Resultados da pesquisa

Tendências no mercado de trabalho pós-pandemia

Tendências no mercado de trabalho pós-pandemia: qual o futuro das contratações? Quando paramos para refletir sobre o futuro pós-pandêmico, muitas e muitas questões nos vêm à mente. E uma delas é com relação ao futuro do trabalho, das contratações e carreira. É fato que o impacto da pandemia sobre o mercado de trabalho veio para ficar. Um levantamento realizado pela rede global de talentos digitais The Bridge, por exemplo, concluiu que os requisitos que serão exigidos pelas empresas no contexto pós-pandêmico serão protagonismo, flexibilidade, alteridade e boa capacidade de trabalhar em equipe na hora da contratação. Candidatos Segundo a pesquisa do The Bridge, publicada no site Hypeness, os candidatos irão priorizar a flexibilidade de horários, possibilidade de trabalho remoto, oportunidades de crescimento profissional e salário na hora de procurar um emprego. As habilidades técnicas e a experiência deverão se somar às chamadas às chamadas soft skills – habilidades comportamentais mais subjetivas, como criatividade, adaptabilidade, inteligência emocional e persuasão, capazes de promover uma boa relação em equipe e desenvoltura com a cultura organizacional – como elementos fundamentais em um processo seletivo. Modelo híbrido De acordo com o relatório lançado pelo Glassdoor, plataforma de recrutamento e avaliação de empresas, mesmo que a tendência do home office se confirme como realidade, o trabalho nos escritórios voltará. Não será, porém, como era antes, e em muitos casos seguirá um modelo híbrido, dividindo a semana entre dias presenciais e outros em que o trabalho será feito de casa. Diversidade no mercado de trabalho pós-pandemia 76% das pessoas entrevistadas apontaram a diversidade na equipe como um fator determinante tanto na hora de procurar um emprego quanto para avaliar uma determinada empresa Estabilidade Segurança e benefícios se tornarão cada vez mais palavras de ordem, e diferenciais na contratação e avaliação de uma empresa. Assim, planejamentos por aposentadoria, plano de saúde, garantias e agendas flexíveis também serão pautas cada vez mais frequentes e importantes. Planos de Saúde Quando uma empresa procura um plano de saúde para os seus funcionários, significa que ela quer agregar benefícios para melhorar a qualidade de vida deles e de sua família também. Na hora da escolha desse item tão importante, é necessário mapear alguns pontos para chegar ao plano de saúde ideal ao perfil da sua empresa. Confira o que você deve saber antes de contratar um plano: Como contratar um plano de saúde para os funcionários? Fontes: Redação Nocta; site Hypeness Imagens: Freepik

Leia mais »

Plano de Carreira: o que é e como fazer

Um plano de carreira deve unir objetivos do funcionário e da empresa. Confira as dicas da Endeavor, em parceria com a Sebrae, sobre como criar um plano de carreira que alinha os objetivos da empresa com as expectativas dos funcionários. O que é plano de carreira? Plano de carreira é um programa estruturado que estipula o caminho que cada funcionário vai percorrer dentro de uma organização. Ele determina as competências necessárias para cada posição hierárquica e também qual é a expectativa da empresa em relação àquela posição. De um lado, deve ser formulado para atrair e reter talentos. De outro, o plano deve proporcionar ao funcionário a possibilidade de se desenvolver cada vez mais. Tendo um plano de carreira, o profissional pode saber por quais etapas passará na hierarquia da empresa e quanto tempo ficará em cada uma delas. Essa visão é bastante adequada para organizações com estrutura de carreira formal, em fase de consolidação, quando o organograma já foi definido há um tempo e tem cargos e funções bem desenhados. Essas empresas vivem na velocidade do cruzeiro, em que qualquer mudança de rota não é feita de uma hora para outra. Por isso, o funcionário dessas companhias sabe bem o que pode esperar dos próximos anos, que degraus pode subir e como desenvolver as competências que o levarão até lá. Plano de Carreira em Y Inspirado pelo desenho da letra, esse plano sugere que, a partir de um determinado cargo, o funcionário encontra uma bifurcação: ele precisa escolher se segue carreira de especialista ou de gestor. Em setores como de engenharia, tecnologia, indústria farmacêutica ou até de alimentos, que exigem um conhecimento técnico em cargos maiores, essa carreira de especialista é mais comum. Uma área de pesquisa e desenvolvimento, por exemplo, em que o conhecimento é estratégico para a organização, a carreira Y é bem comum. Desse profissional, é esperado um papel revolucionário dentro da organização. Que ele seja capaz de trazer inovações, como no caso do lançamento de novos produtos, ajudando a empresa a se manter à frente da concorrência, a partir da sua bagagem de conhecimento especializado. Plano de Carreira em W Assim como o plano em Y apresenta dois caminhos possíveis de crescimento, o plano em W, sugere um terceiro que é o misto dos outros dois. Em vez de seguir como especialista ou gestor, o profissional pode se tornar um gestor de projetos. Ele não chega a ser um líder tradicional, responsável pelo desenvolvimento de outras pessoas, mas acompanha pontualmente o desempenho dessas pessoas dentro de um projeto específico dando feedbacks mais técnicos e atuando de forma consultiva. Na prática, esse modelo não se espalhou com tanta força pelas organizações porque funciona em setores bastante específicos, como o de tecnologia, por exemplo. Nesse caso, um programador sênior pode gerir outros desenvolvedores, se tornar especialista ou ainda gerir projetos de desenvolvimento de novas tecnologias dentro da empresa. Plano de Carreira para empresas de alto crescimento Essa visão bem planejada sobre o futuro do funcionário dentro da empresa é mais realista em organizações consolidadas. Já nas empresas em fase de expansão, o crescimento do negócio exige um aumento também no quadro de funcionários, que pode chegar a dobrar de um ano para outro, uma reestruturação de áreas e também a formação de novos líderes. Nesse sentido, é mais difícil prever como a empresa estará em cinco anos para traçar um plano de desenvolvimento seguro para os funcionários. E na prática, o que você já pode fazer? Comece desenhando a estrutura organizacional da sua empresa hoje e faça o exercício de projetá-la para o ano que vem. Nessa sobreposição, surgem muitos cargos novos, principalmente de liderança? Faça também a seguinte reflexão: você está desenvolvendo pessoas hoje para ocuparem esses cargos amanhã? Ou esses novos profissionais virão de fora? Esse planejamento de contratação e promoção interfere diretamente no plano de carreira dos seus funcionários, por isso ele começa com a visão da empresa e depois de se desdobram para cada área. Escute seus funcionários. Descubra quais são as expectativas de carreira e futuro que cada um tem dentro da empresa, inclusive preste atenção naqueles que não sonham em ficar por muito tempo e nas razões que eles apresentam para ter essa visão. Use reuniões coletivas e momentos com o time para reforçar o espírito dinâmico da organização, as novas vagas abertas e as possibilidades de crescimento que cada um tem. Se você alinhar essa conversa desde o dia da entrevista, todos os novos também entrarão sabendo que são responsáveis por criar os próprios degraus, e não subir uma escada que já foi construída.   Fonte: Endeavor / Imagens: Freepik Leia também: Como fazer reuniões mais produtivas 35 frases inspiradoras para compartilhar

Leia mais »

Como deixar o seu LinkedIn turbinado

Diferente de outras redes sociais, o LinkedIn é voltado para contatos de trabalho e funciona também como uma vitrine profissional   Pensando em ajudar quem precisa dar um up no perfil do LinkedIn – principalmente para networking-, compartilhamos algumas dicas essenciais sobre o que fazer e o que não fazer. Confira! Não enxergue como site de empregos   Aquela visão de “montar um currículo” como nos sites de empregos não se encaixa no LinkedIn. É claro, você precisa descrever suas qualificações, mas vai além disso.  Lembre-se que é uma rede social profissional, e como tal você faz conexões com pessoas. São elas que podem te ajudar a voltar ao mercado de trabalho, caso esteja procurando uma nova colocação. Esse relacionamento que você cria na rede pode abrir portas. Além disso, é por meio das pessoas que você se mantém atualizado e troca informações relevantes, crescendo profissionalmente.   Hoje, muitos recrutadores usam o LinkedIn como ferramenta de busca de profissionais para as vagas em aberto. Algumas empresas até publicam as posições lá. Costumamos dizer que o LinkedIn é uma vitrine profissional.  Maiores erros no Linkedin   É muito importante fazer uma boa descrição na sua apresentação, pois é por ali que a rede pode te localizar. Lembre-se, estamos falando de uma ferramenta que – como qualquer outra rede social – funciona por palavras-chave.  Então, a forma que você descreve seu título e resumo determina como você será encontrado na busca.  Muitas pessoas não colocam as principais informações ali, o que é um erro. Enquanto outras pecam pelo excesso e deixam tudo confuso.  O que não pode faltar são as informações sobre sua experiência, aquelas que você acredita serem essenciais para conseguir uma oportunidade. Um exercício bom de se fazer é falar em voz alta – como se estivesse na frente de alguém – as informações que você está descrevendo.  Destaque sobre sua carreira e histórico profissional; Coloque as principais tarefas desenvolvidas e resultados atingidos; Tempo de experiência em determinados cargos; Conhecimentos e habilidades (palavras-chave); Missão, visão, valores, propósito e projetos.   Faça as perguntas e responda:   – O que estou dizendo está claro? – O que estou dizendo está correto (preste atenção à gramática)? – O que estou dizendo mostra o que sou e o que quero?   Postura profissional   Você deve encarar a rede como um encontro entre profissionais. Como você se comportaria pessoalmente? É da mesma forma que você deve se comportar no virtual/digital.  Os recrutadores não ficam de olho apenas nas informações do seu perfil, mas em todo o seu comportamento, interações e compartilhamentos no LinkedIn.  Então, pense bem antes de escrever ou compartilhar algo. Faça sempre o exercício de “se imaginar” em uma roda de profissionais e o que você está transmitindo com aquilo que diz.  Procure postar conteúdos que tenham a ver com sua área de atuação, algo sobre o mercado que você domina, pense sempre em manter conversas de forma saudável, fale de assuntos do dia a dia etc.  Escrever artigos é uma excelente forma de demonstrar o seu conhecimento sobre variados temas, além da sua área. Isso ajuda bastante a construir uma boa reputação aos olhos de quem te acompanha.  Evite: interações que só geram ódio. Tenha sempre bom senso.   Fonte: Redação blog Nocta Imagem: Freepik

Leia mais »

13 esportes radicais que ajudam a desenvolver competências para sua carreira

Uma matéria da revista Você S/A traz uma análise interessante sobre como a prática de atividades esportivas ajuda no desenvolvimento de competências como liderança e tomada de decisões.   Se você está em busca de desenvolver algumas competências, confira qual esporte pode te ajudar a alcançá-las.   Autoconfiança: rapel, escalada e montanhismo; mergulho; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Aversão ao risco: skate; surf; rapel, escalada e montanhismo; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Comunicação e trabalho em equipe: trekking; rafting; rapel, escalada e montanhismo; mergulho. Controle de ansiedade e medo: rapel, escalada e montanhismo; mergulho; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Gerenciamento de risco: trekking; rapel, escalada e montanhismo; mergulho; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Gerenciamento de tempo: trekking; rapel, escalada e montanhismo; e mergulho. Interação social: trekking; skate; surf; e rafting. Liderança: trekking e rafting. Paciência: skate; rafting; rapel, escalada e montanhismo. Organização, planejamento e logística: trekking; rapel, escalada e montanhismo; mergulho; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Superação de limites: trekking; rapel, escalada e montanhismo; e mountain bike. Resistência: rapel, escalada e montanhismo; mountain bike; bungee jump; voo livre, paraquedas e base jumping. Tomada rápida de decisão: skate; surf; rafting; rapel, escalada e montanhismo; mergulho; e mountain bike. Como você pode ter percebido, os esportes radicais ajudam no desenvolvimento da maioria das competências. Isto acontece porque esse tipo de atividade traz sensações que aumentam o nível de adrenalina no corpo: estado de alerta, pupilas dilatadas, mãos suadas, frio na barriga e coração acelerado. A adrenalina pode provocar no cérebro o mesmo efeito dos antidepressivos, ajudando em casos de ansiedade, depressão, hiperatividade e déficit de atenção, aponta uma pesquisa da Universidade da Pensilvânia Medical Center. O mergulho, por exemplo, pode se comparar à meditação por causa do controle respiratório. Segundo um estudo publicado no Frontiers in Psychology, os praticantes percebem redução do estresse, melhora do humor e aumento das habilidades de atenção e concentração, além da percepção sensorial.   Outros pontos a favor da prática de esportes radicais:   Quem pratica com regularidade sofre uma mudança química no cérebro, o que ajuda a permanecer calmo e concentrado por mais tempo. Essas atividades estimulam a leitura rápida do ambiente (quais são as condições favoráveis e desfavoráveis), a percepção de seus pontos fortes e fracos e o controle do medo. O praticante consegue sair mais rápido de situações estressantes ou perigosas. A pessoa aprende a gerenciar e avaliar o risco e leva esse comportamento para o ambiente de trabalho. Em esportes em grupo, como rafting, criam-se algumas situações durante a descida do rio para trabalhar conceitos como liderança e confiança. Traz clássicos benefícios para a saúde: melhora do condicionamento físico, equilíbrio, flexibilidade, emagrecimento e ganho de resistência. Outras atividades, como acampamento e trekking, ajudam no desenvolvimento de trabalho em equipe e melhoram a comunicação, uma vez que cada integrante do grupo é responsável por um trabalho ou objeto importante para que tudo dê certo.   Fontes: Redação blog Nocta; Você S/A Ilustração (Infográfico): Guilherme Henrique/VOCÊ S/A) Imagem destaque: Freepik  

Leia mais »