Resultados da pesquisa

Saúde mental: como reduzir o estresse no home office

O home office, ou trabalho remoto, se tornou parte do dia a dia de muitas pessoas. E essa nova rotina tem impactado a saúde mental – afetando o equilíbrio emocional em plena pandemia.  Ter um ambiente adequado para o trabalho em casa, organizar a rotina, descansar na hora de descansar, tudo isso colabora para reduzir o estresse mental. Tenha um espaço confortável de home office Um ambiente de trabalho adequado melhora o bem-estar emocional, e isso impacta positivamente na produtividade. Espaço Prefira ambientes mais silenciosos, com iluminação natural e boa circulação de ar. Ter um espaço dedicado ao trabalho remoto é fundamental para um bom rendimento. Transformar um cômodo da casa ou mesmo a varanda do apartamento em um local só de trabalho pode ser importante para manter a concentração. Como nem sempre isso é possível, o jeito é separar um cantinho da casa onde você consiga trabalhar tranquilamente.  Você pode usar prateleiras, quadros ou até mesmo pintar a parede onde vai funcionar o seu espaço de trabalho. Delimitar visualmente traz conforto e ajuda a todos os moradores a compreender o objetivo daquele espaço. A mesa na altura adequada, uma cadeira confortável e uma iluminação que não force sua vista são fundamentais para você continuar rendendo tanto quanto dentro do escritório. Cadeira A cadeira precisa ser confortável e oferecer algum apoio para a coluna lombar e, de preferência, para os braços. Quando estiver sentado nela, quadris e joelhos devem ficar em um ângulo de 90 graus. Se os pés não encostarem no chão, vale colocar um apoio para eles. Posição do computador O certo é deixar a tela do computador na altura dos olhos, para evitar que a cabeça fique curvada para baixo, o que tensiona o pescoço. Existem suportes para notebook capazes de ajudar nesse ajuste. Invista também em teclado e mouse que fiquem na mesa, na altura do cotovelo dobrado. Mesmo que já tenha essa estrutura, não é recomendado passar o dia sentado. Ou seja, levante a cada hora para dar uma caminhada pela casa e esticar as pernas.  Plantas Uma plantinha em cima da mesa de trabalho não é só um item de decoração. Ela ajuda a relaxar, promovendo bem-estar. Saiba mais: Ter plantas em casa traz benefícios para a saúde Crie uma rotina de trabalho Organizar a rotina é fundamental: trabalhe na hora de trabalhar, descanse na hora de descansar. Monte uma rotina diária e se esforce para segui-la. Estabeleça prioridades e evite fazer mais de uma tarefa ao mesmo tempo, pois isso cansa o cérebro mais rapidamente. Pronto para o trabalho? Mesmo em casa, é importante tirar o pijama e se arrumar como se fosse para o escritório. Claro, não precisa colocar terno e gravata ou jeans e tênis, mas é bom estar arrumado para o dia e para uma eventual videoconferência. A prática também ajuda a manter a confiança e evita a preguiça. Trabalhe quando é mais produtivo Outro ponto é reconhecer o seu pico de produtividade e a melhor dinâmica de trabalho. Algumas pessoas são mais produtivas de manhã e quando interagem com colegas. Outros preferem a tarde, ouvindo música e sem falar com ninguém. A flexibilidade do home office permite que você entenda como é seu momento ideal de trabalho. Mantenha contato É importante manter contato com colegas de trabalho, mesmo com a dinâmica do home office. Aproveite as reuniões virtuais para ver o rosto e ouvir a voz de seus colegas. Isto minimiza o peso do distanciamento social e traz sensação maior de proximidade. Faça alongamento Alongar o corpo pode fazer muita diferença! Estique o seu corpo antes, durante e após o seu período de trabalho: Deitado de barriga para cima, traga os joelhos em direção ao peito e os abrace. Respire por alguns segundos. Saia da posição e volte para uma segunda série. Sentado de costas para uma parede, projete as mãos na direção da ponta dos pés, com as pernas unidas e joelhos estendidos. Na mesma posição, afaste as pernas estendidas e vá com as duas mãos em direção a um dos pés. Depois, repita o movimento para o outro lado. Deite-se de barriga para cima, coloque o joelho em noventa graus e cruze as pernas como se estivesse sentado. Puxe a perna que não está dobrada em direção ao tronco.   Gostou destas dicas? Compartilhe com seu gestor e colegas de trabalho! Leia também: Problemas de concentração: aprenda a ser mais produtivo no trabalho Como minimizar a fadiga por videochamadas no home office Imagem: Freepik

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Como medir a produtividade dos funcionários em home office?

O home office é o novo desafio para gestão de pessoas. Como medir a produtividade? Segundo pesquisa, 70% dos executivos se sentem motivados a continuar trabalhando de casa após este período de isolamento social. Diante desse levantamento da FIA (Fundação Instituto de Administração) e FEA (Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade da Universidade de São Paulo), uma nova realidade está surgindo para a gestão, agora remota. Uma delas é como medir a produtividade dos funcionários em home office. O site “Fast Company”, uma das maiores referências em business e inovação do mundo, listou alguns tópicos que podem ser utilizados para elaboração da análise de desempenho neste cenário atual. Acompanhe: – Entrega das informações: além dos prazos, é importante também saber a qualidade da entrega. O colaborador apresenta diferenças do trabalho individual e coletivo estando remotamente? – Comprometimento com normas e cultura da empresa: trabalhando em casa, o funcionário mantém como suas prerrogativas as regras da empresa? Elas foram adaptadas para o novo cenário? – Habilidades e comportamentos individuais: questione a resiliência, inteligência emocional, proatividade, relacionamento interpessoal, autogestão, espírito de coletividade. Uma avaliação psicométrica pode muito bem apontar os pontos fortes e debilidades nestes quesitos. – Promova reuniões: se a equipe precisa de organização para o trabalho home office, a empresa também pode ser mais clara sobre seus cronogramas e comunicações. – Pense em um Plano de Desenvolvimento Individual (o PDI): o líder junto ao colaborador define metas no desenvolvimento da carreira atrelando-as aos objetivos institucionais. Nesta etapa, cabe proporcionar treinamentos – que além de um excelente motivador, mostrará o interesse da empresa no desenvolvimento de seus funcionários. – Tecnologias a favor: muitos recursos podem ser usados, como as ferramentas de gerenciamento de tempo Asana ou Trello, ou ainda mais complexas como a Fsense. Uma ótima opção (e bem simples de se usar) é a nuvem, com notificações de alterações de documentos, bem como definir o que cada colaborador fará no documento. Fonte: redação Blog Nocta; revista Consumidor Moderno Imagem: Freepik

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Pesquisa mostra potencial para a expansão do home office

Profissionais consideram-se comprometidos com a empresa em que trabalham, indicando que a prática do home office não interferiu nessa avaliação. Neste estudo publicado pela Agência Brasil, 70% dos profissinais entrevistados disseram que gostariam de continuar trabalhando em home office depois da pandemia. Confira a matéria na íntegra. Pesquisa mostra potencial para a expansão do home office   Pesquisa da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP) em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) mostra que há um grande potencial de expansão do trabalho em home office no Brasil, pós pandemia da covid-19, em cargos de nível superior, gestores e professores. O estudo ouviu 1.566 profissionais em home office. Segundo a pesquisa, os trabalhadores ouvidos reportaram altos níveis de satisfação com seu trabalho em casa e uma percepção de que seu desempenho foi impactado positivamente com a modalidade do teletrabalho: 70% disseram que gostariam de continuar trabalhando em home office depois da pandemia; 19%, que não gostariam; e 11%, que são indiferentes. De acordo com um dos coordenadores do estudo, professor da USP André Luiz Fischer, o isolamento, e o consequente trabalho em home office, desencadeados pela pandemia da covid-19, serviram para destravar a migração do trabalho no escritório para a casa. “Foram quebradas várias barreiras cognitivas que dificultavam essa migração. Além disso, o isolamento provocou um aprendizado forçado e imediato de ferramentas que antes apenas conhecíamos como facilitadoras de conversas e encontros virtuais sociais. Tornaram-se instrumentos de trabalho e deram certo”, destacou. A pesquisa mostra ainda que, dos entrevistados, 94% consideram-se comprometidos com a empresa em que trabalham, indicando que a prática do home office não interferiu nessa avaliação. Para 71%, o trabalho em casa é percebido como uma possibilidade de aumentar a produtividade, precisão e qualidade; e 76% disseram concordar que o trabalho em home office é compatível com a convivência familiar. “As empresas se perguntam por que bancar aluguéis caros, e as pessoas, pelo menos em São Paulo, por que passar mais de 60 minutos, em média, no trajeto até o escritório. Vale deixar claro que essas constatações se aplicam a trabalhadores mais qualificados e de boa renda mensal. Tanto no que se refere ao maior potencial para o trabalho em domicílio, como na maior motivação para aderir a essa proposta”, disse Fisher. Segundo a pesquisa, os entrevistados têm, em média, 40 anos de idade, e oito anos na empresa atual, alta qualificação e ocupam posições de chefia. Os salários das pessoas ouvidas giram em torno de R$ 9,4 mil. As entrevistas foram feitas entre os dias 27 de maio e 3 de junho.

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Como minimizar a fadiga por videochamadas no home office

Home office: o excesso de reuniões por videochamadas tem provocado uma série de problemas físico e mental. Matéria da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios traz os principais pontos sobre o tema. Confira na íntegra: Como minimizar a fadiga por videochamadas no home office O home office tem sido um grande desafio para boa parte das pessoas e apresenta, a cada dia, novos desafios que ainda não eram conhecidos. Um deles é o excesso de videoconferências. Reuniões por vídeo podem ser práticas, mas também mais cansativas do que encontros presenciais, que estão vetados durante a pandemia do novo coronavírus, por uma série de razões. A revista norte-americana Fast Company produziu um material especial sobre o tema, chamado de “fadiga do Zoom“, em tradução livre. A publicação elegeu alguns dos principais problemas que empreendedores e executivos de todo o mundo têm encontrado em videoconferências e como minimizá-los nesse momento. Confira: Não há intervalos Pode parecer que não havia intervalos entre reuniões no mundo pré-coronavírus, mas existiam. Mesmo que fosse apenas ir de uma sala para outra, era possível se desligar por breves minutos e andar um pouco. Agora, é só trocar de tela, sem sair do lugar, sem descanso. Um cronograma sem margens de descanso consome as baterias mentais. A Fast Company sugere que, para reduzir esse problema, as reuniões sejam marcadas com algumas brechas de cinco a dez minutos, para ter um tempo de descanso para o cérebro. Posição estática Outro motivo pelo qual as videochamadas podem ser extremamente cansativas é ter de se manter fisicamente em uma mesma posição. Em uma reunião presencial, é provável que a pessoa mude de um lado para o outro, incline-se na cadeira, mude a direção do olhar, mas em vídeo isso não é possível – você fica preso no mesmo lugar. A única maneira de superar esse problema é desligar a câmera por um tempo. Também é recomendado alternar entre ficar em pé ou sentado durante as chamadas, colocando o computador em superfícies que permitam isso. Se conseguir colocar em prática o primeiro passo e estabelecer intervalos entre as reuniões, caminhe e faça um alongamento suave das costas, pescoço, ombros e braços. Isso fará seu sangue fluir e reduzirá o cansaço mental causado pela fadiga física de seus músculos. Aumento da fadiga ocular Atualmente, compromissos de trabalho e também pessoais estão concentrados no mesmo lugar: telas. Pesquisas dizem que piscamos duas vezes menos quando olhamos para telas. Isso significa que nossos olhos têm maior probabilidade de ficarem secos, irritados e cansados. Uma sugestão é praticar a regra 20-20, em que a cada 20 minutos, você pare e leve 20 segundos para olhar alguma coisa a seis metros de distância. Outra dica recomendada é fazer uma pausa de 15 minutos a cada duas horas para que os olhos possam descansar. Sobrecarga visual Em uma reunião presencial, é impossível olhar para todas as pessoas ao mesmo tempo. Em uma videoconferência, além de olhar para todos, ainda é possível olhar para si mesmo. Isso cria sobrecarga visual porque, quando olhamos para uma tela, seja um computador ou uma tela de TV, nossas mentes estão acostumadas a processar o que está à nossa frente como um todo unificado. Mas uma reunião do Zoom na exibição da galeria não é um todo unificado. É o equivalente a tentar assistir cinco, dez, vinte ou mais programas de TV diferentes, lado a lado, enquanto verifica um espelho para ver sua aparência. Isso pode ser incrivelmente exaustivo. Para superar esse cansaço visual, você pode começar colocando o Zoom na visualização de quem está falando, em vez da visualização da galeria. Dessa forma, você terá a sensação mais “natural” de focar em uma pessoa principal de cada vez. Outro passo que você pode seguir, dependendo da reunião e do seu papel nela, é interromper sua câmera de vídeo durante parte ou de toda a chamada. Isso pode permitir que você mude de posição em sua cadeira como faria normalmente em uma reunião e reduza a sobrecarga visual ao olhar em um pequeno espelho durante toda a chamada. Por fim, se possível, opte por fazer uma ligação de áudio mesmo. As videochamadas ajudam bastante, mas quando só é necessário alinhar alguns itens práticos, muitas vezes uma ligação é suficiente e gasta muito menos energia. Assim, são eliminados automaticamente três desses quatro problemas. Você pode se mover, caminhar enquanto fala, não precisa olhar para tela nenhuma nem ser visto. Ainda não se sabe quando as reuniões presenciais voltarão, mas até lá essas dicas podem ajudar a terminar o dia menos exausto. Fonte: Redação blog Nocta; Revista PEGN

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Caso Vivo: como a empresa agiu para minimizar o impacto do home office

Entrevista com Luiz Cláudio Xavier, diretor de Relações de Trabalho da Vivo, sobre a adoção do home office na empresa, de acordo com medidas preventivas de combate ao novo Coronavírus. Quais as iniciativas que uma empresa grande como a Vivo tomou para deslocar cerca de 20 mil funcionários do escritório para o trabalho remoto em suas respectivas residências? Como a empresa se posicionou com relação aos benefícios e à saúde mental dos colaboradores? E quais são os planos após o período de restrição da quarentena? Essa transição complexa e as perspectivas para um futuro próximo foram abordados em uma entrevista da revista Melhor Gestão de Pessoas. Um exemplo que compartilhamos aqui no Blog Nocta. Confira na íntegra. Digitalizar para aproximar     Desde que o anúncio da quarentena foi feito no país, a Vivo agiu rapidamente. Seguindo as recomendações do Ministério da Saúde, fez o deslocamento de cerca de 20 mil funcionários do escritório para o home office. Uma transição complexa, considerando que a área de call center também foi para casa. À frente dessa mega operação está Luiz Cláudio Xavier, diretor de Relações de Trabalho da Vivo. “Adotamos uma série de iniciativas para minimizar os impactos dentro da companhia. A conexão é essencial neste momento. Tudo está conectado pela rede das operadoras e, mais do que nunca, estamos usando a tecnologia para aproximar as pessoas”, resume. Sobre as medidas tomadas para a reorganização das rotinas em função da quarentena e as estratégias para manter os líderes seguros e as equipes unidas, mesmo distantes, o diretor conta a seguir. E adianta: “Sempre levamos em consideração saúde, segurança, bem-estar e continuidade do negócio”. O que os líderes estão fazendo para manter seus times coesos, estando em esquema de home office? Nossos líderes estão mantendo um diálogo contínuo com suas equipes para perceber como estão, não só do ponto de vista operacional, mas principalmente emocional. Muitos utilizam práticas ágeis de gestão, como a adoção de escritório virtual com encontros via daily e weekly. O RH está oferecendo treinamento e/ou suporte para a liderança nesse período? Oferecemos indicações de cursos on-line da própria Academia de Líderes da empresa nas áreas de liderança e digital e cursos virtuais gratuitos de grandes instituições sobre criatividade, felicidade, inteligência emocional, entre outros. Na prática, considerando a nova rotina de estarmos de trabalho remoto todos os dias, nossos líderes estão exercendo a gestão remota num intensivão. Apoiamos nossos gestores com playbooks de gestão remota. Qual é o maior desafio do RH para atravessar a pandemia? Mais do que nunca, a área de Pessoas precisa ter uma postura de protagonista e acreditamos que isso vai se solidificar daqui para frente. A nossa jornada tem sido de estabelecimento da relevância e importância da área de Pessoas com muito protagonismo, mas acima de tudo com abertura para o novo. A NOSSA JORNADA DE TRANSFORMAÇÃO, NOSSA E DA EMPRESA, NOS PREPAROU PARA ESSE MOMENTO, QUE NÃO IMAGINÁVAMOS. E, NO CENÁRIO ATUAL, SOUBEMOS REAGIR PRINCIPALMENTE PORQUE REFORÇAMOS NOSSOS PROCESSOS DE PLANEJAMENTO, LEITURA DE CENÁRIO, FOCO, PRIORIZAÇÃO E RESOLUTIVIDADE. Saúde, segurança, bem-estar, continuidade do negócio, análises colegiadas e decisões maduras. Sentimos o impacto de termos a confiança da alta liderança, o reconhecimento dos líderes e engajamento das equipes. Como cuidam dos colaboradores, do ponto de vista da saúde mental? A Vivo sempre se preocupou com a saúde e o bem-estar de seus colaboradores. E, durante a pandemia provocada pelo Coronavírus, a empresa redobrou os cuidados e tem adotado uma série de iniciativas para assegurar que seus colaboradores atravessem esse período com qualidade de vida. Oferecemos para nossos colaboradores e dependentes do plano de saúde o serviço de Pronto Atendimento Virtual-Telemedicina para realizar consulta on-line, por uma equipe médica especializada, onde estiver e a hora que precisar. Além da Telemedicina, a Vivo possui o programa “Conte Comigo” para atendimentos relacionados a aspectos sociais, psicológicos e psicopedagógicos. O programa é válido para colaboradores e dependentes. Só é preciso ligar em um 0800 para utilizar o serviço. A Vivo também preparou uma programação especial para ser veiculada no Workplace by Facebook – rede social interna da empresa, com lives de especialistas, abordando diversos temas, como dicas de como conciliar filhos e home office, criatividade em tempos de isolamento e como lidar com a solidão em tempos de quarentena. Uma curadoria de conteúdos sobre melhores técnicas e ferramentas para aumentar a produtividade enquanto os colaboradores trabalham de casa também está sendo realizada, com atualizações duas vezes por semana, para tornar o assunto vivo e renovado. Incluíram benefícios nesse período de quarentena? Nós oferecemos a opção para nossos colaboradores solicitarem a alteração do vale-refeição (VR) e receber o próximo crédito de forma integral no cartão de vale-alimentação (VA). Essa foi mais uma medida da empresa para nossos colaboradores durante a pandemia do Coronavírus (Covid-19). Como estão se preparando para a volta pós-pandemia? O que deverá mudar daqui para frente? Nossa prioridade são as pessoas: nosso time, clientes e todos os nossos parceiros. Não temos uma data para que todos voltem aos escritórios e estamos seguindo as orientações da OMS, Ministério da Saúde e das autoridades locais. O que sabemos é que tudo será diferente do que é hoje. As relações de trabalho e as pessoais vão mudar e a tecnologia vai continuar sendo um dos meios mais eficazes de ligar as pessoas. Vamos digitalizar ainda mais o país para aproximar pessoas, oportunidades, entretenimento, serviços, negócios e muito mais. Fontes: Redação blog Nocta; Revista Melhor Gestão de Pessoas Imagens: Freepik

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Empresas pretendem adotar home office após quarentena

Pesquisas apontam que as empresas estão mais favoráveis ao home office. Devido às recomendações governamentais de combate ao novo Coronavírus, muitas empresas foram obrigadas a experimentar o trabalho remoto. E.. parece que gostaram. É o que apontam pesquisas realizadas no período. Apesar do início tumultuado e de todas as dificuldades, 90% dos profissionais já consideram que esse será o futuro das empresas. O dado é de um estudo realizado pela empresa Kenoby, e divulgado pelo site Pequenas Empresas e Grandes Negócios, com 1.300 profissionais de diversos cargos – diretores, gerentes, coordenadores e assistentes. A empresa atende 450 contas, de startups como Hotmart e Loggi a gigantes como McDonald’s e Leroy Merlin. Leia também: 7 ferramentas de gestão de equipes em home office A maior parte (73%) dos respondentes atua no setor de Recursos Humanos de empresas com até 1000 funcionários, em segmentos como tecnologia, saúde, turismo, alimentação, educação, indústria, entre outros. De acordo com o estudo, 65% das empresas respondentes foram afetadas pela crise e já colocaram algum plano de ação em prática. Cerca de 29% estão estruturando uma estratégia e 6% não foram sofreram impactos. Outra pesquisa – realizada pela consultoria Cushman & Wakefield e publicada pela Exame – revela que 73,8% das empresas pretendem instituir o home office como prática definitiva no Brasil após a pandemia do novo coronavírus. Foram ouvidos 122 executivos de multinacionais que atuam no país. De acordo com a reportagem, antes do isolamento social 42,6% das empresas nunca tinham adotado a prática e, em 23,8% das companhias, o home office não passava de uma possibilidade em análise. Outros dados apontam para um parecer favorável à prática. Para 25,4% dos entrevistados, a experiência do trabalho remoto é totalmente positiva, enquanto para 59% há mais pontos positivos do que negativos. Fontes: Redação blog Nocta; PE&GN; Exame;

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Dor nas costas: dicas de alongamento

Confira algumas dicas para prevenir e minimizar a dor nas costas. Devido ao isolamento social, o tempo que passamos em casa aumentou. Uma nova rotina foi estabelecida, transformando – para muitos – o próprio lar em local de trabalho. Mas… como tudo aconteceu de uma hora para outra, muitas pessoas não tiveram tempo para montar um home office.    A solução foi improvisar um espaço dentro de casa para trabalhar. Logo, esse improviso começa a dar sinais de alerta no corpo em forma de dor, principalmente, nas costas. Para te ajudar a prevenir e minimizar a dor na região da lombar e cervical, trouxemos algumas dicas da Revista Saúde. Confira!   Cadeira A cadeira precisa ser confortável e oferecer algum apoio para a coluna lombar e, de preferência, para os braços. Quando estiver sentado nela, quadris e joelhos devem ficar em um ângulo de 90 graus. Se os pés não encostarem no chão, vale colocar um apoio para eles.   Posição do computador  O certo é deixar a tela do computador na altura dos olhos, para evitar que a cabeça fique curvada para baixo, o que tensiona o pescoço. Existem suportes para notebook capazes de ajudar nesse ajuste. Invista também em teclado e mouse que fiquem na mesa, na altura do cotovelo dobrado. Mesmo que já tenha essa estrutura, não é recomendado passar o dia sentado. Ou seja, levante a cada hora para dar uma caminhada pela casa e esticar as pernas. Já falamos aqui no blog sobre uma técnica que ajuda na produtividade, estabelecendo intervalos para descanso.   Estique o seu corpo antes, durante e após o seu período de trabalho:   Deitado de barriga para cima, traga os joelhos em direção ao peito e os abrace. Respire por alguns segundos. Saia da posição e volte para uma segunda série.   Sentado de costas para uma parede, projete as mãos na direção da ponta dos pés, com as pernas unidas e joelhos estendidos.   Na mesma posição, afaste as pernas estendidas e vá com as duas mãos em direção a um dos pés. Depois, repita o movimento para o outro lado.   Deite-se de barriga para cima, coloque o joelho em noventa graus e cruze as pernas como se estivesse sentado. Puxe a perna que não está dobrada em direção ao tronco.   Fontes: Redação blog Nocta; Revista Saúde Imagens: Freepik

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10 dicas para preparar os seus funcionários ao trabalho home office

Como medida de prevenção ao Coronavírus, muitas empresas estão adotando o trabalho à distância. Entretanto, para muitas, esse modelo – conhecido pelo termo em inglês “home office” – é uma novidade. O principal desafio é a comunicação… como manter a equipe integrada em ambientes separados? Uma matéria da Exame traz dicas que ajudam muito a organizar a gestão à distância. O nome do jogo é organização! Confira 10 dicas para preparar os seus funcionários ao trabalho home office   1. Tecnologia Com a necessidade de uma adaptação rápida, os empregadores devem ficar atentos à estrutura tecnológica que a empresa oferece ao funcionário, seja equipamentos adequados ou até mesmo o acesso à internet no domicílio. É viável para todos realizarem o trabalho de casa? É papel da empresa e dos gestores mapear possíveis dificuldades. 2. Canais de comunicação Depois, combinar com o time a melhor estratégia para comunicação, pensando em canais que supram todas as necessidades de trabalho. Muitos utilizam Skype, Slack, Zoom, Google Hangouts ou mesmo o WhatsApp para manter o contato. É melhor combinar de acordo com o perfil dos funcionários, evitando a dificuldade de se adaptar a uma tecnologia desconhecida. 3. Reuniões Se possível, priorizar as videochamadas e videoconferências para reuniões. Sem ver a expressão dos outros, muitos podem confundir a intenção das falas, o que gera ruídos na comunicação e desentendimentos. 4. Dia a dia A liderança deve dar o tom de como será a operação remota, combinando os detalhes e ouvindo os incômodos que surgem com o choque cultural. Um cuidado especial é com a cobrança e com a administração do tempo: estar mais tempo online não significa que a equipe está mais presente ou produtiva. A dica é combinar entregas periódicas, seja no dia, seja na semana, para cada time. 5. Respeitar o horário de trabalho Fazer breves reuniões para começar e finalizar o dia pode ser útil para a equipe ficar atualizada do contexto geral e tirar a sensação de isolamento. A medida também ajuda como aviso para marcar o fim do expediente, mostrando que não será cobrada uma resposta por mensagem ou e-mail do funcionário após certo horário. 6. Não fugir da rotina Uma dica mais prática: manter a rotina normal. Mesmo em casa, é importante tirar o pijama e se arrumar como se fosse para o escritório. Claro, não precisa colocar terno e gravata ou jeans e tênis, mas é bom estar arrumado para o dia e para uma eventual videoconferência. A prática também ajuda a manter a confiança e evita a preguiça. 7. Saúde mental Não esqueça de cuidar da qualidade de vida: reserve momentos na agenda para levantar da mesa, caminhar pela casa, se alimentar e beber água. O ambiente sem interrupções facilita na concentração, então é necessário se atentar ao tempo de parada, que pode acabar negligenciado. 8. Flexibilidade para ter produtividade Uma dica de autoconhecimento: saiba qual é seu pico de produtividade e qual é a melhor dinâmica de trabalho. Algumas pessoas são mais produtivas de manhã e quando interagem com colegas. Outros preferem a tarde, ouvindo música e sem falar com ninguém. A flexibilidade do home office permite que o profissional entenda como é seu ideal de trabalho. 9. Incentive o compartilhamento Para manter a humanidade do processo, também é recomendado ter atitudes um pouco mais informais para compartilhar experiências, como mandar foto da mesa de trabalho, foto do horário de almoço, fazer reuniões por vídeo no jardim de casa ou até mesmo combinar um happy hour online. O líder tem um papel importante aqui, mostrando iniciativas positivas que os colaboradores podem copiar. 10. Empatia A dica final é paciência e empatia: qualquer processo de mudança no trabalho exige um tempo para adaptação e terá desafios inesperados. No caso atual, preocupações com a saúde e o cenário incerto prejudicam a todos. Assim, é importante manter um canal aberto para comunicar e sanar dúvidas sobre medidas que passem segurança aos funcionários sobre a evolução da pandemia, o modelo de trabalho remoto, as expectativas de produtividade e eventuais conflitos.   Fontes: Redação blog Nocta; Exame.com

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