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Dezembro Laranja: como surgiu, do que se trata e por que fazer campanha

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), em 2020, os números de câncer de pele no Brasil são preocupantes. A exposição solar exagerada e desprotegida ao longo da vida, além dos episódios de queimadura solar, é o principal fator de risco do câncer de pele. O que é o Dezembro Laranja? O Dezembro Laranja é uma campanha que tem como objetivo informar e conscientizar a população sobre as principais formas de prevenção do Câncer de Pele, visando o diagnóstico precoce. Como surgiu o Dezembro Laranja? Desde 2014, a Sociedade Brasileira de Dermatologia promove o Dezembro Laranja, iniciativa que faz parte da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele. Por que fazer campanha? O câncer de pele é um dos mais comuns no Brasil, ultrapassando os cânceres de próstata, mama, cólon e reto, pulmão e estômago. Segundo o INCA, a doença corresponde a 27% de todos os tumores malignos no país, sendo os carcinomas basocelular e espinocelular (não melanoma) responsáveis por 177 mil novos casos da doença por ano. Já o câncer de pele melanoma tem 8,4 mil casos novos anualmente. Características do câncer de pele Qualquer pessoa pode desenvolver um câncer de pele, porém existem pessoas mais propensas – como as de pele, cabelos e olhos claros; indivíduos com histórico familiar de câncer de pele; múltiplas pintas pelo corpo e pacientes imunossuprimidos e/ou transplantados. Estas pessoas precisam de um cuidado a mais com a pele e de avaliação frequente de um médico dermatologista. Saiba mais sobre os tipos de câncer de pele mais comuns   Carcinoma basocelular É o câncer de pele mais frequente na população, correspondendo a cerca de 70% dos casos. Se manifestam por lesões elevadas peroladas, brilhantes ou escurecidas que crescem lentamente e sangram com facilidade. Carcinoma espinocelular É o segundo tipo de câncer de pele de maior incidência no ser humano. Ele equivale a mais ou menos 20% dos casos da doença. É caracterizado por lesões verrucosas ou feridas que não cicatrizam depois de seis semanas. Geralmente, causam dor e possuem sangramentos. Câncer de pele melanoma Apesar de corresponder apenas cerca de 10% dos casos, é o mais grave, pois pode provocar metástase rapidamente – espalhamento do tumor para outros órgãos do corpo humano – e levar à morte. É reconhecido por pintas ou manchas escuras que crescem e mudam de cor e formato rápido. As lesões também podem vir acompanhadas de sangramento. Formas de prevenção do câncer de pele Evitar a exposição excessiva à radiação solar, composta pelos raios UVB (responsável pela queimadura avermelhada da pele) e UVA (ultravioleta), principalmente entre 10h e 16h; Usar protetor solar diariamente, até mesmo em dias com o céu nublado; Adotar medidas simples de proteção, como boné e chapéu;   Além do autocuidado, é importante consultar um dermatologista para o monitoramento de manchas, pintas e sinais que podem identificar o câncer de pele. Isto porque existem regiões do corpo que uma pessoa sozinha não consegue visualizar. Leia também: Novembro Azul: como surgiu, do que se trata e por que fazer campanha Outubro Rosa: como surgiu, do que se trata e por que fazer campanha   Fontes: redação Blog Nocta; Sociedade Brasileira de Dermatologia Imagens: Freepik

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Dezembro Laranja: veja quando uma pinta pode ser câncer de pele

Dezembro Laranja é o mês da campanha de saúde para prevenção do câncer de pele, o tipo de tumor mais frequente no Brasil e no mundo. O câncer de pele é silencioso, não tem dor, não tem sintoma, mas pode ser descoberto num olhar: 70% dos casos vêm de pintas que já existiam, aponta o site G1. Veja como identificar o câncer de pele   O ABCDE das pintas: sinais de alerta para o câncer de pele melanoma   Letra A (assimetria): se ao dividir a pinta ao meio os lados não forem iguais, quer dizer que são assimétricas e é um risco para pinta maligna. Se forem simétricas, a pinta é benigna. Letra B (borda): bordas borradas e irregulares são sinais de alerta para pinta maligna. Letra C (cor): pinta com mais de uma cor pode ser sinal de melanoma. Letra D (dimensão): medir o diâmetro da pinta, se for maior que 6mm (corresponde à parte de trás do lápis) é preocupante para câncer. Letra E (evolução): ficar atento às mudanças nas características da pinta: cor, tamanho. Pinta de adulto não cresce! Se crescer é sinal de alerta. É muito importante ir ao dermatologista para fazer o controle das pintas. Quanto mais cedo identificar o câncer de pele, maiores as chances do tratamento ser bem-sucedido. Saiba mais sobre o câncer de pele É um tumor que atinge a pele, sendo o câncer mais frequente no Brasil e no mundo. É mais comum em pessoas com mais de 40 anos e é considerado raro em crianças e pessoas negras. Causado principalmente pela exposição excessiva ao sol. Tipos – Câncer de pele melanoma Pode aparecer em qualquer parte do corpo, na pele ou mucosas, na forma de manchas, pintas ou sinais. Em pessoas de pele negra, ele é mais comum nas áreas claras, como palmas das mãos e plantas dos pés. Embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, o melanoma representa apenas 3%. É o tipo mais grave, porque tem alta possibilidade de provocar metástase (disseminação do câncer para outros órgãos). – Câncer de pele não melanoma Tem alta chance de cura, desde que seja detectado e tratado precocemente. Entre os tumores de pele, o não melanoma é o mais frequente e de menor mortalidade, mas pode deixar mutilações bastante expressivas se não for tratado adequadamente. Prevenção Orientações da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Evitar a exposição excessiva ao sol e proteger a pele dos efeitos da radiação UV são as melhores estratégias para prevenir o melanoma e outros tipos de tumores cutâneos. Medidas de proteção Usar chapéus, camisetas, óculos escuros e protetores solares. Cubra as áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas. Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16 horas. Na praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material. Usar filtros solares diariamente, e não somente em horários de lazer ou de diversão. Utilizar um produto que proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo. Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Ao utilizar o produto no dia a dia, aplicar uma boa quantidade pela manhã e reaplicar antes de sair para o almoço. Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas. Manter bebês e crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses. Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame completo.   Leia também: 7 mitos ou verdades sobre o câncer Fonte: Redação blog Nocta Imagem: Freepik

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