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5 Técnicas de respiração para controlar a ansiedade

A ansiedade pode se manifestar de diversas maneiras, como: agitação, pensamentos obsessivos, dificuldade para dormir, baixa concentração e fadiga mental. Quando você estiver se sentindo ansioso, é possível amenizar esse sentimento com exercícios de respiração. Você pode fazer no conforto de casa. Para melhorar a respiração como um todo, tire alguns minutos do dia para se concentrar nela. Prestar atenção aos movimentos. E não precisa de muito, de três a sete minutos para começar já são suficientes. 1. Alongamento da caixa toráxica e do abdômen Comece por aqui. Sente em posição ereta. Pode ser no chão ou em uma cadeira. Tire um momento para respirar lentamente: puxe o ar pelo nariz, de forma lenta e profunda, e solte pela boca. Experimente deixar a saída do ar durar um tempo maior do que a entrada. 2. Respire pelo diafragma Treinar esse tipo de respiração é importante e ajuda a regular o organismo e o sistema nervoso. Mas não adianta ficar expandindo e contraindo o abdômen enquanto respira, e sim respirar lenta e profundamente e observar o próprio movimento. A forma de fazer isso facilmente é unir os dedões do pé em frente ao corpo, exatamente na linha que representa o centro do nosso corpo, e manter os calcanhares afastados. Coloque as mãos sobre o abdomên para sentir o movimento. 3. Respiração abdominal deitada Antes de dormir, coloque as mãos sobre o abdômen, respire devagar, aumentando a barriga, contando mentalmente até cinco. Dê uma pausa, segure o ar, contanto até cinco. Depois, exale lentamente, contando até seis. Pratique esse padrão de 10 a 20 minutos por dia. 4. Pratique a respiração quadrada Esse tipo de respiração inclui mais do que apenas inspirar e expirar, é feita uma pausa antes de cada uma dessas ações. É chamada quadrada, pois todos os passos são feitos com a mesma duração de tempo. Deixe o ar entrar em seu corpo, enquanto você conta, lentamente, até três. Segure o ar nos pulmões, contando até três novamente. Depois, solte o ar lentamente, no mesmo tempo. Após a expiração, mantenha-se sem ar, contando lentamente até três também. Você pode variar esse tempo também, aumentando-o, mas sempre mantendo o mesmo. 5. Pratique a expiração alongada No dia a dia, você pode tentar sempre expirar no dobro do tempo que você inspira quando estiver em alguma situação de ansiedade, precisa relaxar e se concentrar. A respiração prolongada ajuda neste sentido. Imagens: Freepik

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Janeiro Branco: precisamos falar sobre saúde mental

Em 2019, percebemos o quão relevante é falar sobre a saúde mental. Aqui mesmo no blog constatamos que o tema “síndrome de burnout” foi o mais procurado entre todos os posts. A Campanha Janeiro Branco tem como objetivo chamar atenção para a saúde mental e promover conhecimento e compreensão sobre temas como depressão, ansiedade e fobias. Foi em 2014 que o psicólogo mineiro Leonardo Abrahão decidiu criar a campanha, que já entrou para o calendário de ações em todo Brasil. Para saber mais, acesse o site da campanha. O Brasil ocupa o 11º lugar no ranking de países mais ansiosos do mundo: são 13,2 milhões de pessoas com algum transtorno de ansiedade. Só a depressão afeta mais de 300 milhões de pessoas em todo mundo e é a principal causa de incapacidade.   Motivos para você fazer campanha de saúde mental na sua empresa   A ansiedade pode diminuir a produtividade no trabalho em cinco dias por mês. É o que diz um estudo norte-americano, de acordo com a Revista Galileu. E mais: o Relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) divulgado em março de 2019 confirma que os transtornos mentais respondem por mais de um terço do número total de incapacidade nas Américas. No Brasil, esses distúrbios estão entre as principais causas de afastamento do trabalho, de acordo com o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Em 2017, só os transtornos de ansiedade foram responsáveis por 28,9 mil afastamentos; a depressão, por 43,3 mil. Você pode se interessar por este assunto: https://www.nocta.com.br/blog/2019/09/17/ansiedade-e-burnout-quando-transtornos-impactam-o-gestor/ Como a empresa pode ajudar Estimulando seus colaboradores a cuidarem da saúde física e mental, além de promover momentos de lazer, visando a manutenção de um bom clima organizacional. Se você busca por empresas que trabalham com Programas de Qualidade de Vida (PQV), existem consultorias especializadas em gestão de risco que traçam ações de prevenção de acordo com indicadores de saúde da empresa (dados do plano de saúde, saúde dos funcionários, uso de medicamentos, exames, aplicativos de saúde, entre outros). Hoje já existem aplicativos que ajudam as pessoas a adquirirem hábitos mais saudáveis. Uma novidade para quem trabalha com Gestão de Pessoas é o aplicativo de saúde específico para os colaboradores, o Nocta Bem-Estar, com monitoramento da saúde, desafios gamificados e ações preventivas, integrado a uma plataforma onde o gestor acompanha tudo – junto a outros indicadores de saúde. Campanha para download Clique na imagem e acesse o material do site Janeiro Branco. Relato de quem sofre de ansiedade   O escritor baiano Matheus Rocha sentia, desde criança, palpitação e dificuldade para dormir, fez até exames para investigar algum problema cardíaco. Na adolescência, passou fins de semana inteiros sem dormir. Nas noites em claro tentava antecipar o futuro, pensando em como estaria dali a cinco anos, para evitar que seus problemas virassem uma bola de neve. Foi só há quatro anos, com o fim de um relacionamento, que resolveu procurar ajuda e teve o diagnóstico. “A gente menospreza a dor emocional. Se sente uma dor física, vai logo procurar o médico para ver o que está errado”, disse o jovem à Galileu. Outra campanha de saúde mental para download: Sono de qualidade – Dicas para dormir bem https://www.nocta.com.br/blog/2019/09/11/ajude-a-cuidar-da-saude-mental-de-seus-colaboradores-com-esta-campanha/ Tratamento   A cura para esses transtornos é desconhecida, mas existe tratamento com medicação, além de acompanhamento com psicólogo e a prática de exercícios físicos para estimular a liberação de substâncias que ajudam na autorregulação do organismo e causam prazer e relaxamento. Fontes: Redação blog Nocta; Revista Galileu Imagens: Freepik

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Ansiedade e Burnout: quando transtornos impactam o gestor

  A posição de liderança demanda bastante do gestor e este, se não estiver preparado para lidar com as demandas e conflitos do grupo, tende a se desequilibrar, o que pode ser um dos impulsionadores da ansiedade. *Artigo Elaine Di Sarno, Psicóloga Segundo pesquisa da empresa de recrutamento Robert Half, os profissionais brasileiros são os mais estressados do mundo. A empresa entrevistou quase 1.800 gestores de RH em 13 países e constatou que o profissional brasileiro é o que mais sofre com a pressão e o excesso de trabalho. De acordo com a pesquisa, 52% dos entrevistados reclamaram da alta carga de trabalho, e 44% sentem falta do reconhecimento de seus esforços. Não é à toa que muitos profissionais acabam desenvolvendo transtornos de ansiedade. Os mais comuns são: transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático, fobia social e fobias específicas. A posição de liderança demanda bastante do gestor e este, se não estiver preparado para lidar com as demandas e conflitos do grupo, tende a se desequilibrar, o que pode ser um dos impulsionadores da ansiedade. No entanto, aspectos emocionais, especialmente a capacidade de lidar com a inteligência emocional, impactam bastante. O gestor deve saber captar, absorver e conduzir a ansiedade e a expectativa do grupo, orientando-os e intervindo quando julgar necessário. Na realidade, todos esperam que um gestor tenha maturidade emocional (ou “quociente emocional”) e consiga gerenciar e controlar sua própria ansiedade, além de lidar com a ansiedade do grupo que ele lidera. Ele é a referência desse grupo, e uma de suas funções é administrar essa teia de situações potencialmente ansiógenas que permeiam a dinâmica da equipe. O líder precisa ser capaz de ter autocontrole, autoconhecimento e experiência para transmitir tranquilidade e direção ao grupo, em todo tipo de situação. Muitas vezes, só um trabalho psicoterápico permite que ele se conheça mais a fundo e se desenvolva emocionalmente, de modo a saber lidar com suas próprias ansiedades e as da equipe. Se o transtorno de ansiedade não for tratado, gestor e a sua equipe podem caminhar para um “naufrágio”. Neste sentido, ele “afunda” sua carreira, pois não terá condições de gerenciar adequadamente as situações de tensão que certamente ocorrem no ambiente corporativo. Daí, além da ansiedade, virá o sentimento de frustração, decorrente de uma expectativa não realizada, de uma sensação de incapacidade ou de percepção de que “não sou tão competente quanto imaginava”. Para tornar o cenário ainda mais complexo, vale lembrar que a imagem de um profissional não permite tantos “deslizes” como no âmbito social/pessoal. O mercado é competitivo, principalmente quando vivemos agora, e qualquer erro ou demonstração de instabilidade pode acarretar sua substituição por outro profissional que tenha mais equilíbrio emocional. Síndrome de Burnout – o mal do século XXI A síndrome de Burnout vem aparecendo cada vez mais em diversas profissões, sendo consequência do excesso ou sobrecarga de trabalho. Como o próprio nome diz, a pessoa se sente literalmente exausta, esgotada física e psicologicamente, seja por causa do número de horas trabalhadas, seja pelo estresse provocado pelas condições de trabalho. O uso crescente de recursos tecnológicos e da informática mudou o modo de trabalhar; a aceleração da velocidade de comunicação e a integração global trouxe a demanda por muitas horas de trabalho em geral sob forte pressão de desempenho. Nestas condições surge novamente a exaustão, caracterizada pelo desânimo, dificuldade de raciocínio, ansiedade, preocupação, irritabilidade, sensação de incapacidade ou inferioridade, diminuição da motivação e da criatividade, aparecimento de transtornos mentais e doenças físicas. Já a privação do sono gera a síndrome de Burnout por vários fatores: quando o profissional não dorme o suficiente para ser produtivo; quando ele faz hora extra até tarde da noite, prejudicando a rotina do sono; quando viaja muito a trabalho para diferentes Países, desregulando seu relógio biológico; ou até mesmo quando muda repentinamente de cargo, e precisa alterar o turno da tarde para o turno da noite, por exemplo. Isso resulta em uma extrema exaustão, pois o organismo, que já está habituado com um determinado padrão de sono, sofre um forte impacto, precisando de tempo e resistência para se readequar à nova rotina do profissional. Ajude a cuidar da saúde mental de seus colaboradores com esta campanha de saúde mental: sono de qualidade. Faça o download gratuito. Uma consequência frequente é o uso de drogas (álcool, tabaco, além das drogas ilícitas) como forma de alívio. É importante estar alerta a esta situação que agravará ainda mais a condição física e mental do indivíduo. O mesmo pode ser dito da automedicação. Além das condições adversas e estressantes de trabalho, algumas características da personalidade são consideradas importantes para o aparecimento da síndrome de exaustão. Pessoas muito competitivas, ambiciosas, com dificuldade para delegar, absorvendo tudo para si, fazendo do trabalho sua única atividade tem maior chance de desenvolver exaustão. Por outro lado, pessoas inseguras, necessitadas de reconhecimento pelos outros, com dificuldade de colocar limites e abrindo mão de suas próprias necessidades também estão mais vulneráveis ao Burnout. E o que fazer para prevenir a síndrome de exaustão? A primeira e óbvia recomendação é descanso físico e mental. O equilíbrio entre o trabalho e as atividades físicas, de lazer, o encontro com os amigos e outras é o primeiro passo. Mudanças de atitudes, de expectativas, de hábitos de vida podem também auxiliar na prevenção. Nos casos em que a síndrome de Burnout já está instalada, recomenda-se buscar auxílio médico especializado para avaliação do quadro e orientação quanto ao tratamento. Especialmente no caso das pessoas cujas características de personalidade as tornam mais propensas ao Burnout, a psicoterapia é um complemento importante, pois o problema está muitas vezes dentro da pessoa, e não tanto em suas condições de trabalho. Caso aconteça alguma situação que tenha saído do controle do gestor, será necessário um esforço grande e de longo prazo para que ele tenha nova oportunidade para mostrar que reviu suas posições e aprendeu a lidar com suas próprias ansiedades. Como já dito, às vezes esse amadurecimento emocional só é

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