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Dezembro Laranja: como surgiu, do que se trata e por que fazer campanha

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2020, os números de câncer de pele no Brasil são preocupantes. A exposição solar exagerada e desprotegida ao longo da vida, além dos episódios de queimadura solar, é o principal fator de risco do câncer de pele. O que é o Dezembro Laranja? O Dezembro Laranja é uma campanha que tem como objetivo informar e conscientizar a população sobre as principais formas de prevenção do Câncer de Pele, visando o diagnóstico precoce. Como surgiu o Dezembro Laranja? Desde 2014, a Sociedade Brasileira de Dermatologia promove o Dezembro Laranja, iniciativa que faz parte da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele. Por que fazer campanha? O câncer de pele é um dos mais comuns no Brasil, ultrapassando os cânceres de próstata, mama, cólon e reto, pulmão e estômago. Segundo o INCA, a doença corresponde a 27% de todos os tumores malignos no país, sendo os carcinomas basocelular e espinocelular (não melanoma) responsáveis por 177 mil novos casos da doença por ano. Já o câncer de pele melanoma tem 8,4 mil casos novos anualmente. Características do câncer de pele Qualquer pessoa pode desenvolver um câncer de pele, porém existem pessoas mais propensas – como as de pele, cabelos e olhos claros; indivíduos com histórico familiar de câncer de pele; múltiplas pintas pelo corpo e pacientes imunossuprimidos e/ou transplantados. Estas pessoas precisam de um cuidado a mais com a pele e de avaliação frequente de um médico dermatologista. Saiba mais sobre os tipos de câncer de pele mais comuns   Carcinoma basocelular É o câncer de pele mais frequente na população, correspondendo a cerca de 70% dos casos. Se manifestam por lesões elevadas peroladas, brilhantes ou escurecidas que crescem lentamente e sangram com facilidade. Carcinoma espinocelular É o segundo tipo de câncer de pele de maior incidência no ser humano. Ele equivale a mais ou menos 20% dos casos da doença. É caracterizado por lesões verrucosas ou feridas que não cicatrizam depois de seis semanas. Geralmente, causam dor e possuem sangramentos. Câncer de pele melanoma Apesar de corresponder apenas cerca de 10% dos casos, é o mais grave, pois pode provocar metástase rapidamente – espalhamento do tumor para outros órgãos do corpo humano – e levar à morte. É reconhecido por pintas ou manchas escuras que crescem e mudam de cor e formato rápido. As lesões também podem vir acompanhadas de sangramento. Formas de prevenção do câncer de pele Evitar a exposição excessiva à radiação solar, composta pelos raios UVB (responsável pela queimadura avermelhada da pele) e UVA (ultravioleta), principalmente entre 10h e 16h; Usar protetor solar diariamente, até mesmo em dias com o céu nublado; Adotar medidas simples de proteção, como boné e chapéu;   Além do autocuidado, é importante consultar um dermatologista para o monitoramento de manchas, pintas e sinais que podem identificar o câncer de pele. Isto porque existem regiões do corpo que uma pessoa sozinha não consegue visualizar. Leia também: Novembro Azul: como surgiu, do que se trata e por que fazer campanha Outubro Rosa: como surgiu, do que se trata e por que fazer campanha   Fontes: redação Blog Nocta; Sociedade Brasileira de Dermatologia Imagens: Freepik

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Dia Internacional da Mulher – 3 campanhas de saúde para você divulgar

Para levantar a bandeira da saúde no Dia Internacional da Mulher, celebrado em 08 de março, criamos três campanhas – gratuitas e prontas para download – de temas importantes e que merecem a atenção do Recursos Humanos e Gestor de Pessoas para as ações internas de qualidade de vida. Seja um RH promotor da saúde! Compartilhe nos canais de comunicação de sua empresa, e-mail, mural, intranet e redes sociais. 1. Infecção urinária A infecção urinária é a ação de uma bactéria que entra pelo canal da uretra e vai até a bexiga, provocando inflação do órgão e contaminação da urina. As mulheres são mais acometidas pela infecção urinária por uma questão de anatomia. A uretra feminina é mais curta, o que acaba facilitando a chegada da bactéria até a bexiga. Além disso, ela fica próxima da vagina e do ânus, uma área bastante suscetível à presença de bactérias. Uma das principais orientações dos médicos para prevenção é urinar após a relação sexual. Desta forma, automaticamente, é como se estivesse “lavando a bexiga”. A entrada da bactéria na bexiga é favorecida por tudo que a empurre na direção do órgão, como o próprio ato mecânico da relação sexual. Principais sintomas Dor no baixo ventre e na hora de urinar; Liberar pouca urina; Vontade frequente de ir ao banheiro; Odor da urina mais forte.   Prevenção Ingerir bastante líquido ao longo do dia, cerca de 1,5 litro de água; Higienizar a área genital antes e depois da atividade sexual; e urinar após o ato. Ao higienizar a vulva e região perianal, limpar sempre no sentido da frente para trás, com objetivo de evitar que bactérias passem do ânus para a vagina.   Clique na imagem e faça download dessa campanha   Fontes: Redação blog Nocta; Dr. Drauzio Varella 2. Câncer de mama O câncer de mama ocorre quando as células da região passam a dividir-se de forma desordenada, um tumor maligno pode instalar-se principalmente nos ductos e mais raramente nos lóbulos. Fatores de risco Predisposição genética; Alimentação; Estilo de vida; Fatores hormonais.   O câncer de mama acomete mais de 60 mil mulheres por ano no país. Veja também a campanha Outubro Rosa. Prevenção Faça o autoexame das mamas mensalmente, de preferência no 7º ou 8º dias após o início da menstruação, se você é mulher e tem mais de 20 anos, pois cerca de 90% dos tumores são detectados pela própria paciente; Procure um ginecologista para submeter-se ao exame das mamas a cada 2 ou 3 anos, se está entre 20 e 40 anos; acima dos 40 anos, realize o exame anualmente; Tenha uma alimentação saudável, com baixo teor de gordura ruim, mais verduras e menos alimentos ultraprocessados; Pratique atividades físicas.   Clique na imagem e faça download dessa campanha   Fontes: Redação blog Nocta; Dr. Drauzio Varella 3. Osteoporose Osteoporose é uma condição metabólica que se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea e aumento do risco de fraturas. Ela pode manifestar-se em ambos os sexos, mas atinge especialmente as mulheres depois da menopausa por causa da queda na produção do estrógeno. O que acontece? Os ossos são compostos de uma matriz com complexos minerais de cálcio. Com o tempo, os ossos se tornam mais porosos, perdem resistência. Sintomas A osteoporose é uma doença de instalação silenciosa. De acordo com o site Dr. Drauzio Varella, o primeiro sinal pode aparecer quando ela está numa fase mais avançada e costuma ser a fratura espontânea de um osso que ficou poroso e muito fraco, a ponto de não suportar nenhum trauma ou esforço por menor que sejam. Fatores de risco História familiar da doença; Pessoas de pele branca, baixas e magras; Asiáticos; Deficiência na produção de hormônios; Medicamentos à base de cortisona, heparina e no tratamento da epilepsia; Alimentação deficiente em cálcio e vitamina D; Baixa exposição à luz solar; Imobilização e repouso prolongados; Sedentarismo; Tabagismo; Consumo de álcool; Certos tipos de câncer; Algumas doenças reumatológicas, endócrinas e hepáticas.   Prevenção Faça ingestão de cálcio na alimentação diária, como leite, queijos, iogurtes; vegetais como brócolis e certos peixes (sardinha e salmão); Tome banho de sol para fixar a vitamina D no organismo; Pratique exercícios físicos, como caminhar, andar de bicicleta, nadar, correr e, especialmente, exercícios com pesos são fundamentais para manter o tônus muscular e prevenir a osteoporose.   Importante: a prevenção começa na infância, especialmente na adolescência para garantir a formação da maior massa óssea possível. Cuide para que seus filhos não sofram no futuro. Clique na imagem e faça download dessa campanha   Fontes: Redação blog Nocta; Dr. Drauzio Varella

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Chocolate, nuggets e salsicha podem aumentar riscos de problemas cardíacos, aponta estudo

E não são só esses alimentos. Entenda por que os ultraprocessados podem ser ruins e aprenda a identificá-los.   Um estudo com 105.159 pessoas, realizado pela Universidade de Paris durante cinco anos, mostrou que as pessoas que comem mais alimentos ultraprocessados tiveram mais problemas cardíacos. Suas dietas foram acompanhadas e avaliadas duas vezes por ano. Resultados: as taxas de doença cardiovascular foram de 277 por 100 mil pessoas por ano entre aqueles que consumiram os alimentos mais ultraprocessados, comparados com 242 por 100 mil entre aqueles que comeram menos. Mathilde Touvier, da Universidade de Paris, disse à BBC News: “O rápido e crescente consumo mundial de alimentos ultraprocessados, em detrimento de alimentos menos processados, pode gerar um número maior de doenças cardiovasculares nas próximas décadas”. Apesar das descobertas, não é necessário tanto alvoroço, pois ainda não se sabe exatamente todos os efeitos que a comida processada pode causar em nosso corpo. Entretanto, prefira sempre os alimentos com menor número de ingredientes. O que são alimentos ultraprocessados? O termo se refere à classificação de alimentos pela quantidade de processamento industrial que passaram. A categoria mais baixa é alimentos não processados ou minimamente processados, que incluem: frutas, legumes, leite, carne, leguminosas, sementes, grãos, como arroz, ovos, entre outros. Já os alimentos processados foram alterados para que durem mais ou tenham um sabor melhor – geralmente usando sal, óleo, açúcar ou fermentação. Veja exemplos: queijo, bacon, pão caseiro, frutas e legumes enlatados, peixe defumado, cervejan, entre outros. Em seguida, estão os alimentos ultraprocessados, que passaram por um maior processamento industrial e têm uma infinidade de ingredientes em sua composição, incluindo conservantes ou intensificadores de cor. De acordo com Maira Bes-Rastrollo, da Universidade de Navarra, na Espanha, um alimento com mais de cinco ingredientes é considerado ultraprocessado. Confira exemplos: carne processada, como salsichas e hambúrgueres, cereais matinais ou barras de cereal, sopas instantâneas, bebidas açucaradas, nuggets de frango, bolo, chocolate, sorvete, pão produzido em larga escala, refeições prontas, como tortas e pizza, shakes, que substituem refeições, entre outros. Por que os alimentos ultraprocessados podem ser ruins? O primeiro teste de alimentos ultraprocessados mostrou que eles levavam as pessoas a comer mais e engordar. Pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA monitoraram cada porção de comida que os voluntários comeram durante um mês. Quando comiam alimentos ultraprocessados, acabavam ingerindo 500 calorias a mais por dia do que quando comiam alimentos não processados. Outras descobertas incluem: Eles são cheios de energia, mas têm baixo teor de nutrientes e fibras; Embora os aditivos nos alimentos tenham sido testados quanto à segurança, pode não ser saudável consumir muitos aditivos de diferentes alimentos; As pessoas comem mais porque esses alimentos são “mais fáceis” de comer; Eles reduzem a ingestão de alimentos mais saudáveis, como frutas e legumes, da dieta – afinal, por que comer uma banana quando você pode tomar sorvete?   Achou o assunto interessante? Compartilhe esta dica com os seus colaboradores, incentive a prática de uma vida mais saudável! Seja um #RH promotor da saúde 🙂     Fontes: Redação blog Nocta; Consumidor Moderno; BBC / Imagem: Freepik

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Vacinação contra a gripe: mobilização nacional acontece no dia 04 de maio

A campanha de vacinação contra a gripe tem suas particularidades este ano. Saiba quem pode tomar o imunizante contra o vírus influenza na rede pública.   De acordo com o informe técnico publicado pelo Governo Federal, a campanha deste ano vai de 10 de abril a 31 de maio. A gripe é coisa séria: afeta 3 a 5 milhões de pessoas e mata até 650 mil todos os anos. O Dia D, em que a vacinação se intensifica e há uma grande mobilização nacional, está marcado para 4 de maio, um sábado.   RH e Gestor de Pessoas: clique aqui e baixe o cartaz oficial da campanha do Ministério da Saúde que acontece até 31 de maio. Informe os seus colaboradores!   Se você faz parte de algum grupo de risco (veja a lista completa abaixo) ou conhece alguém que precisa se vacinar, anote na agenda e se planeje para visitar o posto de saúde em breve. É rápido, fácil e gratuito. Você se protege e ainda reduz o risco de transmitir o vírus da gripe para seus familiares e amigos. Quem deve tomar a vacina da gripe? A principal mudança em relação a 2018 é a ampliação do limite de idade no público infantil. Até o ano passado, o imunizante era aplicado apenas nas crianças de 6 meses a 5 anos incompletos. Agora, aquelas com até 6 anos incompletos podem tomar sua dose nos postos de saúde. Veja abaixo a lista dos grupos prioritários: Indivíduos com mais de 60 anos Crianças de 6 meses até 6 anos incompletos (5 anos, 11 meses e 29 dias de idade) Gestantes Mulheres que tiveram um filho nos últimos 45 dias (puérperas) Trabalhadores da área da saúde Professores de escolas públicas e privadas Povos indígenas Portadores de doenças crônicas e outras condições clínicas (leia mais abaixo) Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas População privada de liberdade Funcionários do sistema prisional   Quais as doenças crônicas e condições especiais que credenciam o paciente a receber a vacina? Doenças respiratórias crônicas (asma, DPOC, fibrose cística…) Doenças cardíacas crônicas (hipertensão, insuficiência cardíaca…) Doenças neurológicas crônicas (AVC, paralisia cerebral, esclerose múltipla…) Doenças hepáticas crônicas (hepatites, cirrose…) Doenças renais crônicas (paciente em diálise, síndrome nefrótica…) Diabetes Obesidade Imunossupressão (indivíduos que estão com o sistema imune abalado por doenças ou medicamentos) Trissomias (síndromes de Down, de Klinefelter, de Wakany…) Transplantes (órgãos sólidos e medula óssea)   E se eu não faço parte desses grupos? Num primeiro momento, as doses estarão disponíveis apenas para os grupos mencionados acima. As outras pessoas podem se proteger na rede privada. O preço sai entre 100 e 200 reais, a depender da cidade. Nas clínicas particulares, é possível receber uma vacina quadrivalente. Ou seja, que protege contra os subtipos do influenza que já citamos e contra mais um, batizado de Yamagata.   Existem outras maneiras de se resguardar? A vacina é insubstituível. Mas outras estratégias podem ajudar: Não compartilhe alimentos ou objetos pessoais como copos, talheres e toalhas Lave as mãos com água e sabonete com frequência, principalmente ao sair ou chegar em casa Cubra a boca e o nariz com um lenço descartável ao tossir ou espirrar   A vacina tem contraindicações ou traz algum efeito colateral? Não há nenhuma condição que proíba sua aplicação. Até indivíduos alérgicos ao ovo estão liberados para tomá-la. Sobre os eventos adversos, a picada pode causar, no máximo, uma pequena alergia no local de injeção. O objetivo da campanha de 2019 é proteger 59,1 milhões de brasileiros que integram aqueles grupos de risco que elencamos lá em cima.   Fontes: Redação blog Nocta / Informe Técnico Governo Federal / Revista Saúde (online)

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Funcionários doentes – o que fazer?

  A revista Você RH publicou a reportagem “Causa mortis: trabalho. Por que as pessoas estão morrendo por um salário” com diversos exemplos de empresas que estão lutando contra uma estatística: o aumento no número de funcionários doentes – quais são os fatores que estão colocando esse quadro em evidência.   Confira trechos da matéria que destacam algumas ações implantadas pela área de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas para prevenção de doenças e aumento de qualidade de vida.   Hospital Alemão Oswaldo Cruz   O Hospital Alemão Oswaldo Cruz mantém desde 2010 o programa Bem-Estar, premiado internacionalmente. Sua principal ferramenta é o questionário de autoavaliação que os mais de 3000 funcionários preenchem.   Com ele, o RH analisa indicadores como sedentarismo e estado emocional. E, graças a ele, o time de gestão de pessoas colocou em prática coisas como aulas de canto e ioga e uma academia com orientação de um profissional para fortalecimento e fisioterapia.   O ambulatório conta ainda com médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e farmacêuticos. “Isso se alinha ao nosso lema, que é ‘quando somos bem cuidados, podemos cuidar melhor’”, diz Cleusa Ramos, superintendente de desenvolvimento humano e institucional do Oswaldo Cruz.   Mais de 50 profissionais foram certificados em coaching de saúde e bem-estar para atuar no programa. “Essa capacitação é para auxiliar o empregado a montar uma agenda única com o objetivo de melhorar sua vida”, diz Cleusa.   Ao longo dos anos, essa equipe, coordenada pelo gerente de qualidade de vida Leonardo Mendonça, começou a ser procurada com frequência para orientar em mudanças de hábito, com foco em atuação preventiva, o que trouxe às pessoas uma nova mentalidade em relação às consultas de rotina.   Para aumentar a adesão, o RH implantou um sistema de milhagem: as equipes concorrem entre si para ver qual teve mais participação e as vencedoras recebem prêmios. Os setores que apresentam problemas são acompanhados de perto e o gestor é chamado para conversar. Os resultados vieram.   Em 2010, a empresa tinha apenas 48% de adesão aos exames periódicos — que, aliás, são obrigatórios por lei. Hoje, ela é de 98%. Além disso, de 2010 a 2017, houve uma redução de 37% na média de pressão arterial, de 35% no colesterol e de 46% no tabagismo.   Você sabia que uma consultoria pode ajudar a sua empresa a monitorar os casos de saúde e promover ações preventivas? Saiba mais sobre Gestão de Riscos.    O nível de estresse, avaliado por meio do questionário, caiu 31%; já o absenteísmo passou de 3,6% para 2,4% a partir de 2013. Graças ao quadro saudável, o hospital passou três anos sem renegociar os valores do plano de saúde. No fim do ano passado, o programa foi ampliado aos dependentes e agora são 6?500 vidas atendidas.   AVON   Há três anos, o RH da Avon notou um número maior de funcionários faltando no emprego para ir ao pronto-socorro, mas a ida ao médico não solucionava o problema e a visita se tornava recorrente. Foi quando veio a percepção de que era preciso melhorar a qualidade de vida.   “Se não temos um ambiente em que o funcionário possa cuidar de sua saúde, ele vai deixá-la em segundo plano, mesmo que diga que é prioridade”, diz Meire Blumen, gerente de saúde e bem-estar na Avon. As práticas e os benefícios foram consolidados num só programa, o Viva Bem.   Leia: Como fazer campanhas de saúde na sua empresa   A evolução começou do básico, com a reforma do ambulatório, que passou a ocupar um lugar mais visível e a oferecer consultas odontológicas, ginecológicas e de clínica-geral, além de coleta de exames básicos. Como o público é em grande parte feminino, há salas específicas para amamentação e creches.   Todas as informações ficam armazenadas em um sistema único, junto com atestados e dados de medicamentos comprados com o subsídio da empresa (de 75%), e são usadas em análises preditivas. A Avon ainda acompanha cerca de 600 funcionários e dependentes com doenças crônicas, que recebem orientação contínua.   “Mostramos às lideranças que isso não é uma questão de custo, mas de valor”, diz Meire. E os gastos diminuíram. O contrato do plano de saúde foi renegociado para o modelo de pós-pagamento, já que o conhecimento da população possibilita prever o uso. Entre 2017 e 2018, o sinistro teve queda de quase 14% com exames, 19% com consultas e 13% com internações. Grupo Algar   No fim de 2018, o Grupo Algar, que reúne empresas de tecnologia a turismo, optou por dar autonomia aos 19000 funcionários. Dessa forma, eles, que já contavam com práticas de home office e horário flexível, foram beneficiados com o Talento Flex, que abre a possibilidade do horário intermitente e de cada um acertar sua jornada.   “A gente via que algumas mulheres, por exemplo, paravam de trabalhar quando tinham filhos”, diz Eliane Garcia Melgaço, vice-presidente de gente do grupo Algar. A ideia é que, em vez de se demitirem, elas reajustem o expediente com o gestor de forma a facilitar a vida. Já o horário intermitente permite aos empregados entrar e sair do serviço conforme necessário, em acordo com o chefe.   Agora, o time de RH busca casos de sucesso para divulgá-los ao restante da corporação: o desafio é convencer a liderança. “Precisamos identificar pontos de resistência e criar um ambiente propício para a nova política”, diz Eliane.   O foco tem sido explicar a estratégia dessas ações, motivadas pela crença de que dá para cobrar pela entrega de resultados, e não pelo tempo no escritório. “Isso se torna um fator de atração, principalmente de jovens, que buscam liberdade.”   Em dezembro também foi lançado o projeto Estação, uma unidade especial da Algar Telecom que pretende testar modelos ágeis de gestão, com as equipes organizadas em squads, com menos hierarquia e mais liberdade. “Precisamos ser um bom lugar para trabalhar, porque é uma questão de longevidade do negócio”, diz a executiva. A expectativa é que cerca de 10?000

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RH: como fazer campanhas internas de promoção da saúde

Dicas para fazer as campanhas internas de promoção da saúde.   Diminuir os riscos de doenças, por meio da promoção da saúde física e mental, virou uma meta para muitas empresas. Não só porque a ausência de qualquer funcionário desencadeia consequências negativas dentro da empresa, assim como a baixa performance por uma doença, mas também porque reduz muito os custos com planos de saúde. Para ajudar quem é da área de Gestão de Pessoas e Recursos Humanos e lida com o absenteísmo e presenteísmo, nós criamos constantemente aqui no blog Nocta conteúdos para incentivar a promoção de campanhas de saúde.   O que é absenteísmo e presenteísmo Absenteísmo: medimos com base nas ausências dos colaboradores seja por doença, acidente de trabalho ou não, motivos familiares dentre outros. Presenteísmo: é quando o funcionário, apesar de estar diariamente no trabalho, não consegue ter uma performance profissional razoável por dificuldades pessoais ou problemas com sua saúde. Como criar campanhas internas de promoção da saúde Saber comunicar e divulgar a ação é muito importante e, muitas vezes, o RH não tem braços para fazer isso. Montamos um guia prático para ajudá-lo nessa tarefa: 1. Planejamento Por onde começar! Para isso, a primeira dica é acompanhar as datas que podem ser usadas e direcionadas como lembretes de saúde, prevenção e bem-estar: se você ainda não tem o calendário 2019, CLIQUE AQUI e baixe gratuitamente! Fevereiro 04/02 Dia Mundia do Câncer 28/02 Dia Mundial da Doença Rara Março 08/03 Dia Internacional da Mulher 31/03 Dia da Saúde e Nutrição Abril 07/04 Dia Mundial da Saúde 08/04 Dia Mundial de Combate ao Câncer 16/04 Dia Mundial da Voz 17/04 Dia Mundial do Hemofílico 26/04 Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão Maio 10/05 Dia Internacional de Atenção à Pessoa com Lúpus 26/05 Dia Nacional de Combate ao Glaucoma 31/05 Dia Mundial de Luta Contra o Tabaco Junho 03/06 Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil Julho 15/07 Dia do Homem Agosto 05/08 Dia Nacional da Saúde 29/08 Dia Nacional de Combate ao Fumo Setembro 15/09 Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas Outubro 04/10 Dia Mundial do Sorriso 20/10 Dia Mundial da Osteoporose 29/10 Dia Mundial do AVC Dezembro 01/12 Dia Internacional da Luta contra a AIDS   Além dessas datas, aproveite as campanhas já muito difundidas como Outubro Rosa e Novembro Azul, mas não são apenas estes meses que foram coloridos como, por exemplo, o Abril Verde e Junho Vermelho. Neste post AQUI você também conhece quais são as cores e suas respectivas temáticas mais conhecidas no Brasil. Outra dica é ficar atento ao que acontece no ambiente de trabalho e até mesmo usar os indicadores do plano de saúde que a sua consultoria de gestão de benefícios fornece. Se houve um aumento de casos de gripe, é hora de fazer campanha com foco em prevenção dessa enfermidade. 2. Engajamento Planejar é trabalhoso e, no melhor dos mundos, seria a única dificuldade. Mas não é bem assim. Levar conhecimento é um processo contínuo e a escolha de “como” fazer isso pode determinar o sucesso da campanha. A primeira pergunta que se deve fazer antes de criar qualquer material de comunicação é “quais são os melhores canais para comunicar aos funcionários?“. O que vem à cabeça é começar a preparar banners, folhetos etc , mas pode ser um custo desnecessário se você não sabe se o material será apropriado para a divulgação. Afinal, se você vai promover a vacina contra a gripe para seus colaboradores que trabalham na fábrica, não adianta colocar um banner em um local onde eles não frequentam. Uma dica simples é usar o local onde os funcionários registram sua presença, o ponto. Colocar um suporte para comunicados ali pode ser uma boa, mas isso você deve avaliar conforme o perfil da sua empresa e funcionários. Faça este exercício simples: se a sua empresa decidiu fazer uma campanha alertando para prevenção de doenças nessa época de fortes chuvas, com os perigos das enchentes, onde você divulgaria este comunicado abaixo? -> Por e-mail? Isso vale para os funcionários que usam essa ferramenta no dia a dia. -> No elevador? Sim, por que não?! Já observou que as pessoas param de usar o celular no elevador porque, geralmente, o sinal da operadora cai? A oportunidade aqui é interessante para chamar a atenção, se o elevador é um local onde o seu público-alvo transita. -> Nas redes sociais? Conhecemos empresas que entenderam o uso do facebook como algo que pode ser a favor da comunicação interna. Leia este post AQUI e veja como sua empresa pode usá-lo também, além de identificar os melhores canais para comunicar aos funcionários. 3.Vacinação Se uma campanha de vacinação está no planejamento, você pode conseguir um desconto em vacinas durante uma ação interna. 4. Prevenção de acidentes de trabalho Os ambientes e processos de trabalho podem ser determinantes nos acidentes e adoecimento dos funcionários. Em alguns casos, a doença do trabalho, adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado, é considerada acidente de trabalho. Quer saber mais sobre o assunto? Veja estas 5 dicas para prevenir acidentes ocupacionais e garantir a segurança no trabalho.   Todos juntos por mais qualidade de vida e menos afastamentos por doenças!   Fonte: Redação blog Nocta

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diferença entre urgência e emergênca

Qual a diferença entre urgência e emergência?

Depois de explicar qual é a diferença entre urgência e emergência, você vai entender por que é importante saber, principalmente, se for gestor de pessoas ou da área de Recursos Humanos e lida com os altos índices de sinistralidade do plano de saúde.   Estamos acostumados a ver a palavra “Emergência” na fachada de hospitais, postos de saúde e ambulâncias, mas nem sempre o uso desse termo é o correto em uma ocorrência médica.   Casos de emergência são aqueles em que há risco imediato de morte ou de lesões irreparáveis para o paciente. Por exemplo, um infarto do coração. Enquanto que os casos de urgência são aqueles resultantes de acidentes pessoais (por exemplo, uma fratura causada por uma queda) ou de complicações na gravidez, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementas (ANS).   Mais exemplos   Existem alguns casos na emergência que necessitam de intervenção urgente, ou seja, não podem se prolongar. As diferenças no significado de ambas as palavras abrangem mais o campo científico. Por exemplo: certas hemorragias, paradas respiratórias e cardiovasculares são consideradas emergências.   Luxações, torções, fraturas (dependendo da gravidade, pois fraturas expostas, por exemplo, são consideradas extremamente graves e têm caráter emergencial) e doenças como dengue, catapora e sarampo são dotadas de um caráter mais urgente.   Custo no Plano de Saúde   Para Helton Reis Ribeiro, responsável pela Expansão de Novos Negócios da Nocta Seguros, o uso inadequado do plano de saúde acaba sendo um fardo para o RH administrar. “Quando o plano de saúde é utilizado com alta frequência ou de forma incorreta pelos colaboradores, a empresa pode arcar com uma alta sinistralidade e reajustes na renovação do benefício”, comenta.   Sinistralidade Cada utilização em saúde é um sinistro. Isso significa que cada vez que um funcionário vai ao médico, ao ambulatório ou ao laboratório, está utilizando o plano. Consequentemente, pode estar aumentando a sinistralidade do contrato.   A sinistralidade é medida somando os sinistros e dividindo pelo valor do prêmio pago para chegar a um percentual. Se estiver elevado em relação ao anterior, ou acima da margem técnica estabelecida pela operadora, será aplicado um reajuste.   Uma das formas de reduzir a sinistralidade é promover o uso consciente do plano de saúde, por meio de campanhas de saúde dentro da empresa, para diminuir as idas ao pronto-socorro sem caráter de emergência. Deve-se evitar ao máximo, pois esse tipo de atendimento envolve custos muito altos. Outro ponto: uma pessoa que não precisa desse atendimento de emergência fica exposta a outras doenças, até sérias, que “circulam” no mesmo ambiente. Ou seja: se não estava doente, pode ficar!   Uma consultoria de qualidade pode ajudá-lo a estipular métricas de uso do plano e ações para redução de sinistralidade. Veja aqui.   É preciso educar os colaboradores para a utilização racional desse benefício. Como falamos acima, a elevação desse índice ocorre quando há uso indevido ou inadequado das coberturas oferecidas pelo plano, considerando o valor do prêmio estimado. A consequência direta é o aumento das despesas, decorrente também do número excessivo de consultas, exames e terapias realizados por parte dos beneficiários, os quais muitas vezes se mostram desnecessários.   “Todos precisam estar conscientes de utilizar o plano de saúde com liberdade e responsabilidade. O uso adequado, racional e só quando realmente necessário beneficia a todos”, conclui Helton. Este outro post pode te ajudar a se comunicar melhor com seus funcionários, inclusive, para fazer campanhas de saúde: Os melhores canais para se comunicar com seus funcionários   Fontes: Redação Nocta; ANS; Site Iped; Tudo Sobre Seguros; Imagem destaque: Freepik

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Prevenção e vacina contra o câncer

  04 de fevereiro é o Dia Mundial do Câncer e é sobre prevenção e vacina contra o câncer que vamos falar aqui.   Quando falamos em campanhas de saúde para empresas e divulgamos, por exemplo, datas de destaque no calendário, é para lembrar que a prevenção de doenças é o melhor caminho para uma vida de qualidade e também para redução de custos com planos de saúde. Outra data que marca o combate à doença é em 08 de abril –  Dia Mundial de Combate ao Câncer – criada pela União Internacional de Controle do Câncer (UICC).   Porque você deve fazer campanhas de saúde na sua empresa   Com certeza, você já ouviu falar em absenteísmo e presenteísmo, principalmente se é da área de Gestão de Pessoas e Recursos Humanos. Não à toa, essas duas palavras perduram como temas em diversos eventos e palestras ao longo dos últimos anos. Aliás, se você ainda não conferiu a lista de eventos programados para este ano, veja neste post aqui.   O que é absenteísmo e presenteísmo Absenteísmo: medimos com base nas ausências dos colaboradores seja por doença, acidente de trabalho ou não, motivos familiares dentre outros. Presenteísmo: é quando o funcionário, apesar de estar diariamente no trabalho, não consegue ter uma performance profissional razoável por dificuldades pessoais ou problemas com sua saúde.   Promover ambientes saudáveis para melhorar a capacidade de trabalho, além de diminuir o risco de desenvolver doenças, ameniza o impacto do absenteísmo que resulta em muitos dias de trabalho perdidos. A ausência de qualquer funcionário desencadeia consequências negativas dentro da empresa, assim como a baixa performance por uma doença.   Às vezes pode parecer estranho que ressaltamos em nossas publicações datas que comemoram ou nos lembram de algum assunto ligado à saúde, mas a ideia é incentivar o gestor de pessoas a desenvolver materiais que ajudam no combate dessas duas palavrinhas citadas acima. Por isso, é bom ter uma consultoria de gestão da saúde, como você pode ver AQUI.   Prevenção contra o câncer   Chegamos ao tema do post, o Dia Mundial do Câncer que acontece todo ano em 04 de fevereiro. Trata-se de uma campanha de utilidade pública a qual visa tentar evitar milhões de mortes a cada ano por meio do aumento da consciência e educação sobre doença.   O Instituto Nacional de Câncer (INCA) traz para a campanha de 2019 o slogan Eu Sou E Eu Vou. No site é possível baixar os materiais para divulgação, entre cartazes e peças para internet, como esta: CLIQUE AQUI para acessar o material e divulgar na sua empresa.   Vacina contra o câncer   A vacinação contra o HPV, disponível no SUS, e o exame preventivo (Papanicolaou) se complementam como ações de prevenção do câncer do colo do útero. Mesmo as mulheres vacinadas, quando chegarem aos 25 anos, deverão fazer um exame preventivo a cada três anos, pois a vacina não protege contra todos os subtipos do HPV.   Lembrete aos papais: vacine contra o HPV as meninas de 9 a 14 anos e os meninos de 11 a 14 anos.   Vacina contra a hepatite B: o câncer de fígado está relacionado à infecção pelo vírus causador da hepatite B e a vacina é um importante meio de prevenção deste câncer. O Ministério da Saúde disponibiliza nos postos de saúde do País a vacina contra esse vírus para pessoas de todas as idades.   Datas para fazer campanhas de saúde na sua empresa   Circule no seu calendário estas datas. Se você ainda não tem o calendário 2019, CLIQUE AQUI e baixe gratuitamente!   Fevereiro 04/02 Dia Mundia do Câncer 28/02 Dia Mundial da Doença Rara   Março 08/03 Dia Internacional da Mulher 31/03 Dia da Saúde e Nutrição   Abril 07/04 Dia Mundial da Saúde 16/04 Dia Mundial da Voz 17/04 Dia Mundial do Hemofílico 26/04 Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão   Maio 10/05 Dia Internacional de Atenção à Pessoa com Lúpus 26/05 Dia Nacional de Combate ao Glaucoma 31/05 Dia Mundial de Luta Contra o Tabaco   Junho 03/06 Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil   Julho 15/07 Dia do Homem   Agosto 05/08 Dia Nacional da Saúde 29/08 Dia Nacional de Combate ao Fumo   Setembro 15/09 Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas   Outubro 04/10 Dia Mundial do Sorriso 20/10 Dia Mundial da Osteoporose 29/10 Dia Mundial do AVC   Dezembro 01/12 Dia Internacional da Luta contra a AIDS   Fonte: Redação Nocta; INCA

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