantação do benefício?   Aqui no blog, você tem acesso a diversos conteúdos que corroboram com a nossa missão: ser parceiro do Gestor de Pessoas e dos profissionais de Recursos Humanos! Nossas experiências em operação, comunicação e atendimento reunidas em artigos e dicas de saúde para ajudar a engajar campanhas em sua empresa.   Falamos neste outro artigo sobre a diferença entre urgência e emergência e como é importante trabalhar a educação no uso do plano de saúde para redução da sinistralidade. Confira.   Fontes: Redação Nocta; Valor Econômico

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