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Saúde mental: como reduzir o estresse no home office

O home office, ou trabalho remoto, se tornou parte do dia a dia de muitas pessoas. E essa nova rotina tem impactado a saúde mental – afetando o equilíbrio emocional em plena pandemia.  Ter um ambiente adequado para o trabalho em casa, organizar a rotina, descansar na hora de descansar, tudo isso colabora para reduzir o estresse mental. Tenha um espaço confortável de home office Um ambiente de trabalho adequado melhora o bem-estar emocional, e isso impacta positivamente na produtividade. Espaço Prefira ambientes mais silenciosos, com iluminação natural e boa circulação de ar. Ter um espaço dedicado ao trabalho remoto é fundamental para um bom rendimento. Transformar um cômodo da casa ou mesmo a varanda do apartamento em um local só de trabalho pode ser importante para manter a concentração. Como nem sempre isso é possível, o jeito é separar um cantinho da casa onde você consiga trabalhar tranquilamente.  Você pode usar prateleiras, quadros ou até mesmo pintar a parede onde vai funcionar o seu espaço de trabalho. Delimitar visualmente traz conforto e ajuda a todos os moradores a compreender o objetivo daquele espaço. A mesa na altura adequada, uma cadeira confortável e uma iluminação que não force sua vista são fundamentais para você continuar rendendo tanto quanto dentro do escritório. Cadeira A cadeira precisa ser confortável e oferecer algum apoio para a coluna lombar e, de preferência, para os braços. Quando estiver sentado nela, quadris e joelhos devem ficar em um ângulo de 90 graus. Se os pés não encostarem no chão, vale colocar um apoio para eles. Posição do computador O certo é deixar a tela do computador na altura dos olhos, para evitar que a cabeça fique curvada para baixo, o que tensiona o pescoço. Existem suportes para notebook capazes de ajudar nesse ajuste. Invista também em teclado e mouse que fiquem na mesa, na altura do cotovelo dobrado. Mesmo que já tenha essa estrutura, não é recomendado passar o dia sentado. Ou seja, levante a cada hora para dar uma caminhada pela casa e esticar as pernas.  Plantas Uma plantinha em cima da mesa de trabalho não é só um item de decoração. Ela ajuda a relaxar, promovendo bem-estar. Saiba mais: Ter plantas em casa traz benefícios para a saúde Crie uma rotina de trabalho Organizar a rotina é fundamental: trabalhe na hora de trabalhar, descanse na hora de descansar. Monte uma rotina diária e se esforce para segui-la. Estabeleça prioridades e evite fazer mais de uma tarefa ao mesmo tempo, pois isso cansa o cérebro mais rapidamente. Pronto para o trabalho? Mesmo em casa, é importante tirar o pijama e se arrumar como se fosse para o escritório. Claro, não precisa colocar terno e gravata ou jeans e tênis, mas é bom estar arrumado para o dia e para uma eventual videoconferência. A prática também ajuda a manter a confiança e evita a preguiça. Trabalhe quando é mais produtivo Outro ponto é reconhecer o seu pico de produtividade e a melhor dinâmica de trabalho. Algumas pessoas são mais produtivas de manhã e quando interagem com colegas. Outros preferem a tarde, ouvindo música e sem falar com ninguém. A flexibilidade do home office permite que você entenda como é seu momento ideal de trabalho. Mantenha contato É importante manter contato com colegas de trabalho, mesmo com a dinâmica do home office. Aproveite as reuniões virtuais para ver o rosto e ouvir a voz de seus colegas. Isto minimiza o peso do distanciamento social e traz sensação maior de proximidade. Faça alongamento Alongar o corpo pode fazer muita diferença! Estique o seu corpo antes, durante e após o seu período de trabalho: Deitado de barriga para cima, traga os joelhos em direção ao peito e os abrace. Respire por alguns segundos. Saia da posição e volte para uma segunda série. Sentado de costas para uma parede, projete as mãos na direção da ponta dos pés, com as pernas unidas e joelhos estendidos. Na mesma posição, afaste as pernas estendidas e vá com as duas mãos em direção a um dos pés. Depois, repita o movimento para o outro lado. Deite-se de barriga para cima, coloque o joelho em noventa graus e cruze as pernas como se estivesse sentado. Puxe a perna que não está dobrada em direção ao tronco.   Gostou destas dicas? Compartilhe com seu gestor e colegas de trabalho! Leia também: Problemas de concentração: aprenda a ser mais produtivo no trabalho Como minimizar a fadiga por videochamadas no home office Imagem: Freepik

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Janeiro Branco: como surgiu, do que se trata e por que fazer campanha

Janeiro Branco é um movimento que visa chamar a atenção para a importância dos cuidados com a saúde mental O Brasil é o segundo país das Américas com maior número de pessoas depressivas, equivalente a 5,8% da população, atrás dos Estados Unidos, com 5,9%, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). A depressão é uma doença que afeta 4,4% da população mundial. O Brasil é ainda o país com maior prevalência de ansiedade no mundo (9,3%). O Janeiro Branco é um movimento que visa chamar a atenção para a importância dos cuidados com a saúde mental. E neste atual contexto em que vivemos, é ainda mais relevante tratar do tema. Como surgiu o Janeiro Branco? A campanha foi criada em 2014 por psicólogos de Uberlândia, Minas Gerais, e busca chamar a atenção das pessoas e da sociedade para o tema da saúde mental. O mês de janeiro foi escolhido porque é neste mês que as pessoas estão mais focadas em resoluções e metas para o ano. Por que fazer campanha Janeiro Branco? De acordo com a ANS, a saúde mental provoca reflexos também na economia, constituindo causa de afastamento do trabalho e caracterizando muitas vezes a pessoa como incapaz. Em 2019, os beneficiários de planos de saúde no Brasil realizaram cerca de 29 milhões de procedimentos relacionados ao cuidado em saúde mental, aumento de 167% contra os números apresentados em 2011. O Mapa Assistencial da Saúde Suplementar mostra que as consultas psiquiátricas por mil beneficiários de planos de saúde subiram 80% entre 2011 e 2019, enquanto as consultas de psicologia por mil beneficiários evoluíram 199% e as consultas e terapia ocupacional também por mil beneficiários subiram 276%. Ainda no período compreendido entre 2011 e 2019, as internações psiquiátricas por 100 mil beneficiários cresceram 152% e as internacões em hospital/dia de saúde mental por 100 mil beneficiários aumentaram 383%. Recomendações   A Fiocruz lançou uma série de cartilhas com recomendações para o enfrentamento dos desafios da saúde mental. Aqui estão algumas indicações: Reconhecer e acolher os seus receios e medos, procurando outras pessoas de confiança para conversar; Retomar estratégias e ferramentas de cuidado que tenham sido usadas em momentos de crise ou sofrimento e ações que trouxeram sensação de maior estabilidade emocional; Investir em exercícios e ações que auxiliem na redução do nível de estresse agudo, entre os quais meditação, leitura, exercícios de respiração, artesanato; Estimular ações compartilhadas de cuidado, evocando a sensação de pertencimento social, como as ações solidárias e de cuidado familiar e comunitário. Manter ativa a rede socioafetiva, estabelecendo contato, mesmo que virtual, com familiares, amigos e colegas. ; Evitar o uso do cigarro, álcool ou outras drogas para lidar com as emoções; Buscar um profissional de saúde quando as estratégias utilizadas não estiverem sendo suficientes para sua estabilização emocional.   Fonte: Agência Brasil Imagens: Freepik   Não deixe de ler também aqui no Blog da Nocta: Aprenda 5 exercícios de respiração para controlar a ansiedade

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Saúde mental: praticar Yoga ajuda a controlar as emoções

A prática regular de Yoga traz inúmeros benefícios para o corpo e a mente.    Diversas empresas e artistas estão promovendo entretenimento gratuito neste período de quarentena. O objetivo é deixar o confinamento mais leve, levantar o astral e amenizar os efeitos que pode causar na saúde mental. Mas, além de entreter, há muitas oportunidades de adquirir novas formas de cuidar do corpo e da mente. A exemplo disso, muitos profissionais de Yoga começaram a promover aulas on-line.    Você já pensou em fazer algo diferente, mas não tinha tempo? Quem sabe agora você descobre uma atividade que gosta!    Faça essa experiência em casa, sozinho ou com a família. No YouTube existem diversos canais com aulas gratuitas. Recomendamos o canal da Pri Leite no YouTube:     10 benefícios da prática de Yoga para o corpo e a mente   1 – Melhora a postura / Protege a coluna Os movimentos ajudam a ter mais consciência corporal, melhorando a postura no dia a dia.   2 – Previne dores nas articulações / Melhora a flexibilidade Em pouco tempo, é possível notar mais flexibilidade. Assim como uma rotina de alongamentos, os movimentos ajudam a prevenir e amenizar as dores.    3 – Fortalece a musculatura  Algumas posições exigem resistência, mas não se apavore. O que parece impossível hoje, você fará com facilidade no seu tempo, pois seus músculos ficarão mais fortalecidos.   4 – Melhora a saúde dos ossos Várias posições requerem que você levante seu próprio peso. Algumas delas são específicas para os ossos dos braços, os mais vulneráveis a fraturas por osteoporose.   5 – Alivia o inchaço nas pernas / Faz a circulação do sangue fluir Ao fazer as posições invertidas, o sangue flui das pernas de volta ao coração mais rapidamente.    6 – Ajuda a aumentar a imunidade  As células do corpo ganham uma turbinada por todos os benefícios da prática: circulação sanguínea, controle da ansiedade e estresse, fortalecimento dos músculos e melhor uso do oxigênio (respiração profunda).   7 – Diminui o risco de um ataque cardíaco Os praticantes de Yoga conseguem manter uma frequência cardíaca mais baixa em descanso, têm maior resistência física e melhor uso de oxigênio durante o exercício.   8 – Alivia sintomas da depressão Estudos descobriram que a prática constante de Yoga combate a depressão ao elevar os níveis de serotonina e diminuir o cortisol sanguíneo.   9 – Mantém você focado Com o dia a dia agitado  – e muitas horas conectado na internet – pode ser difícil manter a concentração. Um componente importante do Yoga é manter você focado no presente.   10 – Melhora a qualidade do sono Por proporcionar um momento de relaxamento, até mesmo pela melhora do fluxo sanguíneo, o Yoga é uma boa prática antes de ir para a cama.    Fonte: Redação blog Nocta  

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Síndrome de burnout foi o assunto mais procurado em 2019

Aqui no blog constatamos o quão importante é abordar temas ligados à saúde mental. Posts sobre “esgotamento profissional”, a Sindrome de Burnout, foram os mais acessados em 2019. Em 2019, trabalhamos para fazer deste blog um centro de conteúdo relevante para o profissional de Recursos Humanos e Gestor de Pessoas. Entre tantos assuntos abordados aqui, desde os mais atuais – como eSocial, Programa Verde Amarelo, Gestão, eventos – ressaltamos sempre os ligados à saúde. Como diz o ditado popular “tendo saúde o resto a gente corre atrás”. Uma pessoa doente, além de perder em qualidade vida, não consegue estar 100% no trabalho. Afinal, como uma pessoa pode dar o seu melhor se não está bem? É por isso que muitas empresas estão procurando entender o perfil da saúde do seu público interno, investindo em opções modernas como um aplicativo corporativo. Veja como a Nocta pode ajudar sua empresa com soluções inovadoras em Gestão de Risco e Saúde. É fato: os profissionais brasileiros são os mais estressados do mundo (pesquisa). A alta carga de trabalho e a falta de reconhecimento estão entre as principais reclamações dos profissionais. Diante deste cenário, a busca por informações sobre “esgotamento profissional”, a Sindrome de Burnout, é grande. Constatamos isso aqui no blog em 2019. O que é síndrome de burnout (esgotamento profissional)? Os profissionais da área de Recursos Humanos, assim como da educação, saúde, assistência social, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno. Saiba como identificar, tratar e as principais dúvidas sobre o tema. Teste: será que você está com a síndrome de burnout? A revista Saúde lançou um teste para descobrir se você sofre ou está prestes a sofrer com o transtorno de cansaço extremo associado ao trabalho. 20 termos em inglês que todo profissional de RH deve conhecer Muitos profissionais de RH têm dúvidas sobre o significado de alguns termos em inglês que se tornaram comuns no ambiente corporativo. Selecionamos os principais, aqueles que você não pode “ficar boiando”. 3 vídeos que todo RH deveria compartilhar com seus colaboradores Uma seleção de vídeos com mensagens que contribuem para manter um ambiente de trabalho saudável. Um dos desafios do Gestor de Pessoas e RH é trabalhar a comunicação interna da empresa, uma área que preponderantemente fica sob responsabilidade desses profissionais. O segredo da Avon, Nivea e O Boticário para manter os funcionários mais felizes O Grupo Boticário, Avon e Nivea, nesta respectiva ordem, são as empresas de beleza com maior índice de felicidade entre seus colaboradores. O que será que elas fazem para manter os funcionários felizes? Janeiro Branco Vale lembrar que este mês acontece a Campanha Janeiro Branco, que tem como objetivo chamar atenção para a saúde mental e promover conhecimento e compreensão sobre temas como depressão, ansiedade e fobias. Disponibilizamos o material oficial da campanha para download. Acesse o post: https://www.nocta.com.br/blog/2020/01/15/janeiro-branco-precisamos-falar-sobre-saude-mental/ Fonte: Redação blog Nocta

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Janeiro Branco: precisamos falar sobre saúde mental

Em 2019, percebemos o quão relevante é falar sobre a saúde mental. Aqui mesmo no blog constatamos que o tema “síndrome de burnout” foi o mais procurado entre todos os posts. A Campanha Janeiro Branco tem como objetivo chamar atenção para a saúde mental e promover conhecimento e compreensão sobre temas como depressão, ansiedade e fobias. Foi em 2014 que o psicólogo mineiro Leonardo Abrahão decidiu criar a campanha, que já entrou para o calendário de ações em todo Brasil. Para saber mais, acesse o site da campanha. O Brasil ocupa o 11º lugar no ranking de países mais ansiosos do mundo: são 13,2 milhões de pessoas com algum transtorno de ansiedade. Só a depressão afeta mais de 300 milhões de pessoas em todo mundo e é a principal causa de incapacidade.   Motivos para você fazer campanha de saúde mental na sua empresa   A ansiedade pode diminuir a produtividade no trabalho em cinco dias por mês. É o que diz um estudo norte-americano, de acordo com a Revista Galileu. E mais: o Relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) divulgado em março de 2019 confirma que os transtornos mentais respondem por mais de um terço do número total de incapacidade nas Américas. No Brasil, esses distúrbios estão entre as principais causas de afastamento do trabalho, de acordo com o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS). Em 2017, só os transtornos de ansiedade foram responsáveis por 28,9 mil afastamentos; a depressão, por 43,3 mil. Você pode se interessar por este assunto: https://www.nocta.com.br/blog/2019/09/17/ansiedade-e-burnout-quando-transtornos-impactam-o-gestor/ Como a empresa pode ajudar Estimulando seus colaboradores a cuidarem da saúde física e mental, além de promover momentos de lazer, visando a manutenção de um bom clima organizacional. Se você busca por empresas que trabalham com Programas de Qualidade de Vida (PQV), existem consultorias especializadas em gestão de risco que traçam ações de prevenção de acordo com indicadores de saúde da empresa (dados do plano de saúde, saúde dos funcionários, uso de medicamentos, exames, aplicativos de saúde, entre outros). Hoje já existem aplicativos que ajudam as pessoas a adquirirem hábitos mais saudáveis. Uma novidade para quem trabalha com Gestão de Pessoas é o aplicativo de saúde específico para os colaboradores, o Nocta Bem-Estar, com monitoramento da saúde, desafios gamificados e ações preventivas, integrado a uma plataforma onde o gestor acompanha tudo – junto a outros indicadores de saúde. Campanha para download Clique na imagem e acesse o material do site Janeiro Branco. Relato de quem sofre de ansiedade   O escritor baiano Matheus Rocha sentia, desde criança, palpitação e dificuldade para dormir, fez até exames para investigar algum problema cardíaco. Na adolescência, passou fins de semana inteiros sem dormir. Nas noites em claro tentava antecipar o futuro, pensando em como estaria dali a cinco anos, para evitar que seus problemas virassem uma bola de neve. Foi só há quatro anos, com o fim de um relacionamento, que resolveu procurar ajuda e teve o diagnóstico. “A gente menospreza a dor emocional. Se sente uma dor física, vai logo procurar o médico para ver o que está errado”, disse o jovem à Galileu. Outra campanha de saúde mental para download: Sono de qualidade – Dicas para dormir bem https://www.nocta.com.br/blog/2019/09/11/ajude-a-cuidar-da-saude-mental-de-seus-colaboradores-com-esta-campanha/ Tratamento   A cura para esses transtornos é desconhecida, mas existe tratamento com medicação, além de acompanhamento com psicólogo e a prática de exercícios físicos para estimular a liberação de substâncias que ajudam na autorregulação do organismo e causam prazer e relaxamento. Fontes: Redação blog Nocta; Revista Galileu Imagens: Freepik

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Ansiedade e Burnout: quando transtornos impactam o gestor

  A posição de liderança demanda bastante do gestor e este, se não estiver preparado para lidar com as demandas e conflitos do grupo, tende a se desequilibrar, o que pode ser um dos impulsionadores da ansiedade. *Artigo Elaine Di Sarno, Psicóloga Segundo pesquisa da empresa de recrutamento Robert Half, os profissionais brasileiros são os mais estressados do mundo. A empresa entrevistou quase 1.800 gestores de RH em 13 países e constatou que o profissional brasileiro é o que mais sofre com a pressão e o excesso de trabalho. De acordo com a pesquisa, 52% dos entrevistados reclamaram da alta carga de trabalho, e 44% sentem falta do reconhecimento de seus esforços. Não é à toa que muitos profissionais acabam desenvolvendo transtornos de ansiedade. Os mais comuns são: transtorno de ansiedade generalizada, transtorno de pânico, transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de estresse pós-traumático, fobia social e fobias específicas. A posição de liderança demanda bastante do gestor e este, se não estiver preparado para lidar com as demandas e conflitos do grupo, tende a se desequilibrar, o que pode ser um dos impulsionadores da ansiedade. No entanto, aspectos emocionais, especialmente a capacidade de lidar com a inteligência emocional, impactam bastante. O gestor deve saber captar, absorver e conduzir a ansiedade e a expectativa do grupo, orientando-os e intervindo quando julgar necessário. Na realidade, todos esperam que um gestor tenha maturidade emocional (ou “quociente emocional”) e consiga gerenciar e controlar sua própria ansiedade, além de lidar com a ansiedade do grupo que ele lidera. Ele é a referência desse grupo, e uma de suas funções é administrar essa teia de situações potencialmente ansiógenas que permeiam a dinâmica da equipe. O líder precisa ser capaz de ter autocontrole, autoconhecimento e experiência para transmitir tranquilidade e direção ao grupo, em todo tipo de situação. Muitas vezes, só um trabalho psicoterápico permite que ele se conheça mais a fundo e se desenvolva emocionalmente, de modo a saber lidar com suas próprias ansiedades e as da equipe. Se o transtorno de ansiedade não for tratado, gestor e a sua equipe podem caminhar para um “naufrágio”. Neste sentido, ele “afunda” sua carreira, pois não terá condições de gerenciar adequadamente as situações de tensão que certamente ocorrem no ambiente corporativo. Daí, além da ansiedade, virá o sentimento de frustração, decorrente de uma expectativa não realizada, de uma sensação de incapacidade ou de percepção de que “não sou tão competente quanto imaginava”. Para tornar o cenário ainda mais complexo, vale lembrar que a imagem de um profissional não permite tantos “deslizes” como no âmbito social/pessoal. O mercado é competitivo, principalmente quando vivemos agora, e qualquer erro ou demonstração de instabilidade pode acarretar sua substituição por outro profissional que tenha mais equilíbrio emocional. Síndrome de Burnout – o mal do século XXI A síndrome de Burnout vem aparecendo cada vez mais em diversas profissões, sendo consequência do excesso ou sobrecarga de trabalho. Como o próprio nome diz, a pessoa se sente literalmente exausta, esgotada física e psicologicamente, seja por causa do número de horas trabalhadas, seja pelo estresse provocado pelas condições de trabalho. O uso crescente de recursos tecnológicos e da informática mudou o modo de trabalhar; a aceleração da velocidade de comunicação e a integração global trouxe a demanda por muitas horas de trabalho em geral sob forte pressão de desempenho. Nestas condições surge novamente a exaustão, caracterizada pelo desânimo, dificuldade de raciocínio, ansiedade, preocupação, irritabilidade, sensação de incapacidade ou inferioridade, diminuição da motivação e da criatividade, aparecimento de transtornos mentais e doenças físicas. Já a privação do sono gera a síndrome de Burnout por vários fatores: quando o profissional não dorme o suficiente para ser produtivo; quando ele faz hora extra até tarde da noite, prejudicando a rotina do sono; quando viaja muito a trabalho para diferentes Países, desregulando seu relógio biológico; ou até mesmo quando muda repentinamente de cargo, e precisa alterar o turno da tarde para o turno da noite, por exemplo. Isso resulta em uma extrema exaustão, pois o organismo, que já está habituado com um determinado padrão de sono, sofre um forte impacto, precisando de tempo e resistência para se readequar à nova rotina do profissional. Ajude a cuidar da saúde mental de seus colaboradores com esta campanha de saúde mental: sono de qualidade. Faça o download gratuito. Uma consequência frequente é o uso de drogas (álcool, tabaco, além das drogas ilícitas) como forma de alívio. É importante estar alerta a esta situação que agravará ainda mais a condição física e mental do indivíduo. O mesmo pode ser dito da automedicação. Além das condições adversas e estressantes de trabalho, algumas características da personalidade são consideradas importantes para o aparecimento da síndrome de exaustão. Pessoas muito competitivas, ambiciosas, com dificuldade para delegar, absorvendo tudo para si, fazendo do trabalho sua única atividade tem maior chance de desenvolver exaustão. Por outro lado, pessoas inseguras, necessitadas de reconhecimento pelos outros, com dificuldade de colocar limites e abrindo mão de suas próprias necessidades também estão mais vulneráveis ao Burnout. E o que fazer para prevenir a síndrome de exaustão? A primeira e óbvia recomendação é descanso físico e mental. O equilíbrio entre o trabalho e as atividades físicas, de lazer, o encontro com os amigos e outras é o primeiro passo. Mudanças de atitudes, de expectativas, de hábitos de vida podem também auxiliar na prevenção. Nos casos em que a síndrome de Burnout já está instalada, recomenda-se buscar auxílio médico especializado para avaliação do quadro e orientação quanto ao tratamento. Especialmente no caso das pessoas cujas características de personalidade as tornam mais propensas ao Burnout, a psicoterapia é um complemento importante, pois o problema está muitas vezes dentro da pessoa, e não tanto em suas condições de trabalho. Caso aconteça alguma situação que tenha saído do controle do gestor, será necessário um esforço grande e de longo prazo para que ele tenha nova oportunidade para mostrar que reviu suas posições e aprendeu a lidar com suas próprias ansiedades. Como já dito, às vezes esse amadurecimento emocional só é

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Ajude a cuidar da saúde mental de seus colaboradores com esta campanha

Campanha de Saúde Mental – Sono de Qualidade   A saúde mental ganha destaque em setembro com alerta para doenças como a depressão. Falamos aqui no blog sobre a Burnout, uma síndrome ligada diretamente ao esgotamento do profissional em decorrência do trabalho. Hoje, vamos falar sobre como a qualidade do sono interfere na saúde mental e pode ser um dos sintomas da depressão.   Depressão   Quando uma pessoa está com depressão, perde a capacidade de trabalho, se sente insegura, perde as forças, a vontade. Fica sem concentração por causa das alterações do sono. Como uma pessoa, que está passando por essas situações, chega ao local de trabalho para ficar oito horas após noites de insônia? A depressão já é vista como o mal do século, pois é responsável por retirar do mercado de trabalho milhares de profissionais todos os anos. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que, até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo.   Dormir mal pode acarretar outras doenças   Dormir menos de cinco horas por noite aumenta em cinco vezes o risco de ter pressão alta, um dos principais fatores de risco para o infarto. Além do estresse, os vasos sanguíneos de quem não consegue se desligar por tempo suficiente ficam mais rígidos.   Insônia ou noites mal dormidas?   A insônia é a dificuldade extrema para começar a dormir, o sono é interrompido sem motivo aparente ao longo da noite, não é reparador (ou seja, a pessoa já acorda cansada), a pessoa sente cansaço e falta de concentração ao longo do dia. Não é relacionada à quantidade de horas dormidas, mas sim à má qualidade do sono e às suas consequências.   Como se cura a insônia? Se a insônia for relacionada a alguma doença ou condição física, será curada com o tratamento de sua origem, como no caso da depressão. Caso seja espontânea e detectada logo, a adoção de hábitos comportamentais e de alimentação podem resolver.   Dicas para ter sono de qualidade   Seja um RH promotor da saúde! Ajude a cuidar da saúde mental de seus colaboradores com informações e campanhas. Faça o download da Campanha abaixo, envie por e-mail, WhatsApp, rede social corporativa, intranet e jornal mural.   – Não ver TV nem usar aparelhos eletrônicos, especialmente o celular, pelo menos uma hora antes de ir para a cama – a luz emitida por eles interfere na produção dos hormônios responsáveis pelo sono; – Fazer uma refeição leve no máximo duas horas antes de ir dormir – é importante evitar comidas pesadas porque elas fazem o organismo atuar com vigor na digestão, o que impede o relaxamento necessário para dormir; – Dormir em um quarto escuro, sem abajur ou qualquer luz indireta acesa – essas fontes de luminosidade também atrapalham a ação dos hormônios responsáveis pelo sono; – Usar roupas confortáveis para dormir – tecidos leves e frescos no calor, tecidos de trama fechada e suaves no frio; – Não ingerir bebidas com cafeína (café, chá preto, chimarrão) em um período de pelo menos 4 horas antes de se recolher para dormir – a cafeína é um dos estimulantes mais poderosos dos alimentos, deixa o organismo em estado de alerta e atrasa a sonolência; – Não ingerir bebidas alcoólicas até duas horas antes de ir para a cama – elas até ajudam a dormir, mas atrapalham os ciclos do sono e levam a um sono não restaurador; – Evitar sonecas durante o dia – esse mínimo de descanso pode causar dificuldades para dormir à noite; – Tomar um banho morno meia hora antes de dormir – é relaxante e prepara o corpo para o sono; – Ir dormir e acordar sempre no mesmo horário, inclusive aos sábados e domingos – a rotina é importante para o organismo se acostumar a dormir; – Não tomar medicamentos sem orientação médica – tanto medicamentos para dormir, que devem ser receitados caso a caso, quanto para outras doenças, pois eles podem ter como efeito colateral a interferência no sono.   Fontes: Redação blog Nocta; Revista Saúde Imagens: Freepik  

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